Inflação | Guilherme Barros

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Posts com a Tag Inflação

domingo, 11 de dezembro de 2011 Indicadores | 07:02

Inflação fecha abaixo do teto em 2011, diz Itaú Unibanco

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O governo vai fazer a queda de braço contra a inflação neste ano, na opinião de Laura Haralyi, economista do Itaú Unibanco.

Em relatório enviado a clientes, o banco projeta que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) vai fechar dezembro em 0,46% – abaixo do 0,52% de novembro.

Com isso, a inflação no acumulado do ano deve ficar em 6,46%.

“Em sua, a inflação ao consumidor nos últimos 12 meses continua a se reduzir, com algum sinal de alívio também nos índices de difusão”, diz.

Segundo Laura, o resultado do IPCA-15 – uma prévia da inflação oficial – será determinante para observar o comportamento dos preços no mês.

“Itens relevantes e de difícil previsibilidade, como a variação no custo de aluguel e condomínio, nos salários de empregados domésticos e nas tarifas de passagens aérea, tem a inflação observada no resultado preliminar repetida no fechamento do mês.”

Notas relacionadas:

  1. Inflação em abril deve ficar acima do teto da meta, prevê LCA
  2. Queda das commodities ainda não foi sentida no IPCA, diz Itaú Unibanco
  3. Isenção do IPI vai colocar inflação no teto da meta em 2011, diz LCA
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sexta-feira, 9 de dezembro de 2011 Indicadores | 07:04

Isenção do IPI vai colocar inflação no teto da meta em 2011, diz LCA

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O recente anúncio do governo de reduzir o Imposto sobre Produto Industrializado (IPI) vai contribuir para conter o avanço da inflação em 2011.

Segundo projeções da LCA Consultores, o item Artigos de Residência, no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), vai ter deflação em dezembro, por conta da renúncia fiscal do governo.

Além da deflação em produtos da chamada linha branca, a inflação em dezembro deve esfriar por conta de um desaquecimento no grupo Alimentação e Bebidas, bem como nos gastos com empregado doméstico.

“Com isso, projetamos que o IPCA fechado de dezembro fique em 0,50%”, diz a LCA.

O resultado de dezembro levará a inflação acumulada no ano a 6,50%, o teto da meta estabelecida pelo governo.

Notas relacionadas:

  1. IPCA de 2009 será o sexto ano consecutivo de inflação dentro da meta
  2. Inflação em abril deve ficar acima do teto da meta, prevê LCA
  3. Austin Rating revisa estimativa de inflação de 6,2% para 6,6%, acima da meta do governo
Autor: Klinger Portella Tags: , , , ,

domingo, 20 de novembro de 2011 Política Monetária | 07:02

Desinflação será fraca e BC não terá espaço para corte agressivo de juros em 2012, diz Padovani

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A inflação dificilmente chegará ao centro da meta de 4,5% estabelecida pelo governo em 2012, na opinião de Roberto Padovani, economista-chefe do Banco Votorantim.

Segundo ele, “a manutenção do consumo doméstico deverá fazer com que o processo de desinflação não seja suficiente para alcançar a meta”.

Diante disso, diz Padovani, o Banco Central não encontrará espaços para cortar a taxa de juros de forma mais agressiva no ano que vem.

A estimativa do economista é de que a Selic feche o ano em 10,50%, um ponto percentual abaixo dos atuais 11,50%.

Padovani projeta uma leve recuperação da indústria em 2012, o que ajudará a manter o emprego nos patamares próximos aos atuais.

Ele acredita que a taxa de desemprego subirá levemente, de 6,2% para 6,4% no próximo ano.

“Do ponto de vista das condições de renda, este desaquecimento tende a produzir efeitos moderados: a massa salarial da economia deverá continuar em expansão”, disse.

Notas relacionadas:

  1. BC deve manter alta de juros para ter inflação na meta em 2012, diz Tendências
  2. BC derrubará juros a 10% em 2012, diz Itaú Unibanco
  3. Pressão inflacionária diminui, mas BC seguirá cauteloso com juros, diz Padovani
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segunda-feira, 14 de novembro de 2011 Indicadores | 07:01

Inflação retoma alta em novembro, diz LCA

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O desaquecimento da inflação no mês de outubro é passageiro, segundo a equipe de economistas da LCA Consultores.

A alta de 0,43% do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – contra 0,53% de setembro – não significa uma tendência de baixa para a chamada inflação oficial.

Segundo a LCA, grupos como vestuário, despesas pessoais e transportes devem pressionar o índice em novembro.

Na parte de vestuário, diz a consultoria, a pressão é sazonal. Já o grupo despesas pessoais será puxado por forte pressão para gastos com empregado doméstico, enquanto o grupo transportes sofrerá influência de alta nos preços de avião e álcool e gasolina.

“Com isso, projetamos o IPCA fechado de novembro em torno de 0,55%”, diz a LCA.

Notas relacionadas:

  1. IPCA de 2009 será o sexto ano consecutivo de inflação dentro da meta
  2. Inflação em abril deve ficar acima do teto da meta, prevê LCA
  3. ‘Vilões’ da inflação devem desacelerar em outubro, diz LCA
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terça-feira, 8 de novembro de 2011 Indicadores | 09:05

IPCA estoura meta se subir mais que 0,51% até dezembro, diz Rosenberg

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O mercado tem feito as contas para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) não estourar a meta de 6,5% no fim do ano.

Segundo projeções da equipe econômica da Rosenberg & Associados, para não superar o limite estabelecido pelo governo, a inflação oficial deve ter alta média de 0,51% nos meses de novembro e dezembro.

O número está baseado em um projeção de 0,43% de alta para o IPCA em outubro. O resultado oficial será divulgado na sexta-feira.

“O acumulado em 12 meses, que atingiu o pico de 7,31% em setembro, deverá
entrar em trajetória de desaceleração, mas basicamente por conta da saída
da base de cálculo de meses com inflação alta em 2010″, disse a consultoria.

Os economistas apontam que, em novembro, o IPCA deve voltar a acelerar “com a
possível retomada dos preços de alimentação e bebidas”.

Por outro lado, os grupos alimentação e transportes devem arrefecer no mês.

“Com isso, a alta deve ficar em torno de 0,54%. Para o fim do ano, esperamos 6,5%, com
a corda quase no pescoço.”

Notas relacionadas:

  1. IPCA de 2009 será o sexto ano consecutivo de inflação dentro da meta
  2. IPCA deve ter pico de alta em agosto, diz Rosenberg & Associados
  3. Itaú projeta IPCA de setembro para 0,54%
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domingo, 6 de novembro de 2011 Política Monetária | 07:04

Pressão inflacionária diminui, mas BC seguirá cauteloso com juros, diz Padovani

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Os recuos observados nos preços do atacado e dos alimentos devem chegar ao Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – a inflação oficial – nos próximos dois meses, reduzindo as expectativas de inflação.

As projeções são do economista-chefe do Banco Votorantim, Roberto Padovani.

“O humor está mudando com relação a um menor crescimento e menor pressão inflacionária”, disse, em relatório enviado a clientes. “Mas, o Banco central tende a ser cauteloso ao reduzir a taxa para baixo de 10,50%.”

O IPCA do quarto trimestre deve ficar em torno de 0,50%, contra 0,74% de igual período do ano passado, segundo Padovani.

No primeiro trimestre de 2012, o índice deve subir para 0,70%.

O economista aponta que, com a perspectiva de queda da produção industrial, a inflação acumulada em 12 meses tende a cair.

“Os investidores podem começar a precificar os juros de um dígito até 2012”, disse.

Mas, para o economista-chefe do Votorantim, o BC deve ser mais cauteloso, já que a inflação de serviço deve continuar acima da meta.

Notas relacionadas:

  1. BC dá sinal claro de que alta de juros acabou, diz André Perfeito
  2. Banco Central deve cortar juros a 11% até o fim do ano, diz Alex Agostini
  3. BC derrubará juros a 10% em 2012, diz Itaú Unibanco
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sexta-feira, 4 de novembro de 2011 Comércio | 15:10

Varejistas preveem inflação moderada e manutenção dos juros em 2012, diz Boa Vista

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Os empresários do setor varejista projetam que a inflação terá uma alta moderada em 2012, ao passo que as taxas de juros devem ficar próximas dos 11,5% atuais, segundo levantamento realizado pela Boa Vista Serviços.

Para os empresários, a taxa Selic deve ficar entre 10,5% e 11,5% no ano que vem. Outros 21,8% acreditam que os juros subirão em 2012, enquanto 18,6% apostam em novas reduções da taxa, para algo entre 9,5% e 10,5% ao ano.

Com relação à inflação, 38,1% dos entrevistados disseram esperar um crescimento moderado nos preços em 2012, enquanto 31,4% apostam em manutenção no nível de inflação.

Na análise de crédito, 48,7% dos empresários disseram que deve haver alta moderada, contra 26,3% que preveem crescimento acentuado no volume de empréstimos.

Para a cotação do dólar, 35,9% dos varejistas apostam em queda da moeda em relação ao real, enquanto 27,9% acreditam em alta. Para 23,1%, não haverá mudanças significativas no câmbio em 2012.

Os dados foram coletados junto a 312 empresários do setor, durante o 12º Congresso da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp).

Notas relacionadas:

  1. 89% dos varejistas apostam em faturamento recorde em 2010, diz APAS
  2. Varejo amplia vendas no 2º semestre e prevê faturamento 6,2% maior em 2010, diz Fecomercio-SP
  3. Redução da Selic deve beneficiar comércio varejista, diz Tendências
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terça-feira, 1 de novembro de 2011 Política Monetária | 18:26

Senado aprova projeto que obriga Banco Central a se preocupar com emprego e crescimento econômico

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O Banco Central deverá adicionar à sua lista de prioridades o crescimento da economia e a geração de empregos.

A recomendação faz parte de um projeto de lei do senador Lindbergh Farias (PT-RJ), aprovado hoje pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).

Com isso, a autoridade monetária não deverá focar seus esforços exclusivamente no controle da inflação e na solidez do sistema financeiro.

Será mais um reforço para o Banco Central manter o processo de queda na taxa de juros.

Com a medida, a autoridade monetária brasileira se aproxima do modelo norte-americano, já que o Federal Reserve também tem como um de seus focos a geração de emprego.

Notas relacionadas:

  1. Banco Central deve cortar juros a 11% até o fim do ano, diz Alex Agostini
  2. Banco Central deve reduzir juros a 10,50%, diz Octavio de Barros
  3. Ata marca mudança de cenário para o Banco Central, diz LCA
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sábado, 29 de outubro de 2011 Indicadores | 07:01

Decisão de não elevar preço do gás não mexe na inflação, diz Tendências

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A decisão da Petrobras de não alterar o preço do gás natural vendido às distribuidoras não deverá impactar o desempenho do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de forma significativa.

Segundo projeções da Tendências Consultoria, a medida deve gerar uma redução de 0,02 ponto percentual na chamada “inflação oficial”.

“O anúncio evidencia a necessidade de alteração para as regras de reajuste no preço do gás natural”, pontua a consultoria.

Neste mês, a Petrobras confirmou o desconto de 18,6% no preço do gás, que passa a valer em 1º de novembro.

Notas relacionadas:

  1. Solução para Previdência passa por redefinição de regras, diz Tendências
  2. Preço do petróleo dificulta tarefa do BC em conter inflação
  3. Projeções de inflação devem indicar novas altas, diz Tendências
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quinta-feira, 27 de outubro de 2011 Commodities | 06:01

Desvalorização do câmbio ainda não afeta inflação, diz Itaú Unibanco

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O movimento de desvalorização do câmbio terá pouco impacto sobre a inflação no curto prazo.

Segundo levantamento da analista de inflação do Itaú Unibanco, Laura Haralyi, o aumento da taxa de câmbio teve pouco efeito sobre os preços domésticos das commodities agropecuárias, “o que limita o potencial impacto sobre os índices de inflação”.

O Índice Commodities Brasil (IC-Br), calculado pelo Banco Central com base nos preços internacionais em reais, subiu 7,8%, contra alta de 1,7% para o Índice de Commodities Itaú – medido com base nos preços doméstico de commodities.

A economista explica que a variação dos preços das commodities no mercado externo nem sempre ocorre simultaneamente no Brasil.

“Para alguns produtos, a diferença entre o preço doméstico e o internacional é apenas o custo de frete ou o prêmio de exportação (em especial para a soja). Mas, para outros, a estrutura de formação dos preços pode ser bem diferente. É o caso, por exemplo, do boi, do leite e do arroz, produtos de grande importância na cesta de consumo dos brasileiros.”

Laura pondera que um agravamento no cenário externo pode refletir os preços domésticos.

“No entanto, o impacto sobre o IPCA não seria imediato, pois dependeria da defasagem de repasse de cada commodity para os preços ao consumidor. Essa transmissão poderia ocorrer de forma análoga ao observado na alta dos preços em 2010 e início de 2011”, completou.

Notas relacionadas:

  1. Desempenho da economia internacional puxou inflação para baixo no Brasil, diz FGV
  2. Modal Asset cria índice de commodities e prevê alta nos próximos meses
  3. Queda das commodities pode ser igual a de 2008, diz André Perfeito
Autor: Klinger Portella Tags: , , ,

segunda-feira, 24 de outubro de 2011 Indicadores | 11:14

IPCA deve fechar outubro em 0,37%, diz André Perfeito

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As projeções para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial, no mês de outubro apontam para uma tendência de queda.

Segundo André Perfeito, economista-chefe da Gradual Corretora, as projeções da casa para o IPCA do mês recuaram para 0,37%, “influenciado por um lado na queda de alimentos e transportes, mas também pelo fim do impacto no grupo habitação no tocante a tarifas de água e esgoto”.

O economista pondera que, em um horizonte de curto prazo, o comportamento de preços de ser “mais baixista”, reforçando a queda no acumulado de 12 meses.

Apesar disso, para 2012, o mercado de trabalho deve gerar pressões adicionais à inflação.

“No ano que vem, o crescimento será necessariamente mais modesto e isto se traduzirá em vários canais, até no canal do emprego e conseqüentemente da demanda agregada”, completou Perfeito.

Notas relacionadas:

  1. Inflação: Banco Central ganha queda de braço com mercado, diz André Perfeito
  2. Mercado vai ter de aceitar juros menores, diz André Perfeito
  3. Cenário conspira para a queda da inflação, diz André Perfeito
Autor: Klinger Portella Tags: , ,

sábado, 22 de outubro de 2011 Indicadores | 07:00

Feijoada fica mais cara, diz Fecomercio-SP

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Comer uma feijoada ficou mais caro, de acordo com o Índice de Custo de Vida da Classe Média (ICVM), aferido pela Fecomercio-SP e Ordem dos Economistas do Brasil (OEB) de setembro.

De acordo com a pesquisa, no período, quase todos os componentes do tradicional prato brasileiro ficaram até 3,7% mais caros.

O preço do arroz subiu 2,87% e o do feijão, 3,73%.

O toucinho defumado, os pertences da feijoada e a carne seca ficaram, respectivamente, 0,44%, 0,68% e 2,47% mais “salgados”.

Entre os acompanhamentos, só a laranja ficou mais cara, 0,76%. A couve e a farofa, por outro lado, ficaram 2,81% e 0,85% mais baratas.

Até a tradicional caipirinha ficou mais cara. O preço da cachaça subiu 1,52%, o do açúcar, 2,37%, e o do limão, 20,98%.

Notas relacionadas:

  1. Preços de presentes para o Dia das Mães sobem mais que inflação, diz FGV
  2. Preços em supermercados tiveram alta de 7,6% em 2010, diz Fecomercio-SP
  3. Inflação do carnaval supera a geral, diz FGV
Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

segunda-feira, 10 de outubro de 2011 Indicadores | 06:02

‘Vilões’ da inflação devem desacelerar em outubro, diz LCA

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Itens com grande peso na composição do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a chamada inflação oficial, devem desacelerar no mês de outubro.

Segundo projeções da LCA Consultores, IPCA fechado do mês deve ficar no intervalo entre 0,40% e 0,45%.

O grupo Alimentação e Bebidas deve registrar nova desaceleração no mês, recuando dos atuais 0,62% de setembro para “algo próximo” a 0,50%.

O mesmo deve acontecer com o grupo Transportes.

A LCA diz que o desaquecimento nos preços dos transportes se dera “em boa medida pela perda de fôlego do álcool e da gasolina (este último influenciado pela Cide)”.

Além disso, as passagens de avião também devem ter forte desaceleração, baixando de 23,4% para 7%.

“Projetamos que as altas das tarifas de água e esgoto e gás de botijão apresentarão diluição (ainda que parcial), o que contribuirá para taxa mais amena do grupo Habitação.”

A consultoria complica que os gastos com emprego doméstico recuaram de 1% para 0,35% no mês, aliviando o grupo Despesas Pessoais.

Notas relacionadas:

  1. Alimentos seguram a inflação em dezembro, diz Iedi
  2. Inflação em abril deve ficar acima do teto da meta, prevê LCA
  3. IPCA de junho pode ter deflação, diz LCA
Autor: Klinger Portella Tags: , ,

segunda-feira, 3 de outubro de 2011 Indicadores | 14:29

Política fiscal poderá ser outra fonte de preocupação para inflação, diz Roberto Padovani

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A política fiscal poderá ser outra fonte de preocupação para inflação, elevando as
dificuldades do governo para coordenar e ancorar suas expectativas, segundo análise do economista-chefe da Votorantim Corretora, Roberto Padovani.

Segundo ele, a gestão fiscal deverá manter a dívida controlada. A dívida líquida poderá oscilar ao redor de 39,5% do PIB este ano e em 2012. A dívida bruta poderá ter uma trajetória de ligeira alta, alcançando 60% em 2012. “Por mais paradoxal que pareça, este desempenho fiscal no Brasil acaba sendo ruim por retirar os incentivos para avanços institucionais”, diz Padovani. Leia mais »

Notas relacionadas:

  1. Rigor fiscal e retirada de incentivos podem aliviar pressão sobre inflação, diz Tendências
  2. Roberto Padovani mantém previsão de alta dos juros de 0,5 ponto percentual
  3. Commodities são variáveis fundamentais para inflação, diz Padovani
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Indicadores | 11:18

“Nós não botamos fé em nós mesmos”, diz André Perfeito

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Nós não botamos fé em nós mesmos, mas os estrangeiros estão botando fé – e dinheiro, muito dinheiro – em nosso país. A análise é do economista- chefe da Gradual Investimentos, André Perfeito. “É só ver a série de Investimento Estrangeiro Direto para constatar que o gringo está comprado em Brasil até não poder mais”, diz ele.

Segundo o economista, o receio de que o ano que vem será de crescimento em baixa e inflação em alta está aos poucos se entrincheirando atrás da orelha da sociedade brasileira. “Os prognósticos dos economistas de mercado são no mínimo sinistros quando se trata de relatório Focus em que o diagnóstico é soturno: PIB em 3,7% em 2012 e inflação subindo no telhado em 2011″.

Para ele, um crescimento menor no número cheio do PIB o ano que vem não quer dizer necessariamente que o Brasil irá crescer menos. “Pelo contrário, o crescimento interno pode muito bem beirar os 4,5% sendo “temperado” pelo setor externo recuando 0,5% fazendo fechar o ano que vem em 4,0%”, afirma Perfeito.

O economista diz também que setembro será o último mês em que a inflação acumulada em 12 meses estará em alta. A partir de outubro, a inflação irá convergir para o centro da meta.

“Ficar comprado em inflação pode ser uma estratégia defensiva adequada, mas nos parece que teremos mais ganhos se ficarmos comprados em crescimento.”

Notas relacionadas:

  1. Inflação: Banco Central ganha queda de braço com mercado, diz André Perfeito
  2. Situação potencialmente perigosa se configura com crédito, diz André Perfeito
  3. Cenário conspira para a queda da inflação, diz André Perfeito
Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

domingo, 2 de outubro de 2011 Governo | 07:00

Política para controle da inflação será tão mais bem sucedida quanto mais intensa for a crise global, diz Bradesco

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Há uma chance razoável de o Banco Central efetivamente conseguir levar a inflação para o centro da meta caso a crise global seja realmente severa. A avaliação é de Octavio de Barros, economista-chefe do Bradesco, a partir do relatório trimestral de inflação do BC.

A autoridade monetária brasileira justifica o corte nos juros feito na última reunião do Copom com o agravamento do cenário externo e a perda de dinamismo da economia brasileira.

Para Barros, caso o BC esteja certo, o crescimento do País em 2012 deve ser menor do que o previsto inicialmente pelo banco. A expectativa atual é de 4,5%, mas cai para 2,5% com o cenário anunciado pelo BC.

“Por ora, a combinação de forças em nosso cenário aponta para uma crise externa moderada e prolongada, que deverá ter como implicações uma sequência de quedas de juros de 50 p.b. até janeiro do próximo ano, levando a Selic para 10,5%, com uma economia que cresce 4,5% sujeita a uma inflação de 5,8%”, afirma o economista.

Notas relacionadas:

  1. Copom ressalta preocupações com o cenário prospectivo para a inflação, diz Bradesco
  2. Para Bradesco, Copom deverá manter a Selic estável hoje
  3. Para Padovani, se atual política não der certo, BC vai adotar novo ciclo de alta de juros
Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

quinta-feira, 29 de setembro de 2011 Indicadores | 16:04

Inflação só deve atingir centro da meta em 2012, diz Tombini

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O presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, sinalizou hoje, durante palestra no 22º Congresso Nacional de Executivos de Finanças (Conef), em Curitiba, que a inflação só deve retornar à meta do governo em dezembro de 2012.

Com projeção para encerrar este ano com inflação em 6,4%, a taxa deve ficar entre 4,7% e 4,9% apenas em dezembro do ano que vem. “Estamos indo em direção ao centro da meta para dezembro de 2012. Não somos uma ilha, mas conseguimos transitar com facilidade no ambiente internacional”, disse.

Tombini afirmou que a pressão inflacionária registrada no primeiro semestre deste ano, especialmente março e abril, foi causada pela elevação dos preços das commodities internacionais e por fatores climáticos, bem como pelo aumento de taxas como energia, combustíveis, água e telefone.

No evento, os empresários apontaram que, embora o Brasil reúna fatores positivos para atenuar os efeitos da crise internacional, o País não está imune. “É possível que tenhamos alguns problemas, como o nível de emprego que já vem caindo. Embora o aspecto geral seja negativo, o impacto aqui no País é menor”, afirmou o presidente do Conef, Luiz Afonso Cerqueira.

O Conef, que tem como tema Brasil de hoje: desafio presente, reúne em Curitiba autoridades da economia brasileira até amanhã.

Notas relacionadas:

  1. Conselho Monetário deve manter meta de inflação em 4,5% para 2012
  2. Inflação deve bater no teto da meta no meio do ano e BC deve adotar novas medidas monetárias
  3. Apesar do Focus, BC garante que a inflação atinge o centro da meta de 4,5% em 2012
Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

Indicadores | 11:14

Cenário conspira para a queda da inflação, diz André Perfeito

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A deterioração relevante nas economias maduras criou um elevado nível de incerteza quanto a maioria das variáveis principais, mas os sinais são de arrefecimento da inflação, segundo análise do economista-chefe da Gradual Investimentos, André Perfeito. “Hoje o cenário conspira para a queda da inflação”, diz ele.

Para o economista, desde o corte da taxa básica de juros o mercado especula acima do usual sobre os próximos passos da autoridade monetária.

“O consenso se perdeu na ação energética do Banco Central e esta falta de unidade de raciocínio só não se traduziu em taxas longas mais elevadas porque a crise internacional amarrou uma âncora na ponta da curva. No entanto, o mercado vinha exagerando na dose do pessimismo”, afirma.

Perfeito lembrou que o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) divulgado hoje veio com certa aceleração no Índice de Preços ao Consumidor (IPC), mas que “o salto se deu ao consumidor via aluguel e taxas, algo que não deve se repetir”.

Notas relacionadas:

  1. IGP-M baixo reforça cenário de inflação controlada em 2010, diz Tendências
  2. Inflação: Banco Central ganha queda de braço com mercado, diz André Perfeito
  3. Mercado vai ter de aceitar juros menores, diz André Perfeito
Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

Indicadores | 10:53

Relatório de inflação joga ducha de água fria na intensidade da queda dos juros

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Dadas as previsões de inflação ainda pressionadas para 2012, qualquer que seja o cenário ou modelo utilizado, o mercado leu o relatório de inflação divulgado hoje pelo Banco Central como uma mensagem de que teremos no máximo duas novas reduções de juros.

Dependendo do alcance da crise internacional, entende-se que o afrouxamento monetário poderá ser um pouco mais longo, mas o tom do relatório é bastante técnico, e não dá margem a uma pisada no acelerador na redução dos juros.

Notas relacionadas:

  1. Bradesco reforça aposta de início da alta dos juros em abril
  2. Octavio de Barros prevê três altas nos juros em 2011
  3. Inflação deve completar um ano seguido de alta, diz Santander
Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

segunda-feira, 26 de setembro de 2011 Política Monetária | 11:42

Mesmo com inflação acima da meta, Israel surpreende e corta juros

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Não é só o Banco Central do Brasil que está receoso com as perspectivas de um desaquecimento mais forte da economia. O BC de Israel, que é presidido pelo respeitado economista Stanley Fischer, acaba de decidir baixar a taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual. A taxa caiu de 3,25% para 3%.

A decisão surpreendeu a maioria dos analistas econômicos, que previam manutenção da taxa básica de juros.

O BC tomou essa decisão apesar da inflação estar acima da meta. A inflação acumulada dos últimos 12 meses é de 3,4%, e a meta é de 3%.

Notas relacionadas:

  1. “O Banco Central brasileiro causa a inflação na China”, disse Delfim em resposta às críticas ao BC
  2. Para equipe econômica, BC age com independência das opiniões internas e externas
  3. BC deve manter alta de juros para ter inflação na meta em 2012, diz Tendências
Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

Indicadores | 09:28

Projeções de inflação devem indicar novas altas, diz Tendências

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A piora no contexto internacional deve se traduzir em novos aumentos nas projeções de inflação para este ano e o próximo, além de gerar revisões nas próprias projeções de câmbio, especialmente para este ano, segundo a Tendências Consultoria.

De acordo com a consutoria, em relação ao patamar médio de agosto, a taxa de câmbio já mostra desvalorização de 15,8%, o que por si só incrementaria a inflação em 1,1 p.p., considerando o efeito total do choque sobre a inflação.

“As projeções de inflação para 2011 e 2012, que vinham em clara tendência de alta, ganham ainda mais reforço com o comportamento destes preços nos últimos dias”, diz a Tendências.

Notas relacionadas:

  1. IGP-M baixo reforça cenário de inflação controlada em 2010, diz Tendências
  2. Inflação deve bater no teto da meta no meio do ano e BC deve adotar novas medidas monetárias
  3. Inflação seguirá em alta na América Latina, diz Itaú Unibanco
Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

quinta-feira, 22 de setembro de 2011 Finanças | 06:00

Títulos atrelados à inflação são boa opção de investimento, diz consultor

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Com o atual cenário de incerteza marcado pelas economias americana e europeia e a recente crise da Bolsa, o momento é bom para investir em títulos atrelados à inflação, na opinião de Georges Catalão, gestor de investimentos da Lecca.

“Tendo em vista o movimento do Banco Central de interromper o ciclo de aperto monetário, em decorrência da deterioração externa, e dar início a um ciclo de expansão mais agressivo, optamos por reduzir exposição à estratégia de juros pós-fixado e aumentar em inflação. Mesmo com esse anúncio do BC, é provável que a inflação não volte ao centro da meta antes de 2013”, afirma o gestor.

Ainda de acordo com o consultor, o momento também é bom para investir na estratégia macro, que busca antecipar as tendências econômicas. “Houve uma mudança recente nos mercados e começamos a ver oportunidades, principalmente em juros, onde a estratégia macro tem uma grande possibilidade de ter um bom desempenho.”

Notas relacionadas:

  1. Copom ressalta preocupações com o cenário prospectivo para a inflação, diz Bradesco
  2. Para Padovani, se atual política não der certo, BC vai adotar novo ciclo de alta de juros
  3. Inflação menor não vai evitar novos aumentos dos juros, diz Bradesco
Autor: Mariana Sant'Anna Tags: , ,

quarta-feira, 21 de setembro de 2011 Indicadores | 06:12

IPCA deve ficar acima da meta este ano, diz Alex Agostini

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O economista Alex Agostini, da Austin Rating, fez alguns cálculos para o possível comportamento do IPCA neste último quadrimestre com o objetvo de ver se Alexandre Tombini, presidente do Banco Central, vai ter que escrever a carta para o ministro da Fazenda, Guido Mantega, com justificativas para o não cumprimento da meta.

Por enquanto, segundo ele, tudo indica que sim.

“O mais interessante não será ver os motivos que levaram ao não cumprimento da meta deste ano, mas sim quais serão as ações do BC para levar a inflação para a meta em 2012 e, nesse caso, não vale justificar simplesmente com o cenário externo turbulento como ele fez na última reunião do Copom”, diz o economista.

Para tanto, Agostini analisou o comportamento do IPCA-15 no mês de setembro nos últimos cinco anos. A média foi de 0,22% sem incluir o resultado atual de 0,53%, pois, com o resultado atual a média sobe para 0,27%. Ou seja, o IPCA-15 ficou o dobro do valor do seu comportamento padrão e isso preocupa.

Transportando esse mesmo exercício para o IPCA, temos que a média dos últimos 5 anos no mês de setembro foi de apenas 0,30%, mas se o indicador seguir o resultado do IPCA-15 e ficar o dobro do comportamento padrão, o resultado ficará ao redor de 0,6% e muito acima da média das projeções que está em 0,45%.

Para o último trimestre do ano, a média histórica indica variação ao redor de 0,46%. A projeção de Agostini indica uma média um pouco superior: 0,53%.

Caso o IPCA no último quadrimestre do ano fique dentro do seu comportamento padrão, então o IPCA do ano ficará em 6,4% e não terá nenhum problema para o BC.

Mas, caso o IPCA apresente comportamento igual ao do IPCA-15, o IPCA deverá ficar ao redor de 6,6%, que é a projeção de Agostini.

“Bom, isso sem considerar a recente alta do dólar que pressiona as commodities que, por sua vez, tem impacto direto em 8% da composição do IPCA”.

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Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

terça-feira, 20 de setembro de 2011 Indicadores | 20:29

Itaú projeta IPCA de setembro para 0,54%

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Com a inflação de 0,53% apurada pelo IPCA-15 de setembro, o Itaú-Unibanco elevou sua projeção de 0,46% para 0,54% para o encerramento de setembro.

A principal discrepância, segundo o banco, foi a alta de 23,4% nas tarifas aéreas. Outras diferenças observadas no IPCA-15 de setembro foram a manutenção do ritmo de alta dos alimentos, não confirmando as expectativas de aceleração, e a maior pressão de artigos de vestuário, que compensou a menor inflação de alimentos.

Com este resultado a inflação acumulada nos últimos 12 meses pelo IPCA-15 subiu de 7,10% em agosto para 7,33% em setembro, assim a variação do IPCA acumulada em 12 meses também deve subir de 7,23% em agosto para cerca de 7,32% no fechamento de setembro, de acordo com o Itaú-Unibanco.

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segunda-feira, 12 de setembro de 2011 Indicadores | 17:00

‘Inflação da balada’ sobe 7,91% em agosto, diz FGV

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A inflação da balada acumulada nos últimos doze meses superou a inflação geral no período, segundo cálculos do economista André Braz, da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Nos últimos 12 meses encerrados em agosto, os preços da balada subiram 7,91%, enquanto o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) teve elevação de 7,10%.

Os destaques de alta foram show musical (13,09%), Teatro (11,61%), bares e lanchonetes (9,35%).

Outras despesas, como tarifa de táxi (9,30%), esmalte para unha (13,27%) e salão de beleza (8,79%), ajudaram a encarecer a balada no mês de agosto.

“A massa de salários vem crescendo e isso dá um fôlego extra para o consumo de serviços, dentre eles, aqueles relacionados ao lazer e aos gastos com a noite”, avalia Braz.

Na outra ponta tabela, produtos e serviços como perfume (1,90%), artigos de maquiagem (3,31%) e calçados masculinos (4,26%) tiveram desaquecimento nos preços.

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sexta-feira, 9 de setembro de 2011 Indicadores | 06:02

Mercado vai ter de aceitar juros menores, diz André Perfeito

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Os críticos à decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central de reduzir a taxa básica de juros em 0,5 ponto percentual no último encontro deverão ver a Selic cair ainda mais.

Segundo o economista-chefe da Gradual Investimentos, André Perfeito, há uma tendência clara de queda dos juros.

“Seja como for, o mercado vai ter de aceitar juros menores”, diz. “Na ponta curta, o BC manda e, na longa, a crise financeira atual vai impor juros reduzidos”, completa.

Perfeito explica que o PIB brasileiro caminha, em 2012, para um patamar próximo do PIB potencial.

Ele diz, no entanto, que o modelo de PIB potencial “carece de validação teórica”, mas é observado com atenção pelo mercado.

“Levando em conta um PIB de 2012 em 3,84% – o que dá, de forma linear, altas de 0,96% do terceiro trimestre de 2011 até o quarto trimestre de 2012 -, já estaríamos operando próximos do potencial ao longo de 2012.”

Caso a trajetória se confirme, as pressões inflacionárias serão menores a partir do ano que vem.

Mas André Perfeito faz uma ressalva. “A renda está subindo de forma relevante e a absorção doméstica (nosso ímpeto por importação) tem se elevado. Neste sentido, poderemos , sim, ter uma inflação mais elevada, apesar de o produto mostrar certa queda.”

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terça-feira, 6 de setembro de 2011 Indicadores | 12:21

Preços agrícolas devem manter trajetória de alta em setembro, diz LCA

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Os preços agrícolas no atacado devem continuar em alta neste mês, segundo projeção da consultoria LCA.

Em agosto, o Índice de Preço por Atacado (IPA) Agropecuário passou de – 0,31% em julho para 1,64%, puxado pelas altas nos preços de feijão, soja, mandioca, tomate, abacaxi, cana-de-açúcar, arroz, maçã, café, mamão, ovos, suínos e aves.

Sobre os preços industriais, a LCA também espera nova aceleração na leitura que se segue (o IGP-10 de setembro), mas a projeção é de que este conjunto de preços perca força ao longo do mês.

(Por Juliana Kirihata)

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segunda-feira, 5 de setembro de 2011 Indicadores | 11:14

‘Inflação do vício’ é duas vezes maior que a geral, diz FGV

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Os produtos e serviços ligados aos vícios e às virtudes tiveram alta acima da inflação acumulada do IPC-10 entre setembro de 2008 e agosto de 2011. No período, o índice subiu 16,07%.

Segundo estudo do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibgre-FGV), os preços do vício tiveram alta de 30,96%, quase o dobro da inflação no período.

Já os itens ligados à virtude subiram 18,73%.

Produtos como cigarros (40,19%), bebidas alcoólicas (19,53%) e jogos lotéricos (15,49%) lideraram as altas do grupo vício.

Do lado das virtudes, as principais altas vieram de academias de ginástica (24,75%), cursos complementares (20,84%) e ingressos para Cinema, Teatro e Shows (17,75%).

O levantamento foi feito pelo economista André Braz.

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sexta-feira, 19 de agosto de 2011 Governo | 17:19

“Não haverá afrouxamento da meta fiscal em 2012″, diz Guido Mantega

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Guido Mantega (Foto: Agência Estado)

Guido Mantega (Foto: Agência Estado)

O governo elegeu a política fiscal como sua principal arma para enfrentar a crise internacional. Será esse o grande diferencial do País em relação ao resto do mundo para se sair melhor do terremoto.

“Não haverá afrouxamento da meta fiscal em 2012 e nos próximos anos”, afirmou Guido Mantega, ministro da Fazenda, hoje, em conversa com pessoas próximas.

“Vamos continuar na rota da solidez fiscal, que é muito importante nesse momento de turbulência internacional.”

Para Mantega, o País está conseguindo manter a economia em crescimento e ao mesmo tempo diminuindo a divida.

“Não adianta ter um bom fiscal e uma economia fraca”, disse.

Para 2012, Mantega afirmou que o orçamento será rigoroso e sólido e vai abrir espaço para se aumentar os investimentos, já que as despesas com custeio é que crescerão menos.

Mantega negou que o governo esteja pensando em abater o PAC da meta de superávit primário no ano que vem. O governo vai manter a mesma estratégia deste ano, segundo ele, de cumprir a meta “cheia” para 2012.

A meta para o governo central é de R$ 117,8 bilhões.

Mantega afirmou também que, a partir de agora, o governo vai normalizar a liberação de verbas para as emendas do Congresso, que estavam bloqueadas. Segundo ele, essas emendas representam muitas obras importantes de Estados e municípios.

O ministro da Fazenda não se mostrou preocupado com o resultado do IPCA-15, divulgado hoje, de 0,27% em agosto, porque o índice ainda não captou a queda nos preços das commodities provocada pelo temor de uma recessão global.

Para Mantega, a trajetória da inflação é beninga e o índice da inflação deve refletir essa redução no preço das commodities nos próximos meses.

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Indicadores | 08:01

Deflação no varejo já acabou, diz LCA

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O movimento de queda nos preços do varejo acabou, segundo análise da LCA Consultores.

Com o resultado o IGP-10 de agosto, divulgado ontem, que apontou para alta geral de 0,20%, a consultoria acredita que os preços no varejo serão pressionados em agosto.

“É bastante provável que os preços no varejo deixem a deflação para trás já na leitura do IGP-M”, disse a LCA, em relatório.

A consultoria destacou que “deverão ser vistas novas pressões oriundas de Transportes e Alimentação”.

Os preços agropecuários e da indústria também deverão ser intensificados no IGP-M e no IGP-DI de agosto.

“Esperamos alguma aceleração dos preços industriais no atacado, seja pelo final da contribuição deflacionária do minério de ferro, seja pela intensificação da alta do item Produtos alimentícios e bebidas (como desdobramento das altas dos preços agropecuários).”

A consultoria projeta IGP-M em 0,42% e IGP-DI em 0,52% no mês.

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