quinta-feira, 18 de março de 2010 Indústria | 14:19

Sorvete é campeão nacional de margem de valor agregado

Uma das queixas das indústrias em relação à substituição tributária está nos elevados parâmetros para cálculo do ICMS, considerados superiores aos praticados no mercado por 59,2% das empresas. Os preços sugeridos para o cálculo são as chamadas margens de valor agregado (MVA).

De acordo com estudo que a CNI vem desenvolvendo com a Pricewaterhouse, a ser divulgado nas próximas semanas, o campeão nacional de MVA é o sorvete, cujo preço recebe um incremento de 300% entre o produtor e o consumidor final.

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sábado, 13 de março de 2010 Indicadores, Indústria | 07:00

Nível de utilização da capacidade não vai pressionar inflação, diz LCA

Atualmente apontada como uma das principais pressões inflacionárias, a capacidade da indústria tende a se equilibrar com a demanda entre este ano e o ano que vem. Segundo análise da LCA, as possibilidades de elevação na taxa básica de juros, combinada com um período de maturação de investimentos da indústria, colocam uma perspectiva confortável do ponto de vista da utilização da capacidade.

Na visão da consultoria, a perspectiva para 2010 é de elevação no Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI), mas em ritmo mais moderado do que o registrado entre abril e dezembro do ano passado.

O quadro reflete tanto a perspectiva positiva da produção industrial, como o início da maturação do ciclo de investimentos observado desde o segundo trimestre de 2009.

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Autor: Guilherme Barros - Categoria(s): Indicadores, Indústria Tags: , , , ,
quinta-feira, 11 de março de 2010 Indústria | 13:02

Indústria pagou um preço muito alto na crise internacional, diz CNI

A CNI considera que a indústria foi o setor brasileiro mais prejudicado pela crise financeira internacional. A entidade previa uma queda do PIB industrial de 4,5%, mas o resultado veio ainda pior.

Conforme os dados divulgados hoje pelo IBGE, a contração foi de 5,5%.

Segundo Flávio Castelo Branco, gerente executivo da Unidade de Política Econômica da CNI, a previsão para este ano é de um crescimento de 7%, o que significa que entre 2009 e 2010 a indústria crescerá muito pouco.

Para ele, o setor ainda não retomou o patamar pré-crise de atividade.

Castelo Branco acredita que a indústria pagou um preço mais alto em primeiro lugar, claro, por conta dos efeitos da crise, que reduziu as exportações das empresas brasileiras em geral. Mas, ele destaca também os altos custos tributários, o chamado custo Brasil e o câmbio sobrevalorizado como fatores que influenciaram em uma queda mais acentuada.

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quinta-feira, 4 de março de 2010 Indicadores, Indústria | 14:26

Indicadores da indústria ainda não chegaram aos níveis pré-crise

Os indicadores industriais medidos pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) ainda não atingiram os níveis pré-crise, como mostram os dados de janeiro, divulgados hoje, embora os sinais de recuperação sejam evidentes e os dados positivos devam predominar nos próximos meses.

O faturamento, que em dezembro havia atingido o índice de 114,3, contra 113,4 em setembro de 2008, voltou a recuar em janeiro, registrando o índice médio de 110,2 pontos. A explicação do gerente-executivo de política econômica, Flávio Castelo Branco, para o fenômeno é que o faturamento em dezembro cresceu muito. A recuperação consolidada deste indicador deve se dar ainda no primeiro semestre.

Em janeiro o emprego teve um crescimento forte, de 2,0% frente a dezembro, e as horas trabalhadas mantiveram a trajetória de recuperação pelo quinto mês consecutivo. Com a crise, avalia Castelo Branco, a indústria sofreu um ano e meio de atraso. Na próxima semana, quando o IBGE divulgar o PIB de 2009, o país vai saber qual foi a real redução do produto industrial. Sabe-se que não foi pequena.

Autor: Carlos Lopes, de Brasília - Categoria(s): Indicadores, Indústria Tags: ,
Indústria | 14:23

Produção e vendas industriais mostram compasso diferente

O IBGE anunciou crescimento de 1,1% da produção industrial de janeiro em comparação com dezembro. Já a CNI, de acordo com a mesma comparação, mostrou queda no faturamento, da ordem de 3,6%. A divulgação dos dados no mesmo dia ressalta a diferenciação que conservam.

Segundo Flávio Castelo Branco, economista da CNI, o IBGE mede produção física, o que equivale à quantidade, enquanto a Confederação Nacional da Indústria trabalha com valor (a nota fiscal emitida). Nem sempre um bem comercializado foi produzido naquele mesmo mês. Podemos não estar falando da mesma geladeira, por exemplo.

Castelo Branco diz que o indicador da CNI que corre mais aproximadamente da produção física do IBGE é o de horas trabalhadas, Neste caso, houve crescimento de 0,6% sobre dezembro.

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Indicadores | 09:15

Atividade na indústria e nos serviços teve forte alta em fevereiro, diz HSBC

O Índice de Atividade de Negócios, calculado pelo banco HSBC, atingiu em fevereiro 55,8 pontos, o maior nível em 21 meses. O indicador reúne informações dos setores de serviços e da indústria.

O destaque foi para o setor de serviços, que cresceu com mais força. Já a produção no setor industrial teve um ritmo mais lento do que em janeiro.

O cenário positivo fez com que as empresas do setor de serviços contratassem mais.

“Tanto os indicadores de emprego quanto de preços aceleraram sua expansão em relação a janeiro, sugerindo mercado de trabalho forte e pressões inflacionárias para o consumidor final e ao longo da cadeia produtiva”, diz André Loes, economista-chefe do banco.

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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010 Indústria | 06:01

Confiança da indústria paulista bate recorde em janeiro

A confiança da indústria paulista bateu novo recorde em janeiro, segundo levantamento da Fiesp. O otimismo verificado no mês foi generalizado, com empresas de grande, médio e pequeno porte elevando a percepção positiva em relação ao cenário futuro de seus negócios.

De acordo com a pesquisa, o Índice de Confiança do Empresário Industrial Paulista (ICEI) alcançou 69,4 pontos em janeiro, 5,6 pontos acima dos 63,8 pontos registrados em outubro do ano passado.

Na comparação com janeiro de 2009, o crescimento é de 28,3 pontos.

Segundo análise da Fiesp, o aumento do otimismo foi puxado pela recuperação do índice de expectativas de negócios para os próximos seis meses.

As indústrias de grande porte são as que contam com maior expectativa, 74,2 pontos de cem possíveis. Nas pequenas e médias o índice de janeiro foi de 67,9 pontos e 64,6 pontos, respectivamente.

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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010 Empresas, Indicadores | 06:03

Empresariado só vê melhora no último trimestre, diz Serasa

Mesmo sendo um dos países menos afetados pela crise financeira, o empresariado brasileiro só melhorou a percepção sobre a situação de seus negócios no último trimestre do ano passado.

Até então, na comparação com os mesmos trimestres de 2008, a maior parte dos setores da economia considerava o quadro pior do que em 2008.

Os dados constam da nova pesquisa da Serasa Experian de Avaliação Setorial, que será lançada hoje.

O levantamento foi realizado com 98 setores da economia do País. Constam segmentos da indústria, comércio, serviços e atividade primária.

Destes, 45 consideraram a situação estável no último trimestre e 18 informaram melhora na percepção. Os 35 restantes seguiram com a opinião de que o ambiente para seus negócios estava pior.

No terceiro trimestre, 73 segmentos registraram piora no conceito.

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Empresas, Indústria | 06:01

Indústria é o setor mais pessimista

Dos 54 segmentos que compõem o grupo da indústria na pesquisa Serasa Experian de Avaliação Setorial, 25 registraram piora na comparação do quarto trimestre do ano passado com o de 2008.

É o único setor onde a percepção pessimista supera as de estabilidade e melhora.

Segundo o levantamento, 21 segmentos indicaram cenário estável e apenas oito uma situação mais favorável do que em igual período do ano anterior.

Os segmentos que tiveram melhora foram: açúcar, alimentos, bebidas, frigoríficos de aves, de suínos, moageiras de trigo, perfumaria e cosméticos e vinhos.

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Empresas, Indicadores | 06:00

Comércio indica ter sido o menos atingido pela crise

Ao contrário da indústria, o comércio aparece como o setor mais otimista, com destaque para os supermercadistas, concessionárias de veículos e distribuidoras de combustíveis.

Os segmentos registraram um cenário mais favorável no último trimestre de 2009 do que no mesmo período do ano anterior.

De acordo com o levantamento da Serasa Experian, o resultado confirma a percepção de que o setor foi o menos afetado pela crise financeira internacional. Outros três consideraram a situação estável.

Serviços e primários também tiveram a maior parte dos pesquisados indicando estabilidade.

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terça-feira, 12 de janeiro de 2010 Empresas | 09:58

Indústria deve ampliar concentração

Os empresários brasileiros acreditam em uma maior concentração da indústria. A pesquisa Panorama Empresarial 2010, feita pela Deloitte, mostrou que 65% dos entrevistados acreditam que nos próximos dez anos o setor ficará nas mãos de poucas empresas globais.

“Com as economias dos países se abrindo cada vez mais, as grandes multinacionais vão ganhando espaço, mesmo onde antes predominavam as pequenas indústrias locais”, acredita José Paulo Rocha, sócio na área financeira da Deloitte.

Para ele, com a globalização estão caindo as barreiras comerciais entre os países e as indústrias tendem a atuar em diversas regiões. “Elas ganham em escala com a maior base de vendas quando atuam globalmente”, afirma.

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quarta-feira, 30 de dezembro de 2009 Energia | 14:38

Consumo industrial caiu 9,2% no ano

Depois de cinco meses consecutivos de aumento no dado mensal, o consumo industrial nacional mostrou-se estável na passagem de outubro para novembro (taxa de -0,2%), de acordo com a EPE.

Relativamente a novembro de 2008, o montante registrado de 14.813 GWh foi 2,2% menor. Com este resultado, o consumo industrial acumula no ano retração de 9,2% ante 2008, que mostra o reflexo da crise global no País.

Em São Paulo, o consumo segue em processo de recuperação, tendo atingindo, finalmente, o patamar de 2008. Em Minas Gerais, apesar da gradual retomada, o consumo permaneceu abaixo de 2008, com variação da ordem de -5%.

Já no Rio de Janeiro, o consumo industrial segue bastante retraído, abaixo dos últimos cinco anos, refletindo, em grande parte, a forte queda da atividade ligada à cadeia da metalurgia.

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Indicadores | 09:29

Indústria deve puxar crescimento no ano que vem

A perspectiva de crescimento econômico da Fecomercio-SP para 2010 acompanha as projeções de outros indicadores. “A massa real salarial deve subir 6%, e o crédito pode crescer de 7% a 10%”, afirma Fabio Pina, economista da entidade.

Além disso, ele destaca que a indústria, principal atingida pela crise, já começa a se recuperar e em 2010 deve fazer investimentos e gerar empregos no próximo ano.

“Com essa recuperação a indústria também vai depender menos das ações do governo”, avalia.

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quarta-feira, 9 de dezembro de 2009 Indústria | 05:57

GM finaliza detalhes de operação em Pernambuco

A GM está finalizando os detalhes para o início das operações da empresa no Complexo Industrial Portuário de Suape, em Pernambuco. O local é considerado estratégico em relação a localização e infra-estrutura.

Por lá, a partir do primeiro trimestre de 2010, desembarcarão veículos vindos do exterior, para serem vendidos principalmente nas regiões Norte e Nordeste.

A GM aposta em Suape, única entrada e saída para toda a Região Nordeste do País, que apresenta um dos maiores crescimentos econômicos brasileiros.

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quarta-feira, 2 de dezembro de 2009 Indústria | 06:02

Indústria defende tecnologia e crédito para reduzir emissões

A indústria brasileira pretende obter acesso à tecnologias e financiamentos dos países desenvolvidos para iniciar um processo de corte de emissões de gases. O pleito consta da carta de recomendações do IEDI para a proposta do País em Copenhague.  
 
Segundo o IEDI, o compromisso dos países desenvolvidos com o financiamento de ações de mitigação e adaptação nos países em desenvolvimento é uma obrigação prevista na Convenção do Clima.

Só assim, na visão da indústria, será possível propor reduções efetivas na emissão de gases no futuro. O financiamento interno, apesar de fazer parte dos planos do setor, não é suficiente para que o País se posicione de maneira relevante no mercado verde mundial.

Em relação à tecnologia, a recomendação é de que se busque um meio termo entre o direito dos detentores de patentes serem remunerados pelos investimentos em pesquisa com o direto de acesso dos países pobres tornarem o crescimento de suas economias mais sustentáveis.

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quinta-feira, 19 de novembro de 2009 Governo | 19:00

Armando Monteiro Neto deixa sapato novo de lado

Armando Monteiro Neto no encontro da indústria (Foto: AE)

Armando Monteiro Neto no encontro da indústria (Foto: AE)

Em reunião na Presidência da Câmara dos Deputados para negociar a proposta de redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, o presidente da Confederação Nacional da Indústria, deputado Armando Monteiro Neto, recebeu do também deputado Paulo Pereira da Silva, presidente da Força Sindical, um par de sapatos. Na terça-feira, quando participava de talk show que integrou o 4º Encontro Nacional da Indústria, Monteiro Neto foi flagrado com o sapato furado.

Segundo Paulinho, o presidente da CNI não achou graça na brincadeira e deu um jeito de deixar o presentinho de lado. Deve ser pela tensão provocada pelo tema em questão.

O ex-presidente da CUT, deputado Vicentinho, também participou do encontro. Os representantes sindicais estão em campanha para aprovar a PEC que reduz a jornada de 44 para 40 horas. Eles têm capacidade de pressão, ameaçam com greve, mas reconhecem a necessidade de uma solução negociada. Para Armando Monteiro Neto, o ideal seria que essa discussão não se desse próximo às eleições, porque perde racionalidade.

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terça-feira, 17 de novembro de 2009 Indústria | 06:00

Indústria vai sair da crise no começo de 2010, diz IEDI

A produção industrial brasileira pode retomar o ritmo pré-crise no início do ano que vem. Segundo o IEDI, a recuperação do setor pode ter mudado de patamar com o crescimento de 3,3% da indústria paulista em outubro. Se o indicador for confirmado, significa que a recuperação também se estendeu para o restante da indústria no País.
 
A análise do IEDI é feita com base no Sinalizador da Produção Industrial (SPI), elaborado em parceria entre a Fundação Getúlio Vargas e a AES Eletropaulo. De acordo com o instituto, a puxada de produção da indústria automobilística, aliada ao crescimento das vendas do comércio, permeiam a recuperação de um ritmo mais forte do setor.

Julio Gomes de Almeida, professor da Unicamp e ex-secretário de política econômica do governo, acredita que se o resultado de outubro for abaixo do esperado, a retomada do nível de produção pré-crise deverá ficar para março ou abril do ano que vem. Para ele, isto mostra que, apesar de a crise ter sido uma “marolinha” para a economia brasileira como um todo, o setor industrial sofreu para voltar ao patamar anterior.

Por outro lado, Gomes de Almeida destaca que os investimentos em ampliações de capacidade já estão sendo retomados. As exceções, segundo o ex-secretário, são as indústrias de bens de capital e mineração, ambas ainda com bastante ociosidade em suas capacidades instaladas.

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quarta-feira, 4 de novembro de 2009 Contas públicas, Finanças | 15:11

Velocidade do pré-sal pode afetar contas externas

O departamento econômico do Itaú Unibanco encaminhou ontem aos seus clientes um amplo estudo dos efeitos do pré-sal sobre as contas externas do país. A conclusão foi de que a velocidade na exploração e o quanto vai ser agregado de valor ao produto final serão as duas principais influências no déficit em transações correntes e no nível de endividamento do Brasil no exterior, também chamado de passivo externo líquido (incluí empréstimos tomados por empresas e investimentos estrangeiros).

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terça-feira, 27 de outubro de 2009 Indústria | 22:20

“É preciso ter cuidado com essa sensação de que tudo já passou”, alerta empresário

Apesar de o Brasil apresentar números “excepcionais” em relação a outros países emergentes, a economia mundial ainda pode sofrer uma recaída no curto e médio prazos. A opinião foi dada pelo empresário Pedro Passos, copresidente do conselho de administração da Natura e, desde setembro, também presidente do IEDI (Instituto de Estudos o Desenvolvimento Industrial) em entrevista concedida ao iG na semana passada.

Para que a retomada do crescimento global aconteça, Passos afirma que ainda existem questões importantes a serem resolvidas, como o déficit americano e a desvalorização do dólar. Segundo o executivo, os desafios são enormes, sobretudo os dos Estados Unidos, e as soluções somente serão encontradas entre tentativas e erros.

Passos também disse acreditar em um novo ajuste macroeconômico no mundo, com Estados Unidos e Europa perdendo espaço para países emergentes, entre eles o Brasil. Comentou ainda a medida de taxação do ingresso de capital estrangeiro por meio da cobrança de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), à qual é favorável. Confira a seguir os principais trechos da entrevista:  Leia mais »

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segunda-feira, 26 de outubro de 2009 Governo | 15:57

Desenvolvimento e marco jurídico são temas de seminário

Os ministros do Desenvolvimento, Miguel Jorge, da Justiça, Tarso Genro, e o presidente do Conselho Nacional de Justiça e do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, farão a abertura do seminário que debaterá o impacto do marco jurídico no desenvolvimento econômico brasileiro, no próximo dia 28. O evento é uma promoção da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial e acontecerá no Palácio do Itamaraty, em Brasília.

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Empresas | 12:38

J.Macêdo prepara investimento em MG

A J.Macêdo, uma das maiores empresas de alimentos do País, vai investir R$ 34 milhões na expansão e modernização da unidade de produção de massas alimentícias Chiarini, em Pouso Alegre, no Sul de Minas, adquirida em janeiro de 2009. Desde o início do ano, a produção já foi ampliada de mil toneladas para 2,5 mil toneladas mensais e, com os novos investimentos, o objetivo é chegar a quatro mil toneladas. Entre as principais marcas da J.Macêdo estão: Dona Benta, Petybon e Sol.

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Indústria | 11:45

Mais um recorde da indústria automobilística

Na comparação com o desempenho do ano passado, a indústria automobilística nacional atingiu a marca de 2,5 milhões de veículos vendidos com vinte dias de antecedência. Isso porque em 2008 o resultado aconteceu no dia 10 de novembro e neste ano no meio da última semana. A previsão do setor é de cravar novo recorde, com 3 milhões de unidades vendidas. Resta saber qual será o ritmo de vendas com a retomada gradual da cobrança do IPI. Na primeira quinzena, ainda que em alta, o volume de licenciamentos refletiu em grande parte as vendas de setembro.

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