Indústria | Guilherme Barros

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Posts com a Tag Indústria

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011 Indicadores | 08:12

Indústria lidera criação de vagas de executivos em novembro, diz consultoria

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A indústria foi o maior empregador de executivos no mês de novembro, segundo levantamento da consultoria Right Management.

De acordo com a consultoria, 41% das vagas do mês estiveram no setor industrial.

O setor de serviços, por sua vez, foi responsável por 27% das colocações.

A construção civil liderou as contratações, com 12,8%, seguida pelo setor automobilístico (11%), alimentos e bebidas (9,5%) e farmacêutico (9,2%).

Os destaques negativos foram metalurgia, siderurgia e fundição, que tiveram qued ade 5,9%.

No segmento de serviços, Telecom liderou as vagas, com 18,8%.

TI e serviços especializados apareceram em seguida, com 18,4% do total cada.

Notas relacionadas:

  1. Indústria, construção e comércio seguram alta na geração de empregos, diz LCA
  2. Criação de empregos ficará abaixo da meta do governo, diz LCA
  3. Produção do setor privado desacelera a menor nível desde novembro de 2010, diz HSBC
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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011 Indústria | 06:03

Pré-sal pode aprofundar quadro de desindustrialização no Brasil, diz Iedi

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A enorme riqueza gerada pelo pré-sal poderá agravar o quadro de desindustrialização da economia brasileira, segundo o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi).

Para o Iedi, o modelo atual da economia brasileira está baseada no forte consumo, com investimentos “para o gasto”, com dinâmica exportadora modesta e restrita ao setor primário, e “altamente” importadora.

“Decididamente não é o melhor modelo de desenvolvimento”, diz.

O instituto alerta que o pré-sal pode aprofundar esse quadro, estimulando as exportações dos setores básicos e sustentando o consumo.

O Iedi diz que, com o foco no consumo, o setor de serviços se beneficia. Os resultados já são observados no próprio PIB, com serviços liderando crescimento de 8,8%.

“No entanto, é na indústria que o descompasso aparece nitidamente. Seu PIB desde a crise só cresceu 2,8%, graças à extrativa mineral (+10,7%), construção civil (+11,2%) e serviços industriais como eletricidade (+12,6%).”

O instituto defende predomínio do investimento sobre o consumo e um equilíbrio entre importações e exportações.

“Assim como é decisivo preservar o dinamismo do setor primário e reposicionar de forma radical o balanço entre indústria e serviços, redinamizando o primeiro desses setores”, completa.

Notas relacionadas:

  1. Indústria tem revés em abril e emprego do setor desacelera, diz Iedi
  2. Indústria tem tendência clara de desaceleração, diz Iedi
  3. Apesar do Plano Brasil Maior, Brasil ainda não incentiva a inovação, diz Iedi
Autor: Klinger Portella Tags: , , ,

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011 Indicadores | 06:01

Confiança do industrial paulista volta a subir em novembro, diz Fiesp

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A confiança do empresário industrial de São Paulo está em recuperação. O Índice de Confiança do Empresário Industrial Paulista (ICEI), da Fiesp,ficou em 50,5 pontos em novembro, resultado 2,4 pontos acima do registrado em outubro.

Na medição anterior, o ICEI havia ficado em 48,2 pontos, o menor resultado desde abril de 2009.

Segundo o Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Fiesp, o resultado mostra que os industriais paulistas estão “um pouco mais confiantes com relação às condições e melhoraram as expectativas para os próximos meses”.

Apesar disso, eles ainda estão temerosos, segundo a Fiesp.

O ICEI geral fechou novembro em 55,8 pontos, em alta de 0,7 ponto.

As pequenas indústrias paulistas foram as principais responsáveis pelo resultado, com alta de 2,9 pontos no índice de confiança.

As grandes indústrias tiveram elevação de 2,6 pontos, enquanto as médias subiram 1,8 ponto.

Ao ultrapassar a casa dos 50 pontos, o indicador aponta que o industrial paulista volta a demonstrar confiança com relação à atividade produtiva.

A avaliação sobre as condições atuais subiu 2,2 pontos, para 43,7 pontos no índice. Já a posição sobre a economia brasileira teve recuperação de 1,6 pontos.

O otimismo com relação a condições da empresa também subiu: 2,5 pontos entre outubro e novembro.

Os industriais paulistas também se mostraram mais otimistas na avaliação para os próximos seis meses. O indicador teve alta de 2,4 pontos, para 53,9 pontos, no mês.

Notas relacionadas:

  1. Cai confiança do empresário paulista
  2. Confiança do empresário de São Paulo sobe 1,2 ponto em agosto
  3. Empresário paulista começa a por o pé no freio, diz Fiesp
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sábado, 3 de dezembro de 2011 Governo | 07:03

Governo deve se cercar para evitar revalorização do real, diz Iedi

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As recentes medidas para estimular a economia, anunciadas pelo governo, mostram, na avaliação do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), que o governo está preocupado com os efeitos do agravamento da crise global.

Segundo o Iedi, a apreensão do governo é com relação aos possíveis impactos da turbulência externa no crescimento econômico brasileiro em 2012.

Na avaliação do instituto, as medidas anunciadas são importantes para estimular a economia.

Entretanto, o Iedi alerta que o governo “deve se cercar de cuidados para não permitir uma nova revalorização do real”.

Com o fim da tributação sobre investimentos estrangeiros no mercado acionário, uma onda de dólares pode entrar no Brasil, jogando a moeda ainda mais para baixo.

“Em um ambiente de extrema agressividade por mercados externos que caracteriza o mundo atual, os possíveis efeitos das medidas que vem sendo anunciadas podem se dissipar”, diz o Iedi.

O Instituto alerta que, caso o dólar perca força frente ao real, as medidas acabarão beneficiando o crescimento e o emprego em economias de outros países.

“O tema merece também que todos os mecanismos disponíveis de defesa comercial sejam mobilizados”, completa.

Notas relacionadas:

  1. Iedi reúne pesos pesados para debater perspectivas para 2010
  2. Mantega almoça amanhã com empresários do IEDI em São Paulo
  3. Governo prioriza combate à inflação e não deve adotar mais medidas para frear a queda do dólar
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quarta-feira, 16 de novembro de 2011 Indústria | 10:02

São Paulo é ameaça para emprego industrial, diz Iedi

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A indústria de São Paulo é a principal responsável pelas preocupações sobre o futuro do emprego industrial no País, segundo o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi).

O instituto alerta que a indústria paulista teve um recuo de 2% no emprego industrial no mês de setembro, frente a igual período do ano passado.

“A indústria não está desempregando, mas também o emprego industrial não avança”, afirma o Iedi, na avaliação geral dos números

O Instituto alerta que o número de ocupados na indústria nacional vem se mantendo em um mesmo patamar desde agosto de 2010, apesar do fraco desempenho do setor, a partir de abril deste ano.

“A preocupação para a trajetória futura do emprego industrial vem do Estado de São Paulo, cujo número de ocupados na indústria já é negativo neste ano.”

Os destaques setoriais negativos em São Paulo são papel e gráfica (–13,4%), borracha e plástico (–12,0%), calçados e couro (–11,7%) e de metalurgia básica (–6,9%).

Notas relacionadas:

  1. Para IEDI, baixa de 0,6% em São Paulo mostra que recuo da produção industrial poderia ter sido menor
  2. Em relatório, IEDI diz que dados de agosto sinalizam desaceleração do emprego industrial
  3. Indústria tem revés em abril e emprego do setor desacelera, diz Iedi
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quinta-feira, 10 de novembro de 2011 Indústria | 10:08

Importações avançam e ameaçam a indústria, diz Fiesp

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O diretor do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior da Fiesp, Roberto Gianetti da Fonseca, divulga hoje dados que mostram o avanço das importações no terceiro trimestre.

Na visão dele, os números reforçam a urgência de medidas em favor do aumento da competitividade da indústria nacional.

Gianetti mostrará que o incentivo dado por alguns Estados para as importações tem agravado a situação.

Notas relacionadas:

  1. Indústria pode ampliar produção em 40%, diz Fiesp
  2. Fiesp transfere Congresso da Indústria para novembro
  3. Brasil Maior não é suficiente para manter parque industrial brasileiro, diz Fiesp
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quinta-feira, 3 de novembro de 2011 Indicadores | 12:11

Indústria brecará crescimento do PIB no terceiro trimestre, diz Octavio de Barros

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A retração da produção industrial em setembro confirmou que a indústria terá uma contribuição negativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do terceiro trimestre, segundo o diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco, Octavio de Barros.

O setor caiu 0,8% no trimestre. “Para o próximo mês, esperamos uma ligeira variação positiva, limitada principalmente pela indústria automotiva, cujos indicadores antecedentes apontam nova queda em outubro”, disse Barros.

O economista alerta, por outro lado, que não há projeções de reversão de tendência de desaceleração da produção industrial.

O Bradesco espera que o setor feche 2011 com crescimento de 1,3% frente ao ano anterior.

Notas relacionadas:

  1. PIB cresceu 1,2% no primeiro trimestre, diz Octavio de Barros
  2. Indústria deve puxar PIB do terceiro trimestre para baixo, diz Rosenberg
  3. PIB terá crescimento perto de 3% neste ano, diz Octavio de Barros
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Indicadores | 06:01

Agricultura voltará a puxar crescimento do PIB em 2012, diz EIU

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A Agricultura deverá ser, no ano que vem, o setor com o maior crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, segundo cálculos da consultoria internacional Economist Intelligence Unit (EIU).

A consultoria projeta expansão de 4,5% para o PIB da agricultura em 2012.

Já o setor da indústria deverá ter crescimento de 3,5%, enquanto serviços ficaria com a menor taxa dos grupos, com 3,4%.

Caso os números se confirmem, a agricultura retomará o posto de principal motor do PIB, o que não acontece desde 2008.

Naquele ano, o setor cresceu 5,7%, contra 4,4% da indústria e 4,8% de serviços.

Para 2013, entretanto, o setor de serviços deve retomar a ponta na taxa de crescimento por setor da economia brasileira.

A EIU projeta expansão de 4,7% para o setor, enquanto a agricultura terá alta de 4,5% e indústria, 4%.

Notas relacionadas:

  1. Indústria deve puxar crescimento no ano que vem
  2. Copa e Olimpíadas garantem crescimento de 6,5% da indústria em 2011 e 2012, diz consultoria
  3. Segmento de serviços deve surpreender e puxar crescimento de 18,7% de franquias em 2010, diz ABF
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segunda-feira, 10 de outubro de 2011 Indicadores | 15:19

Indústria deve puxar PIB do terceiro trimestre para baixo, diz Rosenberg

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O desempenho da indústria deve contribuir negativamente para o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) do terceiro trimestre, segundo projeções da consultoria Rosenberg & Associados.

A equipe de economistas da casa, liderada por Thais Zara, espera que a produção industrial feche outubro com recuo próximo de 3%.

“Assim, além de influenciar negativamente o PIB do terceiro trimestre, o fraco desempenho de setembro indica que a indústria pode ter um crescimento inferior a 1,5% neste ano.”

A consultoria alerta, ainda, que os indicadores que mostraram aumento de faturamento e queda da produção apontam para o aumento da importação de bens finais pela própria indústria.

“É uma estratégia de sobrevivência no atual ambiente não competitivo.”

Notas relacionadas:

  1. Indústria deve puxar crescimento no ano que vem
  2. Indústria deve retomar crescimento após ajustes do 2º trimestre, prevê IEDI
  3. Consumo acelerado deve puxar crescimento do País no 3º trimestre, diz Santander
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quarta-feira, 5 de outubro de 2011 Indicadores | 06:03

Alta do dólar não será suficiente para salvar a indústria em 2011, diz LCA

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A alta do dólar frente ao real não deve compensar o desaquecimento da indústria brasileira nos próximos meses, segundo projeções da LCA Consultores.

Em relatório, a consultoria pontuou que o setor deve seguir com ritmo fraco de crescimento.

Um modelo econométrico desenvolvido pela LCA sugere que a produção industrial fique praticamente estável em setembro, na análise interarual.

“Para o restante de 2011, a expectativa é de que a produção fabril continue registrando desempenho claudicante, com crescimento ainda mais fraco do que o observado na média do 1º semestre deste ano (+0,1% ao mês, com ajuste sazonal)”, afirmou.

Apesar disso, a consultoria manteve a projeção de crescimento da produção industrial em 1,6% em 2011, “o que embute uma variação média marginal de 0,3% em setembro e dezembro”.

“Mas é importante destacar que este número está sob viés de baixa, uma vez que significa aceleração em relação à média das últimas seis leituras (-0,1%)”, completou a LCA.

Notas relacionadas:

  1. IEDI prevê alta de 11% da indústria
  2. Emprego na indústria deve fechar o ano abaixo do nível pré-crise
  3. Desempenho da indústria deve ser “morno” neste fim de ano, diz LCA
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segunda-feira, 3 de outubro de 2011 Indústria | 09:30

Ex-ministro Almir Pazzianotto defende reforma trabalhista

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A ineficiência das leis trabalhistas cria insegurança jurídica e corrói a competitividade brasileira.

A análise é do ex-ministro do Trabalho Almir Pazzianotto.

Em entrevista à Amcham na última sexta-feira, Pazzianotto afirmou que esse cenário tende a agravar o processo de desindustrialização no País.

Com relação às possíveis soluções para este quadro, o ex-ministro mostrou-se favorável a uma rápida modernização da estrutura jurídica trabalhista acompanhada de desoneração tributária, e cético quanto à eficácia do Plano Brasil Maior, recém-lançado pela presidência da República.

Notas relacionadas:

  1. Indústria defende tecnologia e crédito para reduzir emissões
  2. Emprego na indústria deve fechar o ano abaixo do nível pré-crise
  3. Empresário paulista começa a por o pé no freio, diz Fiesp
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sexta-feira, 30 de setembro de 2011 Indústria | 12:34

SKF amplia atuação no setor de papel e celulose

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A divisão industrial da unidade brasileira da SKF, que fornece rolamentos e outros componentes para vários segmentos industriais, está ampliando sua atuação no setor de papel e celulose.

No acumulado de setembro, a companhia aumentou em 30% os novos negócios frente ao mesmo período de 2010.

Com o aumento da competitividade no segmento, a execução de serviços no setor  aumentou 50% no ano. Em 2011, a SKF assinou 15 novos contratos para prestação de serviços ante 10 no ano passado.

Até o final deste ano, a SKF pretende crescer 15% no setor de papel e celulose. Entre os clientes da companhia constam nomes como Fibria, International Paper, Suzano, CMPC, Veracel, Santher, Klabin e Kimberly Clark.

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  2. Para indústria, nível de emprego está próximo da estagnação
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quinta-feira, 22 de setembro de 2011 Indústria | 13:30

Crise dificultará exportações da indústria do plástico

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As exportações da indústria do plástico serão afetadas pela crise, segundo o presidente da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), José Ricardo Roriz Coelho.

“Por mais que o País esteja imune a essa crise internacional, haverá  consequências na economia brasileira. Como o setor de plástico está presente em quase todos os segmentos de atividade e na indústria de transformação, ele também será afetado”, diz Coelho.

De acordo com o presidente da associação, o setor terá, primeiramente, dificuldade de exportar, pela baixa competitividade do Brasil.

“Além disso, com a demanda interna das principais economias mundiais desaquecida, ps países colocarão os seus produtos naqueles que são a bola da vez, como o Brasil. Ou seja, teremos uma baixa nas exportações e ainda aumentará a concorrência com os produtos importados”, afirma Coelho.

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  1. Indústria pagou um preço muito alto na crise internacional, diz CNI
  2. Indústria do plástico nos EUA foca campanha publicitária nos jovens
  3. Exportações avançam mais que importações, mas indústria de autopeças não crê em reversão do déficit
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Indústria | 12:05

Paulo Skaf toma posse na Fiesp na próxima segunda-feira

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Paulo Skaf e a diretoria eleita da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) para o quadriênio 2011/2015 tomam posse na próxima segunda-feira.

Durante cerimônia no Theatro Municipal de São Paulo, serão apresentados os 132 diretores eleitos pela Fiesp e os 134 pelo Ciesp.

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  3. Paulo Skaf deve ser reeleito hoje na Fiesp para novo mandato até 2015
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segunda-feira, 19 de setembro de 2011 Indústria | 13:55

Pavel Telicka vem ao Brasil falar de política pública para indústria e consumidor

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O presidente da Choices Internacional Foundation, Pavel Telicka, estará no Brasil nesta semana para discutir tendências e inovação para políticas públicas envolvendo a indústria e o consumidor final.

Ele participará o Building Heathier Brands, Fórum de Tendências e Inovação, que será realizado em São Paulo, amanhã.

Pavel tem experiência como embaixador do Comitê dos Representantes Permanentes da União Europeia (COREPER) e primeiro comissário da República Tcheca na área de saúde e proteção ao consumidor.

À frente da Choices, entidade global, tem como missão ajudar o consumidor a identificar opções saudáveis de produtos alimentícios no momento da compra.

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  1. Indicadores da indústria ainda não chegaram aos níveis pré-crise
  2. Indústria pagou um preço muito alto na crise internacional, diz CNI
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quinta-feira, 15 de setembro de 2011 Energia | 14:03

Autoprodução de energia pode reduzir custo das indústrias em 30%

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A indústria pode reduzir em até 30% os seus custos com a autoprodução de energia elétrica, segundo cálculos da Associação Brasileira dos Autoprodutores de Energia (Abiape).

Segundo Mario Menel, presidente da Abiape, o processo “representa um travamento dos preços do insumo, o que dá garantias de competitividade ao empresário”.

Os autoprodutores geram energia com resíduos de suas próprias indústrias ou com participação em projetos remotos.

Segundo Menel, o mercado de autoprodução de energia pode crescer 6000 MW até 2020, energia suficiente para abastecer 2,4 milhões de residências.

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Indústria | 11:16

Feira reúne inovações no setor de têxteis técnicos

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O segmento de nãotecidos e tecidos técnicos promove em outubro, em São Paulo, a NT&TT Show 2011.

O nãotecido é uma estrutura constituída de véu ou manta de fibras ou filamentos, usada em diversos produtos, como sacolas e fraldas. Já os tecidos técnicos são produtos com fins específicos, como a fabricação de lonas para piscina infantil e cintos de segurança.

O Brasil é o maior produtor e consumidor de nãotecidos e tecidos técnicos da América do Sul, somando mais de 575 mil toneladas. Nos últimos anos, foram investidos mais de US$ 300 milhões em novas máquinas, plantas industriais e tecnologias.

O evento, que apresenta inovações no setor, poderá ser visitado de 26 a 28 de outubro, no Expo Center Norte, em São Paulo.

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quarta-feira, 14 de setembro de 2011 Indústria | 15:25

ArcelorMittal Tubarão registra recorde de produção de bobinas

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O Laminador de Tiras a Quente (LTQ) da ArcelorMittal Tubarão registrou no mês passado o melhor resultado mensal de sua história: 354.591 toneladas de bobinas de aço produzidas.

O processo de produção do LTQ consiste em transformar placas de aço em bobinas de aço laminadas a quente.

O volume de produção de agosto superou em 12 mil toneladas a maior produção mensal anterior, que era de 342,2 mil toneladas de bobinas, em julho do ano passado.

O LTQ completou, em agosto, nove anos de operação.

Até o dia 31 de agosto, a produção acumulada somou cerca de 22 milhões de toneladas de bobinas de aço.

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quinta-feira, 8 de setembro de 2011 Educação | 15:25

Brasileiros participam de competição global de inovação

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O time de empreendedores ganhador do Idea to Product (I2P) Latin America 2011 vai representar o Brasil na final global que acontece em Estocolmo, na Suécia, entre os dias 17 e 19 de novembro.

Iniciada na Universidade do Texas, a competição reúne equipes multidisciplinares na apresentação de projetos inovadores.

Os ganhadores brasileiros, estudantes da Universidade Federal de Minas Gerais, desenvolveram um supressor de poeira para prevenir ou reduzir a ação do vento na armazenagem e transporte de minério de ferro.

O novo sistema utiliza glicerina residual do processo produtivo do biodiesel para diminuir a dispersão do pó de ferro na atmosfera. Segundo a equipe, a inovação pode substituir o atual procedimento utilizado pelas mineradoras, diminuido sua limitação e custo.

Para competir em Estocolmo, o time mineiro contará com a assessoria do Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios da FGV-EAESP para a elaboração do plano de negócios.

(Por Juliana Kirihata)

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quinta-feira, 1 de setembro de 2011 Indústria | 06:02

Indústria tem tendência clara de desaceleração, diz Iedi

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O crescimento de 0,5% na produção industrial de julho não indica trajetória de alta para o setor, segundo o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi).

“O crescimento da produção de julho com relação a junho não ameniza a situação difícil da indústria brasileira”, disse a entidade.

O Iedi destaca que o setor tem enfrentado um movimento oscilatório no nível de atividade nos últimos meses.

O sinal disso, diz o instituto, está registrado em todos os setores da indústria.

O Iedi pontua que, apesar do crescimento de 1,7% no primeiro semestre do ano, – “um resultado bastante modesto em relação ao crescimento de 16,2% dos primeiros seis meses de 2010 -, o setor já tem queda de 0,3% no segundo trimestre.

O mesmo movimento é observado em bens de capital, bens duráveis, bens intermediários e bens semi e não duráveis, que tiveram desaceleração no segundo trimestre, apesar de crescimento no acumulado dos seis primeiros meses do ano.

“O sinal que está prevalecendo na evolução da produção industrial é de perda de ritmo, ou ainda, uma tendência clara de desaceleração”, completou o Iedi.

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terça-feira, 16 de agosto de 2011 Empresários | 11:01

Fiesp recebe comitiva de empresários turcos

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A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) recebe hoje uma comitiva de cerca de dez empresários turcos.

O grupo compõe a Confederação de Empresários da Indústria e do Comércio Exterior da Turquia.

Eles estão no Brasil para conhecer de perto as práticas e ações da Fiesp.

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quinta-feira, 28 de julho de 2011 Indicadores | 18:45

Rio de Janeiro cria 88 mil postos de trabalho no semestre, diz Firjan

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O Estado do Rio de Janeiro encerrou o primeiro semestre do ano com a criação de 87.998 postos de trabalho com carteira assinada.

O resultado é próximo do recorde anotado em igual período do ano passado.

Os números fazem parte da Nota Técnica de Acompanhamento do Mercado Formal de Trabalho Fluminense, que será divulgada pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) amanhã.

O levantamento tem como base dados do Ministério do Trabalho.

Apesar da geração de empregos no Estado, a evolução do mercado tem se dado em ritmo mais lento.

Em agosto de 2010, foram 2,269 milhões de novas vagas, no acumulado de 12 meses. Em junho deste ano, entretanto, foram criados 1,928 milhões de novos postos.

Segundo a Firjan, a desaceleração no emprego reflete as medidas do governo para conter a inflação.

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Governo | 18:16

Nova política industrial beneficiará setores automobilístico e de bens de capital

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Os setores que devem ser mais beneficiados com a nova política industrial do governo, que deve ser anunciada na próxima terça-feira, serão o automobilístico e o de bens de capital.

Já está definida uma série de isenções para esses dois setores para compensar a perda de competitividade por conta do câmbio.

O martelo será batido amanhã, em reunião às 9h30, entre a presidente Dilma Rousseff e os ministros Guido Mantega (Fazenda), Fernando Pimentel (Desenvolvimento) e Aloizio Mercadante (Ciência e Tecnologia) e o presidente do BNDES, Luciano Coutinho.

Dilma pediu que fossem incluídos outros setores no programa, como têxtil.

O encontro de amanhã será decisivo para a definição de pontos importantes do programa.

Dilma deve decidir se a data oficial de lançamento será mesmo a próxima terça-feira.

Além disso, deve-se chegar a um acordo sobre o nome da nova política industrial. Estão na mesa as opções Brasil Maior e Programa de Inovação Brasileira (PIB).

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Sustentabilidade | 10:06

Syngenta reduz geração de resíduos em 30% em fábrica no interior de São Paulo

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A fábrica da Syngenta, na cidade de Paulínia, no interior de São Paulo, reduziu em 30% a geração de resíduos no ano passado.

O consumo de energia por tonelada produzida caiu 15%, enquanto a captação da água foi reduzida em 14%.

A unidade no interior de São Paulo é a maior de formulação de embalagem da empresa no mundo.

Os dados constam no Relatório Sustentabilidade 2010, que será divulgado nesta semana pela Syngenta.

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terça-feira, 5 de julho de 2011 Indicadores | 11:01

Produção do setor privado desacelera a menor nível desde novembro de 2010, diz HSBC

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A produção do setor privado brasileiro caiu em junho para o patamar mais baixo desde novembro de 2010, segundo dados do Índice Consolidado de Produção HSBC. No mês, o índice ficou em 51.1 pontos, contra 53.0 de maio.

Apesar da desaceleração, a produção do setor privado ainda se mantém acima dos 50 pontos – o que indica crescimento do indicador.

Foi o 23º mês consecutivo de expansão da produção privada do País.

O resultado foi puxado pelo setor de serviços, cujo índice fechou junho em 52.1 pontos, contra 53.3 do mês anterior.

Já a indústria pesou negativamente, encerrando o período de expansão que começou em novembro de 2010.

Na análise sobre o nível de emprego, houve alta marginal no mês. A pesquisa apontou para criação de empregos moderada no setor de serviços, enquanto, na indústria, houve perda de postos pela primeira vez em quase dois anos.

“A abertura do PMI de Serviços também traz boas notícias com relação à inflação: houve retração do Índice de Custos, enquanto que o Índice de Preços Cobrados retornou ao seu menor patamar desde julho do ano passado”, diz André Loes, economista-chefe do HSBC Brasil.

“Mesmo assim, o Índice de Preços Cobrados manteve-se ligeiramente acima da marca de 50.0, indicando que a inflação de serviços permanece positiva”, completa.

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segunda-feira, 4 de julho de 2011 Empresas | 09:47

NetService espera fechar 5 projetos com chegada ao mercado de automação industrial

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A NetService está ampliando seu foco de atuação com o lançamento de uma linha de serviços voltada para o mercado de automação industrial.

A companhia, especializada em produtos e serviços de engenharia e tecnologia, desenvolveu uma linha voltada para as áreas de Sistemas de Supervisão, Sistemas de Controle, Redes Industriais e Automação de Sistemas Elétricos.

A previsão é que, nos próximos três meses, a NetService feche entre dois e cinco projetos.

“Estamos aliando o amplo conhecimento técnico que temos em TI com a crescente demanda de convergência de redes industriais e corporativas”, diz Anderson Barbosa, gerente de desenvolvimento de produtos da NetService.

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sábado, 18 de junho de 2011 Política Externa | 07:02

Endividamento externo cresce 46,5% no pós-crise, diz Iedi

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Componente para análise da exposição de uma economia a choques globais, o endividamento externo do Brasil tem registrado crescimento considerável no período pós-crise.

Segundo o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), a dívida externa brasileira – incluindo os empréstimos intercompanhias – foi ampliada em US$ 122,3 bilhões, um crescimento de 46,5%, no período de janeiro de 2009 a abril deste ano.

A maior participação do endividamento ficou com as captações de bancos, com crescimento de 63%. O grupo chamado “outros setores” – no qual se destacam as empresas não-financeiras – teve crescimento de 42,8%.

“Como nesses grupos predominam agentes privados, pode-se afirmar que o endividamento externo pós-crise é um processo intenso e virtualmente todo ele privado, sob a liderança dos bancos”, disse o Iedi.

O instituto aponta que o “conhecido e louvado” desendividamento externo brasileiro nos anos 2000 foi um processo “empreendido pelo setor público”.

O governo reduziu a dívida interna em títulos indexados ao câmbio, ao mesmo tempo em que ampliou o acúmulo de reservas.

“Do lado privado, no entanto, as coisas se passaram de forma diferente”, diz o Iedi.

O primeiro fator para as companhias privadas foi a antiga dependência do financiamento externo de longo prazo, já que, no mercado interno, a única fonte para esse tipo de recursos é o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Além disso, o movimento de alta liquidez internacional fez com que aumentassem as operações de arbitragem de juros no mundo.

“O Brasil corretamente avançou na concepção de política econômica ao aplicar relevantes medidas macroprudenciais nas áreas do câmbio e do crédito, acompanhando, aliás, o que outros países fazem e o que vem sendo recomendado por agências internacionais como o FMI, mas é preciso melhorar os mecanismos de controle da arbitragem regulatória”, completou o Iedi.

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sexta-feira, 3 de junho de 2011 Indicadores | 12:13

HSBC: produção do setor privado cresce moderadamente

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A produção do setor privado manteve um ritmo moderado de expansão no mês de maio, segundo o Índice Consolidado de Produção HSBC. O indicador encerrou o mês com 53 pontos (a leitura acima de 50 significa crescimento). No mês anterior, o índice havia sido de 52,5.

A produção cresceu tanto no setor industrial – que está em expansão desde novembro do ano passado – quanto no de serviços.

“O índice de gerentes de compra (PMI) HSBC de serviços acelerou-se levemente, de 53,2 em abril para 53,3 em maio, sinalizando que o setor de serviços segue em expansão robusta. Trata-se do 22º mês consecutivo de expansão do setor”, disse o economista-chefe do HSBC, André Loes.

O nível de emprego no setor privado, por sua vez, cresceu solidamente no mês de maio, segundo a pesquisa do HSBC. A criação de empregos tem crescido desde agosto de 2009.

“O índice de emprego apresentou forte recuperação após a desaceleração dos últimos meses, e sugere que as empresas de serviços estão contratando no ritmo mais forte desde março de 2010”, completou Loes.

Já os preços dos insumos mantiveram a trajetória de alta e fecharam maio com o 22º mês consecutivo de elevação.

Por conta disso, as empresas também elevaram os preços no mês. O setor industrial puxou a alta – atingindo o maior nível em quatro meses. Já os preços nos serviços cresceram para o maior patamar em três meses.

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Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

terça-feira, 31 de maio de 2011 Indústria | 11:22

Indústria já garantiu crescimento de 1,3% neste ano

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Caso permaneça estável até o fim do ano, a indústria já garantiu um crescimento de 1,3% em 2011, segundo cálculos da consultoria Rosenberg & Associados.

A projeção para este ano é de crescimento de 2,5%. Para que o número seja alcançado, calcula a consultoria, é necessário um crescimento médio mensal de 0,4% até o fim do ano.

“Como a série dessazonalizada é bastante sujeita a revisões e oscilações, ainda não vemos razões para alterar nossa projeção”, disse a Rosenberg, em relatório.

Em abril, a produção industrial caiu 2,1%, após ganho acumulado de 3,3% nos três meses anteriores. O resultado negativo veio maior que o esperado pelo mercado.

Ainda assim, diz a Rosenberg, as perdas foram parcialmente compensadas pela revisão do resultado de março, que saltou de 0,5% para 1,1%.

A consultoria aponta que o segundo trimestre não será tão positivo para a indústria quanto foi o primeiro, “quando houve um forte movimento de recomposição de estoques”.

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Autor: Klinger Portella Tags: , ,

segunda-feira, 23 de maio de 2011 Empresas | 06:08

Risco de crédito para a indústria é duas vezes maior que para o comércio

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Setor brasileiro mais afetado pela crise mundial de 2008, a indústria teve a pior classificação de risco de crédito neste ano, segundo pesquisa realizada pela Serasa Experian. Ao todo, 9% das companhias do setor apresentam alto risco de crédito, enquanto as empresas de comércio e serviços tinham classificação de 4% e 1%, respectivamente.

Segundo Márcio Torres, gerente de crédito da Serasa Experian e coordenador do estudo, a maior exposição da indústria no mercado internacional impactou o desempenho dos ratings. “A vocação do comércio é atender o mercado interno e o serviço é o suporte disso. Como a retomada da economia brasileira foi muito forte,o mercado interno seguiu aquecido e quase não houve impacto da crise.”

Ao todo, 5% das grandes companhias estão classificadas como alto risco de crédito, enquanto 21% são de médio risco. Entre as indústrias, 20% tiveram rating de médio risco, contra 24% do comércio e 21% de serviços.

(Klinger Portella)

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