IEDI | Guilherme Barros

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Posts com a Tag IEDI

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011 Indústria | 06:03

Pré-sal pode aprofundar quadro de desindustrialização no Brasil, diz Iedi

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A enorme riqueza gerada pelo pré-sal poderá agravar o quadro de desindustrialização da economia brasileira, segundo o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi).

Para o Iedi, o modelo atual da economia brasileira está baseada no forte consumo, com investimentos “para o gasto”, com dinâmica exportadora modesta e restrita ao setor primário, e “altamente” importadora.

“Decididamente não é o melhor modelo de desenvolvimento”, diz.

O instituto alerta que o pré-sal pode aprofundar esse quadro, estimulando as exportações dos setores básicos e sustentando o consumo.

O Iedi diz que, com o foco no consumo, o setor de serviços se beneficia. Os resultados já são observados no próprio PIB, com serviços liderando crescimento de 8,8%.

“No entanto, é na indústria que o descompasso aparece nitidamente. Seu PIB desde a crise só cresceu 2,8%, graças à extrativa mineral (+10,7%), construção civil (+11,2%) e serviços industriais como eletricidade (+12,6%).”

O instituto defende predomínio do investimento sobre o consumo e um equilíbrio entre importações e exportações.

“Assim como é decisivo preservar o dinamismo do setor primário e reposicionar de forma radical o balanço entre indústria e serviços, redinamizando o primeiro desses setores”, completa.

Notas relacionadas:

  1. Indústria tem revés em abril e emprego do setor desacelera, diz Iedi
  2. Indústria tem tendência clara de desaceleração, diz Iedi
  3. Apesar do Plano Brasil Maior, Brasil ainda não incentiva a inovação, diz Iedi
Autor: Klinger Portella Tags: , , ,

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011 Política | 16:10

Empresários fazem jantar em apoio a Pimentel em São Paulo

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Fernando Pimentel (Foto: Agência Estado)

Empresários do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi) organizaram hoje um jantar, em São Paulo, em apoio aos ministros Fernando Pimentel (Desenvolvimento) e Aloizio Mercadante (Ciência e Tecnologia).

O jantar será às 20h e foi marcado na semana passada.

Hoje, estava prevista a presença de Pimentel em uma reunião da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), mas ele não compareceu.

No jantar do Iedi, a presença do ministro está confirmada.

Notas relacionadas:

  1. Vamos chamar Ciro para conversar, diz Mercadante
  2. Alessandro Teixeira teve posse com status de ministro
Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

sábado, 3 de dezembro de 2011 Governo | 07:03

Governo deve se cercar para evitar revalorização do real, diz Iedi

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As recentes medidas para estimular a economia, anunciadas pelo governo, mostram, na avaliação do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), que o governo está preocupado com os efeitos do agravamento da crise global.

Segundo o Iedi, a apreensão do governo é com relação aos possíveis impactos da turbulência externa no crescimento econômico brasileiro em 2012.

Na avaliação do instituto, as medidas anunciadas são importantes para estimular a economia.

Entretanto, o Iedi alerta que o governo “deve se cercar de cuidados para não permitir uma nova revalorização do real”.

Com o fim da tributação sobre investimentos estrangeiros no mercado acionário, uma onda de dólares pode entrar no Brasil, jogando a moeda ainda mais para baixo.

“Em um ambiente de extrema agressividade por mercados externos que caracteriza o mundo atual, os possíveis efeitos das medidas que vem sendo anunciadas podem se dissipar”, diz o Iedi.

O Instituto alerta que, caso o dólar perca força frente ao real, as medidas acabarão beneficiando o crescimento e o emprego em economias de outros países.

“O tema merece também que todos os mecanismos disponíveis de defesa comercial sejam mobilizados”, completa.

Notas relacionadas:

  1. Iedi reúne pesos pesados para debater perspectivas para 2010
  2. Mantega almoça amanhã com empresários do IEDI em São Paulo
  3. Governo prioriza combate à inflação e não deve adotar mais medidas para frear a queda do dólar
Autor: Klinger Portella Tags: , , ,

quarta-feira, 16 de novembro de 2011 Indústria | 10:02

São Paulo é ameaça para emprego industrial, diz Iedi

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A indústria de São Paulo é a principal responsável pelas preocupações sobre o futuro do emprego industrial no País, segundo o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi).

O instituto alerta que a indústria paulista teve um recuo de 2% no emprego industrial no mês de setembro, frente a igual período do ano passado.

“A indústria não está desempregando, mas também o emprego industrial não avança”, afirma o Iedi, na avaliação geral dos números

O Instituto alerta que o número de ocupados na indústria nacional vem se mantendo em um mesmo patamar desde agosto de 2010, apesar do fraco desempenho do setor, a partir de abril deste ano.

“A preocupação para a trajetória futura do emprego industrial vem do Estado de São Paulo, cujo número de ocupados na indústria já é negativo neste ano.”

Os destaques setoriais negativos em São Paulo são papel e gráfica (–13,4%), borracha e plástico (–12,0%), calçados e couro (–11,7%) e de metalurgia básica (–6,9%).

Notas relacionadas:

  1. Para IEDI, baixa de 0,6% em São Paulo mostra que recuo da produção industrial poderia ter sido menor
  2. Em relatório, IEDI diz que dados de agosto sinalizam desaceleração do emprego industrial
  3. Indústria tem revés em abril e emprego do setor desacelera, diz Iedi
Autor: Klinger Portella Tags: , ,

sábado, 1 de outubro de 2011 Indústria | 07:01

Apesar do Plano Brasil Maior, Brasil ainda não incentiva a inovação, diz Iedi

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O Plano Brasil Maior (PBM) adota medidas de redução do custo tributário da indústria em um momento de dificuldades do setor, mas ainda não facilita o investimento, a inovação e a exportação como fazem outros países, conforme avalia o Iedi em sua análise do setor industrial.

Para a entidade, o plano do governo federal traz ainda contribuições pioneiras, como a desoneração da folha e a instituição de um ressarcimento de até 3% das exportações por tributos não recuperados pelos exportadores.

“A nosso ver, uma política industrial pode prever incentivos mais amplos, desde que reservados para premiar os esforços de investir e inovar não só da indústria, mas de todos os setores da economia, e para promover o florescimento das atividades industriais que nos conduzirão ao futuro. Áreas de sustentabilidade e de novas tecnologias estão entre as atividades para as quais o incentivo fiscal pode ser fundamental”, diz a análise do Iedi.

A entidade ainda ressalta três lacunas no plano: o horizonte curto, a deficiência na governança da política industrial e a falta de foco na produtividade.

“Desde que estabeleçamos corretamente o perfil e a estrutura da indústria que se deseja para o Brasil, melhoremos a governança do PBM e concedamos prioridade ao avanço da produtividade industrial, a indústria brasileira responderá à altura os desafios que a necessidade de um maior desenvolvimento econômico e social coloca para todos os setores econômicos do país”, diz o Iedi.

Notas relacionadas:

  1. Indústria ainda patina em patamares pré-crise, diz Iedi
  2. Dilma anuncia Brasil Maior, novo plano de política industrial, no dia 21
  3. Indústria tem tendência clara de desaceleração, diz Iedi
Autor: Mariana Sant'Anna Tags: ,

quinta-feira, 1 de setembro de 2011 Indústria | 06:02

Indústria tem tendência clara de desaceleração, diz Iedi

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O crescimento de 0,5% na produção industrial de julho não indica trajetória de alta para o setor, segundo o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi).

“O crescimento da produção de julho com relação a junho não ameniza a situação difícil da indústria brasileira”, disse a entidade.

O Iedi destaca que o setor tem enfrentado um movimento oscilatório no nível de atividade nos últimos meses.

O sinal disso, diz o instituto, está registrado em todos os setores da indústria.

O Iedi pontua que, apesar do crescimento de 1,7% no primeiro semestre do ano, – “um resultado bastante modesto em relação ao crescimento de 16,2% dos primeiros seis meses de 2010 -, o setor já tem queda de 0,3% no segundo trimestre.

O mesmo movimento é observado em bens de capital, bens duráveis, bens intermediários e bens semi e não duráveis, que tiveram desaceleração no segundo trimestre, apesar de crescimento no acumulado dos seis primeiros meses do ano.

“O sinal que está prevalecendo na evolução da produção industrial é de perda de ritmo, ou ainda, uma tendência clara de desaceleração”, completou o Iedi.

Notas relacionadas:

  1. Indústria deve retomar crescimento após ajustes do 2º trimestre, prevê IEDI
  2. Dados do IBGE mostram que indústria nacional não está se beneficiando do crescimento do País, diz IEDI
  3. Indústria ainda patina em patamares pré-crise, diz Iedi
Autor: Klinger Portella Tags: , ,

segunda-feira, 29 de agosto de 2011 Indústria | 06:03

Investimentos chineses em pesquisa crescem 20% ao ano, diz Iedi

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Desde 1999, os investimentos chineses em pesquisa e desenvolvimento (P&D) crescem em média 20% por ano. A meta do país é elevar as despesas com P&D para 2,5% do PIB em 2020, segundo carta do Iedi.

De acordo com o instituto, a China obteve 2.657 patentes de invenções obtidas junto ao escritório americano de patentes e marcas (USPTO, na sigla em inglês) somente no ano passado. Em 1999, haviam sido apenas 90.

O Iedi também constatou que a China se tornou em 2008 o segundo maior produtor mundial de conhecimento científico, expresso no número de artigos publicados em revistas científicas, atrás apenas dos Estados Unidos.

“O sucesso da convergência tecnológica chinesa frente aos países avançados repousa na visão estratégica de longo prazo do governo, que vem, desde a década de 1980, elaborando sucessivos planos de desenvolvimento cientifico e tecnológico”, avalia o Iedi em carta.

“A emergência da China como potência científica e tecnológica representa um sério desafio para os países avançados, que já enfrentam a crescente concorrência chinesa em diferentes áreas, e deve servir de inspiração para outros países em desenvolvimento”, diz o instituto.

Notas relacionadas:

  1. Desaceleração da indústria em agosto é resultado de real valorizado, diz IEDI
  2. Indústria tem revés em abril e emprego do setor desacelera, diz Iedi
  3. Indústria ainda patina em patamares pré-crise, diz Iedi
Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

segunda-feira, 22 de agosto de 2011 Energia | 06:02

Coutinho diz a empresários que governo vai baixar preço da energia

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O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, se reuniu com empresários do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), na semana passada, em São Paulo.

No encontro, ele disse que o governo vai baixar os custos da energia.

Os empresários manifestaram muito pessimismo com relação ao futuro da indústria, por conta da concorrência com os importados.

Para eles, o Brasil Maior é insuficiente e precisaria de medidas com maior abrangência.

Os representantes da indústria defenderam a reforma tributária, a redução dos custos de produção, a queda dos juros e do chamado custo Brasil.

Coutinho ouviu as reivindicações e disse que o Brasil Maior foi o primeiro passo dado pelo governo.

O presidente do BNDES confirmou que a próxima etapa é a redução do custo da energia.

Ele disse, ainda, que o governo investirá pesado em infraestrutura.

Na avaliação sobre a atual crise econômica, o presidente do BNDES afirmou que o Brasil deve crescer menos, mas que o País não deverá ser muito impactado pelo choque externo.

Ele acredita que a turbulência atual não será tão grave quanto a de 2008.

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  1. Sem participação do governo, tarifa teto de Belo Monte seria R$ 10 por MW/Hora maior, diz CBIE
  2. Luciano Coutinho será presidente de honra de evento da indústria florestal
  3. Financiamento do BNDES ao setor elétrico vai crescer 32,3% e chegar a R$ 18 bilhões em 2011
Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

quarta-feira, 17 de agosto de 2011 Indústria | 09:22

Luciano Coutinho se encontra com empresários do Iedi

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O presidente do BNDES, Luciano Coutinho, irá se reunir amanhã, em São Paulo, durante um jantar, com empresários do Iedi.

Na pauta, entre outros assuntos, o novo plano de política industrial, Brasil Maior. Os empresários defendem a ampliação do programa.

Notas relacionadas:

  1. BNDES vai suprir necessidade de crédito dos empresários, diz Luciano Coutinho
  2. Indústria se reúne com Luciano Coutinho e pede ação rápida do governo para reverter déficit
  3. Ministros fecham medidas do plano Brasil Maior
Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

segunda-feira, 15 de agosto de 2011 Indústria | 06:01

Indústria crescerá menos de 3% em 2011, diz Iedi

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A indústria brasileira não vive um bom momento. É esta a análise do  Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi).

O desaquecimento da produção é causado pela entrada de produtos produzidos no exterior, graças a valorização do real frente ao dólar.

Com isso, projeta o Iedi, a indústria não crescerá mais que 3% neste ano.

Apesar do cenário pessimista para o setor, alguns segmentos da indústria tendem a resistir à crise.

De acordo com o Iedi, a indústria de alta tecnologia mantém crescimento acima da média do setor.

“Os segmentos de mais alta intensidade tecnológica cresceram 2,5%, os de média-baixa tecnologia, 2,3%, e de -,16% a evolução em baixa tecnologia”, disse o instituto.

No período, a indústria como um todo cresceu 1,7%.

O descolamento da indústria de alta e média-baixa tecnologia é explicado pelo dinamismo do mercado interno, que, mesmo com a entrada de importados, ainda segue aquecendo a produção local.

Além disso, a crise atual, diferentemente do observado em 2008, não gerou impactos na indústria de alta tecnologia, cujos produtos têm valor agregado maior.

Notas relacionadas:

  1. Para IEDI, é melhor para a economia brasileira que a indústria produza menos
  2. Dados do IBGE mostram que indústria nacional não está se beneficiando do crescimento do País, diz IEDI
  3. Indústria ainda patina em patamares pré-crise, diz Iedi
Autor: Klinger Portella Tags: , ,

quarta-feira, 10 de agosto de 2011 Indústria | 06:02

Crise trará filme com cenas nada coloridas para a indústria, diz Iedi

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A indústria brasileira teme reviver neste ano os momentos de crise de 2008, quando foi um dos setores mais atingidos pela maior turbulência econômica dos últimos 80 anos.

Segundo o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), “a indústria brasileira vive um momento muito adverso” e o cenário para o setor segue nebuloso.

O Iedi alerta que a crise da dívida na Europa e o impasse político nos Estados Unidos podem reeditar o filme da crise de 2008.

Entre as cenas que provavelmente se repetirão estão uma nova onda mais penosa de desaquecimento das econômicas desenvolvidas, o acirramento das concorrências nos mercados internacionais de bens e uma política monetária expansionista nos Estados Unidos.

“São cenas prováveis de um filme que, certamente, não serão nada coloridas para a indústria brasileira.”

O Iedi disse que o Brasil Maior, política industrial lançada na semana passada pelo governo, “tem seus méritos” e poderá minimizar as dificuldades de alguns segmentos industriais no curto prazo.

“No entanto, o cenário geral e as perspectivas da indústria brasileira continuam desfavoráveis”, completou.

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  1. Indústria vai sair da crise no começo de 2010, diz IEDI
  2. Desaceleração da indústria em agosto é resultado de real valorizado, diz IEDI
  3. Indústria ainda patina em patamares pré-crise, diz Iedi
Autor: Klinger Portella Tags: , ,

segunda-feira, 4 de julho de 2011 Indústria | 06:01

Indústria ainda patina em patamares pré-crise, diz Iedi

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Se a produção industrial retomou a trajetória de alta em maio, o movimento ainda não pode ser considerado como tendência para os próximos meses, segundo o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi).
 
“O que estamos observando é uma oscilação da produção na indústria, seja ao nível de suas categorias de uso, seja ao nível dos seus segmentos”, disse o Iedi.
 
O instituto minimizou o fato de a produção ter atingido o maior nível da série histórica. “Ele está somente 0,7% acima do patamar de produção de setembro de 2008, mês em que ocorreu o agravamento da crise internacional.”
 
“Ou seja, passaram-se dois anos e oito meses para a indústria retomar, com um ligeiro aumento, o nível de produção pré-crise”, completou o Iedi.
 
A entidade destaca que, na análise da taxa de variação média móvel trimestral – que minimiza os movimentos oscilatórios dos índices – é possível identificar a desaceleração da produção.
 
Na indústria geral, diz o Iedi, a taxa de variação média móvel trimestral desaqueceu entre março (0,9%), abril (0,4%) e maio (0,2%).

Notas relacionadas:

  1. Indústria vai sair da crise no começo de 2010, diz IEDI
  2. Para IEDI, é melhor para a economia brasileira que a indústria produza menos
  3. Emprego na indústria deve fechar o ano abaixo do nível pré-crise
Autor: Klinger Portella Tags: , ,

sábado, 18 de junho de 2011 Política Externa | 07:02

Endividamento externo cresce 46,5% no pós-crise, diz Iedi

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Componente para análise da exposição de uma economia a choques globais, o endividamento externo do Brasil tem registrado crescimento considerável no período pós-crise.

Segundo o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), a dívida externa brasileira – incluindo os empréstimos intercompanhias – foi ampliada em US$ 122,3 bilhões, um crescimento de 46,5%, no período de janeiro de 2009 a abril deste ano.

A maior participação do endividamento ficou com as captações de bancos, com crescimento de 63%. O grupo chamado “outros setores” – no qual se destacam as empresas não-financeiras – teve crescimento de 42,8%.

“Como nesses grupos predominam agentes privados, pode-se afirmar que o endividamento externo pós-crise é um processo intenso e virtualmente todo ele privado, sob a liderança dos bancos”, disse o Iedi.

O instituto aponta que o “conhecido e louvado” desendividamento externo brasileiro nos anos 2000 foi um processo “empreendido pelo setor público”.

O governo reduziu a dívida interna em títulos indexados ao câmbio, ao mesmo tempo em que ampliou o acúmulo de reservas.

“Do lado privado, no entanto, as coisas se passaram de forma diferente”, diz o Iedi.

O primeiro fator para as companhias privadas foi a antiga dependência do financiamento externo de longo prazo, já que, no mercado interno, a única fonte para esse tipo de recursos é o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Além disso, o movimento de alta liquidez internacional fez com que aumentassem as operações de arbitragem de juros no mundo.

“O Brasil corretamente avançou na concepção de política econômica ao aplicar relevantes medidas macroprudenciais nas áreas do câmbio e do crédito, acompanhando, aliás, o que outros países fazem e o que vem sendo recomendado por agências internacionais como o FMI, mas é preciso melhorar os mecanismos de controle da arbitragem regulatória”, completou o Iedi.

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domingo, 12 de junho de 2011 Indústria | 07:01

Indústria tem revés em abril e emprego do setor desacelera, diz Iedi

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A recuperação da atividade industrial no primeiro trimestre do ano foi interrompida no mês de abril e as perspectivas para o setor não são favoráveis.

A análise é do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi).

Falando que o resultado de abril foi um “revés” para o setor, o Iedi aponta que é difícil fazer prognósticos para os próximos meses, “embora existam indícios de que a tendência não seja positiva”.

Como sinal, o instituto cita a estagnação do emprego do setor desde agosto do ano passado.

Na avaliação sobre o futuro, o Iedi diz que os indicadores não são promissores. “De acordo com a CNI, os índices de expectativas das empresas com relação aos negócios vêm caindo.”

Além disso, a queda no número de horas pagas – que se repetiu pelo segundo mês seguido, segundo o IBGE – pode ser um indicador de que o emprego venha a cair “no futuro próximo”.

“O que se mostra como certo é a desaceleração do ritmo de evolução no mercado de trabalho da indústria”, completou o Iedi.

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  1. Indústria vai sair da crise no começo de 2010, diz IEDI
  2. Recuo da indústria em abril minimiza risco de gargalos, diz IEDI
  3. Em relatório, IEDI diz que dados de agosto sinalizam desaceleração do emprego industrial
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sábado, 30 de abril de 2011 Finanças, Indústria, Política Monetária | 06:33

Indústria pede medidas mais ousadas do governo para conter apreciação do real

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Diante da queda do dólar e da aparente parada do governo em adotar novas medidas, a indústria volta a bater na tecla da falta de competitividade do setor no País. Na Carta do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (IEDI) da última sexta-feira, a entidade pede ao governo medidas mais ousadas de gestão de fluxos de capitais e regulação para fazer frente à valorização do real.

Segundo o IEDI, as medidas adotadas até o momento conseguiram reduzir o ritmo de apreciação cambial até o fim do primeiro trimestre, mas em abril o cenário já era outro.

“A taxa de câmbio nominal rompeu a barreira de R$/US$ 1,60, patamar que já inviabilizava a produção em vários setores manufatureiros voltados para a exportação ou para o mercado interno (como evidencia o déficit de US$ 10 bilhões da indústria de transformação no primeiro trimestre de 2011)”, diz o documento.

Depois, o IEDI acrescenta que se o contexto internacional não sofrer mudanças nos próximos meses, somente iniciativas mais ousadas de gestão de fluxos de capitais e regulação podem deter o processo de apreciação do real e seus efeitos adversos sobre a competitividade da indústria brasileira. Isso em paralelo a medidas de incentivo às exportações e desenvolvimento de financiamentos no País.

Para a entidade, as medidas adotadas até o momento vêm em linha com as recomendações do FMI, de início com regulação prudencial e, se essas forem insuficientes, controles de capitais. Porém, para o IEDI as medidas foram adotadas com atraso. “Coincidentemente, o governo brasileiro seguiu, em linhas gerais, essa sequência, mas talvez o timing da implementação das medidas pode não ter sido de todo adequado”.

Notas relacionadas:

  1. Indústria apóia medidas para conter alta do real, mas pede esforço maior na política fiscal
  2. Indústria se reúne com Luciano Coutinho e pede ação rápida do governo para reverter déficit
  3. Para Padovani, medidas do governo estimulam valorização do real
Autor: Guilherme Barros Tags: ,

domingo, 17 de abril de 2011 Indicadores, Indústria | 06:22

Indústria prevê déficit de US$ 50 bilhões na balança comercial do setor em 2011

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O Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (IEDI) traçou, na sexta-feira, uma perspectiva preocupante para a indústria de transformação do País: mantido o ritmo do déficit atual da balança comercial do setor, o mesmo será de US$ 50 bilhões no fim do ano.

Se confirmado, o resultado supera com folga o déficit registrado no ano passado, US$ 34,76 bilhões, que foi mais de quatro vezes superior ao de 2009, e maior da série histórica iniciada em 1989.

Segundo a entidade, o déficit da indústria de transformação foi de US$ 10 bilhões no primeiro trimestre, contra um superávit nas demais atividades produtivas da economia brasileira de US$ 13,2 bilhões, o que resultou em um saldo comercial positivo de US$ 3,2 bilhões.

“Mantida a mesma correspondência entre o déficit no primeiro trimestre de 2011 com relação ao déficit do ano de 2010, o saldo da balança comercial da indústria de transformação em 2011 seria negativo em US$ 50 bilhões”, estimou o IEDI.

No início deste ano, a entidade disse não ser contra a importação, mas pediu medidas enérgicas contra a concorrência desleal e em prol do aumento da competitividade da produção nacional. E o câmbio nem tinha chegado ao patamar atual.

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  1. Custo Brasil também contribui para déficit da balança comercial da indústria
  2. IEDI prevê alta de 11% da indústria
  3. Para indústria, resultado da balança comercial mostra que o déficit está próximo
Autor: Guilherme Barros Tags: ,

sábado, 9 de abril de 2011 Indicadores, Indústria | 06:42

Após crescimento da produção, indústria prevê mais empregos

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O resultado da produção industrial em fevereiro animou o setor, que já começa a prever uma melhora do mercado de trabalho no curto prazo.

Segundo análise do IEDI, os dados de emprego do IBGE, alta de 1,1% no número de horas pagas aos trabalhadores, indicam que novas contratações poderão ocorrer nos próximos meses.

Outro destaque na visão da entidade é o crescimento de 0,5% no número de ocupados na indústria, após estagnação de seis meses.

Uma reação mais expressiva, no entanto, está praticamente descartada. Para o IEDI, a melhora dos dados de emprego durante o mês de fevereiro reflete uma acomodação no “ímpeto das importações”.

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  1. Indústria deve retomar crescimento após ajustes do 2º trimestre, prevê IEDI
  2. Para indústria, nível de emprego está próximo da estagnação
  3. Recuo na produção de bens de alta tecnologia preocupa indústria
Autor: Guilherme Manechini Tags: ,

sexta-feira, 1 de abril de 2011 Finanças, Governo, Indústria | 16:49

“Não há medida de curto prazo que reverta a tendência do câmbio”, diz Mantega a empresários em São Paulo

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Em almoço hoje em São Paulo com empresários do IEDI, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, deixou claro que a prioridade do governo é o combate à inflação.
 
Ele concordou com as preocupações dos empresários em relação à situação cambial, mas disse que é difícil, no curto prazo, que qualquer medida consiga reverter essa tendência de apreciação do real diante da enxurrada de dólares que entram no País. 
 
“Não há medida de curto prazo que consiga reverter significativamente a tendência do câmbio hoje”, afirmou Mantega, segundo relato dos empresários presentes ao almoço.
 
Mantega disse que o governo continuará atento ao câmbio e que poderá tomar medidas para atenuar essa tendência de valorização do real, mas deixou claro que nada que seja adotado ou que foi adotado irá mudar essa tendência.
 
Os empresários gostaram, no entanto, quando Mantega disse que o governo irá perseguir duas metas.
 
A primeira de baixar a inflação, e a segunda de manter o compromisso da meta fiscal para este ano.
 
Mantega também se comprometeu a agilizar a devolução dos créditos tributários que os empresários têm direito a receber de PIS-Cofins, uma ferramenta considerada importante para aumentar a competitividade da indústria brasileira.
 
O almoço contou com a presença de pesos pesados do IEDI como Pedro Passos, presidente, Paulo Cunha, Benjamin Steinbruch, Paulo Francine e outros.

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  2. Empresários vão levar a Mantega proposta para financiamento de longo prazo no País
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Autor: Guilherme Barros Tags: , , , ,

quinta-feira, 31 de março de 2011 Governo | 17:26

Mantega almoça amanhã com empresários do IEDI em São Paulo

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O ministro da Fazenda, Guido Mantega, almoça amanhã, em São Paulo, com empresários do IEDI.

Será seu primeiro encontro com o IEDI no governo Dilma.

O objetivo será de retomar a agenda de discussões do ano passado. O câmbio e a inflação devem ser os temas principais.

Também serão discutidos temas como a criação do Eximbank brasileiro, a devolução de crédito fiscal e a desoneração do investimento.

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Autor: Guilherme Barros Tags: ,

quinta-feira, 3 de março de 2011 Indicadores, Indústria | 06:01

Dados do IBGE mostram que indústria nacional não está se beneficiando do crescimento do País, diz IEDI

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Os dados da produção industrial divulgados ontem pelo IBGE reforçaram o discurso de perda de competitividade do setor. Segundo análise do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (IEDI), não fosse a retomada da produção de telefones celulares em janeiro, alta de 6%, o resultado do mês provavelmente indicaria uma pequena recessão.

“A indústria não está se beneficiando do bom desempenho da economia brasileira. Pelo contrário, ela está perdendo grandes oportunidades”, disse o IEDI. Nas contas da entidade, a situação atual do setor pode ser verificada na comparação da produção entre janeiro e março do ano passado, uma queda de 2,6%.

“Deixa claro que a indústria acumula queda significativa nos últimos dez meses terminados em janeiro deste ano”, afirmou.

O IEDI cita ainda a queda de 0,4% na produção de bens intermediários como exemplo da perda de competitividade e substituição pelo bem importado.

A única boa notícia na análise dos resultados do IBGE, destacou, ficou por conta da alta da produção de bens de capital, que indica a manutenção das intenções de investimentos das indústrias. Na comparação com dezembro, o segmento apresentou expansão de 1,8% na produção.

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  1. IEDI prevê alta de 11% da indústria
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  3. Em relatório, IEDI diz que dados de agosto sinalizam desaceleração do emprego industrial
Autor: Guilherme Manechini Tags: , ,

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011 Governo, Indústria | 16:59

Indústria se reúne com Luciano Coutinho e pede ação rápida do governo para reverter déficit

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Em almoço hoje, em São Paulo, com o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, pesos pesados da indústria pediram uma ação rápida do governo para reverter a perda de competitividade do setor manufatureiro no Brasil e o déficit da balança comercial desse segmento.

O empresário Pedro Passos, presidente do IEDI, que organizou o encontro, foi enfático ao chamar atenção para a deteriorização rápida da indústria brasileira nos últimos anos.

Há dois anos, a indústria registrava superávit de US$ 8 bilhões. Ano passado, o resultado foi negativo em US$ 35 bilhões. Até os setores de baixa intensidade tecnológica estão no vermelho.

Os empresários afirmaram que a indústria vive um momento difícil, com perdas tanto no mercado externo como no interno. Eles pediram, entre outras medidas, financiamentos mais competitivos, o “desempoçamento” de créditos tributários tanto federais quanto estaduais e mecanismos para tornar o custo da mão de obra mais competitiva no Brasil.

O fato é que, na opinião dos empresários, a indústria hoje está numa situação de perda de competitividade. Com a alta dos juros, a tendência é de valorização do real ainda maior, o que pode agravar o quadro de perda de competitividade.

Luciano Coutinho falou pouco, mas disse que o governo tem uma preocupação especial com a indústria brasileira. Os empresários também pediram que seja implantado no país uma Política de Desenvolvimento Produtivo, o PDP.

Estavam lá, entre outros, Benjamin Steinbruch, Flávio Rocha, Paulo Francini e Ivoncy Iochpe.

Notas relacionadas:

  1. Custo Brasil também contribui para déficit da balança comercial da indústria
  2. BNDES vai suprir necessidade de crédito dos empresários, diz Luciano Coutinho
  3. Fernando Pimentel se reúne com Luciano Coutinho no Rio
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domingo, 9 de janeiro de 2011 Indicadores | 07:04

Alimentos seguram a inflação em dezembro, diz Iedi

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O IPCA registrou em dezembro uma taxa de 0,63%, significativamente abaixo daquela de novembro, na avaliação do Iedi. No penúltimo mês de 2010, a variação foi de 0,83%.

A entidade analisa que o comportamento dos preços de alimentos e bebidas foi o responsável pela desaceleração do IPCA no período. A inflação deles passou de 2,22% para 1,32% de um mês para o outro.

Entre os destaques estão a desaceleração no preço das carnes, que passou de 10,67% em novembro para 2,25% em dezembro, e o feijão carioca, que teve queda no preço:  a variação foi de -6,64% em novembro e -16,45% em dezembro.

Notas relacionadas:

  1. IPCA de 2009 será o sexto ano consecutivo de inflação dentro da meta
  2. Mantega diz que baixa da inflação era esperada pelo governo
  3. Desempenho da economia internacional puxou inflação para baixo no Brasil, diz FGV
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segunda-feira, 3 de janeiro de 2011 Indicadores, Indústria | 06:08

Crescimento da produção industrial brasileira em 2010 deverá ser o maior em nove anos

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Com 2009 sendo um ano de altos e baixos na produção industrial, o resultado de 2010 tem chances de registrar o maior incremento anual dos últimos nove anos para o setor. Segundo análise do IEDI, o desempenho da produção será no mínimo o segundo melhor para o período.

A principal explicação para a previsão é o fato de 2009 ter sido um ano atípico por conta dos efeitos da crise financeira internacional. “Toda comparação de 2010 com o ano de 2009, seja em relação à produção física, pessoal ocupado ou horas pagas na indústria, se beneficia de uma base de comparação muito retraída”, diz a entidade.

Até setembro, a produção industrial brasileira teve alta de 8,5% em relação a igual período do ano anterior. Para efeito de comparação, desde o início da década, só 2004 teve um resultado próximo ao verificado em 2010, com alta de 7,5% nos nove primeiros meses do ano.

Pelos cálculos do IEDI, mesmo que a produção industrial tenha caído dois pontos percentuais no último trimestre, ela ainda irá registrar o maior incremento dos últimos nove anos.

Já para os próximo meses, assim como ocorreu durante o segundo semestre de 2010, a tendência é de acomodação dos principais indicadores. Segundo a análise da entidade, é de se esperar que haja uma desaceleração do crescimento de produtividade, devido à provável estabilização da produção e das horas pagas, combinado com a base de comparação mais elevada no último trimestre de 2009.

Notas relacionadas:

  1. Credit Suisse prevê produção industrial 14,6% maior
  2. Produção industrial deve fechar o ano em alta de 9,5%, diz LCA
  3. Para IEDI, baixa de 0,6% em São Paulo mostra que recuo da produção industrial poderia ter sido menor
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segunda-feira, 27 de dezembro de 2010 Indústria | 13:12

Recuo na produção de bens de alta tecnologia preocupa indústria

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O resultado dos subgrupos da produção da indústria trouxe algumas surpresas ao empresariado neste fim de ano. A principal delas, e mais preocupante na visão do setor, é o recuo da produção de itens de alta tecnologia.

Dados do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (IEDI) mostram que no terceiro trimestre a produção destes itens caiu 3,1% na comparação com igual período do ano passado. Já a fabricação de itens de baixa intensidade tecnológica avançou 6,9% no mesmo intervalo.

Segundo o IEDI, o resultado de setembro pressionou puxou para baixo o desempenho do segmento no terceiro trimestre. No mês, a produção de itens com alta intensidade tecnológica caiu 1,7% em relação a setembro de 2009.

Para a entidade, a baixa foi motivada principalmente pelo comportamento da fabricação de equipamentos de áudio e vídeo e de telecomunicações, itens que registraram forte antecipação de consumo por conta da Copa do Mundo de Futebol. Ainda contribuiu para a queda o setor de aviação, em baixa de 7,5% no ano.

Por isso, a taxa de crescimento dos itens de alta intensidade tecnológica, 6,6%, está bem abaixo do total da indústria, 13%, conforme os dados do IBGE, o que acende mais um sinal de alerta para o setor.

Notas relacionadas:

  1. Custo Brasil também contribui para déficit da balança comercial da indústria
  2. Recuo da indústria em abril minimiza risco de gargalos, diz IEDI
  3. Para IEDI, baixa de 0,6% em São Paulo mostra que recuo da produção industrial poderia ter sido menor
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domingo, 12 de dezembro de 2010 Indicadores, Indústria | 06:11

Para indústria, nível de emprego está próximo da estagnação

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A variação nula do nível de emprego na indústria entre setembro e outubro indica uma nova etapa do setor. O movimento, na opinião do IEDI, acompanha o resultado da decrescente da produção, em baixa de 1,4% entre abril e outubro, e pode ser considerado uma fase de estagnação.

“A segunda queda consecutiva do número de horas pagas na indústria (0,4% em setembro e 0,8% em outubro), algo que não ocorria desde outubro de 2008, é um indicativo de que a evolução do emprego industrial poderá sofrer mais reveses”, diz a entidade.

Para o IEDI, apesar de o número de empregos da indústria apresentar alta de 3,4% no ano, é preciso levar em conta que o resultado ainda é 1,9% inferior ao registrado em setembro de 2008, mês em que a crise financeira internacional se agravou.

No resultado de outubro, quatro setores puxaram para baixo o nível de emprego. São eles: papel e gráfica (–5,5%), vestuário (–2,8%) e refino de petróleo e produção de álcool (–6,6%).

As pressões positivas ficaram por conta dos segmentos de máquinas e equipamentos (10,7%), meios de transporte (9,7%), produtos de metal (10,2%), borracha e plástico (10,6%) e máquinas, aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (8,2%).

Notas relacionadas:

  1. Indústria vai sair da crise no começo de 2010, diz IEDI
  2. Emprego na indústria deve fechar o ano abaixo do nível pré-crise
  3. Para indústria, resultado da balança comercial mostra que o déficit está próximo
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quarta-feira, 1 de dezembro de 2010 Indicadores, Indústria | 17:58

Para indústria, resultado da balança comercial mostra que o déficit está próximo

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A combinação do câmbio apreciado, economia aquecida e capacidade ociosa em países que exportam para o Brasil, acredita a indústria, coloca o déficit comercial no horizonte das contas nacionais.

Em relatório divulgado há pouco, o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (IEDI), ressalta que os dados dessazonalizados mostram que as compras externas cresceram 9% na comparação do resultado de novembro com o mês anterior. Já as exportações, avançaram 3,8% em igual período.

No ano, segundo os dados da entidade, as importações estão em alta de 44,3%, e as exportações, de 39,8%.

“Esses dados mostram que ter déficit na balança comercial brasileira já não é algo improvável”, diz o relatório.

Notas relacionadas:

  1. Custo Brasil também contribui para déficit da balança comercial da indústria
  2. Indústria vai pleitear política de inovação tecnológica aos presidenciáveis
  3. Desaceleração da indústria em agosto é resultado de real valorizado, diz IEDI
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sexta-feira, 12 de novembro de 2010 Indicadores, Indústria | 06:04

Emprego na indústria deve fechar o ano abaixo do nível pré-crise

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Acompanhando o arrefecimento da produção industrial, o nível de emprego no setor, que recuou 0,1% em setembro, deve encerar o ano abaixo do patamar registrado no período pré-crise.

Segundo análise do Iedi, o número de empregados na indústria, ao fim de setembro, estava 1,9% abaixo do que foi verificado em setembro de 2008, início da crise financeira internacional.

Aliado a isto, a entidade ressalta que a indicação para o emprego industrial para o curto prazo não é favorável, já que o indicador de horas trabalhadas, que costuma antecipar as contratações/demissões, acusou queda de 0,4% em setembro. Assim, são grandes as chances de não atingir o patamar pré-crise.

Na comparação com o resultado de 2009, no entanto, o Iedi reconhece o desempenho favorável do nível de emprego na indústria, que apresentou crescimento de 4,9%. Na maior parte dos segmentos, 13 de 18 setores, houve expansão.

Notas relacionadas:

  1. Indústria vai sair da crise no começo de 2010, diz IEDI
  2. Indicadores da indústria ainda não chegaram aos níveis pré-crise
  3. Em relatório, IEDI diz que dados de agosto sinalizam desaceleração do emprego industrial
Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

sexta-feira, 29 de outubro de 2010 Finanças, Indústria | 06:00

Indústria apóia medidas para conter alta do real, mas pede esforço maior na política fiscal

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Ainda que a elevação do IOF vá de encontro ao pleito da indústria, o setor acredita que o País só poderá fazer frente à alta do real com a adoção de um compromisso de maior folga fiscal e redução das taxas de juros nos próximos anos. O recado ao futuro governo parte do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial.

Para a entidade, junto com o controle de capitais, a nova equipe econômica deverá atacar a elevada carga tributária e os gastos públicos, permitindo assim uma ação coordenada com o Banco Central.

“Seriam compromissos interligados das duas áreas de governo, uma no comando da política fiscal, a Fazenda, a outra no comando da política monetária, no caso, o Banco Central”, diz o IEDI.

A indústria, no entanto, não aguarda resultados no curto prazo. Para o setor, o primeiro passo é conquistar a credibilidade dos mercados com um plano para reduzir o ingresso de dólares no País. Assim, afirma o IEDI, os mercados saberão antecipar os resultados de uma estratégia monetária/fiscal, facilitando a contenção da escalada do real.

Notas relacionadas:

  1. Indústria vai pleitear política de inovação tecnológica aos presidenciáveis
  2. Mantega diz a empresários que vai tomar novas medidas para conter queda do dólar
  3. Desaceleração da indústria em agosto é resultado de real valorizado, diz IEDI
Autor: Guilherme Barros Tags: ,

sexta-feira, 8 de outubro de 2010 Indicadores, Indústria | 14:53

Em relatório, IEDI diz que dados de agosto sinalizam desaceleração do emprego industrial

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Má notícia para os trabalhadores de chão de fábrica. Em relatório divulgado agora há pouco, o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (IEDI) diz que a alta do emprego industrial de 0,1% em agosto já indica uma “clara tendência de desaceleração de crescimento adicional do emprego na indústria brasileira”.

“O aumento de apenas 0,1% em agosto com relação a julho contrasta com as elevações de 0,4%, 0,5% e 0,3% registradas, respectivamente, em maio, junho e julho”, diz a nota, reforçando que a causa do arrefecimento está no menor ritmo do crescimento industrial ocorrido após o setor produtivo ter experimentado um “tão vertiginoso quanto passageiro aumento de sua produção no primeiro trimestre deste ano”.

Notas relacionadas:

  1. Juro menor pode compensar queda da produção industrial, diz IEDI
  2. Para IEDI, baixa de 0,6% em São Paulo mostra que recuo da produção industrial poderia ter sido menor
  3. Desaceleração da indústria em agosto é resultado de real valorizado, diz IEDI
Autor: Deco Bancillon, de Brasília Tags: , ,

quarta-feira, 6 de outubro de 2010 Indústria | 17:47

Desaceleração da indústria em agosto é resultado de real valorizado, diz IEDI

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A ligeira contração do produto industrial em agosto, de 0,1%, é consequência de fatores como uma maior retração na produção em Estados de menor poder industrial e da valorização do real frente ao dólar, segundo análise do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (IEDI).

Em relatório que acaba de ser concluído, o IEDI diz que, “devido ao câmbio sobrevalorizado e à aguerrida busca por parte de várias economias de mercados externos para suas exportações”, a indústria doméstica vem sofrendo uma forte concorrência dos produtos importados.

“Esta possibilidade é bastante plausível e deve ser acompanhada nos próximos meses”, segue a análise, reforçando que o dado divulgado ontem pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), que mostrou uma queda do faturamento da indústria em agosto, favorece esse argumento.

Notas relacionadas:

  1. Indústria vai sair da crise no começo de 2010, diz IEDI
  2. IEDI prevê alta de 11% da indústria
  3. Câmbio valorizado pode antecipar limite para crescimento econômico do País, diz Iedi
Autor: Deco Bancillon, de Brasília Tags: , , ,

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