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Posts com a Tag Governo

segunda-feira, 21 de novembro de 2011 Política Monetária | 10:10

O desmonte das medidas macroprudenciais

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Está cada vez mais claro que a economia brasileira vai crescer menos neste ano. E isso tem preocupado o governo Dilma Rousseff.

Dados do Banco Central mostraram que, no terceiro trimestre, a economia caiu 0,3% e o governo já admite um crescimento menor do PIB neste ano, entre 3% e 3,5%.

No foco das preocupações está o agravamento da crise da Europa.

Com base nisso, o governo já vem tomando medidas para blindar a economia brasileira.

O processo começou com a queda dos juros, promovida pelo Banco Central, no dia 31 de agosto.

Além disso, medidas macroprudenciais adotadas no fim do ano passado para brecar a economia já começaram a ser revertidas.
A pergunta, agora, é: quais serão os próximos passos do governo?

Das medidas adotadas em dezembro de 2010, ainda restam à autoridade monetária duas opções: reduzir o depósito compulsório e tirar o IOF sobre o crédito.

O Banco Central avalia se deve adotar essas medidas e quando adotá-las.

Ainda há muita cautela por parte da autoridade monetária com relação à inflação.

Outra possibilidade seria retirar o IOF sobre a renda variável, mas essa hipótese é considerada mais difícil, porque o câmbio baixo ainda não acendeu o sinal de alerta para o governo nesta questão.

A única certeza é de que o governo não abrirá mão da meta de superávit primário. O aperto fiscal será mantido e está descartada a possibilidade de um afrouxamento no controle dos gastos.

Vale lembrar que este foi um dos principais fatores que levou a Standard & Poors a melhorar a nota de crédito do Brasil, ontem.

O governo está acompanhando com muita atenção a situação da Europa. O bloco europeu tem duas opções: ou desvaloriza a moeda ou faz um ajuste fiscal significativo.

Na avaliação de um investidor internacional, a desvalorização seria como se você pintasse a sua casa com um pincel. Já o ajuste fiscal seria como manter o pincel fixo e você girar a casa inteira para pintar as paredes.

Ou seja, a segunda opção é quase impossível.

Notas relacionadas:

  1. “O Banco Central brasileiro causa a inflação na China”, disse Delfim em resposta às críticas ao BC
  2. Para equipe econômica, BC age com independência das opiniões internas e externas
  3. Senado aprova projeto que obriga Banco Central a se preocupar com emprego e crescimento econômico
Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

terça-feira, 25 de outubro de 2011 Empresários | 18:01

Governo de Minas lidera missão de empresários de TI à Índia

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O governo do Estado de Minas Gerais enviou uma missão à Índia, chefiada pelo governador Antônio Anastasia.

Os empresários do setor de TI foram entender o processo de crescimento do mercado local.

Segundo Leonardo Feres Menhem, diretor comercial da Concert, a missão teve o objetivo de aproximar as empresas para o projeto BH 2022 (BH como a primeira em TI).

Os empresários passaram pelas cidades de Mumbai, Bangalore e Nova Dehli.

Um dos pontos de visita foi a Nasscon, instituição cujo objetivo é fomentar a área de TI na Índia; e três grandes empresas de TI: Tata Consultancy Services (TCS), Infosys e Wipro.

Notas relacionadas:

  1. Governo escolhe representantes do setor privado para compor conselho consultivo
Autor: Klinger Portella Tags: , , ,

terça-feira, 4 de outubro de 2011 Governo | 18:15

Brasil lança primeira rede social privada com finalidade pública

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Será lançada amanhã, no Brasil, a Myfuncity-Cidades Sustentáveis. A plataforma possibilitará gestão pública por meio da tecnologia digital das redes sociais, permitindo que os cidadãos avaliem a qualidade das cidades a partir de 12 indicadores relacionados ao trânsito, segurança, meio ambiente, bem-estar, saúde e educação.

Segundo Mauro Motoryn, presidente do Myfuncity e um dos idealizadores da rede social, depois do Brasil, o Myfuncity será lançado também nos Estados Unidos e na Europa. “Em todos os países, a ferramenta conta com o apoio do Facebook”, afirma.

Até o final do primeiro semestre de 2012, a plataforma pretende reunir cerca de 10 milhões de usuários no Brasil e 50 milhões de usuários no mundo.

Notas relacionadas:

  1. Anatel discute banda larga pública com operadoras
  2. Para governo, há limite na expansão do comércio com Mercosul
  3. Depois de Vale e Autoridade Pública Olimpíca, o nome de Meirelles surge com força para Furnas
Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

sexta-feira, 23 de setembro de 2011 Governo | 12:37

Agravamento da crise faz Mantega antecipar volta ao Brasil

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O ministro da Fazenda, Guido Mantega, decidiu antecipar sua volta ao Brasil de Washington (EUA), onde participa de reunião anual do FMI e do Banco Mundial, já para esse fim de semana, em razão do agravamento da crise global.

Na manhã de segunda-feira, Mantega vai participar de reunião do conselho político com a presidente Dilma Rousseff.

O ministro está muito preocupado com a crise, e teme que essa turbulência provoque um um congelamento do crédito, como ocorreu em 2008.

Ele já vê sinais de uma desaceleração na China e está receoso com as consequências da crise para o Brasil.

O ministro embarca no sábado à noite em Washington e chega a São Paulo na manhã de domingo. Mantega viaja novamente a Brasília no mesmo dia.

Notas relacionadas:

  1. Mantega volta de férias e discute crise internacional com Dilma
  2. Mantega diz em Lima que países sul-americanos têm de se defender sem protecionismo
  3. “Preocupação é com a demora dos líderes europeus”, diz Mantega
Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

Política | 08:22

FHC diz que elevado custo das campanhas é a principal causa da corrupção

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O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso acaba de postar em seu blog, no site Observador Político, um comentário sobre as recentes manifestações contra corrupção.

Segundo ele, o foco dessas manifestações está equivocado.

Para FHC, a principal causa da “roubalheira” é o elevado custo das campanhas eleitorais.

Em seu post, o ex-presidente manifesta o apoio ao voto distrital, como a melhor forma para combater à corrupção.

FHC tece comentários positivos em relação ao comportamento da presidente Dilma Rousseff em relação à corrupção, e critica o ex-presidente Lula:

“Quando a presidente Dilma reitera não aceitar a corrupção impune (mesmo que as circunstâncias políticas a forcem a fazer novas nomeações duvidosas), isso é melhor do que as permanentes tentativas de minimizar os alegados casos de corrupção, como o fazia e, ainda agora o fez novamente, o ex-presidente Lula, lamentando que os ministros recém demitidos não tivessem ‘casca dura’ suficiente para resistir às pressões da sociedade.”

Segue o post:

“As manifestações contra a corrupção começam, felizmente, a ganhar corpo. Pena que o objetivo proposto pela última delas, no Rio de Janeiro, possa ser enganoso, qual seja, considerar como crime hediondo o delito de corrupção. Não é de agora que a sociedade a cada surto de criminalidade pede isso. Mas, de que adianta aumentar as penas se ninguém é condenado?

Atualmente, além da corrupção como desvio pessoal de conduta, estamos diante de algo muito grave: pouco a pouco se foi montando um sistema político que tem a corrupção como pressuposto e condição para a “governabilidade”. Trata-se, portanto, de uma corrupção institucionalizada. Ela não absolve de culpa pessoal os infratores, utilizem eles ou não os recursos obtidos fraudulentamente para fins eleitorais-partidários ou para enriquecimento pessoal. Freqüentemente, aliás, usam-nos para os dois propósitos. Mas requere medidas corretivas que cheguem às causas (ou pretextos) para a roubalheira: o elevado custo das campanhas eleitorais.

Portanto, o combate à corrupção implica também na tentativa de reduzir tais custos. Esta é uma das razões pelas quais eu apoio decididamente o voto distrital, com todas as dificuldades que possam existir para sua implantação.

Mas isso não basta: é preciso ter maior controle e transparência nos contratos públicos e uma atitude firme de repúdio às práticas desonestas. Por isso, quando a Presidente Dilma reitera não aceitar a corrupção impune (mesmo que as circunstâncias políticas a forcem a fazer novas nomeações duvidosas), isso é melhor do que as permanentes tentativas de minimizar os alegados casos de corrupção como o fazia e ainda agora o fez novamente o ex-presidente Lula, lamentando que os ministros recém demitidos não tivessem “casca dura” suficiente para resistir às pressões da sociedade.

Quando os dirigentes não têm força suficiente para acabar com o sistema distorcido em que vivemos, que ao menos por suas palavras e, mais, pelo exemplo, demonstrem que não são lenientes com o crime da malversação. É o mínimo que se pode esperar de quem tem responsabilidades públicas, esteja ou não no exercício de mandatos”.

Notas relacionadas:

  1. FHC diz que não há ainda definição de candidato
  2. Para FHC, governo não definiu uma maneira de combater à inflação e tem receio do custo político da austeridade
  3. Lula e FHC são os dois mais cobiçados palestrantes para participarem de um mesmo debate
Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

segunda-feira, 25 de julho de 2011 Contas públicas | 14:13

Governo dobra superávit primário no semestre, diz Mantega

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O superávit primário – a economia do governo para pagar os juros da dívida – encerrou o primeiro semestre do ano em R$ 55 bilhões.

A cifra foi divulgada há pouco pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, em almoço com cerca de 400 empresários, em São Paulo, organizado pelo Grupo de Líderes Empresariais (Lide), de João Doria Jr.

O montante é mais que o dobro que o registrado em igual período do ano passado.

Em junho, a economia do governo foi de R$ 10 bilhões, contra menos de R$ 1 bilhão de junho de 2010.

Segundo o ministro, a alta da arrecadação foi puxada pelo Refis.

Mantega assegurou que o governo vai manter o aperto fiscal até o fim do ano e arrancou aplausos da plateia.

Leia também:

Mantega vê marcha da insensatez nos Estados Unidos

Notas relacionadas:

  1. Governo vai cumprir meta do superávit em 2010, diz Mantega
  2. Superávit do governo central fica em R$ 770,2 milhões em julho, ante projeção de R$ 3,5 bilhões do mercado
  3. Mesmo com superávit primário de 2,14% do PIB no ano, BC diz que ainda dá para alcançar meta de 3,3%
Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

segunda-feira, 30 de maio de 2011 Governo, Indicadores | 11:25

Governo vai propor uma agenda de desindexação na economia

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A equipe econômica do governo irá dar partida, nos próximos dias, a um amplo debate sobre uma agenda de desindexação da economia para conter a alta da inflação.

O diagnóstico do governo é de que, ao contrário do que acontece no resto do mundo, a indexação de preços é ainda um fator de forte realimentação da inflação no Brasil, apesar de o País já conviver com a estabilidade inflacionária desde a adoção do Plano Real, em 1994.

Agora, por exemplo, num momento em que não há mais choque de oferta e a demanda está em processo de desaceleração, a grande preocupação da equipe econômica é com o contágio da inflação por meio da indexação de preços principalmente na área de serviços.

Como a inflação já está dando sinais de uma desaceleração mais forte do que se previa, o governo já começa a pensar em iniciar esse debate na economia nos próximos dias, já que só faz sentido propor uma agenda de desindexação quando os índices de preço dão uma trégua.

Num ambiente de inflação alta, é difícil se propor mudanças nesse sentido.

A ideia do governo é não mexer em contratos e tampouco no salário mínimo, mas propor mais liberdade nas negociações de salários e de aluguéis, por exemplo.

Notas relacionadas:

  1. Governo estuda medidas para frear economia e conter alta da inflação
  2. Desempenho da economia internacional puxou inflação para baixo no Brasil, diz FGV
  3. Mantega diz que sua proposta não prevê expurgo no índice da meta de inflação
Autor: Guilherme Barros Tags: ,

segunda-feira, 16 de maio de 2011 Empresas | 05:42

Fórum Permanente em Defesa do Empreendedor protesta contra possível volta da CPMF

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O Fórum Permanente em Defesa do Empreendedor, grupo que reúne entidades do segmento produtivo nacional, entre elas a Associação Comercial de São Paulo, Alshop, Fecomercio, Fiesp e OAB, vem se mobilizando em protesto contra os estudos do governo para substituir parte dos encargos sociais sobre a folha de pagamento das empresas pela criação de uma contribuição sobre a movimentação financeira, como era a CPMF.

“Tenha a denominação ou sigla que tiver, de forma alguma vamos admitir a volta de um tributo que milhões de brasileiros repudiaram”, afirma José Chapina Alcazar, coordenador do Fórum e presidente do Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e de Assessoramento no Estado de São Paulo (Sescon-SP).

“Defendemos a desoneração da folha, além da diminuição e simplificação da carga tributária brasileira, mas não aceitamos que para isso ocorra  uma permuta tributária”.

Notas relacionadas:

  1. Após crise, empresários brasileiros acreditam em maior participação dos governos na economia
  2. Empresas têm novo prazo para declaração do SPED Contábil
  3. Para sindicato, recriação da CPMF será um retrocesso
Autor: Mariana Sant'Anna Tags: , ,

sábado, 26 de março de 2011 Empresas, Indústria | 15:40

Japoneses da Mitsui adotaram neutralidade sobre saída de Agnelli

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Desde o início das discussões sobre uma possível saída de Roger Agnelli da presidência da Vale, no fim do ano passado, os japoneses da Mitsui se mantiveram neutros nos debates, enquanto o Bradesco permanecia dividido com relação à proposta do governo.

Ainda que o banco não optasse pela saída de Agnelli, o governo já teria votação suficiente entre os acionistas para trocar o presidente da mineradora, já que os japoneses não ofereceriam resistência à proposta.

Ainda assim, a ideia do governo sempre foi a busca pelo consenso nas negociações.

Notas relacionadas:

  1. Crescem rumores da saída de Agnelli na própria Vale
  2. Agnelli nega ter vazado conversa do governo com o Bradesco sobre sua saída
  3. Vazamento da conversa do governo com o Bradesco foi fatal para Agnelli
Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

sábado, 29 de janeiro de 2011 Governo | 13:44

Depois de Vale e Autoridade Pública Olimpíca, o nome de Meirelles surge com força para Furnas

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O martelo já estava praticamente batido para Henrique Meirelles assumir o comando da Autoridade Pública Olímpica ou a presidência da Vale, no caso de Roger Agnelli deixar o cargo, mas surgiu uma terceira hipótese.

O governo começou a estudar, nas últimas horas, a possibilidade de indicar  Meirelles para a presidência de Furnas, como uma espécie de missão para contornar a disputa pelo cargo entre peemedebistas e petistas.

Dilma Rousseff já decidiu que quer um nome acima de qualquer suspeita para a presidência de Furnas, um ”nomão”, e, diante disso, começou a se cogitar a indicação do ex-presidente do BC.

Meirelles é filiado ao PMDB e tem trânsito junto a figuras chaves do PT, como o ministro Antônio Palocci.

A ideia é de Meirelles ficar um ano a frente de Furnas para depois ser transferido para a Autoridade Pública Olimpíca ou a Vale.

O que é certo é que Meirelles deve mesmo voltar para o Governo numa posição de destaque no Rio de Janeiro. O acerto já tinha sido costurado bem lá atrás, durante a campanha presidencial, entre ele, Dilma e o ex-presidente Lula.

Meirelles ainda não bateu o martelo, até porque ele também tem propostas bastante atraentes para voltar ao setor privado.

Notas relacionadas:

  1. Meirelles se mostra disposto a continuar no BC até o fim de governo
  2. Nome de sucessor pode prender Meirelles ao BC
  3. Dilma não vai convidar Meirelles, e novo presidente do BC deve continuar com status de ministro
Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

terça-feira, 21 de dezembro de 2010 Governo | 19:28

Lobão assume Minas e Energia no dia três de janeiro

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Edison Lobão reassume no próximo dia três o Ministério das Minas e Energia.

A transmissão do cargo do atual ministro, Márcio Zimmermann, para Lobão será no auditório do próprio MME.

Notas relacionadas:

  1. Alexandre Padilha pode assumir Ministério da Saúde
  2. PMDB rejeita proposta de Dilma para ministério
  3. Dilma define hoje ministro dos Esportes
Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010 Governo | 12:36

Dilma define hoje ministro dos Esportes

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A presidente eleita Dilma Rousseff está reunida neste momento com a cúpula do PCdoB para definir quem irá assumir o Ministério dos Esportes.

Dois nomes estão no páreo. Um deles é do próprio Orlando Silva, atual ministro, e o outro é o da deputada federal eleita e ex-prefeita de Olinda, Luciana Santos.

Pesa a favor de Luciana Santos o fato de ela ser mulher.

Notas relacionadas:

  1. Para ministro, redução das desigualdades foi em razão do aumento da renda, e não do Bolsa Família
  2. Para aprimorar relação com o governo, IDV planeja abrir escritório em Brasília
  3. Troca de comando na Justiça agrada empresas de análise de crédito
Autor: Guilherme Barros Tags:

terça-feira, 14 de dezembro de 2010 Sem categoria | 21:07

Nelson Barbosa será o número dois da Fazenda

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O economista Nelson Barbosa será o secretário executivo do Ministério da Fazenda no governo Dilma Rouseff.

Ele aceitou hoje convite do ministro da Fazenda, Guido Mantega, para ser o número dois do Ministério. Ele entra no lugar de Nelson Machado, que deixa o governo.

Nelson Barbosa ocupava a secretaria de Política Econômica da Fazenda até ter se licenciado do cargo para trabalhar na campanha de Dilma Rousseff.

Economista da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Barbosa teve uma participação muito importante na equipe de Mantega durante a crise econômica de 2008. Os dois foram os principais responsáveis pela elaboração das medidas que fizeram com que o País não sofresse tanto os efeitos do tsunami.

O anúncio, a ser feito amanhã pela Fazenda, deve ser bem recebido pelo mercado.

Marcio Holland, economista da FGV de São Paulo, deverá ser o secretário de Política Econômica.

Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

segunda-feira, 27 de setembro de 2010 Governo | 16:07

Ministério da Justiça terá departamento inteiro chefiado apenas por mulheres

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Ricardo Morishita (Foto: Agência Brasil)

A Secretaria de Defesa Econômica (SDE), departamento do Ministério da Justiça que cuida da defesa da concorrência e dos direitos do consumidor, terá seu comando formado apenas por mulheres.

Com a saída de Ricardo Morishita da chefia do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC) e a sua substituição já em andamento pela coordenadora do Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor (Sindec), Juliana Pereira da Silva, agora, os três mais importantes cargos da secretaria serão exercidos apenas por mulheres.

Juliana será chefiada diretamente pela titular da SDE, Mariana Tavares Araújo. O terceiro posto-chave da secretaria é ocupado por Ana Paula Martinez, que chefia o Departamento de Promoção e Defesa Econômica (DPDE), que cuida dos casos de investigação a cartéis.

A mudança no quadro de chefia se deu após a decisão de Morishita de se dedicar à carreira acadêmica e à família, após quase oito anos no governo. Conforme circula no Ministério, a saída de Morishita já havia sido cogitada em janeiro, mas só foi sacramentada há uma semana, já com a publicação da sua exoneração no Diário Oficial da União.

Notas relacionadas:

  1. Cade vive corrida eleitoral em meio a disputas entre Justiça e Fazenda
  2. Mudança deixa assuntos importantes em compasso de espera
  3. Troca de comando na Justiça agrada empresas de análise de crédito
Autor: Deco Bancillon, de Brasília Tags: , , ,

Empresas, Governo | 16:06

Troca de comando na Justiça agrada empresas de análise de crédito

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A saída de Ricardo Morishita do comando do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC) deixou muita gente animada no meio empresarial. A expectativa é que, com Morishita fora de combate, discussões que pareciam empacadas no governo possam caminhar novamente, como é o caso do chamado Cadastro Positivo.

Desde o início do ano as discussões entre governo e empresas de análise de crédito têm ficado sem solução prática. O motivo, segundo dizem os empresários, era a atuação de Morishita à frente do DPDC, já que o objetivo principal da secretaria é defender o consumidor.

“Ele emperra tudo”, disse ao IG, em junho, um interlocutor de uma das maiores empresas de análise de crédito do País. “Tudo o que a gente defende, ele contesta. Foi preciso o ministro (da Justiça, Luiz Paulo Barreto) dizer que iria estudar ele próprio o processo para que ficássemos um pouco mais tranqüilos”, contou.

Notas relacionadas:

  1. Cade vive corrida eleitoral em meio a disputas entre Justiça e Fazenda
  2. Ministério da Justiça avalia proposta que endurece regras do cadastro positivo
  3. Mudança deixa assuntos importantes em compasso de espera
Autor: Deco Bancillon, de Brasília Tags: , , ,

Governo | 16:05

Mudança deixa assuntos importantes em compasso de espera

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Até que Juliana Pereira da Silva se inteire dos assuntos que eram tratados diretamente pelo então diretor do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), boa parte das discussões que eram tocadas pelo órgão deve ficar em compasso de espera, conforme explicou uma fonte do governo.

Nessa lista estão desde a formulação do chamado cadastro positivo, atualmente em discussão no Congresso, até o acompanhamento do conjunto de normas que Ministério da Justiça e Banco Central (BC) preparam para regular o mercado de cartões de crédito.

Outras questões que também eram tocadas diretamente por Morishita estão paradas no governo, como o posicionamento dos Procons perante as operadoras de telefonia celular. Antes de sair do governo, Morishita costurava uma reunião com os representantes do Procons, para tratar de uma ofensiva às operadoras que se recusarem a trocar aparelhos com defeito.

Uma outra ação de destaque da secretaria que está prestes a sair é que trata do balanço das reclamações fundamentadas por setores, espécie de banco de dados que o Ministério da Justiça prepara que irá reunir as reclamações feitas pelo consumidor aos mais diversos setores da economia.

Conforme disse uma fonte, a idéia é que, até no máximo no início de dezembro, o material seja divulgado pelo governo.

Notas relacionadas:

  1. Cade vive corrida eleitoral em meio a disputas entre Justiça e Fazenda
  2. SDE e Cade lançam cartilha sobre defesa da concorrência no Judiciário
  3. Ministério da Justiça avalia proposta que endurece regras do cadastro positivo
Autor: Deco Bancillon, de Brasília Tags: , , ,

terça-feira, 14 de setembro de 2010 Empresários | 18:43

Governo escolhe representantes do setor privado para compor conselho consultivo

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Sem fazer alarde, os ministros integrantes da Câmara de Comércio Exterior (Camex) divulgaram agora há pouco nota conjunta em que revelam os nomes dos executivos do empresariado integrantes do Conselho Consultivo do Setor Privado (Conex).

Dos 20 nomes aprovados em junho de 2008, apenas cinco tiveram seus mandatos renovados. São eles: Elizabeth Maria Barbosa (Bracelpa), Marcos Jank (Única), Marcelo Odebrecht (Odebrecht), Maria da Glória Rodrigues Câmara (Emplaex) e Roger Agnelli (Vale).

Dos nomes novos, destaque para Aldemir Bendine (Banco do Brasil), Bernardo Gradin (Abiquim/Braskem), Robson Andrade (CNI) e o ex-ministro Pedro Parente (Bunge).

Autor: Deco Bancillon, de Brasília Tags: , , ,

quarta-feira, 1 de setembro de 2010 Eleições | 11:44

Meirelles e Gabrielli são nomes certos no governo Dilma

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Henrique Meirelles (Foto: Greg Salibian/iG)

A candidata Dilma Rousseff já começou a discutir com assessores mais próximos a formação de seu governo, caso vença as eleições. 

Independentemente do cargo que venha a ocupar, Henrique Meirelles fará parte do eventual governo Dilma, mesmo se não for à frente do Banco Central. 

Outro que é tido como pule de dez é o atual presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, nome muito próximo à candidata. 

Luciano Coutinho é um dos mais cotados para o Ministério da Fazenda. 

Se depender do presidente Lula, no entanto, Dilma não deveria mudar nada na economia pelo menos num primeiro momento. 

Lula tem dito a alguns interlocutores que ela deveria manter, pelo menos no início do governo, a dobradinha Guido Mantega na Fazenda e Henrique Meirelles no Banco Central. 

Essa hipótese, no entanto, é considerada bastante improvável. Dilma deve optar por escolher seu próprio time na economia. 

E Antonio Palocci, designado por Lula para ser o principal conselheiro de Dilma? Segundo fontes próximas à candidata, Palocci deverá mesmo ocupar a Casa Civil e ainda indicar Paulo Bernardo para outra pasta.

Notas relacionadas:

  1. Meirelles se mostra disposto a continuar no BC até o fim de governo
  2. Até Dilma pergunta a Lula sobre futuro de Meirelles
  3. Governo já dá como certa a permanência de Meirelles
Autor: Guilherme Barros Tags: ,

segunda-feira, 30 de agosto de 2010 Governo, Política Externa | 15:45

Para governo, há limite na expansão do comércio com Mercosul

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Principal parceiro comercial de países como Argentina, Paraguai e Uruguai, o Brasil vê um limite para a expansão intrabloco no Mercosul, conforme avalia o diretor do Departamento de Planejamento e Desenvolvimento de Comércio Exterior, Fábio Martins Faria.

“Há um certo limite para expansão do comércio intrabloco, e estamos atentos a isso”, diz Faria, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). “Hoje, o Brasil é o principal parceiro comercial de todos os países do Mercosul, portanto temos que pensar em formas de avançar em outros países de fora do bloco.”

O Brasil obtém, tradicionalmente, superávit no comércio bilateral com todos os países do Mercosul. Em 2010, além de exportar mais, o País também aumentou suas importações do bloco, em decorrência da retomada do crescimento econômico.

Os destaques dessa relação foram a Argentina, que consumiu US$ 9,4 bilhões em produtos brasileiros, e o Paraguai, com importações de US$ 1,4 bilhões, até julho. Em 2009, as exportações para Argentina e Paraguai foram, respectivamente, de US$ 5,9 bilhões e US$ 844 milhões.

O Uruguai, terceiro país de destino das exportações brasileiras no Mercosul, aumentou suas importações de produtos brasileiros em pouco mais de US$ 115 milhões, de US$ 706,1 milhões para US$ 821,7 milhões, até julho.

Notas relacionadas:

  1. Brasil recebe proposta da União Europeia para acordo com o Mercosul
  2. Lula participa na terça de última reunião do Mercosul como presidente
  3. Venezuela mostra pouco interesse pelo Mercosul
Autor: Deco Bancillon, de Brasília Tags: , ,

Governo, Indústria | 14:23

Governo estuda política de incentivos às autopeças

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O setor de autopeças brasileiro deverá ser um dos beneficiados da segunda fase da Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP) que está sendo elaborada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (Mdic). A inclusão do segmento na formulação da nova política ocorre principalmente pelo aumento das importações de componentes automotivos, que deve resultar em um déficit superior a US$ 4 bilhões em 2010.

Por isso, governo e autopeças têm conversado sobre como manter a participação da indústria nacional e ao mesmo tempo ampliar a competitividade em relação a outros países. A informação foi dada hoje pelo diretor do Mdic, Paulo Bedran, durante seminário promovido pela SAE, entidade que reúne engenheiros da indústria automobilística. “O governo entende que não se pode uma indústria automobilística forte sem um setor de autopeças compatível”, completou Bedran.

Paulo Butori, presidente do Sindipeças, afirmou que o País conta com cerca de 400 pequenas indústrias com potencial para serem incluídas na nova PDP. O maior problema destas empresas, segundo ele, está relacionado a dívidas fiscais e tributárias. Assim, o governo e o setor estudam selecionar ativos considerados saudáveis para estimular investimentos em inovação e ganho de produtividade.

Uma das possibilidades seria a formação de cooperativas com ativos considerados “saudáveis”. Essas contariam incentivos do BNDES. Já os ativos comprometidos, disse o presidente do Sindipeças, continuariam com os empresários.

A primeira fase da PDP vai até o fim deste ano. Uma segunda etapa entraria em vigor a partir de 2011.

Notas relacionadas:

  1. Fazenda e Desenvolvimento vão discutir alíquota de importação de autopeças
  2. Governo vai alterar redutor de alíquota de importação para autopeças, hoje em 40%
  3. Queda de braço entre montadoras e autopeças pode aumentar preço do carro
Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

segunda-feira, 23 de agosto de 2010 Governo | 19:47

Governo marca encontro em Brasília para discutir políticas públicas na pesca

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Acontece em Brasília, nos dias 1° e 2 de setembro, o I Encontro Nacional da Pesca Amadora, promovido pelo Ministério da Pesca e Aquicultura. A intenção é debater as atuais e avançar nas futuras políticas públicas em relação ao setor pesqueiro brasileiro.

Para o evento o governo federal quer reunir delegações federais e estaduais de pescadores amadores e profissionais, setor hoteleiro, guias de pesca, comerciantes de equipamentos de pesca, fabricantes de produtos de pesca e pesquisadores.

A modalidade de pesca amadora tem praticantes mais voltados ao esporte e lazer, mas a movimentação de pessoas em torno do segmento representa uma face econômica que interessa ao governo.

Já confirmaram presença no evento os ministros Altemir Gregolin, da Pesca, e Paulo Barreto, do Turismo, além de superintendentes federais de pesca e aqüicultura e representantes de órgãos estaduais e municipais.

Notas relacionadas:

  1. Orçamento dificulta atrações internacionais em festa de Brasília
  2. Para ministro, redução das desigualdades foi em razão do aumento da renda, e não do Bolsa Família
  3. Para aprimorar relação com o governo, IDV planeja abrir escritório em Brasília
Autor: Cristiano Zaia, de Brasília Tags: , , ,

quinta-feira, 22 de julho de 2010 Governo, Indústria | 16:45

Para aprimorar relação com o governo, IDV planeja abrir escritório em Brasília

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Empresários do Instituto para o Desenvolvimento do Varejo (IDV) preparam para 2011 a abertura de uma unidade de representação em Brasília, que irá focar diretamente o acompanhamento de temas ligados ao setor em discussão no Congresso e no governo.

Segundo antecipou a diretora executiva do IDV, Fabíola Xavier, a ideia é que a repartição concentre esforços em questões trabalhistas e tributárias, motivo de maior preocupação para os empresários do varejo. “Temos que estar por perto para saber o que está acontecendo em Brasília. Muita coisa que se discute na cidade é do nosso interesse”, avaliou a executiva.

Ainda este ano, o IDV vai intensificar sua agenda de compromissos na Capital Federal, deslocando, sempre que necessário, um representante da instituição à cidade para acompanhar o andamento de projetos e decisões no âmbito de ministérios.

Notas relacionadas:

  1. Governo vai definir ocupação de agente de crédito
  2. Orçamento dificulta atrações internacionais em festa de Brasília
  3. Governo prioriza qualificação por setores em lugar das demandas regionais em 2010
Autor: Deco Bancillon, de Brasília Tags: , , , ,

quinta-feira, 15 de julho de 2010 Governo | 17:50

Para ministro, redução das desigualdades foi em razão do aumento da renda, e não do Bolsa Família

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A redução das desigualdades no País está mais ligada ao aumento da renda do brasileiro do que às transferências de benefícios de programas sociais como o Bolsa Famíia. A afirmação é ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, que disse ter percebido uma revolução social no Brasil nos últimos anos.

“A base da pirâmide social está ganhando mais, e isso tem se refletido em maior redução das desigualdades no País”, contou o ministro, durante entrevista ao IG. Para Lupi, a política de valorização do salário mínimo acima da inflação adotada pelo governo Luiz Inácio Lula da Silva é a grande protagonista da melhora das condições de emprego e renda que o País vive atualmente.

“O Brasil vive um momento mágico, e isso se deu com geração de empregos e aumento de renda, o que é ótimo principalmente para as classes mais baixas”, assinalou o ministro.

Guilherme Barros, Deco Bancillon e Cristiano Zaia

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sexta-feira, 9 de julho de 2010 Eleições | 08:00

PDT quer representatividade maior em possível governo Dilma

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O ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, disse, em entrevista ao IG, que o Partido Democrático Trabalhista (PDT), do qual faz parte, irá brigar por mais cadeiras em um possível governo da candidata do PT ao Planalto, Dilma Rousseff.
 
Para Lupi, a participação das legendas que vão compor o governo em caso de vitória tem de ser proporcional à representatividade de cada partido no cenário político. “O que define a importância do partido é o voto”, disse.
 
O ministro do Trabalho e Emprego disse que o partido espera eleger entre 40 e 45 deputados em outubro, praticamente dobrando o número de cadeiras que ocupa hoje na Câmara, com 24 assentos.
 
O ministro ainda lembra que, atualmente, apenas seis parlamentares ostentam a bandeira do partido no Senado, dos quais quatro tentarão a reeleição: Cristovam Buarque (DF), Jefferson Praia (AM), Waldez Góes (AP) e Dagoberto Nogueira (MS). Os dois restantes seguirão outros rumos políticos. Enquanto Patrícia Saboya (CE) deve disputar uma vaga de deputada estadual, Osmar Dias (PR) almeja o cargo de governador.
 
Perguntado sobre a possibilidade de exercer mais um cargo em caso de vitória da candidata do PT, Lupi afirmou que sua missão no governo chega ao fim em dezembro.

Deco Bancillon e Cristiano Zaia, de Brasília

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quinta-feira, 24 de junho de 2010 Construção, Eleições | 17:31

SindusCon-SP lança propostas ao próximo governo estadual

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O SindusCon-SP lançou hoje um elenco de propostas para o próximo governo paulista. Elas estão reunidas no  documento “Construção Civil e Desenvolvimento Sustentável no Estado de São Paulo”, já disponível a todos os candidatos a governador.

O documento foi entregue hoje ao deputado federal José Anibal, coordenador do programa da campanha de Geraldo Alckmin ao governo do Estado.

O presidente do sindicato, Sergio Watanabe, coordenou o encontro.

O documento traz propostas para quatro áreas do próximo governo estadual: política habitacional, infraestrutura, construção sustentável e qualificação.

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quarta-feira, 31 de março de 2010 Governo | 10:41

Chefe de gabinete vai suceder Hélio Costa

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O martelo já foi batido: José Artur Filiardi Leite será o sucessor de Hélio Costa no Ministério das Comunicações.
 
Filiardi é o chefe de gabinete de Hélio Costa.
 
Lula tinha pedido outras opções ao PMDB, mas nenhum nome apresentado atendia ao perfil traçado pelo presidente.

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  1. Anatel discute banda larga pública com operadoras
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terça-feira, 2 de fevereiro de 2010 Empresas | 15:10

Líderes empresariais devem reconstruir relações com o governo para se recuperar da recessão, diz BCG

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Os líderes empresariais precisam construir relações mais fortes com políticos e autoridades, num momento em que os governos lutam para reafirmar seu poder e influência sobre o mundo corporativo, defende a consultoria The Boston Consulting Group (BCG).

A BCG está lançando o livro Accelerating Out of the Great Recession: How to Win in a Slow-Growth Economy (inédito no Brasil), que identifica as estratégias que as empresas devem empregar para evitar a “grande recessão”.

Para os autores David Rhodes e Daniel Stelter, sócios seniores do BCG, os líderes empresariais terão de influenciar mais a política do governo, prever e se beneficiar dos planos de gastos e ajudar a moldar as visões do governo em termos de regulamentação.

“No futuro, as decisões dos líderes não serão baseadas apenas em critérios comerciais. Terão de levar em conta o que o governo quer, ou, em alguns casos, exige”, diz David Rhodes.

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  1. Momento é favorável para fusões e aquisições, diz BCG
  2. Após crise, empresários brasileiros acreditam em maior participação dos governos na economia
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terça-feira, 12 de janeiro de 2010 Empresas | 10:00

Após crise, empresários brasileiros acreditam em maior participação dos governos na economia

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Uma pesquisa feita pela Deloitte mostrou que 55% das empresas consultadas acreditam que, na próxima década, vai aumentar a participação dos governos na economia. Essa conclusão é uma conseqüência da crise financeira global, segundo avalia o sócio na área financeira da consultoria, José Paulo Rocha.

“Os países com maior presença do Estado no sistema financeiro, como o Brasil, tiveram menor dificuldade para sair da crise, e o mercado acabou interpretando que essa seria uma condição de prevenir crises”, avalia Rocha.

“As empresas ainda estavam sentindo os efeitos da crise quando foram entrevistadas, entre outubro e novembro”, afirma.

A pesquisa Panorama Empresarial 2010 foi feita com 573 empresas, de diversos portes e áreas de atuação, que representam 15,5% do PIB brasileiro.

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terça-feira, 27 de outubro de 2009 Governo | 12:04

Anatel discute banda larga pública com operadoras

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A Anatel se reúne amanhã em Brasília com técnicos das operadoras de telefonia para discutir o projeto da banda larga pública. O governo quer atingir, até 2014, ano da Copa, 30 milhões de acessos na banda larga fixa e 60 milhões na banda larga móvel. Hoje, são ao todo 15 milhões de acessos: nove milhões na banda larga fixa e seis na móvel. As operadoras consideram a meta muito ambiciosa e defendem algumas medidas para atingirem essa meta. Entre elas, desoneração tributária e compartilhamento de infraestrutura.

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