Goldman Sachs | Guilherme Barros

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sexta-feira, 30 de setembro de 2011 Finanças | 06:00

Brasil esta preparado para lidar com a crise, diz Goldman Sachs

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O Brasil está preparado para lidar com crises, mas precisa promover reformas para incentivar a produtividade e o crescimento do PIB. É o que avalia um relatório do banco Goldman Sachs sobre a economia na América Latina.

Segundo o Goldman Sachs, as contas internas e fiscais brasileiras estão em forma razoavelmente boa; o sitema bancário é forte; as reservas são altas; e há um empenho para implementar medidas anticlíclicas, o que faz com que o País possa sair bem de choques financeiros internacionais. Além disso, o banco destaca que a equipe econômica tem experiência em lidar com crises.

“A administração de Dilma Rousseff provavelmente vai adotar medidas anticíclicas como as de 2008. Porém eles devem ser mais proativos, talvez sendo mais agressivos nas políticas setoriais”, diz o relatório do Goldman Sachs.

“Acreditamos que as autoridades deveriam implantar ambiciosas reformas estruturais com o objetivo de aumentar a produtividade e o crescimento real do PIB, e fazendo com que a economia se torne mais resiliente aos ciclos econômicos globais no futuro”, diz o texto.

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Autor: Guilherme Barros Tags: ,

segunda-feira, 11 de julho de 2011 Finanças | 14:48

Não há risco de bolha de crédito no Brasil, diz Jim O’Neill

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Apesar dos alertas na imprensa internacional, o Brasil está longe do risco de uma bolha de crédito.

A análise é do chefe de pesquisa em economia global do Goldman Sachs, Jim O’Neill, criador do termo Brics.

Na semana passada, o tradicional jornal britânico Financial Times publicou uma série de reportagens alertando sobre riscos de uma bolha de crédito no País.

O’Neill acredita que o receio de investidores internacionais sobre o tema é infundado. “Eu não acho que eles olham com uma proximidade suficiente ou com a perspectiva necessária para essa conclusão”, disse ao iG.

Segundo o economista, no cenário interno, o Brasil não precisa se preocupar com os riscos de uma bolha.

Ele acredita que o foco de preocupação do governo deve seguir na inflação.

“É fundamental que o Brasil continue focado em manter a inflação sob controle. É absolutamente vital”, completou.

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Autor: Klinger Portella Tags: , ,

segunda-feira, 3 de maio de 2010 Indicadores | 16:20

Goldman Sachs prevê crescimento de 7,5% do PIB em 2010

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As estimativas de crescimento para o Brasil este ano não param de ser revistas.

Agora é a vez do Goldman Sachs, que está prevendo um índice de crescimento de 7,5% para o País em 2010. Só para o primeiro trimestre, a previsão é de 2,2% – antes, era de 1,5%.

Segundo o economista Paulo Leme, diretor do Goldman Sachs para os países emergentes, esse crescimento explosivo se deve, em grande parte, às ações promovidas pelo governo após a crise.

Entre elas, citou a injeção de estímulo fiscal com maiores gastos do governo, o crescimento vertiginoso do crédito dos bancos públicos, a adoção de uma política monetária mais frouxa com a queda da taxa de juros, o aumento do salário mínimo e a redução temporária do IPI.

Tudo isso provocou uma explosão de consumo no país e que gerou esse crescimento vertiginoso da economia.

A má notícia é o aumento da inflação. A inflação oficial media pelo IPCA, segundo o GS, deverá atingir este ano a marca de 6,2%, ligeiramente abaixo do topo da meta, que é de 6,5%.

Em razão disso, o Banco Central, na opinião de Paulo Leme, terá de adotar uma política mais restritiva.

A sua previsão é de um aumento de 4,5 ponto percentual nos juros, o que fará com que a taxa básica feche o ano em 13,25%.

“O crescimento é espetacular, mas será preciso dar uma esfriada na economia”, diz Leme.

Autor: Guilherme Barros Tags:

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010 Indústria | 15:09

CSN muda de banco na reta final da disputa pela Cimpor

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Na reta final da disputa pela Cimpor, a CSN trocou o banco que está intermediando a Oferta Pública de Aquisição (OPA).

Saiu o português Banco Espírito Santo e entrou o Goldman Sachs.

Para parte do mercado, a troca não foi vantajosa por conta da influência que o BES tem em Portugal.

O prazo para os acionistas da Cimpor responderem se aceitam a oferta da CSN foi prorrogado para a próxima segunda-feira.

O Banco Espírito Santo nega a saída da operação.

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Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,