Delfim Netto | Guilherme Barros

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Posts com a Tag Delfim Netto

quinta-feira, 24 de novembro de 2011 Educação | 19:39

Delfim Netto lança livro sobre teoria econômica e problemas brasileiros

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Os professores Antonio Delfim Netto, Pedro Garcia Duarte, Simão D. Silber e Joaquim J.M. Guilhoto, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP, lançam na próxima segunda-feira, na Livraria Saraiva do Shopping Iguatemi, em São Paulo, o livro O Brasil e a Ciência Econômica em Debate, coletânea de artigos dividida em dois volumes.

Coordenada por Antonio Delfim Netto, e escrita por renomado grupo de professores, a obra publicada pela Saraiva apresenta o que há de mais atualizado na pesquisa em economia, além de discutir os principais problemas do país.

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segunda-feira, 12 de setembro de 2011 Governo | 10:53

Quem não estiver confuso está mal informado, diz Delfim Netto sobre a economia mundial

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Essa crise é uma repetição da crise de 1929, o que mostra claramente que o sistema financeiro, uma vez desimpedido e desregulado, produz sempre os mesmos efeitos. A análise é do ex-ministro da Fazenda Antônio Delfim Netto.

Em entrevista à revista Conjuntura Econômica de setembro, Delfim traça um panorama atual da economia mundial. “Quem não estiver confuso está mal informado”, afirmou.

Segundo ele, a recessão atual não teria se instalado caso o Fed (Banco Central americano), o Banco Central da Inglaterra e o BC europeu soubessem o que estavam fazendo.

“Os derivativos podem estimular uma melhoria de funcionamento do sistema, mas também podem se tornar armas de destruição em massa, porque os bancos centrais — na verdade, os governos — não conseguiram entender aonde eles iriam nos levar”, disse à revista.

O ex-ministro afirmou ainda que as inovações “não são más”. “Elas foram mal usadas. Isso tende a mudar.”

Notas relacionadas:

  1. Lucro do BB foi uma lição para os bancos privados, diz Delfim
  2. Para os falcões, a carne nunca é suficiente, diz Delfim
  3. “O Banco Central brasileiro causa a inflação na China”, disse Delfim em resposta às críticas ao BC
Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

terça-feira, 30 de agosto de 2011 Contas públicas | 11:10

Brasil está se diferenciando dos demais na crise, diz Delfim Netto

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Delfim Netto (Foto: Agência Brasil)

Para o ex-ministro da Fazenda Antônio Delfim Netto, o anúncio do governo de elevar o superávit primário é uma demonstração de que a presidenta Dilma Rousseff está “determinada em fazer uma política fiscal preocupada com o longo prazo”.

Delfim pontuou, ainda, que a medida tem o objetivo de dar musculatura ao Banco Central para baixar juros.

O economista, por outro lado, não diz dizer se a autoridade monetária iniciará o movimento de redução da Selic já na reunião desta semana, que começou hoje e segue até amanhã.

Delfim diz que o objetivo da medida é reduzir os juros “em breve”.

O ex-ministro afirmou que a elevação do superávit é um recado para a sociedade brasileira de que “o Brasil está se diferenciando dos demais países nesta crise”.

Enquanto o mundo despenca nas contas públicas, o Brasil está reforçando sua política fiscal.

Notas relacionadas:

  1. Mesmo com superávit primário de 2,14% do PIB no ano, BC diz que ainda dá para alcançar meta de 3,3%
  2. Objetivo do ajuste fiscal é abrir espaço para baixar juros
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terça-feira, 19 de abril de 2011 Finanças, Governo, Política Monetária | 18:25

“O Banco Central brasileiro causa a inflação na China”, disse Delfim em resposta às críticas ao BC

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Delfim Netto (Foto: Agência Brasil)

O ex-ministro Delfim Netto considera injustificáveis as críticas que o Banco Central brasileiro vem sofrendo nos últimos dias pelas medidas que vem tomando para combater à inflação.
 
Na opinião de Delfim, o BC está agindo corretamente, sem pressa e não está inventando nada. 
 
Para o ex-ministro, amanhã, o Copom deve decidir um novo aumento da taxa básica de juros de 0,25 ponto percentual, o que também deverá ser alvo de críticas, já que uma boa parte do mercado defende uma alta maior.
 
Segundo Delfim, existe hoje um cabo de guerra entre dois grupos.
 
Um grupo acha que o BC está tomando as medidas corretas e só está esperando um tempo para as medidas surtirem efeito, e outro acha que o Brasil quebrou, que a política está errada e que a situação fiscal do país é um desastre.
 
O que Delfim recomenda é que se dê tempo ao tempo para o Banco Central.
 
Hoje, ninguém tem condições de dizer se as medidas tomadas até agora farão ou não efeito sobre a inflação.
 
O ex-ministro diz ainda que não se deve esquecer que a inflação hoje é um problema mundial.
 
“Já começo a achar que o Banco Central brasileiro está causando a inflação na China”, ironizou Delfim.

Notas relacionadas:

  1. Lucro do BB foi uma lição para os bancos privados, diz Delfim
  2. Para os falcões, a carne nunca é suficiente, diz Delfim
  3. Apesar do Focus, BC garante que a inflação atinge o centro da meta de 4,5% em 2012
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quarta-feira, 6 de abril de 2011 Governo | 11:09

Governo não tem definição se vai ou não mexer no câmbio para barrar a queda do dólar

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O grande debate no governo hoje é se devem ou não ser adotadas medidas para frear a queda dólar na economia.

Nos últimos dias, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, tem dado declarações a favor da adoção de medidas para conter esse processo, mas também não se esperava que ele dissesse o contrário.

Ontem, Luciano Coutinho, presidente do BNDES, também defendeu medidas nesse sentido.

Na verdade, o governo já vem adotando medidas no câmbio há pelo menos um ano, mas não tem obtido êxito. No curto prazo, até consegue um alívio, mas, logo depois, o dólar volta a despencar.

O Chile tentou adotar medidas mais severas para evitar a sobreapreciação da sua moeda, como ocorre no Brasil, mas não conseguiu. E, agora, parece ter desistido de vez de segurar o câmbio. A prioridade passou a ser a inflação. O custo no Chile pode ser o presidente do BC de lá não ter seu mandato renovado neste ano.

Diante da brutal liquidez hoje no mundo, países como Brasil, que têm juros altos e está com sua economia equilibrada, se tornam alvos principais desse dinheirão que percorre o planeta em busca de boas oportunidades.

Há muito pouco a se fazer numa economia com o câmbio flutuante.

O Banco Central e setores importantes da Fazenda defendem a tese de que, agora, a prioridade tem que ser mesmo o combate à inflação, o que significa que, no máximo, o que o governo tem que fazer é evitar um derretimento abrupto do dólar. O Banco Central tem feito isso no dia a dia.

Ou seja, cada vez mais prevalece na equipe econômica a tese de que qualquer tentativa hoje de tentar manipular o câmbio não só será inútil como também irá deixar de ajudar a reduzir a inflação.

A equipe econômica tem consciência de que o câmbio hoje é uma das principais ferramentas que o Banco Central conta para evitar uma elevação dos juros acima das expectativas.

O fato é que o governo não está convicto se deve ou não mexer no câmbio.

É incompatível ter câmbio fixo com regime de metas de inflação, como diz o economista José Márcio Camargo, da Opus Investimentos.

Ou, como também diz o ex-ministro Delfim Netto, o dólar só vai parar de cair no País no curto prazo quando os juros baixarem, o que não se imagina neste momento.

Por enquanto, a opção do governo parece ser a de esperar um pouco mais. Todos os países do mundo começaram a subir os juros preocupados com a inflação. Amanhã será a vez do Banco Central Europeu.

Só faltam os Estados Unidos, que deve demorar um pouco mais, mas, em algum momento, se espera que também interrompa esse longo período de afrouxo monetário e que é o principal responsável por essa brutal liquidez na economia global.

O movimento de elevação dos juros no mundo deve reduzir esse ingresso maciço de dinheiro no país e fazer com que o câmbio se equilibre.

Notas relacionadas:

  1. Alta do dólar leva o governo a adiar medidas na área do câmbio
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  3. “Não há medida de curto prazo que reverta a tendência do câmbio”, diz Mantega a empresários em São Paulo
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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011 Finanças, Governo | 18:33

Para os falcões, a carne nunca é suficiente, diz Delfim

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Delfim Netto (Foto: Agência Brasil)

Empolgado com os primeiros 45 dias do governo Dilma Rousseff, o ex-ministro Delfim Netto acha que há um certo exagero na descrença do mercado financeiro em relação ao corte de R$ 50 bilhões nas contas públicas anunciado recentemente pelo governo.
 
“O que há é uma descrença um pouco ridícula do mercado se o ajuste foi ou não foi suficiente ou se ele será ou não executado”, diz Delfim. “Para os falcões, a carne nunca é suficiente”.
 
Delfim até entende as razões para se descrer do governo, mas, a seu ver, as pessoas deveriam dar um voto de confiança para um governo que tem 45 dias e está se comportando muito bem.
 
“Não tem cabimento não se dar um voto de confiança para um governo que tem sido firme nas decisões, está se comportando muito bem e só tem 45 dias.”
 
Para Delfim, não há dúvidas que o governo vai fazer o corte, como prometeu, e a repercussão sobre a economia será significativa.
 
“O governo vai cortar e terá uma baita repercussão sobre a economia”.
 
Delfim acha que também há um exagero à resistência do mercado financeiro em aceitar a adoção de medidas macroprudenciais para combater a inflação. O mercado prefere que se aplique o método tradicional de elevação dos juros.
 
“É evidente que subir a taxa de juros é o método universal para enfrentar o problema da inflação, tem um efeito maior sobre as expectativas, mas as medidas prudenciais estão fazendo efeito e têm um custo muito menor para a economia. Os analistas de mercado vão entender isso. É uma questão de aprendizado”.
 
Apesar disso, Delfim acha que a qualidade do debate na economia está melhorando sensivelmente em comparação com o governo Lula.
 
“É evidente que os analistas de mercado tinham uma restrição pessoal a Lula e ao seu governo”.
 
Sem poupar elogios a Dilma, Delfim acredita que ela fará um ótimo governo.
 
“Ela é uma competentíssima tecnocrata moderna com sensibilidade social”.

Notas relacionadas:

  1. Lucro do BB foi uma lição para os bancos privados, diz Delfim
  2. Governo já dá como certa a permanência de Meirelles
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segunda-feira, 1 de novembro de 2010 Eleições | 10:16

“Manter o que está funcionando é o melhor caminho e o de menor custo”, diz Delfim

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Delfim Netto (Foto: Agência Brasil)

O ex-ministro Delfim Netto não tem ideia do que Dilma Rousseff irá fazer na economia, mas, para ele, o melhor caminho seria manter o que está funcionando.

“Manter o que está funcionando é o melhor caminho e o de menor custo”, disse ele em conversa com o iG. “Para que introduzir uma dúvida quando se pode eliminá-la de saída”.

Para Delfim, claro que Dilma Rousseff irá fazer o que achar melhor, mas, a seu ver, a política econômica foi bastante razoável e boa parte das críticas são puramente ideológicas.

“As críticas que foram feitas não têm fundamento científico nenhum”.

Uma das críticas recentes foi o fato de o governo ter usado de artifícios heterodoxos para cumprir a meta de superávit primário, os chamados truques contábeis.

Para Delfim, esses truques foram feitos num período de emergência, e ele não acredita que o governo continue usando esses expedientes.

“Talvez os economistas estejam decretando a morte do superávit primário cedo demais. Houve sim exageros nos financiamentos do BNDES, por exemplo, mas foram em momentos de crise”.

Crítico do Banco Central e de Henrique Meirelles durante o governo Lula, Delfim disse que a autoridade monetária mudou nos últimos meses, e hoje ele elogia a postura do BC.

“O Banco Central hoje se mostra muito mais desconfiado, muito mais em dúvida sobre os tais instrumentos que usa para fixar a política monetária”.

Delfim sugere que, assim que esteja definida a equipe econômica, a presidenta Dilma Rousseff se reúna com o ministro da Fazenda e com o presidente do Banco Central e os três estabeleçam alguns compromissos concretos para o governo.

“Truque zero para o superávit primário”, afirma. Leia mais »

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  1. Para Delfim, a discussão sobre religião na campanha foi um equívoco
Autor: Guilherme Barros Tags: ,

Eleições | 10:14

Para Delfim, a discussão sobre religião na campanha foi um equívoco

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Para Delfim Netto, a vitória de Dilma Rousseff na eleição presidencial é, antes de mais nada, a prova do sucesso do governo Lula.

“É uma tolice querer negar o sucesso do governo Lula“, afirma Delfim.

Delfim criticou, no entanto, o fato de a campanha presidencial ter sido marcada pela discussão religiosa, se introduzindo temas como o criacionismo e o aborto.

“Essa discussão nunca figurou nas eleições. Houve um equívoco dramático”.

Delfim não sabe explicar, no entanto, os motivos para a campanha ter ingressado nessa discussão religiosa: “Sabe Deus?”

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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010 Governo | 11:06

Lucro do BB foi uma lição para os bancos privados, diz Delfim

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Delfim Netto (Foto: Agência Brasil)

Delfim Netto (Foto: Agência Brasil)

lucro recorde do Banco do Brasil foi uma grande lição para os bancos privados.

A afirmação é do ex-ministro Delfim Netto. Ele considerou que não foi nenhuma surpresa o resultado anunciado hoje de R$ 10,15 bilhões no ano passado, o maior da história do setor bancário.

“Agora vamos ver se esse lucro força os bancos privados a se coçar”, diz Delfim.

Ele ressalta duas coisas: em primeiro lugar, uma demonstração de acerto do governo de determinar uma política agressiva dos bancos públicos para amenizar os efeitos da crise global no País. “Foi uma sorte o Brasil ter bancos públicos, isso ajudou a encurtar a crise no País”, afirma.

Outro ponto que Delfim ressalta é a competência da equipe que está à frente do BB, todos oriundos da própria casa, inclusive o presidente Aldemir Bendine, mais conhecido como Dida.

Para Delfim, eles não cometeram nenhuma irresponsabilidade ou fizeram empréstimos ruins. “Isso é uma conversa mole, esse pessoal deu um baile”, afirmou.

Segundo Delfim, todos eles são muito competentes e sempre que saem do BB são chamados para serem diretores de bancos privados, o que mostra a capacidade deles.

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  1. Caixa e Banco do Brasil criam linha de R$ 3 bilhões para a compra de motocicletas
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quarta-feira, 2 de dezembro de 2009 Comunicação | 06:43

FEA-USP homenageia Delfim Netto com nome de sala

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Delfim Netto (Foto: Agência Brasil)

Delfim Netto (Foto: Agência Brasil)

Será inaugurada amanhã a sala Antonio Delfim Netto, na Faculdade de Economia e Administração da USP.

A cerimônia acontecerá durante a tarde com a presença de Delfim e dos professores Octavio de Barros e Carlos Antonio Rocca.

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