Crise | Guilherme Barros

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Posts com a Tag crise

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011 Finanças | 11:27

Pastore dá palestra no Demarest e Almeida sobre crise global

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O Demarest e Almeida Advogados promove na sexta-feira um debate sobre os efeitos da crise internacional no Brasil.

Affonso Celso Pastore, ex-presidente do Banco Central, será um dos palestrantes.

Ele falará sobre “A crise internacional e reflexos sobre o mercado brasileiro”.

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  2. Empresários debatem crise global no Rio
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quarta-feira, 14 de dezembro de 2011 Finanças | 17:54

Santander ‘ignora’ crise e mantém notas de classificação de risco

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O banco Santander escapou da lista da agência de classificação de risco Moody’s, que pode rebaixar o rating de 11 instituições espanholas.

Com isso, o Santander se manteve com rating AA- nas quatro principais agências de classificação de risco: Moody’s, Standard & Poor’s, Fitch e DBRS.

Segundo o banco, a posição se deve à diversificação geográfica e situação confortável de liquidez da instituição.

Recentemente, a S&P elevou a nota do Santander Brasil para BBB.

Notas relacionadas:

  1. Risco de contágio da crise européia é limitado, diz LCA
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domingo, 11 de dezembro de 2011 Empresas | 11:31

Diretor da Battistella traça cenário positivo para o Brasil em 2012

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O diretor superintendente da Battistella, Marcos Perillo, está otimista com relação ao desempenho da economia brasileira em 2012.

Para ele, o País está em uma situação favorável se comparada a outras economias emergentes.

“Temos a inflação sob controle, democracia estabilizada”, destaca.

Perillo destaca, ainda, as oportunidades que o País terá para investimentos em infraestrutura, por conta dos eventos esportivos que acontecerão em 2014 e 2016.

Notas relacionadas:

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sexta-feira, 9 de dezembro de 2011 Governo | 11:30

Brasil sairá da crise melhor do que entrou, diz Márcio Holland

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O secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Márcio Holland, acredita que a economia brasileira terá um salto no período pós-crise.

Em apresentação no 39º Encontro Nacional de Economia da Anpec, Holland disse que o Brasil pode “sair desta crise muito melhor do que entramos”.

Segundo o secretário, o País poderá ter maior crescimento médio, com estabilidade monetária e financeira, e com solidez fiscal.

Além disso, é possível ter expansão dos investimentos, “incluindo em infraestrutura”, com melhor distribuição de renda, maior qualidade da educação e profissionalização da força de trabalho.

Durante sua palestra, Holland reforçou que a força do mercado doméstico vai garantir ao Brasil um crescimento acima da média mundial entre os anos de 2012 e 2014.

“Como poucos países no mundo, o Brasil tem um amplo conjunto de ferramentas para mitigar efeitos de deterioração no cenário mundial”, afirmou.

Notas relacionadas:

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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011 Política Monetária | 16:02

Mercado reage mal à decisão do Banco Central Europeu

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O mercado está reagindo de forma bastante negativa hoje, ao se dar conta de que o Banco Central Europeu (BCE) não vai monetizar dívida ou colocar um teto nas taxas de retorno dos papeis europeus.

O mais provável é que a autoridade monetária até monetize a dívida, comprando papéis europeus sem limite, mas isso só deve acontecer depois que os líderes políticos cheguem a uma solução para o problema fiscal da região.

Se o BCE agisse agora, tiraria a responsabilidade de os políticos chegarem a um acordo para o ajuste fiscal.

O que soa estranho é o fato de o mercado ter precificado esse movimento do BCE para a reunião de hoje, onde foi definido o corte de 0,25 ponto na taxa de juros.

O mercado parece estar operando mais na esperança que no racional.

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  1. Vivemos um momento parecido com o ocorrido em 2008, diz André Perfeito
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quarta-feira, 7 de dezembro de 2011 Finanças | 07:04

Salvação para zona do euro é a união fiscal, diz Ilan Goldfajn

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Ilan Goldfajn (Foto: Divulgação BM&FBovespa)

Ilan Goldfajn (Foto: Divulgação BM&FBovespa)

O ano de 2012 deve ser marcado por incertezas no cenário econômico mundial, segundo o economista-chefe do Itaú Unibanco, Ilan Goldfajn.

Segundo ele, a economia brasileira deverá começar o ano com atividade fraca e se recuperar no segundo semestre, “desde que a confusão na zona do euro o permita”.

Em comentário enviado a investidores, o economista destacou que o caminho para a solução da crise na zona do euro seria aprofundar os laços na região.

“A união monetária tem de ser acompanhada por uma união fiscal”, afirma.

De acordo com Goldfajn, a união fiscal levará anos para se constituir.

“Como ocorre quando envolve mais de uma dezena de países, cada um renunciando à sua soberania fiscal.”

Notas relacionadas:

  1. Zona do euro não deve relaxar metas de inflação, diz BC alemão
  2. Estou pouco otimista em relação à poupança, diz Ilan Goldfajn
  3. Europa deve reforçar união fiscal ou abandonar o euro, diz Henrique Meirelles
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sábado, 3 de dezembro de 2011 Governo | 07:03

Governo deve se cercar para evitar revalorização do real, diz Iedi

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As recentes medidas para estimular a economia, anunciadas pelo governo, mostram, na avaliação do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), que o governo está preocupado com os efeitos do agravamento da crise global.

Segundo o Iedi, a apreensão do governo é com relação aos possíveis impactos da turbulência externa no crescimento econômico brasileiro em 2012.

Na avaliação do instituto, as medidas anunciadas são importantes para estimular a economia.

Entretanto, o Iedi alerta que o governo “deve se cercar de cuidados para não permitir uma nova revalorização do real”.

Com o fim da tributação sobre investimentos estrangeiros no mercado acionário, uma onda de dólares pode entrar no Brasil, jogando a moeda ainda mais para baixo.

“Em um ambiente de extrema agressividade por mercados externos que caracteriza o mundo atual, os possíveis efeitos das medidas que vem sendo anunciadas podem se dissipar”, diz o Iedi.

O Instituto alerta que, caso o dólar perca força frente ao real, as medidas acabarão beneficiando o crescimento e o emprego em economias de outros países.

“O tema merece também que todos os mecanismos disponíveis de defesa comercial sejam mobilizados”, completa.

Notas relacionadas:

  1. Iedi reúne pesos pesados para debater perspectivas para 2010
  2. Mantega almoça amanhã com empresários do IEDI em São Paulo
  3. Governo prioriza combate à inflação e não deve adotar mais medidas para frear a queda do dólar
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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011 Finanças | 07:08

Crise europeia aumenta interesse de portugueses pelo Brasil

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Em tempos difíceis de crise na Europa – especialmente para os países do PIIGS (Portugal, Itália, Irlanda, Grécia e Espanha -, o interesse de estrangeiros pelo Brasil é crescente.

E os portugueses estão de olho – e com as malas prontas – para o País.

Um dos diretores da Câmara Portuguesa de Comércio no Brasil tem recebido, em média, quatro consultas por semana de patrícios interessados em mudar para o Brasil.

Antes da crise, ele tinha apenas uma consulta por mês.

Notas relacionadas:

  1. Risco de contágio da crise européia é limitado, diz LCA
  2. Ministros da Fazenda dos Brics discutirão medidas conjuntas contra crise
  3. Crise não afetará consórcios, diz diretor do Embracon
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Governo | 06:02

Medidas não garantirão crescimento de 5% em 2012, diz LCA

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As medidas para estimular a economia, anunciadas ontem pelo governo, não serão suficientes para garantir o crescimento de 5% em 2012, segundo projeções da LCA Consultores.

Durante a apresentação, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que a expansão de 5% seria uma “meta de crescimento”.

Mas o pacote de medidas não garantirá esse patamar.

“Trata-se de uma avaliação otimista demais”, disse a LCA.

Segundo a consultoria, para crescer 5%, a expansão média deveria ser de 1,8% ao trimestre – ou quase 7,5% ao ano.

Em 2009 e 2010, a alta trimestral foi de 1,2%.

“O crescimento esperado de 3,1% do PIB pela LCA para 2012 já embute uma expansão média trimestral de 1,1% (ou quase 4,5% ao ano), vindo de 0,5%”, afirmou a consultoria.

Notas relacionadas:

  1. “Não haverá afrouxamento da meta fiscal em 2012″, diz Guido Mantega
  2. Mantega anuncia amanhã medidas de estímulo à economia
  3. Medidas criam colchão para segurar queda do PIB no começo de 2012, diz Perfeito
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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011 Governo | 11:29

Medidas criam colchão para segurar queda do PIB no começo de 2012, diz Perfeito

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As medidas de estímulo à economia anunciadas nesta manhã pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, devem evitar uma queda mais acentuada do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre de 2012.

Segundo o economista-chefe da Gradual Investimentos, André Perfeito, o pacote é uma tentativa do governo de criar “um colchão para evitar uma queda forte do PIB” e “afetar, entre outras coisas, a arrecadação”.

Perfeito considera que, principalmente, a isenção de IOF para investimentos estrangeiros em ações, vai estimular o mercado.

“Minha crítica é que, com isso, a entrada de dólares no País vai ser ainda maior”, diz.

Além disso, as isenções de IPI sobre a linha branca deverão acentuar a produção da indústria neste fim de ano e início de 2012.

“As medidas são pontuais até o primeiro trimestre ou até a metade do ano que vem. Isso vai estimular a produção.”

Segundo Perfeito, entretanto, o mercado deve questionar se as medidas são um indício de que a política fiscal passe a ser menos expansionista em 2012, com superávits menores.

“O raciocínio inicial é que a política fiscal está tomando o lugar da política monetária, desmontando o desenho de 2011. Parece que isso começa a mudar um pouco”, completa.

Notas relacionadas:

  1. Mantega diz a empresários que vai tomar novas medidas para conter queda do dólar
  2. Governo anuncia novas medidas para frear queda do dólar depois do carnaval
  3. Inflação: Banco Central ganha queda de braço com mercado, diz André Perfeito
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Finanças | 07:19

Crise já tira apetite das empresas por crédito, diz Tendências

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A crise internacional já afeta a disposição das empresas em tomarem crédito no mercado, segundo análise da Tendência Consultoria.

Os números, de acordo com a consultoria, estão refletidos nos dados do Banco Central de outubro, que apontaram para desaceleração maior que o esperado no saldo da carteira destinada à pessoa jurídica.

De acordo com a Tendências, o desaquecimento reflete o ambiente internacional mais conturbado e a maior seletividade dos bancos na concessão.

Em outubro, o saldo da carteira de crédito à PJ foi de R$ 627,5 bilhões, uma alta de 8,1% frente a outubro de 2010.
Mas, as novas concessões caíram 2,7% no período.

A Tendências avalia que a tendência é de menor demanda por crédito pelas empresas nos próximos meses.

Notas relacionadas:

  1. Acrefi debate crise e crédito em seminário internacional
  2. Santander lança nova campanha para crédito a pequenas e médias empresas
  3. Acrefi e Tendências discutem as perspectivas de crédito para o Brasil
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Finanças | 06:03

Pacote de socorro europeu mostra que crise pode ser mais grave

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A medida coordenada pelos Bancos Centrais para socorrer a zona do euro, em linhas gerais, é positiva. No entanto, ela mostra que a contração do crédito na Europa é bem mais forte do que poderia parecer.

Um dos pontos frágeis da medida é que ela não resolve o financiamento em euro, já que o corte de juros é para operações com dólar.

Com isso, os Bancos Centrais jogam para o Banco Central Europeu (BCE) a pressão para que a autoridade monetária reduza a taxa de juros da zona do euro.

O BCE anuncia, na próxima quinta-feira, a taxa de juros local, atualmente em 1,25% ao ano.

Se o BCE não reduzir os juros, os problemas de liquidez seguirão por lá.

Outro problema é que, ao dar liquidez “ilimitada” em dólar, os bancos centrais tiram o incentivo para uma reforma mais significativa do sistema financeiro europeu.

Além disso, ao dar liquidez em dólar para os países da Europa, o Federal Reserve – o Banco Central norte-americano – passa a trazer para si o risco do euro, o que certamente desagradará aos republicanos.

Aliás, do ponto de vista político, a medida conjunta coloca sobre os bancos centrais toda a responsabilidade sobre uma resposta positiva da economia, o que pode dar dor de cabeça.

Por fim, o mercado ainda tem demonstrado preocupação com a economia chinesa.

O crescimento da China deve ficar mais próximo dos 6% neste ano, e não dos 7% como era esperado.

O corte de compulsório, anunciado ontem, pode não ser suficiente para estimular a economia.

O conservadorismo no afrouxo está ligado à preocupação com uma bolha no setor imobiliário chinês.

Enquanto seguram o avanço do setor no país, a China também se vê afetada por uma forte queda nas exportações para a Europa.

Ou seja, vem pressão interna e externa. Uma situação bem complicada.

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  2. Após meses de apatia, a Europa se movimenta, diz André Perfeito
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quarta-feira, 30 de novembro de 2011 Governo | 20:31

Mantega anuncia amanhã medidas de estímulo à economia

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(Atualizada às 22h45)

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anuncia amanhã de manhã novas medidas de estímulo à economia.

As medidas deverão beneficiar os setores têxtil e automotivo, e serão publicadas em edição extraordinária do diario oficial.

O anúncio das medidas está previsto para as 10h. Antes, Mantega se reúne com empresários do Instituto para o Desenvolvimento do Varejo (IDV) para comunicar as medidas relativas ao setor têxtil.

O ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, também deve participar do anúncio das medidas.

O governo está muito preocupado com os efeitos da crise global sobre a economia.

As indicações são de que o país comece o ano de 2012 crescendo a um ritmo abaixo de 3%, considerado muito preocupante.

A presidente Dilma Rousseff quer respostas rápidas da área economica do governo para evitar uma freada tão brusca.

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  1. Governo anuncia novas medidas para frear queda do dólar depois do carnaval
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Finanças | 16:20

Octavio de Barros fala sobre crise em conferência para tesoureiros

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O diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco, Octavio de Barros, será um dos palestrantes da 5ª Conferência Anual sobre Gestão de Tesouraria Internacional para Empresas no Brasil.

Ele falará sobre alternativas para o Brasil se manter no caminho do crescimento, em meio às turbulências internacionais.

A palestra será no dia 5 de dezembro.

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  1. Juros devem ficar inalterados pelo menos até março, diz Octavio de Barros
  2. Rebaixamento dos EUA vai gerar debate sobre ‘privilégio exorbitante de julgamento’ das agências, diz Octavio de Barros
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terça-feira, 8 de novembro de 2011 Política | 17:45

Renúncia de Berlusconi não alivia incertezas sobre futuro da Itália, diz Tendências

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A renúncia do premiê italiano, Silvio Berlusconi, não deverá mitigar de vez os riscos que pairam sobre a economia italiana, segundo Raphael Martello, economista da Tendências Consultoria.

Segundo ele, o mercado deve reagir positivamente ao anúncio amanhã, mas a volatilidade não está descartada.

“Tudo vai depender de como vai se montar a coalizão pós-Berlusconi, já que o governo pode perder a maioria que tinha e isso pode dificultar a aprovação de medidas de controle fiscal que a Itália precisa.”

Apesar disso, Martello destaca que a figura de Berlusconi estava desgastada politicamente, o que gerava ainda mais incertezas no mercado.

“A figura dele não era a preferida”, afirmou. “O mercado começou a vê-lo como um empecilho, uma pessoa desgastada, que não conseguiria impor o aperto fiscal necessário.”

O economista da Tendências diz, ainda, que a saída de Berlusconi não elimina todos os riscos.

“O substituto dele tem de ser uma pessoa mais técnica”, completou.

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Finanças | 16:05

Europa deve reforçar união fiscal ou abandonar o euro, diz Henrique Meirelles

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Henrique Meirelles (Foto: Greg Salibian/iG)

A Europa tem dois caminhos para solucionar a crise que atinge os países da chamada zona do euro, na opinião do ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles. O primeiro é reforçar a união fiscal. O outro é abandonar a união monetária.

Em entrevista ao site da Amcham, Meirelles afirmou que “o euro é uma moeda com dificuldades estruturais importantes”.

Ele pontuou que a situação na região é complexa e difícil. “O cenário mais provável é de crescimento lento com volatilidade e correção gradual dos desequilíbrios regionais.”

Meirelles prevê uma década de crescimento baixo e lento para a zona do euro.

“Existe possibilidade de crise, e devemos estar preparados para isso no Brasil.”

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  1. Zona do euro não deve relaxar metas de inflação, diz BC alemão
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  3. George Soros lista passos para sobrevivência do euro
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segunda-feira, 31 de outubro de 2011 Finanças | 12:02

Acordo costurado com linha alemã e agulha francesa é embrulho para crise Grega, diz Perfeito

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O pacote anunciado para socorrer a economia da Grécia de um calote não pode ser comemorado em alto e bom som, segundo o economista-chefe da Gradual Investimentos, André Perfeito.

Para ele, o acordo “que era plano, poderia ter sido pacote e virou embrulho” para salvar a economia grega.

“O acordo costurado com linha alemã e agulha francesa criou uma espécie de malabarismo contábil onde se resolve parte do imbróglio do fluxo de caixa descontado das dívidas soberanas dos países que abriram Mao da soberania monetária em nome de um futuro comum”, disse.

Segundo Perfeito, a crise enfrentada na Europa é a mesma que começou nos EUA “e se desdobrou como fenômeno para o resto do mundo por meio dos canais financeiros”.

Ele destaca que o problema central é a incapacidade de as grandes economias confirmarem um ritmo forte de crescimento.

“A Europa terá que lidar com uma nova realidade e o ajustamento da renda real à produtividade marginal dos seus trabalhadores será ainda um processo lento e doloroso e prova disto é o desemprego divulgado hoje em alta, indo para 10,2% da região”, completou.

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  2. Mercados acionários encontram boas desculpas para avançar, diz André Perfeito
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Comércio | 08:18

Crise internacional reduz movimento de produtos para importação e exportação

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Não são apenas os investidores que dão sinais de que a crise internacional preocupa. A economia real do Brasil já passa a sentir os impactos do pessimismo global.

Enquanto o mercado financeiro oscila, por conta da crise na Europa e pelas perspectivas de uma desaceleração da economia mundial, o movimento de cargas nos portos e aeroportos brasileiros já dá sinais da turbulência externa.

Despachantes aduaneiros, responsáveis pelas intermediações em liberações de produtos para importação e exportação em portos e aeroportos, já se queixam da queda nos serviços.

Caminhões, que antes demoravam até dois dias para fazer um desembarque de carga, hoje não precisam de mais que algumas horas para completarem o processo.

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quinta-feira, 27 de outubro de 2011 Bolsa de Valores | 10:09

Cedro Finances cria plataforma para cortar custos de corretoras

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Leonardo Reis (Foto: Divulgação)

Leonardo Reis (Foto: Divulgação)

Em tempos de crise financeiro, a Cedro Finances desenvolveu uma plataforma alternativa para corretoras cortar custos sem prejudicar os serviços oferecidos aos investidores.

A empresa desenvolveu uma plataforma de negócios voltada para o middle market.

“Para conter custos, as corretoras estavam tirando os clientes das operações profissionais (fast trade) e trazendo para o home broker”, disse Leonardo Reis, presidente da Cedro Finances.

A companhia criou o stock trade, uma plataforma semelhante ao fast trade (voltada para mesa de operações de corretoras), mas com custos menores.

Segundo Reis, na plataforma profissional o custo é de R$ 300 por usuário. No stock trade, o valor cai para R$ 79,90.

Atualmente, são 500 usuários operando na plataforma semiprofissional.

Entre as corretoras listadas estão a Um Investimentos, Renascença, Futura e o BES.

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segunda-feira, 10 de outubro de 2011 Finanças | 09:44

Europa endereça soluções, mas crise ainda ganha proporções, diz Octavio de Barros

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A crise que domina a economia europeia ainda deve deixar os mercados cautelosos e voláteis, mesmo com o empenho dos governos locais em procurar saídas para a situação.

A avaliação é do diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco, Octavio de Barros.

Segundo o economista, os líderes europeus anunciaram no fim de semana “diversas intenções favoráveis” para a solução da crise.

Ele lista os esforços de Alemanha e França para garantir a recapitalização dos bancos europeus e a aprovação do plano de resgate do Banco Dexia, “que deverá sustentar uma melhora dos mercados”.

“Sem abrir muitos detalhes sobre o que foi decidido ou quantos bancos europeus serão recapitalizados, o sinal é de que algum acordo decisivo será alcançado antes da cúpula dos 27 líderes da União Europeia”, disse Barros.

O economista pondera, no entanto, que, “mesmo com essas soluções endereçadas, o problema vem ganhando proporções maiores nas últimas semanas”.

Barros destaca a necessidade de programas de resgates dos bancos, que reforçam a fragilidade do sistema financeiro da região. “Além dos problemas soberanos, que seguem em curso.”

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quinta-feira, 6 de outubro de 2011 Finanças | 07:15

Europa precisa restabelecer confiança dos países, diz diretor global do CFA

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Jonathan Boersma (Divulgação)

Apesar de os líderes europeus estarem mostrando empenho em resolver a crise da dívida da região, a Europa passa por uma crise de confiança e precisa reconquistar o respeito global.

A opinião é de Jonathan Boersma, diretor executivo do instituto internacional de educação para a indústria de investimentos CFA.

“A Europa está uma bagunça. Ninguém sabe, ao certo, o que está acontecendo. Ainda não está claro se a Grécia será salva,” afirma. O importante, na opinião dele, é que os líderes europeus consigam restabelecer a confiança de seus países.

Enquanto falta transparência na Europa, Boersma elogiou o Brasil e, principalmente, a transparência dos mercados de capitais brasileiros.

Segundo o executivo, que durante sua passagem pelo Brasil, no último mês, esteve com a presidente da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Maria Helena Santana, o modelo brasileiro do mercado de capitais tem o mesmo nível de sofisticação que o japonês.

“Fiquei positivamente surpreso com a transparência, em diversos segmentos, principalmente nos ‘hegde funds’ [fundos de proteção],” disse.

Boersma estava no Brasil para um evento organizado pelo CFA em São Paulo com o tema “Princípios e Estratégias para o Sucesso nos Investimentos,” realizado para gestores brasileiros interessados no programa de certificação de investidores do CFA.

(Por Olívia Alonso)

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quarta-feira, 5 de outubro de 2011 Finanças | 12:24

Crise de 2008 não deve se repetir, diz Mailson da Nóbrega

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Mailson da Nóbrega (Foto: Agência Estado)

Mailson da Nóbrega (Foto: Agência Estado)

Apesar do clima de incertezas que dominou a economia mundial, dificilmente o quadro da crise de 2008 – originada após a quebra do banco de investimentos Lehman Brothers – se repetirá agora.

A opinião é do ex-ministro da Fazenda e sócio da Tendências Consultoria, Mailson da Nóbrega.

Para ele, um dos pontos centrais que provocou a maior crise dos últimos 80 anos foi o congelamento do crédito.

“Isso não existe hoje”, disse, em evento organizado pelo banco Bracce, em São Paulo.

A preocupação, segundo Mailson da Nóbrega, é com a saída para a solução fiscal da Grécia. “Se a solução for descoordenada, teremos uma crise pior que a de 2008”.

Mas o ex-ministro da Fazenda acredita que são pequenas as chances de um evento surpreender o mercado e causar uma crise ainda mais grave que a observada após a quebra do Lehman Brothers.

Para ele, a saída para a Grécia é um “perdão substancial” da dívida, “entre 50% e 60% do total, renegociando o restante com algum tipo de garantia”.

Além disso, seria necessário recapitalizar os bancos europeus, que terão perdas significativas com os títulos gregos.

“A Grécia é um tumor com risco de contaminar todo o corpo e é preciso conter esse câncer”, completou.

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terça-feira, 4 de outubro de 2011 Construção | 16:41

Construção civil crescerá 5%, mesmo com crise, diz Sinduscon

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O setor da construção civil acredita em forte expansão neste ano, mesmo com a crise mundial.

Segundo projeções de Sergio Watanabe, presidente do Sinduscon, o setor deve fechar 2011 com crescimento de 5%.

Para os próximos anos, prevê ele, a expansão oscilará entre 4% e 4,5%.

“Um dos indicadores disto é o volume de crédito da Poupança, que, no primeiro semestre deste ano, somou R$ 37 bilhões, um aumento de 55% em relação ao mesmo período de 2010”, afirmou.

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Finanças | 10:19

Bolsas podem cair mais de 10% se Dexia quebrar, diz Agostini

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Caso o socorro dos governos da França e da Bélgica não seja suficiente para salvar o banco Dexia, os mercados viverão dias de grandes perdas mundo afora.

Segundo o economista-chefe da Austin Ratings, Alex Agostini, as bolsas de valores poderão ter perdas na casa “de até dois dígitos”, e “uma nova disparada do dólar”.

Agostini destaca que o Dexia tem um braço financeiro forte na concessão de crédito a governos e está muito exposto a títulos soberanos da zona do euro. “Isso preocupa”.

Por outro lado, ele acha pouco provável que o banco quebre. “Os governos da Bélgica e da França manifestaram todo apoio ao Dexia”, pontua Agostini.

Mas, para o economista, a situação da região ainda é muito preocupante.

“É como se a zona do euro estivesse numa UTI, porém, não deve morrer”, compara. “A dúvida é até quando ela deverá ficar nessa situação de coma induzido.”

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Finanças | 10:08

Banco Dexia é mártir do sistema financeiro europeu, diz André Perfeito

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A quebra do banco franco-belga Dexia pode ser o “mártir” do sistema financeiro europeu.

A opinião é de André Perfeito, economista-chefe da Gradual Corretora.

“Parece que encontraram um cadáver na Europa para criar a comoção política necessária para finalmente agirem”, disse.

Com grande exposição a títulos da dívida da Grécia e de Portugal, o Dexia deverá ser socorrido pelos governos da França e da Bélgica.

O temor do mercado é com relação ao agravamento da crise de confiança entre os bancos, que geraria um congelamento do crédito.

Apesar disso, a expectativa é que o plano de resgate dos dois governos seja suficiente para salvar o banco.

André Perfeito destaca que, desde 2007, as ações do Dexia já caíram 94% do valor em euros.

“A situação é de tensão máxima nos próximos dias”, completou.

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Autor: Klinger Portella Tags: , , ,

segunda-feira, 3 de outubro de 2011 Indicadores | 15:44

Risco-país quase dobra em 3 meses, diz Alex Agostini

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O risco-país, medido pelo J.P. Morgan, está refletindo o mau humor dos mercados. Nesta tarde, o indicador marcava 284 pontos, quase o dobro do registrado no mês de junho, quando chegou a 174 pontos.

Segundo o economista Alex Agostini, da Austin Rating, o indicador deve continuar volátil ao longo do mês de outubro. “Até que haja uma solução para que os investidores se sintam mais confiantes”, diz ele.

Agostini afirma que todos os indicadores se deterioraram por causa das incertezas do mercado. Nos Estados Unidos, o Credit Default Swap (CDS) de cinco anos – seguro contra o risco de calote – do Morgan Stanley marcou 509 pontos-base em setembro, após ficar abaixo de 200 pontos em junho.

( Por Juliana Kirihata)

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Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

domingo, 2 de outubro de 2011 Governo | 07:00

Política para controle da inflação será tão mais bem sucedida quanto mais intensa for a crise global, diz Bradesco

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Há uma chance razoável de o Banco Central efetivamente conseguir levar a inflação para o centro da meta caso a crise global seja realmente severa. A avaliação é de Octavio de Barros, economista-chefe do Bradesco, a partir do relatório trimestral de inflação do BC.

A autoridade monetária brasileira justifica o corte nos juros feito na última reunião do Copom com o agravamento do cenário externo e a perda de dinamismo da economia brasileira.

Para Barros, caso o BC esteja certo, o crescimento do País em 2012 deve ser menor do que o previsto inicialmente pelo banco. A expectativa atual é de 4,5%, mas cai para 2,5% com o cenário anunciado pelo BC.

“Por ora, a combinação de forças em nosso cenário aponta para uma crise externa moderada e prolongada, que deverá ter como implicações uma sequência de quedas de juros de 50 p.b. até janeiro do próximo ano, levando a Selic para 10,5%, com uma economia que cresce 4,5% sujeita a uma inflação de 5,8%”, afirma o economista.

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Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

sexta-feira, 30 de setembro de 2011 Finanças | 06:00

Brasil esta preparado para lidar com a crise, diz Goldman Sachs

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O Brasil está preparado para lidar com crises, mas precisa promover reformas para incentivar a produtividade e o crescimento do PIB. É o que avalia um relatório do banco Goldman Sachs sobre a economia na América Latina.

Segundo o Goldman Sachs, as contas internas e fiscais brasileiras estão em forma razoavelmente boa; o sitema bancário é forte; as reservas são altas; e há um empenho para implementar medidas anticlíclicas, o que faz com que o País possa sair bem de choques financeiros internacionais. Além disso, o banco destaca que a equipe econômica tem experiência em lidar com crises.

“A administração de Dilma Rousseff provavelmente vai adotar medidas anticíclicas como as de 2008. Porém eles devem ser mais proativos, talvez sendo mais agressivos nas políticas setoriais”, diz o relatório do Goldman Sachs.

“Acreditamos que as autoridades deveriam implantar ambiciosas reformas estruturais com o objetivo de aumentar a produtividade e o crescimento real do PIB, e fazendo com que a economia se torne mais resiliente aos ciclos econômicos globais no futuro”, diz o texto.

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Autor: Guilherme Barros Tags: ,

segunda-feira, 26 de setembro de 2011 Governo | 12:17

“Temos o conhecimento da crise anterior”, diz Temer

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Além das reservas internacionais que o Brasil dispõe para enfrentar a crise financeira internacional, o vice-presidente, Michel Temer, disse hoje, em Nova Iorque, que o País tem de repetir o que foi feito em 2008, quando conseguiu atravessar a crise sem maiores danos.

“Não sabemos qual é a dimensão desta crise. Agora, temos reservas suficientes, e ademais disto, temos o know how da crise anterior. Portanto, continuamos pregando a necessidade de consumir, para continuar a produzir e gerar empregos.”

Temer também citou a redução dos juros como um dos instrumentos. “Pode ser. Já vem sendo reduzido, com vistas até a incrementar a produção”, afirmou o vice-presidente, ao lembrar a última reunião do Comitê de Política Monetária.

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Autor: Guilherme Manechini Tags: , ,

Indicadores | 09:28

Projeções de inflação devem indicar novas altas, diz Tendências

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A piora no contexto internacional deve se traduzir em novos aumentos nas projeções de inflação para este ano e o próximo, além de gerar revisões nas próprias projeções de câmbio, especialmente para este ano, segundo a Tendências Consultoria.

De acordo com a consutoria, em relação ao patamar médio de agosto, a taxa de câmbio já mostra desvalorização de 15,8%, o que por si só incrementaria a inflação em 1,1 p.p., considerando o efeito total do choque sobre a inflação.

“As projeções de inflação para 2011 e 2012, que vinham em clara tendência de alta, ganham ainda mais reforço com o comportamento destes preços nos últimos dias”, diz a Tendências.

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Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

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