Corte | Guilherme Barros

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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011 Finanças | 06:03

Mark Mobius, guru dos mercados emergentes, aposta em valorização de ações brasileiras

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Mark Mobius (Foto: Greg Salibian/iG)

Guru dos investimentos em mercados emergentes, Mark Mobius, presidente da Fraklin Templeton Investment, vê bastante espaço para a valorização das ações brasileiras, que, em sua opinião, estão entre as mais baratas do mundo na atualidade.

Em palestra para investidores, ontem, em São Paulo, ele destacou possíveis ganhos para empresas brasileiras com a alta das commodities e elogiou o corte do orçamento realizado pelo governo. 

Para o executivo, ações de empresas ligadas à energia, sobretudo o petróleo, e metais, tendem a se beneficiar com a alta das commodities. Na demonstração da disposição de seus investimentos nos principais mercados emergentes ao fim do ano passado, Petrobras e Vale apareciam com peso em diversos fundos da FTI.

Mobius administra um volume de recursos de mais de US$ 40 bilhões.

Em relação aos alimentos, Mobius lembrou os impactos sobre a inflação, mas afirmou que o Brasil tem posição privilegiada, pois conta com o maior estoque entre os países do Bric, já que China, Rússia e Índia são grandes importadores de alimentos.

Sobre o corte do orçamento anunciado pelo governo brasileiro, Mobius disse que a medida é um sinal positivo e irá fazer bem para a economia do País.

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Autor: Guilherme Barros Tags: , , , , ,

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011 Governo | 16:14

Investidores de fora reagiram muito melhor ao corte do que o mercado interno

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Enquanto no Brasil o mercado reagiu com bastante ceticismo ao corte anunciado ontem pelo governo, investidores externos se mostraram muito mais otimistas. Os investidores externos estão dispostos inclusive a aumentar a aposta no Brasil.

A maior prova do ceticismo do mercado doméstico é de que as taxas de juros no mercado futuro aumentaram, o que demonstra que internamente há mesmo dúvidas se os cortes serão ou não executados.

Segundo um grande investidor de um importante fundo norte-americano com forte presença no Brasil que prefere não se identificar, o mercado financeiro doméstico está sendo injusto com o governo, já que, desde o dia primeiro de janeiro, o governo Dilma tem demonstrado sinais de austeridade e de seriedade fiscal.

Na avaliação desse grande investidor, não há motivo para o mercado demonstrar tanto pessimismo e, em pouco tempo, os resultados dessa política fiscal vão começar a aparecer.

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Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

Governo | 16:00

Corte de R$ 50 bilhões representa começo do governo Dilma

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O corte de R$ 50 bilhões anunciado ontem no orçamento foi interpretado como o marco zero do governo Dilma Rousseff.

Durante as discussões para a elaboração dos cortes, um dos ministros chegou a falar que o corte significava o começo do governo Dilma, tal o alcance das medidas.

Dilma quer se caracterizar pela austeridade e tem como um de seus principais objetivos a queda substancial da taxa de juros. Com esse corte, o governo acha que, num prazo de um ano ou pouco mais, pode começar a baixar os juros de forma significativa, mesmo que haja uma pequena alta agora para ajudar no combate à inflação.

Todo o governo está empenhado nisso. A Fazenda e o Banco Central agora falam a mesma língua.

Diferentemente do que acontecia em outras gestões, inclusive no governo Lula, não houve, dessa vez, contraponto às medidas. O corte foi aprovado sem contestação.

No governo Lula, por exemplo, a costura de um corte dessa natureza teria sido certamente muito mais complicada. A própria Dilma Rousseff, por exemplo, defendia uma linha muito mais desenvolvimentista do que fiscalista.

Agora, todos se mostraram fiscalistas, e Dilma hoje é a juíza, como Lula agia durante o seu governo. A diferença é que no governo Lula os embates eram maiores e dificilmente prevalecia apenas uma linha – ou fiscalista ou desenvolvimentista. As medidas acabavam sendo suavizadas.

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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011 Finanças, Governo | 17:36

Corte no orçamento deve ficar entre R$ 40 bilhões e R$ 50 bilhões

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A presidenta Dilma Rousseff deve anunciar nos próximos dias o corte no orçamento de 2011. O prazo legal é até o dia 15 deste mês.
 
O número ainda não foi fechado, mas o que se fala nos corredores é que o corte deve ficar entre R$ 40 bilhões e R$ 50 billhões.
 
No meio político, chegou a circular um número mágico de R$ 46 bilhões, mas que não foi confirmado. Houve até quem falasse em R$ 60 bilhões, mas esse valor é considerado muito pouco provável.
 
Hoje, Guido Mantega se reúne com Miriam Belchior (Planejamento) para mais uma rodada de discussões em torno do orçamento, e, amanhã, os dois se encontram com Dilma Rousseff.
 
A expectativa é de que nesses dois dias as discussões avancem bastante no governo.
 
O que é certo é que o corte no orçamento será bastante significativo. No ano passado, o governo anunciou um contingenciamento de R$ 25 bilhões, mas nem tudo foi cumprido. Desta vez, Dilma quer mesmo cortar.

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Autor: Guilherme Barros Tags: , , , ,

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010 Governo | 15:50

Governo vai detalhar cortes no início do ano

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Assim que Dilma Rousseff assumir o governo, o ministro da Fazenda Guido Mantega vai fazer um anúncio detalhando todos os cortes do orçamento de 2011.

A equipe da Fazenda está trabalhando nos números para poder fazer este anúncio.

O corte pode chegar a R$ 30 bilhões.

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Autor: Guilherme Barros Tags: , ,