Copom | Guilherme Barros - Part 3

Publicidade

Posts com a Tag Copom

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010 Governo | 13:04

Cenário internacional deve levar Copom a não mexer nos juros

Compartilhe: Twitter

Diante desse cenário de incertezas no mundo, com o agravamento da crise na Europa, a tendência maior hoje é de o Banco Central não mexer na taxa básica de juros na próxima reunião do Copom, na semana que vem.

As maiores probabilidades são de o Banco Central adotar uma postura mais conservadora, apesar de os índices de inflação estarem subindo e desgarrando da meta.

Não custa lembrar que, na crise de 2008, o Banco Central subiu os juros pouco antes da quebra do Lehman Brothers, uma decisão que recebeu muitas críticas por parte de muitos analistas e do próprio governo.

Notas relacionadas:

  1. Copom ressalta preocupações com o cenário prospectivo para a inflação, diz Bradesco
  2. Ata do Copom abre as portas para aumento dos juros
  3. Fazenda defende aumento do compulsório antes de BC subir os juros
Autor: Guilherme Barros Tags: ,

sexta-feira, 26 de novembro de 2010 Governo | 13:07

Juros no mercado futuro sobem com declaração de Meirelles sobre Panamericano

Compartilhe: Twitter

O mercado está agitado hoje, e os juros do mercado futuro estão subindo com a declaração dada ontem pelo presidente do Banco Central Henrique Meirelles sobre o Banco Panamericano, em reunião com economistas.

Meirelles teria sugerido que o BC não subiu os juros nas últimas reuniões do Copom por temer uma ameaça de risco sistêmico com o problema do Banco Panamericano.

Ele fez essa declaração para explicar que não foram as eleições que impediram o aumento dos juros.

Meirelles disse que, na época, o Banco Central tinha detectado a necessidade de aumentar os juros, mas não o fez porque estava procurando uma saída para evitar a quebra do Panamericano.

A conclusão do mercado hoje é de que, com a solução dada pelo Panamericano, o BC está agora livre para subir nos juros nas próximas reuniões do Copom.

A próxima reunião do comitê acontece nos dias 8 e 9 de dezembro.

Meirelles vai participar daqui a pouco de um evento que será transmitido ao vivo pela internet. A expectativa é de que ele dê algum recado ao mercado.

Leia também:

Meirelles: Panamericano influenciou nos juros

Notas relacionadas:

  1. Ata do Copom abre as portas para aumento dos juros
  2. Lula discute juros com Meirelles
  3. BC tende a fazer um ajuste curto e grosso nos juros
Autor: Guilherme Barros Tags: , , , ,

sexta-feira, 10 de setembro de 2010 Sem categoria | 11:28

Copom está alerta a possíveis pressões inflacionárias em 2011, diz FGV

Compartilhe: Twitter

Apesar de o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central ter mantido a taxa básica de juros (Selic) em 10,75% ao ano, seus mebros-diretores estão prontos para retomar uma alta no ano que vem. A leitura é da analista de macroeconomia da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Sílvia Matos, que avaliou a última ata do comitê, divulgada ontem.

Em sua visão, a última decisão do Copom “é condizente com a convergência da inflação para o valor central da meta para este ano e para 2011”. No entanto, como a inflação sairá do centro da meta ao final deste ano, os membros do comitê estão atentos aos riscos de uma subida inflacionária e cientes da necessidade de voltar a elevar a Selic, diz Sílvia.

“Em relação ao ano que vem, há risco da inflação permanecer consistentemente acima da meta.”

Notas relacionadas:

  1. Insumos industriais e outros bens intermediários puxam a menor prévia do IGP-M no ano
Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

terça-feira, 3 de agosto de 2010 Finanças, Indicadores | 19:41

BC tem grandes chances de parar de subir os juros na próxima reunião do Copom, acredita Bradesco

Compartilhe: Twitter

 Prováveis indicadores de arrefecimento da produção industrial e vendas fracas para o comércio varejista, ambos em julho, devem fazer com que o Banco Central não eleve mais a taxa real de juros Selic, nos próximos trimestres. Esta é a linha de raciocínio do último boletim Destaque, produzido pela Diretoria de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco.

Ao confiar as incertezas ao momento econômico mais aos analistas de mercado do que ao Banco Central, o relatório do Bradesco apoia a política monetária do órgão regulador e acredita que “diante destes dados, portanto, o BC tem grandes chances de parar de elevar os juros em setembro (na próxima reunião do Comitê de Política Monetária do BC)”.

“(…) o BC, que já vê um conjunto de informações que “sugere que a economia pode ter entrado em ritmo mais condizente com taxas de crescimento avaliadas como sustentáveis em longo prazo, ao contrário do verificado no primeiro trimestre” estará propenso a não mais elevar os juros”, avalia o economista Otávio Mendonça de Barros, responsável pela análise. Ele ainda comenta que o BC já tem “juros de mercado, ao redor do neutro, e não abaixo, como boa parte dos analistas acredita”.

Notas relacionadas:

  1. Bradesco aposta numa alta de 0,75 ponto na reunião do Copom
  2. Cenário internacional fará Copom manter o ritmo de alta, diz Bradesco
  3. Desaceleração da economia não deve fazer o BC reduzir o ritmo da alta dos juros, diz Bradesco
Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

quarta-feira, 21 de julho de 2010 Finanças, Governo | 17:56

Ex-ministro de FHC, Pedro Parente diz preferir erro para cima nos juros pelo BC

Compartilhe: Twitter

Atualmente presidente da multinacional Bunge no Brasil, o ex-ministro da Casa Civil e do Ministério do Planejamento Pedro Parente diz preferir que o Banco Central (BC) erre para cima do que para baixo, referindo-se a um aumento mais forte nos juros pelo Comitê de Política Monetária (Copom), que divulgará ainda hoje a nova Selic.

“Se for isso (0,75 ponto percentual), não vejo problema. O que não pode acontecer é o BC achar que a inflação está sob controle e dosar a mão nos juros. Nesses casos, é preferível errar para cima”, afirmou Parente.

Para ele, não há tendência de médio prazo para o comportamento recente da inflação, que tem perdido força desde junho, quando fechou em 0%. Ontem, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou a primeira previa do comportamento dos preços de julho, que apresentou deflação.

Além de ministro, Parente foi secretário executivo do Ministério da Fazenda, durante a gestão de Fernando Henrique Cardoso.

Notas relacionadas:

  1. Ata do Copom abre as portas para aumento dos juros
  2. Fazenda defende aumento do compulsório antes de BC subir os juros
  3. Octavio de Barros prevê três altas consecutivas de 0,75 ponto nos juros básicos
Autor: Deco Bancillon, de Brasília Tags: , ,

segunda-feira, 19 de julho de 2010 Indicadores | 16:21

Bradesco reduz projeção de alta da Selic para 0,5 ponto percentual

Compartilhe: Twitter

O Bradesco acaba de reduzir a expectativa de alta da taxa básica de juros na reunião de quarta-feira do Comitê de Política Monetária. O banco agora prevê um ajuste de 0,5 ponto percentual.

Segundo análise do Bradesco, os dados preliminares de julho contrariam a expectativa de retorno de forte expansão da economia nacional. Aliado ao crescimento mais moderado, a instituição ressalta o cenário ainda incerto de outros países.

“Não estamos falando de crise, mas sim de uma redução, possivelmente por alguns trimestres, do ritmo de recuperação da economia global”.

Para o Bradesco, essa acomodação é benigna ao cenário de inflação brasileiro, pois implica em menor valorização das commodities. 

O banco também revisou a expectativa da Selic ao fim de 2010, passando a prever uma taxa inferior a 12% ao ano. Hoje, a taxa está em 10,25% ao ano.

Notas relacionadas:

  1. Mesmo sem superaquecimento, BC irá manter ciclo de alta da Selic, diz IEDI
  2. Selic será elevada para 11,75% ao ano, diz LCA
  3. Desaceleração da economia não deve fazer o BC reduzir o ritmo da alta dos juros, diz Bradesco
Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

Governo, Indicadores | 06:09

BC deve subir o juro em 0,5 ponto e encerrar o ciclo de alta

Compartilhe: Twitter

A desaceleração da economia deve fazer com que o Banco Central suba a taxa básica de juros em mais 0,5 ponto na reunião do Copom desta semana e encerre o ciclo de aperto da política monetária antes do previsto.
 
Desde o início da semana passada, essa hipótese já vem sendo cogitada pelo mercado financeiro. A partir da última segunda-feira, os juros no mercado futuro vem caindo em queda livre, depois de os indicadores mostrarem claramente que não seria mais necessário um aperto monetário tão intenso como se imaginava antes.
 
Os dados do Boletim Focus a serem divulgados hoje já devem constatar esse mudança no mercado. Os analistas devem indicar um recuo nas previsões tanto de juros como de inflação e de PIB.
 
Outros indicadores previstos para esta semana também devem seguir nesta linha. O IPCA-15, que é calculado pelo IBGE, tende a vir muito próximo de zero, a exemplo do que ocorreu com o IPCA no mês passado. O Bradesco, por exemplo, estima uma alta de 0,01% do indicador. 

Este será mais sinal de desaceleração da economia, com o detalhe de o IPCA-15 já fazer parte do resultado do terceiro trimestre, o que reforça a tese de que o BC não fará novos ajustes na Selic.

Notas relacionadas:

  1. Não há razão para antecipação do ciclo de alta dos juros, diz Tendências
  2. Fazenda defende aumento do compulsório antes de BC subir os juros
  3. Ciclo de alta dos juros está perto do fim, diz WestLB
Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

quarta-feira, 14 de julho de 2010 Finanças, Indicadores | 16:17

Ciclo de alta dos juros está perto do fim, diz WestLB

Compartilhe: Twitter

A percepção de que o ciclo de alta dos juros poderá acabar após a próxima reunião do Copom está cada vez mais forte no mercado financeiro. Na opinião de Roberto Padovani, economista-chefe do WestLB, a Selic deverá ser elevada em 0,75 ponto percentual, para 11% ao ano, na próxima quarta-feira.

Daí em diante, disse o economista, o Copom dará sinais de que os riscos inflacionários estão se reduzindo de modo significativo.

“Os indicadores de atividade no Brasil mostram desaceleração no segundo trimestre, reflexo da reorientação das políticas fiscal e monetária feita a partir do final de 2009”, afirmou.

Assim, o BC poderá indicar um novo balanço de riscos, abrindo a porta para um ciclo de aperto menor ou, até mesmo, para a proximidade do final do ciclo de correção da taxa Selic.

Notas relacionadas:

  1. Não há razão para antecipação do ciclo de alta dos juros, diz Tendências
  2. Copom deve indicar aperto monetário menor, prevê WestLB
  3. Mercado já aposta em alta menor dos juros pelo Banco Central
Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

terça-feira, 13 de julho de 2010 Indicadores | 06:01

Mercado já aposta em alta menor dos juros pelo Banco Central

Compartilhe: Twitter

Apesar do Boletim Focus divulgado ontem indicar a taxa básica de juros em 12% para o fim do ano, o mercado financeiro já aposta em um ciclo de alta menor.

O juro caiu no mercado futuro ontem, um importante termômetro para medir o comportamento do BC nas próximas reuniões do Copom.

A percepção é de que Banco Central vá interromper a subida dos juros na próxima reunião do Comitê de Política Monetária, na semana que vem, quando deverá elevar a Selic em mais 0,75 ponto percentual.

Assim, a Selic terminaria 2010 em 11% ao ano, abaixo da previsão do Boletim Focus.

A alta da próxima reunião do Copom seria a última do ano. No máximo, o BC elevaria a taxa em mais 0,25 ponto percentual na reunião seguinte.

O que leva o mercado a acreditar nessa reviravolta são os sinais recentes de desaceleração da economia nacional, o recuo da inflação e o esfriamento natural após a Copa do Mundo.

Ontem, a Anfavea informou uma redução de 5% na produção de veículos durante o mês de junho. A inflação também caiu significativamente.

O Boletim Focus já prevê uma inflação menor para este ano. A projeção, que antes era de 5,55%, caiu para 5,45%.

A expectativa do mercado é de que o Copom já dê sinais de um ciclo menor da alta dos juros no comunicado e na ata da próxima reunião.

Notas relacionadas:

  1. Bradesco reforça aposta de início da alta dos juros em abril
  2. O Banco Central sempre subiu os juros na hora certa, diz Fábio Barbosa, presidente da Febraban
  3. Copom deve indicar aperto monetário menor, prevê WestLB
Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

terça-feira, 8 de junho de 2010 Indicadores | 16:31

Mesmo sem superaquecimento, BC irá manter ciclo de alta da Selic, diz IEDI

Compartilhe: Twitter

Ainda que os resultados do Produto Interno Bruto (PIB) divulgados nesta terça-feira tenham indicado um crescimento da demanda mais adequado ao ritmo da oferta, a condução da política monetária por parte do Banco Central (BC) não irá sofrer alterações, acredita o economista Rogério Souza, do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (IEDI). 

Segundo disse, a economia brasileira não está superaquecida, fato que relativiza análises de bancos e do próprio BC, que davam conta que o País crescia em ritmo chinês. 

“Os dados mais recentes de abril e maio não estão apontando na direção de superaquecimento, e o consumo das famílias está crescendo em um ritmo menor que o da Formação Bruta de Capital Bruto, o que é muito positivo para o País”, diz Souza.

Ainda assim, na avaliação do IEDI, o Conselho de Política Monetária (Copom) deve optar por um aumento forte na taxa Selic na reunião que tem início nesta terça-feira. “Isso não vai mudar a decisção deles, se não for 0,75 (ponto percentual) vai ser 0,5 (p.p.)”, aposta.

Notas relacionadas:

  1. Não há razão para antecipação do ciclo de alta dos juros, diz Tendências
  2. Recuo da indústria em abril minimiza risco de gargalos, diz IEDI
  3. Cenário internacional fará Copom manter o ritmo de alta, diz Bradesco
Autor: Deco Bancillon, de Brasília Tags: , ,

Indicadores | 15:12

Presidente da CNDL diz que crescimento econômico é insustentável sem infraestrutura

Compartilhe: Twitter

O presidente da Confederação Nacional dos Lojistas (CNDL), Roque Pellizzaro Júnior, está preocupado com o crescimento econômico, que ele acredita não estar acompanhado de investimentos para corrigir deficiências estruturais no País.

“Esse crescimento seria uma boa notícia não fosse o fato de o Brasil não ter infraestrutura para garantir o crescimento da oferta, de forma que sustente a expansão do consumo”, diz.

Para Pellizzaro, o descasamento entre demanda e oferta pode significar um aumento de juros mais forte pelo Comitê de Política Monetária (Copom) já na reunião que tem início hoje.

O dirigente pondera, entretanto, que a alteração na Selic deve vir acompanhada de outras medidas contracionistas, entre as quais o enxugamento de R$ 31 bilhões em compulsórios pelo BC e uma restrição mais forte na concessão de crédito ao consumidor.

“O importante não é que remédio vai ser utilizado (para conter o consumo), mas a dose a ser dada ao paciente”, afirmou.

Notas relacionadas:

  1. Mantega acredita em crescimento do PIB de 0 a 0,5% este ano
  2. Governo avalia de forma positiva os números do IBGE e projeta crescimento sustentável
  3. Para economista, composição do PIB é favorável no longo prazo
Autor: Deco Bancillon, de Brasília Tags: , ,

Finanças, Indicadores | 06:07

Cenário internacional fará Copom manter o ritmo de alta, diz Bradesco

Compartilhe: Twitter

Não fossem as incertezas em relação à recuperação econômica da Europa, o Comitê de Política Monetária poderia aumentar ainda mais a taxa básica de juros na reunião de amanhã.

Conforme análise do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco, os dados da economia brasileira ainda indicam um crescimento robusto mesmo após o recuo da produção industrial.

Assim, sem os temores sobre a Europa, o Banco Central poderia optar por uma elevação mais brusca dos juros, chegando a um ponto percentual.

“A desaceleração em curso não será suficiente para levar a inflação para o centro da meta sem que sejam necessárias novas elevações nas taxas de juros”, diz o relatório do Bradesco.

Para o banco, o ambiente de forte atividade e inflação levava a crer em uma aceleração da subida de juros, mas o cenário externo mostra os riscos de deterioração significativa, o que legitima uma elevação semelhante à da última reunião, de 0,75 ponto percentual.

“A crise europeia pode desacelerar o crescimento econômico brasileiro, bem como as pressões inflacionárias. Isso porque, diante da crise, é muito provável que as commodities caiam de preço sem serem totalmente compensadas pela depreciação cambial”.

Notas relacionadas:

  1. Bradesco reforça aposta de início da alta dos juros em abril
  2. Bradesco aposta numa alta de 0,75 ponto na reunião do Copom
  3. Bradesco revisa projeção do PIB e aposta em alta de 7%
Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

segunda-feira, 7 de junho de 2010 Finanças, Indicadores | 05:59

Copom deve indicar aperto monetário menor, prevê WestLB

Compartilhe: Twitter

O Comitê de Política Monetária, que define nesta quarta-feira a nova taxa básica de juros, deverá sinalizar um ciclo de alta menor do que o esperado pelo mercado.

A expectativa do mercado financeiro é de que a Selic chegue a 11,75% até o fim do ano, o que significa uma alta de 2,25 pontos percentuais em relação à taxa atual, de 9,5%.

Segundo Roberto Padovani, estrategista-chefe do WestLB, a reorientação das políticas fiscal e monetária adotas no fim do ano passado, além dos efeitos do controle da liquidez pelo Banco Central no mesmo período, já indicam um ritmo menor de crescimento no segundo trimestre.

“O BC deverá manter o ritmo de aperto, mas, ao mesmo tempo, dar sinais que os riscos inflacionários estão se reduzindo, contribuindo para coordenar as expectativas e abrir espaço para um ciclo de alta menor”, afirmou.

Para o WestLB, o Copom fará mais duas altas de 0,75 ponto percentual, em junho e julho.

Notas relacionadas:

  1. Copom ressalta preocupações com o cenário prospectivo para a inflação, diz Bradesco
  2. No dia do Copom, volume de contratos de juro futuro bate recorde histórico
  3. Octavio de Barros prevê três altas consecutivas de 0,75 ponto nos juros básicos
Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

quarta-feira, 28 de abril de 2010 Indústria | 17:27

Efeito dos juros sobre investimento preocupa analista da CNI

Compartilhe: Twitter

Até aqui, a indústria apresenta tendência favorável conforme a Sondagem da Confederação Nacional da Indústria (CNI) relativo ao primeiro trimestre, mas a decisão de aumentar a taxa básica de juros – Selic que Copom deve divulgar hoje a noite preocupa os economistas da entidade.

Para Renato da Fonseca, gerente da Unidade de Pesquisa, o primeiro efeito da elevação da Selic se dá sobre o investimento. Depois é que vem o efeito sobre a demanda, objetivo principal do Banco Central. Além disso, juros altos tornam o Brasil mais atraente para o investidor o que já é um fato diante da situação delicada vivida pela Europa.

O resultado previsto é a volta do processo de valorização do real com as consequentes dificuldades para o exportador brasileiro.

Notas relacionadas:

  1. Otimista para 2010, CNI mantém preocupação para 2011
  2. Indústria não teme otimismo, mas tem medo de juros
  3. Ociosidade tem custo, diz economista da entidade
Autor: Carlos Lopes, de Brasília Tags: , ,

Indicadores | 12:40

Classe C crescerá por pelo menos dez anos, prevê Itaú Unibanco

Compartilhe: Twitter

O economista chefe do Itaú Unibanco, Ilan Goldfajn, informou hoje que o consumo da classe média brasileira deverá continuar crescendo por pelo menos dez anos.

Para ele, no curto prazo o governo tomará medidas para estabilizar o crescimento da economia em 4,5 e 5% ao ano.

“É importante que as ações sejam tomadas desde já para que o freio no crescimento seja gradual. Senão o próximo governo terá de tomar medidas drásticas.”

O economista aposta na elevação da taxa Selic de 0,75% hoje em reunião do Copom.

Notas relacionadas:

  1. Escassez de mão de obra pode pressionar inflação já em 2010
  2. Operações pontuais de empresas brasileiras inflaram saída de dólares, diz Itaú Unibanco
  3. Mais de 30 milhões de pessoas migraram para a classe C em cinco anos, diz pesquisa da Ipsos
Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

terça-feira, 27 de abril de 2010 Finanças | 12:00

Bradesco aposta numa alta de 0,75 ponto na reunião do Copom

Compartilhe: Twitter

O Departamento Econômico do Bradesco acredita que o Copom deve elevar a taxa básica de juros em 0,75 ponto na reunião que começa hoje e se encerra amanhã.

“Se na reunião passada havia argumentos razoáveis que sugeriam ser possível adiar uma subida nos juros, todos os argumentos, sem exceção, caíram literalmente por terra nesta reunião”, diz Octavio de Barros, diretor de Pesquisas e Estudos Econômicos do banco.

Segundo o banco, é preciso aumentar os juros agora para evitar que a inflação suba a ponto de ficar mais difícil de ser controlada.

Notas relacionadas:

  1. Copom ressalta preocupações com o cenário prospectivo para a inflação, diz Bradesco
  2. No dia do Copom, volume de contratos de juro futuro bate recorde histórico
  3. Octavio de Barros prevê três altas consecutivas de 0,75 ponto nos juros básicos
Autor: Guilherme Barros Tags: , , , ,

quinta-feira, 15 de abril de 2010 Governo | 15:44

BC tende a fazer um ajuste curto e grosso nos juros

Compartilhe: Twitter

A próxima reunião do Copom para decidir a taxa de juros só acontece no próximo dia 28, mas já se especula no mercado e no governo o tamanho do ajuste que o Banco Central irá fazer para frear a economia e conter a alta da inflação.

Há poucas semanas, o mercado apostava numa alta de 0,5 ponto da taxa básica de juros, hoje em 8,75% ao ano. Nos últimos dias, a aposta subiu para 0,75.

Agora, com os últimos números da economia, já se fala nas mesas de operações que a alta pode chegar a um ponto percentual. O mercado acredita que o ajuste pode ser de três ou até quatro pontos.

São vários os motivos que levam o mercado a acreditar numa alta mais forte dos juros nas próximas reuniões do Copom. 

Em primeiro lugar, a economia cresce num ritmo bastante acelerado. Muitos economistas já começam a prever uma alta acima de 7% do PIB este ano.

Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados hoje apontam para uma geração de 2,7 milhões de empregos formais este ano, o comércio varejista indica uma expansão elevada e os salários correm nesse mesmo ritmo.

Os números da inflação preocupam o governo e há consenso na equipe econômica da necessidade de subir os juros.

O que se discute, no entanto, é o tamanho dessa alta e se será feita a conta-gotas ou num prazo mais curto.

Hoje, a tendência é de o Banco Central fazer o ajuste num prazo mais curto, o que vai fazer, no entanto, com que a alta do juro seja maior nas próximas reuniões do Copom.

Além disso, uma parte importante do governo defende que esse ajuste seja feito logo para evitar aumento dos juros perto das eleições.

Pelo que tem dito o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, sempre manifestando preocupação com os efeitos sobre a inflação desse ritmo acelerado de crescimento da economia, já se pode prever uma “paulada” no juro.

Notas relacionadas:

  1. Mantega diz que é precipitado subir os juros
  2. Ata do Copom abre as portas para aumento dos juros
  3. Fazenda defende aumento do compulsório antes de BC subir os juros
Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

quarta-feira, 17 de março de 2010 Finanças | 18:56

No dia do Copom, volume de contratos de juro futuro bate recorde histórico

Compartilhe: Twitter

O volume de negociações de contratos futuros de DI, ou seja, os juros futuros, bateu novo recorde histórico nesta quarta-feira.

A movimentação dos investidores ocorre às vésperas da decisão do Copom sobre a manutenção ou alta da taxa básica de juros (Selic).

Pelo resultado parcial do pregão da BM&FBovespa, já ultrapassou 4,5 milhões de contratos. O recorde anterior é do dia 17 de abril de 2008, com 3,16 milhões de contratos negociados.

Notas relacionadas:

  1. Taxa de juros deverá subir de forma moderada
  2. Copom ressalta preocupações com o cenário prospectivo para a inflação, diz Bradesco
Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010 Governo | 09:03

Ata do Copom abre as portas para aumento dos juros

Compartilhe: Twitter

Mais um ingrediente na queda-de-braço entre a Fazenda e o Banco Central sobre a necessidade ou não de se aumentar os juros.

A ata do Copom, que acaba de ser divulgada pelo Banco Central, abre as portas para o aumento dos juros já em março, na próxima reunião, ou o mais tardar em abril.

O tom do do documento mostra com todas as letras que os juros subirão, o que deve acirrar ainda mais os ânimos do ministro da Fazenda, Guido Mantega, que tem afirmado públicamente que o aumento dos juros seria precipitado.

A ata do Copom, no entanto, assinala a preocupação com a inflação e ressalta que o Banco Central não vai deixar que a situação se deteriore. Ou seja, os juros vão subir nas próximas reuniões.

Notas relacionadas:

  1. Para a Fazenda, número do PIB desmonta a tese da alta dos juros em 2010
  2. Copom deverá subir o tom sobre a inflação, diz Bradesco
  3. Mantega diz que é precipitado subir os juros
Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

Finanças, Governo | 09:02

Copom ressalta preocupações com o cenário prospectivo para a inflação, diz Bradesco

Compartilhe: Twitter

No boletim diário matinal, o departamento econômico do Bradesco faz hoje a seguinte análise:

“A ata do Copom, referente à sua última reunião realizada na semana passada quando decidiu pela manutenção da taxa Selic em 8,75%, apresentou uma leitura menos favorável para o comportamento prospectivo para a inflação, elevando os riscos decorrentes do aquecimento da demanda doméstica. Reconhece que os dados mais recentes relativos à atividade econômica já apontam para “redução da margem de ociosidade dos fatores de produção, evidenciada por indicadores de utilização da capacidade na indústria e do mercado de trabalho“. Em relação à inflação, ressalta que o atual comportamento das expectativas de inflação poderia comprometer o cenário benigno esperado pelo Copom para a inflação. Assim, reforça o papel da política monetária de “zelar para que as pressões inflacionárias sigam contidas”. Diante da sua posição “especialmente vigilante”, mantemos nosso cenário de subida de juros em abril deste ano, sem descartar uma antecipação deste movimento, caso os desdobramentos até a reunião de março se revelem substancialmente desfavoráveis para a inflação”.

Notas relacionadas:

  1. Mercado não se altera com mudança no Banco Central
  2. PIB mais baixo expõe divergências entre Fazenda e BC
  3. Copom deverá subir o tom sobre a inflação, diz Bradesco
Autor: Guilherme Barros Tags: , , , ,

terça-feira, 26 de janeiro de 2010 Governo | 14:50

Copom deverá subir o tom sobre a inflação, diz Bradesco

Compartilhe: Twitter

O Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco mantém a previsão de que o início da alta da taxa básica de juros (Selic) vai ocorrer em abril.

Para a reunião de amanhã do Comitê de Política Monetária (Copom), o banco acredita que o tom de possível elevação dos juros continuará subindo, mas a Selic seguirá no patamar atual, de 8,75% ao ano.

Notas relacionadas:

  1. Governo já cobra de Meirelles a saída de Torós
  2. Senado não encampa debate sobre modernização cambial
  3. Rigor fiscal e retirada de incentivos podem aliviar pressão sobre inflação, diz Tendências
Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

  1. Primeira
  2. 1
  3. 2
  4. 3
  5. Última