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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011 Política Monetária | 06:01

Brasil voltará a ter juros de um dígito em abril de 2012, diz Octavio de Barros

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O Banco Central deverá manter sua política de corte moderado na taxa básica de juros ao longo de 2012.

O diagnóstico é do Diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco, Octavio de Barros.

Para ele, a autoridade monetária reforçou a estratégia no Relatório de Inflação, divulgado ontem.

Segundo Barros, o BC deverá dar continuidade aos cortes de 0,5 ponto percentual na Selic.

Neste ritmo, o Brasil voltará a ter taxa de juros de um dígito em abril de 2012, com a Selic chegando a 9,5%.

A única vez que o País teve juros abaixo de 10% foi em junho de 2009, em meio à crise mundial, quando o BC de Henrique Meirelles cortou a Selic em 1 ponto percentual, para 9,25%.

A taxa seguiu abaixo dos 10% por um ano.

“Acreditamos também que a velocidade de recuperação da economia será elemento fundamental a ser monitorado nos próximos meses, para possíveis calibragens na condução da política monetária”, afirmou o economista.

Notas relacionadas:

  1. Banco Central deve reduzir juros a 10,50%, diz Octavio de Barros
  2. Juros cairão a um dígito em 2012, diz Itaú Unibanco
  3. Copom deve cortar juros em 0,50 ponto e pode aumentar cortes em 2012, diz Octavio de Barros
Autor: Klinger Portella Tags: , , , , ,

segunda-feira, 28 de novembro de 2011 Política Monetária | 11:10

Copom deve cortar juros em 0,50 ponto e pode aumentar cortes em 2012, diz Octavio de Barros

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O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central anuncia na quarta-feira o rumo da taxa básica de juros (Selic) da economia brasileira.

Para o diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos, Octavio de Barros, o cenário global teve riscos ampliados desde o último encontro do Copom, o que aumenta a pressão sobre um corte maior na taxa.

O economista acredita que o Banco Central vai cortar os juros em 0,50 ponto percentual, reduzindo a Selic para 11% ao ano, no último encontro de 2011.

Por outro lado, Barros enxerga a possibilidade de uma intensificação no ritmo de corte a partir do ano que vem.

“Não descartamos que o comunicado pós-decisão (ou a ata) deixe as portas abertas para aumentar o ritmo de queda da Selic nas reuniões subsequentes, condicional ao cenário”, disse.

O economista disse que a inclusão de termos como “monitorar atentamente” podem indicar a possibilidade de o BC ampliar o ritmo de corte dos juros.

“Incorporando os riscos atuais, revisamos a nossa expectativa de Selic para 2012, de 10% para 9,5%, nível que deve ser alcançado em abril, em princípio, em passos de 50 pontos base”, completou.

Notas relacionadas:

  1. Copom deve elevar juros a 12,25% nesta semana, diz Octavio de Barros
  2. Copom deve elevar juros mais duas vezes neste ano, diz Octavio de Barros
  3. BC deve interromper alta de juros em agosto, diz Octavio de Barros
Autor: Klinger Portella Tags: , , , ,

quinta-feira, 24 de novembro de 2011 Finanças, Governo | 21:55

Tombini fala em ajuste moderado dos juros em jantar da Febraban

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Alexadre Tombini (Agência Brasil)

Alexadre Tombini (Agência Brasil)

No jantar anual da Febraban, que acontece hoje em São Paulo, o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, afirmou que o ajuste na taxa básica de juros da economia brasileira será moderado, o que foi interpretado como um sinal de que, na reunião da semana que vem, o Copom deve, novamente, fazer um corte de meio ponto porcentual na taxa Selic.

Nos últimos dias, diante do agravamento da crise internacional, o mercado estava apostando em um corte maior.

O discurso de Tombini sinaliza que o corte continuará em meio ponto.

“De fato, como prognosticado pelo Banco Central, houve uma substancial e generalizada deterioração do cenário internacional. Tendência essa que prossegue, ainda que sem a ocorrência de um evento extremo, de ruptura. Mas essa deterioração tem importantes e significativos impactos na dinâmica da atividade econô-mica e da inflação,  por diferentes canais de transmissão,  justificando a implementação de ajustes moderados na taxa básica de juros”, afirmou o presidente do BC.

Leia a íntegra do discurso de Tombini:

Notas relacionadas:

  1. BC tende a fazer um ajuste curto e grosso nos juros
  2. Febraban aposta em elevação de 0,5 ponto percentual nos juros
  3. Tombini fala da crise amanhã em entrevista para um pool de rádios
Autor: Guilherme Barros Tags: , , , ,

quarta-feira, 23 de novembro de 2011 Política Monetária | 06:01

Crise fará Copom manter corte de 0,5 ponto nos juros na última reunião de 2011, diz Rosenberg

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O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) não deverá mudar o ritmo de corte de juros no encontro da próxima semana.

A autoridade monetária fará, entre os dias 29 e 30 de novembro, a última reunião do ano para definir os rumos da taxa Selic.

Segundo a equipe de economistas da Rosenberg & Associados, a crise internacional deverá fazer com que o Copom dê continuidade aos “ajustes moderados” nos juros.

“Apesar de a desaceleração econômica ainda ser modesta e não permitir um alívio da inflação corrente, as preocupações com o cenário externo – que diga-se de passagem pioraram exponencialmente desde a última reunião – devem continuar prevalecendo”, disse a consultoria.

Atualmente, a Selic está em 11,50% ao ano.

Segundo a Rosenberg & Associados, a autoridade monetária deverá manter o ritmo de corte de 0,5 ponto percentual, observado nas últimas duas reuniões.

“Provavelmente, manterá o ritmo para prolongar o ajuste”, completou.

Notas relacionadas:

  1. Incertezas globais barrarão alta de juros no Brasil, diz Rosenberg
  2. Mercado espera redução de juros na reunião de hoje do Copom
  3. Copom deverá manter ritmo de corte da Selic, diz LCA
Autor: Klinger Portella Tags: , , ,

quinta-feira, 27 de outubro de 2011 Política Monetária | 10:51

Ata marca mudança de cenário para o Banco Central, diz LCA

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O Banco Central promoveu uma mudança importante na ata da 162ª Reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), divulgada hoje.

No documento, a autoridade monetária trouxe uma mudança no cenário adotado para a economia.

A partir de agora, o BC trata oficialmente como cenário central aquele que vinha sendo considerado como alternativo até o encontro anterior do Copom.

“Essa mudança na percepção do Banco Central quanto à trajetória da conjuntura internacional – e seu impacto sobre a economia doméstica – explica porque ele continuou a cortar a Selic a despeito de os seus modelos de projeção terem apontado estimativas de inflação em elevação e acima do valor central da meta para 2012”, disse a LCA.

No novo cenário central, o BC considera que a crise internacional atual deve trazer um impacto de um quarto das perdas provocadas durante a crise de 2008.

A autoridade monetária também passa a considerar que a deterioração do cenário internacional deve se prolongar por mais tempo que o observado na crise anterior.

A LCA manteve a projeção de corte da Selic para 10% ao ano e um crescimento pouco abaixo do potencial para o PIB brasileiro até o fim de 2011 e ao longo de boa parte do ano que vem, “o que permitirá à inflação desacelerar de perto do teto da meta em 2011 para pouco acima de 5% em 2012”.

Notas relacionadas:

  1. Banco Central deve cortar juros a 11% até o fim do ano, diz Alex Agostini
  2. Stanley Fischer elogia Banco Central do Brasil
  3. Banco Central deve reduzir juros a 10,50%, diz Octavio de Barros
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terça-feira, 18 de outubro de 2011 Política Monetária | 12:00

Copom deverá manter ritmo de corte da Selic, diz LCA

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A LCA acredita que, na reunião desta semana, o Copom deve manter o ritmo de redução de meio ponto percentual na taxa Selic, mas não descarta uma aceleração no ritmo de queda nos juros.

“As expectativas de mercado para o crescimento da economia doméstica continuam a ser revisadas para baixo – sugerindo que as pressões inflacionárias advindas de descompassos entre oferta e demanda tenderão a se diluir. Diante disso, o Banco Central poderia ficar tentado a acelerar o ajuste da taxa básica de juros”, afirma a consultoria.

Mas, para os economistas da LCA, a menor tensão nos mercados globais deve contribuir para que a reducão de juros deve ser mais moderada.

A LCA está revisando para baixo sua estimativa para o crescimento do PIB no terceiro trimestre.

Notas relacionadas:

  1. BC irá manter Selic em 10,75% amanhã, diz Banco Modal
  2. Resultado do IPCA sentencia corte de 0,5 ponto percentual da Selic, diz André Perfeito
  3. BC envia nota sobre procedimentos do Copom
Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

Política Monetária | 10:11

BC envia nota sobre procedimentos do Copom

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O Banco Central divulgou hoje uma nota, na qual afirma que a taxa de juros é discutida somente dentro da reunião entre os diretores.
Segundo a nota do banco, a informação é imediatamente divulgada e “não é possível conhecimento prévio da decisão”.

Na sexta-feira passada, a CVM (Comissão de Valores Mobiliários) confirmou a informação de que estaria apurando movimentações atípicas no mercado de juros na semana da última reunião do Copom.

A nota do BC esclarece que não é possível se saber antecipadamente a decisão do Copom.

Leia a íntegra da nota do Banco Central:

Por ocasião da reunião do Comitê de Política Monetária, o Banco Central do Brasil esclarece que:

A meta da taxa Selic somente é discutida em reunião reservada no segundo dia e fixada por maioria de votos dos membros do Copom, colegiado composto pelo presidente e pelos diretores do Banco Central.

A decisão é imediatamente informada a toda a sociedade, por meio de nota publicada no sítio do Banco Central na internet e no Sistema de Informações do Banco Central (Sisbacen).

Assim, não é possível o conhecimento prévio da decisão.

Mais informações sobre o rito das reuniões do Copom podem ser consultadas no sítio do Banco Central do Brasil, por meio de acesso ao endereço http://www.bcb.gov.br/?COPOM.

Notas relacionadas:

  1. Em dia de Copom tranquilo, expectativa fica com o comunicado pós-reunião
  2. Nota curta do Copom abre espaço para qualquer interpretação, diz André Perfeito
  3. Mercado espera redução de juros na reunião de hoje do Copom
Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

sexta-feira, 14 de outubro de 2011 Finanças | 16:12

Pela primeira vez, CVM investiga mercado de juros no Brasil

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A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) investiga, pela primeira vez na história, se houve movimentação atípica na semana da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, quando a taxa básica de juros baixou 0,5 ponto percentual, em 31 de agosto.

A CVM apura informação de que quatro bancos no Brasil tenham mudado de posição no mercado futuro de juros naquela semana.

Os bancos estariam apostando na manutenção da Selic, e, em curto espaço de tempo, às vésperas da reunião, mudaram a posição para queda.

Procurada, a CVM respondeu que “não comenta investigações em curso”.

Notas relacionadas:

  1. Roberto Padovani mantém previsão de alta dos juros de 0,5 ponto percentual
  2. Juros futuros refletem tensão do mercado com política adotada pelo Banco Central, diz André Perfeito
  3. BC pode cortar juros em até um ponto em outubro
Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

quinta-feira, 13 de outubro de 2011 Política Monetária | 11:03

Fiesp, Abimaq e sindicatos abraçam prédio do BC contra juros

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Entidades como Fiesp, Abimaq, CUT e Força Sindical preparam para a próxima terça-feira um protesto contra os juros altos no Brasil.

Mais de mil integrantes das entidades darão um “abraço simbólico” no prédio do Banco Central, na Avenida Paulista, em São Paulo, durante a manifestação.

O protesto acontece no primeiro dia da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do BC, realizada em Brasília, que definirá os rumos da taxa básica de juros.

Antes do abraço, os presidentes Paulo Skaf (Fiesp), Luiz Aubert Neto (Abimaq), Paulo Pereira da Silva (Força Sindical), Arthur Henrique (CUT), Miguel Torres (Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo) e Sergio Nobre (Sindicato dos Metalúrgicos do ABC) lançam um manifesto por um Brasil com menos juros, maior produção e mais emprego.

A manifestação está prevista para as 12h.

Notas relacionadas:

  1. Brasil é o segundo país do mundo que mais gasta com juros
  2. Abimaq contesta ‘financistas’ que defendem manutenção da Selic
  3. Banco Central pode cortar juros em 1 ponto ou mais em outubro
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sexta-feira, 7 de outubro de 2011 Política Monetária | 15:06

Juros cairão a um dígito em 2012, diz Itaú Unibanco

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O Brasil caminha para retomar o patamar de taxa de juros de um dígito – obtida pela primeira vez na história em meio à crise mundial – em 2012.

Segundo projeções da equipe econômica do Itaú Unibanco, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central deve promover cortes de 0,75 ponto percentual na Selic nas próximas quatro reuniões.

Caso isso se confirme, prevê o banco, os juros chegarão a 10,5% no fim deste ano. “E 9% em 2012”, completou.

“Tendo em vista a desaceleração um pouco mais forte que o esperado e a percepção de maior risco externo, acreditamos que o Banco Central acelere o ritmo do corte dos juros”, disseram os economistas do banco, em relatório.

Na projeção anterior do Itaú Unibanco, a Selic cairia a 0,50 ponto percentual por reunião, establizando-se, posteriormente, em 10% ao ano.

Notas relacionadas:

  1. Mercado espera redução de juros na reunião de hoje do Copom
  2. Itaú Unibanco aposta em manutenção da Selic hoje
  3. BC derrubará juros a 10% em 2012, diz Itaú Unibanco
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segunda-feira, 12 de setembro de 2011 Política Monetária | 08:26

BC derrubará juros a 10% em 2012, diz Itaú Unibanco

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O quadro de pessimismo internacional, com desaquecimento da economia global, vai fazer com que o Banco Central prolongue o movimento de queda de juros ao longo de 2012.

Segundo Ilan Goldfajn, economista-chefe do Itaú Unibanco, o Comitê de Política Monetária (Copom) deverá reduzir a taxa Selic a 10% ao ano em 2012.

“Considerando a avaliação do cenário internacional revelada pelo Copom e a nossa projeção de crescimento mais baixo da economia global, mantemos a expectativa de mais 200 pontos base de ajuste na taxa Selic”, disse Goldfajn, em relatório enviado a investidores.

Com isso, o banco projeta que a taxa básica de juros encerre 2011 em 11%, com cortes sucessivos de 0,5 ponto percentual nas próximas reuniões, baixando mais 1 ponto percentual até o fim do ano que vem.

Notas relacionadas:

  1. Mercado espera redução de juros na reunião de hoje do Copom
  2. Itaú Unibanco aposta em manutenção da Selic hoje
  3. Banco Central deve reduzir juros a 10,50%, diz Octavio de Barros
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Política Monetária | 06:02

Banco Central pode cortar juros em 1 ponto ou mais em outubro

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O Banco Central deve baixar os juros de forma mais agressiva a partir da próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), em outubro.

Apesar das críticas de muitos analistas ao corte de meio ponto na semana passada, o governo está convencido de que o Brasil tem uma oportunidade rara de baixar a taxa de juros mais rapidamente.

Segundo fontes do governo, já se cogita a hipótese de, a partir de outubro, a redução ser de até 1 ponto percentual ou mais na taxa básica de juros.

A contrapartida é a promessa do governo de manter o aperto fiscal.

A ideia é que a presidenta Dilma Rousseff termine o governo com taxa de juros de países civilizados.

Não será surpresa se, no ano que vem, o juro baixar para algo em torno de 4% em termos reais, o que corresponde a uma Selic de 8% mais ou menos.

O Brasil não quer repetir o erro de 2008 e 2009, quando desperdiçou uma oportunidade rara de reduzir a taxa de juros mais agressivamente.

A Turquia aproveitou o momento da crise e hoje tem juros muito menores do que o Brasil, apesar da condição econômica pior que a brasileira.

Atualmente, a taxa de juros no país é de 5,75% ao ano, contra 12% da Selic.

Na opinião do governo, essa queda mais brusca da taxa de juros não vai influenciar a inflação, diante da crise internacional.

Além disso, se houver algum problema de inflação, o Banco Central pode, de novo, subir os juros, mas não tanto como agora.

A atual taxa de juros do Brasil não é compatível com a situação econômica do País.

Se Fernando Collor ficou marcado pela abertura da economia, Fernando Henrique Cardoso pela estabilização e Lula pelos avanços na área social, Dilma quer ficar marcada por ter acabado com a última distorção na economia, que é a injustificável taxa de juros.

Notas relacionadas:

  1. Juros futuros refletem tensão do mercado com política adotada pelo Banco Central, diz André Perfeito
  2. Após cortar juros, Banco Central prevê PIB menor neste ano
  3. Banco Central deve cortar juros a 11% até o fim do ano, diz Alex Agostini
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quinta-feira, 8 de setembro de 2011 Política Monetária | 10:01

Banco Central deve reduzir juros a 10,50%, diz Octavio de Barros

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O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central deu sinais de que seguirá com a política de redução na taxa básica de juros nos próximos encontros.

Após a divulgação da ata da reunião da semana passada, o diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco, Octavio de Barros, destaca que “a estratégia de ajustes moderados no nível da taxa básica está praticamente assegurada”.

Para ele, a autoridade monetária deverá promover novos cortes de 1,50 ponto percentual na Selic, que deverá começar 2012 em 10,50% ao ano.

Contribuem para as projeções, a deterioração do cenário externo, com o desaquecimento da economia global ainda mais fragilizada, e o enfraquecimento das pressões inflacionárias sobre a economia brasileira.

Notas relacionadas:

  1. Copom deve elevar juros a 12,25% nesta semana, diz Octavio de Barros
  2. Copom deve elevar juros mais duas vezes neste ano, diz Octavio de Barros
  3. Banco Central deve cortar juros a 11% até o fim do ano, diz Alex Agostini
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terça-feira, 6 de setembro de 2011 Política Monetária | 15:03

Tem espaço para baixar juros no Brasil, diz Gustavo Marin

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Gustavo Marin (Eduardo Lopes/Imagem Paulista)

Gustavo Marin (Eduardo Lopes/Imagem Paulista)

Um dos presentes ao encontro com Stanley Fischer, governador do Banco Central de Israel, o presidente do Citibank no Brasil, Gustavo Marin, afirmou que há espaço para baixar os juros no Brasil.

Para o quadro de redução da Selic, Marin aponta a política de maior aperto fiscal e uma tendência de queda da inflação diante da crise global.

Segundo ele, os sinais são evidentes de que a economia está em ritmo mais lento e que os preços das commodities estão em queda.

Com isso, diz Marin, o BC tem de estar preocupado com a atividade.

Ele é um dos empresários participantes da segunda edição da Audi Business Trip, organizada pelo Grupo de Líderes Empresariais (Lide), presidido por João Doria.

Notas relacionadas:

  1. Alta das commodities pesa mais que diferencial de juros para o dólar, diz Rosenberg & Associados
  2. Mantega anuncia novo corte de gastos e aumento do superávit primário para baixar juros
  3. Stanley Fischer elogia Banco Central do Brasil
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Política Monetária | 14:41

Stanley Fischer elogia Banco Central do Brasil

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Stanley Fischer (Eduardo Lopes/Imagem Paulista)

Stanley Fischer (Eduardo Lopes/Imagem Paulista)

Em encontro de uma hora com empresários brasileiros, o presidente do Banco Central de Israel, Stanley Fischer, manifestou apoio ao Banco Central do Brasil e elogiou o presidente da autoridade monetária, Alexandre Tombini.

Fischer, que também foi vice-presidente do Banco Mundial, presidente do Citigroup Internacional e primeiro diretor-gerente do FMI, disse que, quanto mais a política fiscal abrir espaço, mais oportunidades o BC terá para reduzir a taxa de juros.

Ele deu as declarações a cerca de 20 empresários que fazem parte da segunda Audi Business Trip, organizada pelo Grupo de Líderes Empresariais (Lide), presidido por João Doria.

Provocado pelo ex-ministro Luiz Fernando Furlan sobre a decisão da semana passada de o Copom baixar juros, o governador do BC de Israel deu a entender que a autoridade monetária tomou a decisão correta.

Sobre a crise mundial, Fischer disse que o maior problema está concentrado na Europa.

Ele acredita que, nos Estados Unidos, a situação será resolvida após as eleições presidenciais de 2012.

Fischer diz ter certeza de que a crise será resolvida em algum momento, já que, depois de tantas tentativas, os líderes globais vão chegar a um acerto.

Notas relacionadas:

  1. Após cortar juros, Banco Central prevê PIB menor neste ano
  2. Banco Central reduzirá juros a 9% até o fim do ano, diz investidor internacional
  3. Banco Central deve cortar juros a 11% até o fim do ano, diz Alex Agostini
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sexta-feira, 2 de setembro de 2011 Política Monetária | 09:14

Banco Central deve cortar juros a 11% até o fim do ano, diz Alex Agostini

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O movimento de queda dos juros iniciado na reunião desta semana do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central ainda deve prever mais três cortes de 0,50 ponto percentual cada na taxa Selic.

Ao menos é o que projeta o economista-chefe da Austin Ratings, Alex Agostini.

“Com isso, a taxa Selic deverá encerar 2011 em 11%, e 2012 deverá ficar ao redor de 9%”, projeta.

Segundo o economista, a decisão da autoridade monetária de cortar os juros já no encontro de agosto mostra “maior alinhamento com a política econômica do atual governo.

“Diferenciando da posição que havia na gestão anterior, que se pautava, primordialmente, pela estabilidade monetária, que, aliás, é condizente com um regime de metas de inflação.”

Para a inflação, Agostini manteve a projeção de IPCA em 6,5%, “mas não descartamos a possibilidade de superar esse nível”.

Em 2012, a estimativa de inflação subiu de 5,2% para 6%;

Notas relacionadas:

  1. Juros futuros refletem tensão do mercado com política adotada pelo Banco Central, diz André Perfeito
  2. Incertezas globais barrarão alta de juros no Brasil, diz Rosenberg
  3. Após cortar juros, Banco Central prevê PIB menor neste ano
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quinta-feira, 1 de setembro de 2011 Política Monetária | 19:03

Setor têxtil defende BC e comemora redução da Selic

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Os representantes do setor têxtil saíram em defesa do Banco Central após a redução de 0,5 ponto na taxa básica de juros.

“Foi uma decisão absolutamente correta”, diz Fernando Pimentel, diretor superintendente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit).

Ele aprova o que chamou de mix da política econômica, “com um trabalho mais forte no reforço fiscal e com mais folga na política monetária”.

O presidente do Sinditextil de São Paulo, Alfredo Bonduki, por sua vez, diz que a indústria já vinha sentindo há seis meses um esfriamento na atividade econômica.

“As vendas chegaram a patamares de queda de 20% a 25% frente ao ano passado.”

Para ele, “não fazia sentido uma taxa de juros tão elevada no Brasil”.

Tanto Bonduki quanto Pimentel defendem a continuidade do ciclo de queda da Selic.

“Podemos chegar à meta que a presidenta Dilma Rousseff estabeleceu, de um juro real entre 2% e 3%”, completou o diretor executivo da Abit.

Notas relacionadas:

  1. BC irá manter Selic em 10,75% amanhã, diz Banco Modal
  2. Mercado espera redução de juros na reunião de hoje do Copom
  3. Itaú Unibanco aposta em manutenção da Selic hoje
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Política Monetária | 17:51

Banco Central reduzirá juros a 9% até o fim do ano, diz investidor internacional

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Os investidores internacionais aprovaram o corte de 0,50 ponto percentual promovido pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central na taxa básica de juros.

“Eu acho que o que eles fizeram está correto, mas ficaria ainda mais satisfeito se eles dessem mais (superávit) fiscal”, afirmou um investidor, que prefere não se identificar.

No início da semana, o ministro Guido Mantega anunciou a elevação do superávit primário em R$ 10 bilhões.

O investidor acredita que o movimento de queda de juros será intensificado nas próximas reuniões do Copom.

“Eles cortam mais 0,75 ponto em outubro e 0,75 em novembro e a taxa fecha em 9%”, completou.

Notas relacionadas:

  1. Mantega anuncia novo corte de gastos e aumento do superávit primário para baixar juros
  2. Mercado espera redução de juros na reunião de hoje do Copom
  3. Após cortar juros, Banco Central prevê PIB menor neste ano
Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

Política Monetária | 17:21

BC ajuda indústria a sobreviver, diz Sinafer

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O presidente do Sindicato dos Fabricantes de Ferramentas (Sinafer), Milton Resende, disse que a queda de 0,50 ponto percentual na taxa Selic dá um fôlego à indústria diante do movimento de desindustrialização.

“As fábricas de ferramentas do Brasil estão simplesmente virando um centro de distribuição, porque perderam condições de competir com os importados”, disse.

Segundo ele, a queda da Selic ajuda a desvalorizar o real frente ao dólar, “e isso vai deixando a coisa ficar em um patamar mais realista”.

Resende rebateu as críticas feitas ao Banco Central após a decisão de ontem do Comitê de Política Monetária (Copom).

“Esses representantes financistas jogam a favor do capital e, obviamente, contra o Brasil”.

O dirigente da entidade diz que, se o custo Brasil não for reduzido, “o País vai virar uma colônia”.

Notas relacionadas:

  1. Nota curta do Copom abre espaço para qualquer interpretação, diz André Perfeito
  2. Nova alta de juros parece bastante provável, diz Octavio de Barros
  3. Grandes investidores reduzem aposta em queda da Selic hoje
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Política Monetária | 16:58

Banco Central atual é o mais independente que já tivemos, diz Paulo Francini

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Para o diretor do Departamento de Economia e Pesquisa da Fiesp, Paulo Francini, a atual gestão do Banco Central é a “mais independente que tivemos na história recente”. “Curiosamente, nenhum de seus grandes dirigentes vieram do mercado financeiro”, afirma.

Francini diz que não existe Banco Central isolado. “O BC não é um edifício jogado no deserto, cheio de pessoas que não se comunicam com o mundo.”

Ele defende, por outro lado, que o alinhamento estratégico com outros segmentos do governo, como o Ministério da Fazenda, é benéfico para a economia.

Francini destaca, no entanto, que as discussões sobre as taxas de juros são “apaixonadas e com torcidas inflamadas”.

A Fiesp esperava um corte de 0,25 ponto na Selic no encontro de ontem do Copom. A redução mais forte mostra, segundo o diretor da entidade, que o BC iniciou uma rota de queda da Selic.

“Estabeleceu-se uma dimensão de degrau. Agora, vamos descer uma escada.”

Notas relacionadas:

  1. Juros futuros refletem tensão do mercado com política adotada pelo Banco Central, diz André Perfeito
  2. Após cortar juros, Banco Central prevê PIB menor neste ano
  3. Decisão do BC foi técnica e correta; o resto é esquizofrenia, diz Paulo Godoy, presidente da Abdib
Autor: Klinger Portella Tags: , , , ,

Política Monetária | 16:54

Decisão do BC foi técnica e correta; o resto é esquizofrenia, diz Paulo Godoy, presidente da Abdib

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A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de reduzir a taxa Selic em 0,5 ponto percentual foi correta e técnica, segundo Paulo Godoy, presidente Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib). “Existe um cenário bastante real e forte de prolongamento da crise, com crescimento fraco e dificuldades para equacionar as dívidas gigantescas das principais economias do mundo”, diz.

Para Godoy, o Banco Central acertou em agir rapidamente no sentido de reduzir os juros para tentar manter uma perspectiva razoável de crescimento da economia, já que “as consequências dos problemas econômicos nos países mais ricos chegarão ao Brasil com intensidade maior”.

O presidente da Abdib afirma que o BC conquistou independência na tomada de decisões nos últimos anos. “O nosso Banco Central estudou os indicadores e os cenários e agiu preventivamente para manter perspectivas de crescimento razoáveis para o Brasil. É isso. O resto é esquizofrenia.”

Notas relacionadas:

  1. BC pode prolongar ciclo de alta de juros, diz Merrill Lynch
  2. Itaú Unibanco aposta em manutenção da Selic hoje
  3. CNI considera um absurdo críticas ao BC e desafia críticos a viverem no mundo real
Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

Política Monetária | 15:29

Abimaq contesta ‘financistas’ que defendem manutenção da Selic

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Luiz Aubert Neto (Foto: AE)

Luiz Aubert Neto (Foto: AE)

O presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Luiz Aubert Neto, defendeu hoje a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de reduzir a taxa Selic em 0,5 ponto percentual, para 12% ao ano.

Segundo ele, as críticas de que a autoridade monetária cedeu a pressões do governo para cortar os juros partem de um “grupo de financistas”.

“Há uma reação visceral de financistas sobre isso”, afirmou. “Eles estão como bezerros quando desmamam e começam a berrar”, completou.

Aubert Neto disse que a Selic é “o maior câncer” que o Brasil tem atualmente.

“Nos oito anos do governo FHC e nos oito anos de Lula, quem comandou o Banco Central foram pessoas ligadas ao sistema financeiro. O Brasil é o único país do mundo que coloca a raposa para cuidar das ovelhas.”

O presidente da Abimaq disse que a decisão do Copom reforça a autonomia do Banco Central.

“Eles tiveram coragem para reduzir os juros.”

Aubert Neto ressaltou que o corte de 1 ponto percentual da Selic representa uma economia de R$ 16 bilhões com juros. “Nos últimos 16 anos, o Brasil pagou mais de R$ 2 trilhões em juros de dívida. É a maior transferência de renda da história do capitalismo.”

O presidente da Abimaq afirmou que, sem um aperto monetário, a crise internacional poderá trazer impactos à economia brasileira.

“A decisão do Copom foi uma sinalização de que nem tudo está perdido”, completou.

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Política Monetária | 10:09

Após cortar juros, Banco Central prevê PIB menor neste ano

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Alexadre Tombini (Agência Brasil)

Alexadre Tombini (Agência Brasil)

Apesar das críticas do mercado e da surpresa com a decisão de ontem do Comitê de Política Monetária (Copom) de reduzir a taxa de juros em 0,5 ponto, o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, já vinha alertando, desde o início de agosto, que a crise internacional era mais preocupante do que se imaginava.

No dia 1º de agosto, ele chamou atenção sobre isso em uma apresentação em Belo Horizonte.

No dia seguinte, em São Paulo, ele bateu na mesma tecla, alertando para a possibilidade de uma recessão.

Muitos analistas chegaram a interpretar, naquele momento, que as declarações de Tombini já poderiam ser um sinal de que o Banco Central estudava a possibilidade de antecipar o processo de redução de juros.

Mais importante que isso, a autoridade monetária já começou a rever o crescimento do PIB brasileiro para 2011.

No próximo relatório de inflação, que será divulgado no fim do mês, a expansão da economia neste ano deve cair de 4% para algo em torno de 3,5%.

No próximo dia 6, sairão os dados do IPCA de agosto, que deverão vir altos, como já antecipou o IPCA-15.

O acumulado de 12 meses será superior a 7%, o que deve reforçar as críticas sobre a decisão de ontem do BC.

Mas Tombini não está preocupado com a inflação no curto prazo.

Ele está olhando mais para frente e tem dito, desde o início de agosto, que a inflação vai a partir do quarto trimestre e, portanto, a alta no IPCA de agosto já estava no radar do BC.

Tombini garante que  a inflação de 2012 vai estar no centro da meta de 4,5%.

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quarta-feira, 31 de agosto de 2011 Política Monetária | 16:20

Grandes investidores reduzem aposta em queda da Selic hoje

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Os grandes investidores estão divididos sobre a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central para a reunião de hoje.

Os “grandões” reduziram as apostas em queda da Selic e, agora, 58% dos grandes players acreditam em queda dos juros neste encontro.

“Eles (grandes investidores) estão perdendo convicção”, disse um investidor internacional.

O Copom anuncia no fim do dia o rumo da taxa Selic, que atualmente está em 12,50% ao ano.

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Política Monetária | 12:13

Itaú Unibanco aposta em manutenção da Selic hoje

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O Banco Central não deverá reduzir a taxa de juros na reunião de hoje do Comitê de Política Monetária (Copom), na análise dos economistas do Itaú Unibanco.

Em relatório enviado a investidores, o banco destaca que o Copom deverá deixar a Selic estável em 12,50% ao ano.

“Embora esta visão seja compartilhada pela maioria dos economistas, o mercado tem precificado uma chance considerável de que a taxa será reduzida”, disseram os economistas.

“Em meio a uma política de agravamento do trade-off, com a construção de riscos para a economia, em meio a persistentes pressões inflacionárias, acreditamos que o Banco Central vai esperar para ver.”

O Itaú Unibanco acredita, por outro lado, que no comunicado divulgado após a reunião, a autoridade monetária deve indicar uma política de afrouxamento à frente.

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Política Monetária | 06:05

Mercado espera redução de juros na reunião de hoje do Copom

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Uma parte significativa do mercado antecipou as expectativas e acredita em redução da taxa básica de juros já na reunião de hoje do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central.

A probabilidade maior ainda é de manutenção da Selic nos atuais 12,50% ao ano, mas, entre os grandes investidores, cresceram as apostas em uma redução dos juros já neste encontro.

A aposta do mercado está fundamentada nos indícios que o governo vem dando sobre a queda da Selic.

Hoje, o Copom anuncia os rumos da taxa de juros.

Há algumas semanas, o mercado acreditava em manutenção da Selic até o fim do ano, já que as pressões inflacionárias impediam uma redução dos juros.

Mas, o governo passou a dar sinais de mudança, com o agravamento da crise internacional.

Os indícios para o mercado ficaram mais fortes após a elevação do superávit primário e das declarações da presidenta Dilma Rousseff de que vê um horizonte para o País reduzir os juros.

No mercado futuro de DIs, o mercado já precifica uma redução de 1,50 ponto percentual da Selic até a reunião de janeiro de 2012.

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segunda-feira, 29 de agosto de 2011 Política Monetária | 09:57

Mercado já aposta em corte de juros para esta semana

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A reunião do Copom desta semana promete ser uma das mais emocionantes dos últimos anos.

Diante do anúncio de um novo aperto fiscal, o mercado abriu hoje dividido.

Pelo menos dois grandes bancos, que têm um histórico importante de acertos de decisões do Copom, começaram a apostar na hipótese de uma queda na taxa de juros já esta semana.

Há argumentos fortes tanto para a manutenção da taxa básica de juros esta semana como para uma pequena redução.

A reunião do Copom será o tema da semana.

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domingo, 28 de agosto de 2011 Política Monetária | 20:45

Mantega anuncia novo corte de gastos e aumento do superávit primário para baixar juros

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Guido Mantega (Foto: Greg Salibian)

Guido Mantega (Foto: Greg Salibian)

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, vai anunciar nesta segunda-feira um novo pacote de corte dos gastos e aumento do superávit primário, com o objetivo de tentar antecipar o processo de redução da taxa de juros já para a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, nesta semana.

Mantega vai se reunir de manhã com a presidenta Dilma Rousseff e com ministros do conselho político para apresentar a proposta.

O pacote chega em meio às discussões sobre o Orçamento do ano que vem. A grande preocupação do governo é com os gastos em 2012, já que, além da alta do salário mínimo, outras medidas estão engatilhadas para elevar os custos orçamentários, como a PEC 300, que fixa um novo piso para bombeiros e policiais, e a emenda 29, que determina percentuais mínimos a serem investidos em saúde.

O volume corte ainda não está definido, mas especula-se que a meta de superávit primário, que atualmente é de 3,1% do PIB, possa ser elevada para 3,5% do PIB.

O resultado recorde do superávit primário no acumulado do ano ajuda Mantega a tomar essa decisão. Em sete meses, o governo central já conseguiu atingir 82% da meta para o ano. Acredita-se que até outubro a meta de R$ 81,8 bilhões já seja atingida.

Mantega também considera que a política fiscal pode ser o grande diferencial para o Brasil sofrer menos com a crise global. O objetivo do governo é deixar o Brasil mais bem preparado que outros países e a política fiscal foi eleita o pilar de sustentação das medidas.

O ministro não quer se repita o que aconteceu em 2008, quando o Banco Central demorou a baixar a taxa de juros e o Brasil acabou registrando um PIB negativo em 2009. Mantega quer antecipar a redução da Selic para não prejudicar o crescimento da economia.

Leia também: O Brasil de Dilma precisa de uma agenda liberal

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quarta-feira, 24 de agosto de 2011 Política Monetária | 13:16

Incertezas globais barrarão alta de juros no Brasil, diz Rosenberg

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O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central não deverá elevar a taxa básica de juros (Selic) na reunião da próxima semana.

Segundo relatório da consultoria Rosenberg & Associados, a crise no cenário externo deve ter mais peso que as pressões inflacionária internas na decisão da autoridade monetária sobre os rumos da política monetária.

“Os indicadores de demanda doméstica ainda se mostram robustos (especialmente os relacionados ao mercado de trabalho), mas as incertezas com relação ao ambiente externo e suas possíveis consequências contracionistas sobre a atividade ampliaram-se sobremaneira desde a última reunião, permitindo maior cautela nesta decisão”, disse a consultoria.

Na avaliação da R&A, o BC deveria continuar a política de elevação da taxa de juros, caso fossem consideradas a condição atual e futura esperada, como a expectativa de inflação.

“O coeficiente de inércia inflacionária continua indicando que a inflação segue carregada de elementos da inflação passada, sendo um fator de persistência das pressões que sustenta a elevação do nível de preços.”

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segunda-feira, 1 de agosto de 2011 Política Monetária | 15:03

BC deve interromper alta de juros em agosto, diz Octavio de Barros

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O ciclo de elevação da taxa básica de juros (Selic) está próximo do fim, segundo Octavio de Barros, economista-chefe do Bradesco.

Após a divulgação da ata do último encontro do Comitê de Política Monetária (Copom), o Banco Central “reduziu bem a probabilidade” de uma alta adicional da Selic, segundo Barros.

“A supressão do termo ‘suficientemente prolongado’ – que vinha sendo utilizado anteriormente para fazer referência à estratégia de implementação do ajuste monetário – ocorreu em um contexto no qual o BC aparenta já não estar mais tão incerto em relação ao ritmo de moderação da expansão do crescimento econômico, ao mesmo tempo em que avalia que houve deterioração adicional no quadro externo”, afirmou.

O economista ponderou, no entanto, que o documento não descarta completamente a possibilidade de uma nova alta de juros, mas as chances de isso acontecer estão bem menores.

Diante disso, o Bradesco revisou a expectativa de juros, de 12,75% para 12,50% para este ano.

“Acreditamos que o evento mais provável será o de manutenção em agosto”, completou Octavio de Barros.

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