Commodities | Guilherme Barros

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Posts com a Tag Commodities

sábado, 17 de dezembro de 2011 Commodities | 07:03

Queda de 1% no PIB chinês derruba commodities em 5,3%, diz Itaú Unibanco

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A China despontou como o maior país consumidor e importador de commodities do mundo.

Segundo cálculos de Giovanna Siniscalchi, economista do Itaú Unibanco, uma queda de 1% no Produto Interno Bruto (PIB) da China provoca um recuo de 5,3% nos preços das commodities.

A economista aponta que os metais industriais são os mais sensíveis a uma desaceleração econômica na China.

“O Brasil pode ser afetado através das suas exportações de minério de ferro, que representam cerca de 30% do total mundial e 16,5% das nossas exportações”, escreveu, em relatório enviado a investidores.

Giovanna destaca que com relação à energia e às commodities agrícolas, o crescimento demográfico e a urbanização devem ter peso maior no consumo que o ciclo econômico chinês.

“O Brasil pode ser beneficiado neste cenário, uma vez que é um dos poucos países com oferta de terras e água suficiente para fazer frente a um aumento relevante de produção.”

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  3. Desvalorização do câmbio ainda não afeta inflação, diz Itaú Unibanco
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quinta-feira, 27 de outubro de 2011 Commodities | 06:01

Desvalorização do câmbio ainda não afeta inflação, diz Itaú Unibanco

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O movimento de desvalorização do câmbio terá pouco impacto sobre a inflação no curto prazo.

Segundo levantamento da analista de inflação do Itaú Unibanco, Laura Haralyi, o aumento da taxa de câmbio teve pouco efeito sobre os preços domésticos das commodities agropecuárias, “o que limita o potencial impacto sobre os índices de inflação”.

O Índice Commodities Brasil (IC-Br), calculado pelo Banco Central com base nos preços internacionais em reais, subiu 7,8%, contra alta de 1,7% para o Índice de Commodities Itaú – medido com base nos preços doméstico de commodities.

A economista explica que a variação dos preços das commodities no mercado externo nem sempre ocorre simultaneamente no Brasil.

“Para alguns produtos, a diferença entre o preço doméstico e o internacional é apenas o custo de frete ou o prêmio de exportação (em especial para a soja). Mas, para outros, a estrutura de formação dos preços pode ser bem diferente. É o caso, por exemplo, do boi, do leite e do arroz, produtos de grande importância na cesta de consumo dos brasileiros.”

Laura pondera que um agravamento no cenário externo pode refletir os preços domésticos.

“No entanto, o impacto sobre o IPCA não seria imediato, pois dependeria da defasagem de repasse de cada commodity para os preços ao consumidor. Essa transmissão poderia ocorrer de forma análoga ao observado na alta dos preços em 2010 e início de 2011”, completou.

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  1. Desempenho da economia internacional puxou inflação para baixo no Brasil, diz FGV
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  3. Queda das commodities pode ser igual a de 2008, diz André Perfeito
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quarta-feira, 26 de outubro de 2011 Commodities | 06:01

Dependência de commodities ameaça América Latina, diz FMI

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Os países da América Latina se beneficiaram com o boom no preço das commodities nos últimos dez anos. Agora, com um movimento de queda nos preços das matérias-primas, as economias da região podem ter grandes impactos.

A avaliação é dos economistas do Fundo Monetário Internacional (FMI) Gustavo Adler e Sebastián Sosa.

De acordo com os economistas, é preciso avaliar a proporção das commodities em relação ao PIB da região e a relação com as exportações totais de bens e serviços.

“A primeira relação indica o impacto potencial de um choque de preços no PIB, enquanto a segunda nos dá uma ideia da capacidade de as economias se ajustarem a um choque de preços”, afirmaram, em relatório.

Segundo eles, hoje a América do Sul depende das commodities tanto quanto – ou mais – que há 40 anos.

“As exportações de bens primários respondem aproximadamente por 10% do PIB em 2010”, apontaram os economistas.

Tal comportamento, completam, não é observado no México e em outros países da América Central.

Adler e Sosa dizem que as economias com câmbio flexível têm mais poder de absorção ao choque de commodities.

“Os países com fundamentos econômicos sólidos, com maior integração financeira com o resto do mundo, também podem contribuir para amortizar os choques, ajudando a manter o financiamento externo”, completam.

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segunda-feira, 3 de outubro de 2011 Finanças | 15:48

Real sobe mais que cesta de moedas ligadas a commodities, diz Octavio de Barros

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O movimento de alta do real é superior ao observado nas principais moedas atreladas às commodities.

Segundo levantamento do diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco, Octavio de Barros, a cotação da moeda brasileira de R$ 1,898 é superior à cotação da cesta de moedas commodities ampla, que está em R$ 1,785.

Na cesta de moedas estão dólar australiano, dólar canadense, dólar da Nova Zelândia, peso chileno, rand sul-africano, coroa norueguesa, peso colombiano e o rublo.

Segundo Barros, a cotação ideal do real seria próxima à casa do R$ 1,79, em linha com a cesta de moedas ligadas a commodities.

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sábado, 17 de setembro de 2011 Commodities | 07:01

Queda das commodities pode ser igual a de 2008, diz André Perfeito

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O movimento de queda no preço das commodities pode ser semelhante, em termos percentuais, ao observado em 2008, quando estourou a crise mundial.

A análise é do economista-chefe da Gradual Investimentos, André Perfeito.

Segundo ele, a dúvida é se “a desaceleração das commodities se traduzirá em preços ao consumidor mais comportados”.

O economista pontua que os preços no atacado estão em queda, mas ainda não há garantias de que o recuo será observado nos preços ao consumidor.

“Neste caso, o cenário de queda de preços faz sentido no curto e médio prazos”, completou Perfeito.

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sexta-feira, 29 de julho de 2011 Empresas | 05:55

SunGard ‘blinda’ riscos de operações de commodities

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A SunGard oferece soluções para gestão de recursos em setores como energia e commodities.

Os serviços da companhia são voltados para empresas de energia, empresas de fundos hedge e de serviços financeiros.

Os sistemas integram as negociações, o gerenciamento de risco e operações de commodities.

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domingo, 17 de julho de 2011 Política Monetária | 07:05

Alta das commodities pesa mais que diferencial de juros para o dólar, diz Rosenberg & Associados

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Uma variação no preço das commodities metálicas e agrícolas tem um peso maior para a cotação do dólar que o diferencial de juros da economia brasileira.

O economista Rafael Bistafa, da Rosenberg e Associados, desenvolveu um modelo econômico que comparou as variáveis commodities agrícolas, commodities metálicas, “apetite de estrangeiros por ativos brasileiros”, cotação do dólar frente a outras seis moedas e o diferencial de juros brasileiros e americanos.

“As estimativas esvaziam o argumento de que o dólar se encontra apreciado devido exclusivamente ao nosso estrondoso diferencial de juros”, escreveu Bistafa.

No cálculo, o coeficiente da variável diferencial de juros foi de -0,27, igual ao das commodities metálicas e inferior ao das commodities agrícolas (-0,35).

“Portanto, um comportamento conjunto de metálicas e agrícolas de aumento de 1% teria um impacto bem maior sobre o câmbio que o aumento de diferencial de juros de 1%”, concluiu.

No mesmo modelo, o economista projetou a cotação do dólar se o governo não tivesse adotado as medidas para conter o avanço da moeda.

Bistafa destaca que o dólar estaria perto de R$ 1,40, “abaixo dos R$ 1,55, R$ 1,65 observado no período aposto a implantação das medidas.”

Ele alerta, por outro lado, que, embora tenham segurado a moeda no curto prazo, as medidas não são suficientes para conter a valorização do real. Novos mecanismos precisam ser anunciados.

“Sem a adoção de novas (e cada vez mais criativas) medidas, a tendência é de que o câmbio acabe convergindo para o patamar estimado pelo modelo”, completou.

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sexta-feira, 3 de junho de 2011 Indicadores | 11:12

Commodities são variáveis fundamentais para inflação, diz Padovani

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Para o economista-chefe do WestLB, Roberto Padovani, o comportamento do preço das commodities é peça-chave para determinar os rumos da inflação no Brasil no curto prazo.

Padovani destacou que, atualmente, há avaliações diferentes por parte do Banco Central e de analistas sobre a alta de preços observada no País. De um lado, a autoridade monetária defendendo que a pressão inflacionária é causada pelos preços internacionais das commodities. De outro, o mercado, que acredita que a inflação é fruto de um descompasso entre oferta e demanda, provocado pelo aquecimento no mercado de trabalho.

“A pressão interna é baseada na leitura de que a inflação deriva, principalmente, do aumento do hiato do produto”, diz Padovani. “O núcleo da inflação tem apoiado esse ponto de vista”, completa.

Já o Banco Central, continua Padovani, tem uma leitura alternativa: o hiato do produto atual não é tão grande quanto o de 2008, quando os preços das commodities subiram, em média, 14%. Para este ano, a elevação nos preços pode ser de 40%.

“Assumindo os preços das commodities como uma variável-chave, a inflação local pode desacelerar independentemente de uma mudança relevante no hiato do produto”, diz Padovani.

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  1. Para economista, alta do real compensa pressão das commodities sobre preços
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segunda-feira, 16 de maio de 2011 Finanças | 18:43

Preço das commodities pressiona ainda mais a inflação, diz WestLB

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No relatório quadrimestral do banco WestLB, o economista-chefe Roberto Padovani afirma que a alta nos preços das commodities pressiona os riscos inflacionários e fez com que o banco mudasse sua perspectiva anual para o País.

De acordo com o relatório do banco, o dólar tem mantido uma tendência de queda e está continuamente aumentando a pressão sobre o preço das commodities.

“No entanto, não descartamos uma reversão de tendência. O mercado de trabalho dos EUA e os indicadores de atividade globais têm confirmado um rebote”, afirma Padovani.

No Brasil, o banco vê uma forte reação à alta das commodities na taxa de câmbio e na inflação.

Mas apesar da forte valorização do real, Padovani afirma que a projeção para o fim do ano é que o dólar encerre o ano cotado a R$ 1,65. Isso porque o dólar deve ficar mais forte no mercado global e o governo deverá manter suas intervenções no mercado de câmbio.

E neste cenário, o banco acredita que, no terceiro trimestre do ano, a inflação ainda deve permanecer acima da meta do governo, de 6,5% ao ano.

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  1. BC deverá ser cauteloso e optar por alta de 0,5 ponto percentual, diz Padovani
  2. Para Padovani, se atual política não der certo, BC vai adotar novo ciclo de alta de juros
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quarta-feira, 20 de abril de 2011 Finanças, Governo, Política Monetária | 20:23

Os preços de commodities e a frouxidão monetária dos Estados Unidos balizam ações do BC

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O grande problema é que não se sabe ao certo se um aumento maior dos juros será mais efetivo no combate à inflação, diante do choque de oferta dos preços dos commodities e da alta liquidez provocada pelo afrouxamento monetário nos Estados Unidos.
 
Dessa forma, a melhor alternativa do BC é mesmo de agir de forma gradual e prudente até para dar um tempo para esperar que as medidas tomadas agora surtam efeito na economia.
 
Na semana passada, o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, declarou que o Brasil está no meio de um ciclo de aperto monetário. Muitos interpretaram como um sinal de que o BC iria ser mais duro, mas, na verdade, o que ele quis dizer foi que ele confia na política que está sendo adotada e que ela irá surtir efeito, mas é preciso dar um tempo.
 
Historicamente, o Banco Central sempre acertou mais do que o mercado. E não é para menos. Os técnicos do BC dispõem de mais informações do que os analistas financeiros.
 
Tudo leva a crer, no entanto, que a nova gestão do BC não se deixará influenciar pelas pressões externas, como ficou claro, hoje, com a decisão tomada pelo Copom de subir o juro em 0,25 ponto.
 
Ao mercado, por sua vez, não restará muita alternativa a não ser a de dar um crédito de confiança ao BC. Já aqueles que, por acaso, tenham feito uma aposta errada, talvez tenham que rever a estratégia.

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segunda-feira, 14 de março de 2011 Commodities, Indicadores | 05:36

Modal Asset cria índice de commodities e prevê alta nos próximos meses

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A Modal Asset enviou a clientes relatório em que alerta que o IGP-M, índice que corrige, por exemplo, o preço dos aluguéis, seguirá pressionado nos próximos meses. A conclusão foi tirada a partir do recém-lançado Índice de Commodities da Modal, que, segundo a empresa, tem correlação elevada com o IGP-M.

A previsão é de que a alta nas commodities vai continuar influenciando na alta do indicador de inflação.

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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011 Finanças, Indicadores | 16:31

BC deverá ser cauteloso e optar por alta de 0,5 ponto percentual, diz Padovani

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O Comitê de Política Monetária, de olho na desaceleração da economia e nas pressões inflacionárias causadas recentemente com a alta das commodities, deve manter, na reunião de quarta-feira, o ritmo de alta dos juros em 0,5 ponto percentual. A opinião é do estrategista-chefe do Banco WestLB, Roberto Padovani.

Para o economista, mesmo que os preços das commodities, em especial o petróleo, sugiram maiores riscos inflacionários, os bancos centrais devem optar pela cautela em suas próximas decisões.

No Brasil, o quadro é de expectativas de inflação já próximas do limite superior do intervalo da meta, e também indicadores recentes de atividade apontando para uma desaceleração.

“Assim como para outros bancos centrais no mundo, o quadro global sugere cautela na condução da política monetária. Por este aspecto, o Banco Central pode manter a estratégia sugerida no relatório de inflação de dezembro, que seriam mais duas altas de 0,5 ponto percentual nas reuniões de março e abril”, afirmou.

Além disso, Padovani lembra que os efeitos dos ajustes fiscal e monetário ainda não alcançaram a economia de forma plena.

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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011 Finanças | 06:03

Mark Mobius, guru dos mercados emergentes, aposta em valorização de ações brasileiras

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Mark Mobius (Foto: Greg Salibian/iG)

Guru dos investimentos em mercados emergentes, Mark Mobius, presidente da Fraklin Templeton Investment, vê bastante espaço para a valorização das ações brasileiras, que, em sua opinião, estão entre as mais baratas do mundo na atualidade.

Em palestra para investidores, ontem, em São Paulo, ele destacou possíveis ganhos para empresas brasileiras com a alta das commodities e elogiou o corte do orçamento realizado pelo governo. 

Para o executivo, ações de empresas ligadas à energia, sobretudo o petróleo, e metais, tendem a se beneficiar com a alta das commodities. Na demonstração da disposição de seus investimentos nos principais mercados emergentes ao fim do ano passado, Petrobras e Vale apareciam com peso em diversos fundos da FTI.

Mobius administra um volume de recursos de mais de US$ 40 bilhões.

Em relação aos alimentos, Mobius lembrou os impactos sobre a inflação, mas afirmou que o Brasil tem posição privilegiada, pois conta com o maior estoque entre os países do Bric, já que China, Rússia e Índia são grandes importadores de alimentos.

Sobre o corte do orçamento anunciado pelo governo brasileiro, Mobius disse que a medida é um sinal positivo e irá fazer bem para a economia do País.

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Autor: Guilherme Barros Tags: , , , , ,

quarta-feira, 6 de outubro de 2010 Indicadores | 14:25

Para economista, alta do real compensa pressão das commodities sobre preços

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As commodities agrícolas devem manter a trajetória de valorização nos mercados externos, trazendo os preços dos produtos para cima também no Brasil, segundo acredita a economista Tatiana Pinheiro, do Santander.

“De janeiro a agosto, o preço das commodities agrícolas nos mercados externos subiu 14%, sendo que 10% foram somente entre julho para agosto. E pelo que temos acompanhado de trajetória dos preços, a tendência é que o preço das commodities continue aumentando no mercado mundial.”

A economista reforça, entretanto, que a alta de 14% não foi repassada integralmente ao Brasil, em razão de dois motivos. O primeiro é que o País é exportador líquido de commodities agrícolas, o que quer dizer que as vendas desse tipo de produto superam as compras.

O segundo ponto diz respeito ao preço de compra das commodities em reais, e não em dólares. Nesse ponto, reforça Tatiana, a alta da moeda brasileira perante à americana acaba ajudando que o brasileiro não receba todo o impacto da valorização nos mercados externos.

Ainda assim, houve pressão das commodities no mercado interno. Segundo cálculos do Santander, de janeiro para agosto, o preço de commodities agrícolas em reais subiu 15% no País. Só em setembro, esse preço variou 6,5%.

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Autor: Deco Bancillon, de Brasília Tags: , ,