Brasil | Guilherme Barros

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Posts com a Tag Brasil

quarta-feira, 30 de novembro de 2011 Empresas | 14:02

Brasil responderá por um terço dos negócios da Neoris em 2013

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Frederico Vilar (Foto: Divulgação)

Frederico Vilar (Foto: Divulgação)

Menina dos olhos da Neoris – ao lado dos Estados Unidos -, o Brasil deverá responder por um terço do faturamento do grupo no mundo nos próximos dois anos.

Segundo Frederico Vilar, presidente da Neoris do Brasil, as operações no País devem manter um ritmo forte de crescimento nos próximos cinco anos.

“Dificilmente, teremos crise aqui no Brasil”, afirma.

Desde 2008, a Neoris do Brasil registra crescimento de 100% ao ano. Para 2012, entretanto, o ritmo deve esfriar um pouco.

“Não devemos dobrar de tamanho, mas o crescimento também será forte”, completa Vilar, que prevê um ano de consolidação para a empresa no País.

O Brasil é, atualmente, o maior mercado da América Latina para a Neoris.

Para o ano que vem, a Neoris deverá fundamentar o crescimento em expansão regional.

A empresa planeja para o primeiro trimestre a inauguração de um escritório local em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, onde atende a empresas do setor sucroalcooleiro.

Em seguida, a Neoris deverá inaugurar uma unidade em Belo Horizonte.

Segundo Vilar, a companhia deverá, também, reforçar as operações no Nordeste, por meio da base em Fortaleza.

Notas relacionadas:

  1. Sem indústrias Brasil será como Rússia, diz CEO da Bayer MaterialScience
  2. Neoris fecha contrato com a Lanxess
  3. Heineken fecha trimestre com crescimento de 10% no Brasil
Autor: Klinger Portella Tags: , , ,

quinta-feira, 17 de novembro de 2011 Política Monetária | 18:05

Melhora da nota do Brasil pela S&P chancela política de Mantega e Tombini

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Apesar de todas as críticas contra a política econômica do atual governo, a melhora da nota do Brasil em dois degraus pela Standard & Poor’s chancela as medidas tomadas pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, e pelo presidente do Banco Central, Alexandre Tombini.

O Brasil já tem se destacado nos últimos meses pelas condições que reúne para enfrentar a atual crise econômica, a rapidez com que o governo se mexeu, principalmente após a decisão de ter baixado a taxa de juros no dia 31 de agosto, certamente contribuiu ainda mais para melhorar sua posição no mundo.

O Banco Central do Brasil foi um dos primeiros a ter tomado a decisão de baixar os juros, uma medida que recebeu fortes críticas de diversos segmentos econômicos. Nas semanas seguintes, foi seguido por vários Bancos Centrais do mundo inteiro, inclusive o Banco Central Europeu.

Para um grande investidor internacional, essa notícia foi uma outra bofetada na cara do mercado que não acreditava na politica fiscal do governo. “A melhora da qualificação do Brasil é reflexo do voto de confianca da agência  na politica fiscal do governo.”

A decisão da S&P de melhorar a nota do Brasil foi tomada para compensar o desequilíbrio que existia em relação à comparação do risco do País com a dos outros países. Não justificava o País ter uma nota tão ruim, apesar de o risco País ser um dos menores, principalmente em relação a outros países que enfrentam grandes problemas de endividamento.

Notas relacionadas:

  1. Mantega diz que governo já irá cumprir 50% da meta fiscal do ano até abril
  2. O ajuste fiscal é a melhor arma para o combate à inflação, diz Mantega ao iG
  3. Mantega anuncia novo corte de gastos e aumento do superávit primário para baixar juros
Autor: Guilherme Barros Tags: , , , ,

quarta-feira, 9 de novembro de 2011 Comércio | 06:04

Corrente de comércio do Brasil com o Iraque cresce 10% em 2011

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As negociações comerciais entre Brasil e Iraque cresceram 10,2% no acumulado dos nove primeiros meses de 2011.

Segundo dados da Câmara Brasil Iraque, entre janeiro e setembro, a corrente comercial entre os dois países totalizou US$ 1,22 bilhão, contra US$ 1,11 bilhão de igual período de 2010.

A projeção da entidade é de que o volume ultrapasse a casa do US$ 1,5 bilhão neste ano, superando o registrado no ano passado.

No período, as exportações do Brasil para o Iraque cresceram 5,1%, para US$ 546,1 milhões.

“A ampliação das vendas é acompanhada de novas visitas oficiais de autoridades iraquianas ao Brasil aprofundando ainda mais as relações bilaterais”, diz Jalal Chaya, vice-presidente da Câmara Brasil Iraque.

Em outubro, os ministros Ali Yousif Abdulnabi Alshukri (Planejamento), Majjd Hamad Amin Jamil Jamil (Saúde) e o vice-ministro das Relações Exteriores, Labeed Majeed Aziz Abbawi, estiveram no Brasil.

Notas relacionadas:

  1. Corrente de comércio exterior volta ao pré-crise, diz Barral
  2. Exportações para o Iraque perdem competitividade
  3. Exportações diretas para o Iraque crescem 22% em 2011
Autor: Klinger Portella Tags: , , ,

segunda-feira, 7 de novembro de 2011 Entretenimento | 05:54

GEO Eventos traz estrelas coreanas ao Brasil

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A GEO Eventos traz pela primeira vez ao Brasil o United Clube Concert, uma sequência de shows das estrelas coreanas BEAST, 4Minute e G.NA.

Elas prepararam uma apresentação inédita para o País.

O evento acontece em parceria com a CJ E&M e a Cube Entertainment da Coréia do Sul.

A apresentação acontece no dia 13 de dezembro, no Espaço das Américas.

Notas relacionadas:

  1. Visa e GEO Eventos firmam acordo
  2. Redecard patrocina shows no aeroporto
Autor: Klinger Portella Tags: , ,

terça-feira, 1 de novembro de 2011 Comércio | 12:06

Câmara Argentino Brasileira premia executivos em São Paulo

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A Câmara de Comércio Argentino Brasileira de São Paulo (Camarbra) realiza na próxima sexta-feira a Festa da Amizade e Integração.

Na ocasião, executivos e convidados participarão da entrega de prêmios para empresas e diplomatas que trabalharam pelas relações comerciais entre os dois países.

Na lista de premiados estão os embaixadores Luis María Kreckler e Enio Cordeiro, o diretor da Vale, Mário Barbosa, e os executivos Nicolás Catena, Vital Lopes e Roberto Urquia.

Notas relacionadas:

  1. Mercadinho Chic! expande atuação no Sul do País
  2. Supermercado Zona Sul, no Rio de Janeiro, amplia oferta de importados
  3. Preços de brinquedos variam até 140,13% em São Paulo, diz Procon
Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

domingo, 30 de outubro de 2011 Indústria | 11:34

Brasil discutirá criação de novo índice de competitividade em fórum da GFCC

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A Federação Global de Conselhos de Competitividade (GFCC, na sigla em inglês) realiza em Porto Alegre sua segunda reunião anual.

A Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e o Movimento Brasil Competitivo (MBC) organizam o encontro em parceria com o governo do Rio Grande do Sul.

O evento acontecerá nos dias 21 e 22 de novembro.

No encontro, será debatida a criação de um novo índice global de competitividade, que está em desenvolvimento por Brasil e Coreia do Sul.

A GFCC tem como membros fundadores instituições dos Estados Unidos, Coreia do Sul, Brasil, Rússia, Arábia Saudita e Emirados Árabes.

Atualmente, 38 países fazem parte da federação.

Notas relacionadas:

  1. Indústria brasileira precisa ser mais competitiva, diz especialista de Harvard
  2. Robson Andrade assume presidência da CNI e convoca empresariado a lutar pela competitividade do setor
  3. Rosenberg & Associados: Brasil Maior não compensará perda de competitividade da indústria
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quinta-feira, 27 de outubro de 2011 Turismo | 08:04

Argentinos gastam US$ 54 por dia no Brasil

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Os argentinos que visitaram o Brasil gastaram, em média, US$ 54 por dia no País no ano passado.

Segundo a Embratur, foram 1.399.592 turistas argentinos em 2010. Eles permanecem, em média, dez dias por aqui.

Desses, 98,4% pretendem voltar para conhecer mais destinos brasileiros.

De olho nesse público, a Embratur vai participar da Feira Internacional de Turismo da América Latina (FIT), a maior feira do setor na região, que acontece amanhã.

“Esta é mais uma ação para que tenhamos o melhor verão dos últimos anos, e os turistas dos países vizinhos são peças fundamentais para alcançarmos esse resultado”, diz Flávio Dino, presidente da Embratur.

Notas relacionadas:

  1. Embratur fecha parceria com a maior organização de turismo de luxo do mundo
  2. Tarso Genro pede a Embratur evento de turismo sul-americano no RS
  3. Embratur promove Copa de 2014 na Bélgica
Autor: Klinger Portella Tags: , , ,

quarta-feira, 26 de outubro de 2011 Empresas | 16:34

Heineken fecha trimestre com crescimento de 10% no Brasil

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A Heineken encerrou o terceiro trimestre do ano com crescimento de 10,1% no Brasil, em relação a igual período do ano passado.

O resultado está em sentido contrário ao mercado, que teve queda de 1,2% na mesma base de comparação.

Segundo a cervejaria, o crescimento foi impulsionado pelas marcas Heineken, Kaiser e Bavaria, que cresceram neste período, 97.2%, 3.7% e 12.5% respectivamente.

O Brasil também foi um dos responsáveis pelo crescimento de 0,9% no volume de cervejas do grupo, ao lado da região do Caribe e no Chile e Argentina.

Notas relacionadas:

  1. Heineken é a cerveja preferida dos usuários do Facebook
  2. Heineken está perto de comprar Schincariol
  3. Wieden+Kennedy ganha conta da Heineken no Brasil
Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

segunda-feira, 10 de outubro de 2011 Empresas | 11:03

AkzoNobel ‘pinta’ Holanda de verde e amarelo

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A AkzoNobel está colorindo a Holanda de verde e amarelo.

A cidade de Amsterdã realiza, até novembro, o Festival Brasil Amsterdã, que homenageia o Brasil e a relação entre os dois países.

A princesa da Holanda, Máxima Zorreguieta Cerruti, e Hans Wijers, presidente mundial da companhia, foram os anfitriões da festa.

A abertura contou com um sambódromo criado pelo designer brasileiro Ronaldo Fraga.

A AkzoNobel tem 17 unidades instaladas no Brasil e fechou 2010 com faturamento de R$ 2 bilhões.

A companhia pretende dobrar o faturamento até 2015.

Notas relacionadas:

  1. Coca-Cola cresce uma Holanda em três meses
  2. Guga coloca ‘mão na massa’ e pinta casas em Florianópolis
  3. AkzoNobel pinta circuito de Fórmula 1 na Índia
Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

segunda-feira, 26 de setembro de 2011 Governo | 12:17

“Temos o conhecimento da crise anterior”, diz Temer

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Além das reservas internacionais que o Brasil dispõe para enfrentar a crise financeira internacional, o vice-presidente, Michel Temer, disse hoje, em Nova Iorque, que o País tem de repetir o que foi feito em 2008, quando conseguiu atravessar a crise sem maiores danos.

“Não sabemos qual é a dimensão desta crise. Agora, temos reservas suficientes, e ademais disto, temos o know how da crise anterior. Portanto, continuamos pregando a necessidade de consumir, para continuar a produzir e gerar empregos.”

Temer também citou a redução dos juros como um dos instrumentos. “Pode ser. Já vem sendo reduzido, com vistas até a incrementar a produção”, afirmou o vice-presidente, ao lembrar a última reunião do Comitê de Política Monetária.

Notas relacionadas:

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  2. Temer calcula entre 50 e 60 votos do PMDB pelo mínimo de R$ 545,00
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Autor: Guilherme Manechini Tags: , ,

segunda-feira, 19 de setembro de 2011 Empresas | 08:11

Sem indústrias Brasil será como Rússia, diz CEO da Bayer MaterialScience

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Patrick Thomas (Foto: Divulgação)

Patrick Thomas (Foto: Divulgação)

O CEO mundial da Bayer MaterialScience, divisão que responde por um terço do faturamento da gigante Bayer no mundo, Patrick Thomas, fez alertas à economia brasileira durante sua primeira visita ao País.

Em entrevista na fábrica de Belford Roxo, no Rio de Janeiro, Thomas disse que o Brasil precisa de um pólo industrial forte, para não seguir os mesmos passos da Rússia.

“A economia precisa de um setor industrial forte, senão vai acabar como a Rússia, que tem fontes de recursos abundantes, mas sem indústria para desenvolver.”

Thomas disse que o desafio da Bayer MaterialScience é crescer entre 5% a 10% no Brasil, “mas vai depender do mercado”.

Segundo o executivo, o setor cresce aliado ao desempenho da construção civil e da indústria automobilística.

Durante a entrevista, Thomas apresentou projetos desenvolvidos pela Bayer MaterialScience, como um avião que utiliza energia solar durante o voo e a transformação de gás carbônico em poliuretano, que pode ser utilizado na fabricação de estofamento de carros.

“Precisamos pensar em como transformar as emissões de gases do efeito estufa em coisas que podem ser úteis para a sociedade”, completou.

* o repórter viajou a convite da Bayer

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Autor: Klinger Portella Tags: , , ,

sexta-feira, 16 de setembro de 2011 Turismo | 17:04

Avião da Azul com as cores da bandeira nacional entra em operação

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Começa a operar nesta segunda-feira o avião batizado de “Brasil” da Azul Linhas Aéreas.

O Embraer 195 foi pintado com as cores da bandeira nacional e voará para todos os  destinos atendidos pelo jato da companhia.

A aeronave, que participaria da abertura das comemorações do 7 de Setembro, em Brasília, teve sua autorização para voar no desfile revogada na última hora.

No Dia da Independência, o avião Brasil foi recebido por mais de 700 colaboradores da companhia em Viracopos. Teve até um show improvisado da banda Calcinha Preta, que, por coincidência, estava embarcando em outro voo e tocou o Hino Nacional, numa cerimônia cercada de emoção.

Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

segunda-feira, 5 de setembro de 2011 Governo | 10:00

“O Brasil precisa ser globalizado”, diz Shimon Peres

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Shimon Peres (Imagem Paulista / Eduardo Lopes)

O Brasil precisa ser globalizado, olhar para frente e investir em educação. A frase é do  presidente de Israel, Shimon Peres, em encontro hoje com cerca de 25 empresários que participam do 2º Audi Business Trip,  organizado pelo LIDE – grupo de líderes empresariais – em Israel.

Para ele, os países não podem ficar reféns do passado, e sim se preocuparem com temas como inovação e tecnologia, com o que está por vir.

Durante o encontro, Peres foi  elogioso  ao citar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Ele foi revolucionário ao assumir o poder eleito pelo povo, mas isso não se sustenta por si só”. O político também deu grande ênfase à preocupação com a educação. “Educação não é despesa, e sim investimento”, afirmou.

Outra lição desse líder que dorme três horas por  dia e lê de dois a três livros por semana é a importância de se formar engenheiros na construção de uma nação. Ele deu os exemplos da Índia e da China, que formam 400 mil engenheiros por ano. O Brasil forma 40 mil.

Segundo Peres, uma das maiores vantagens de  Israel foram as suas dificulades, os seus problemas. O país não tem recursos naturais como água, óleo ou energia, e precisou ser criativo, inovador, para conseguir vencer essas dificuldades. “A insatisfação foi o grande combustível que moveu esse país”, disse.

Sobre a China, o político foi crítico, dizendo que a célebre frase de William Shakespeare “Ser ou não ser, [eis a questão]“, é traduzida como “Destruir ou ser destruído” naquele país. Por outro lado, Peres defendeu os EUA. “Os EUA deram muito mais do que tiraram.”

Notas relacionadas:

  1. Presidente de Israel vem ao Brasil
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Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

quinta-feira, 11 de agosto de 2011 Indicadores | 12:14

Se crise persistir, Brasil entrará em recessão, diz Itaú Unibanco

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As chances de o Brasil sair ileso de um possível duplo mergulho da crise mundial são baixas.

Um estudo realizado pelo economista-chefe do Itaú Unibanco, Ilan Goldfajn, e pelos economistas Aurelio Bicalho e Luiz Cherman, mostra que são grandes as chances de a economia brasileira entrar em recessão se as atuais condições financeiras persistirem por um longo período.

“A dinâmica dos mercados nos últimos dias elevou a chance de cenários mais adversos para o crescimento econômico nos próximos meses” , disseram os economistas do banco, em relatório.

Apesar do alerta, os economistas acreditam que o mais provável é que as dificuldades na Europa e nos Estados Unidos permaneçam, mas as condições financeiras retornem à normalidade. Neste caso, o mundo cresceria 3,7% em 2012 e, no Brasil, a política fiscal ajudaria a manter o crescimento, com o Banco Central interrompendo o ciclo de alta de juros.

Em caso da não melhora da situação financeira no mundo, a economia brasileira seria contaminada via exportações, consumo e investimentos, que ficariam empoçados diante das incertezas sobre a crise.

Os economistas do Itaú Unibanco traçaram um cenário pessimista, com EUA crescendo ligeiramente acima de 1% em 2012 e a economia global expandindo 2,6%.

“Sob estas condições, desacelera-se o crescimento do Brasil, o preço das commodities recua, a taxa de câmbio desvaloriza-se e a inflação cede.”

Em um cenário ultrapessimista, há uma ruptura dos mercados de crédito internacionais, semelhante a que aconteceu em 2008.

Segundo os economistas, a recuperação da economia em um cenário ultrapessimista seria mais complicada que em 2008, já que o arsenal de estímulo de atividade está mais curto, com as taxas de juros em grandes economias próximas de zero.

Neste caso, a saída para o Brasil seria o uso da política monetária, com redução dos juros, e manutenção da austeridade fiscal.

Notas relacionadas:

  1. Economistas estão mais otimistas com a crise
  2. Economia dá sinais de desaquecimento e fecha o ano em 3,6%, diz Itaú Unibanco
  3. Com crise, Itaú reduz projeção de crescimento do Brasil para 3,7% em 2012
Autor: Klinger Portella Tags: , , ,

Finanças | 09:57

Em meio a crise, Japão eleva a nota de classificação de risco do Brasil

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Em meio a nova crise global e a rebaixamentos dos países avançados, a agência de classificação de risco japonesa R&I Ratings elevou nesta quinta-feira a nota do Brasil para “BBB”.

De acordo com a agência, a nota do País foi elevada devido à solidez da economia brasileira. Segundo a instituição, o forte movimento de ascensão social das pessoas das classes D e E para a classe média, com o fortalecimento do mercado interno, é um dos aspectos que blindam o País contra efeitos mais drásticos de uma possível piora do ambiente externo.

“Em consideração a esses fatores, embora as perspectivas para a economia global tenham se verificado mais sombrias, a gestão fiscal e do ambiente econômico no Brasil têm mostrado maior estabilidade”,  destacou a agência de classificação de risco em seu comunicado.

Leia também:

Melhora da nota do Brasil indica solidez, avalia Tesouro

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Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

terça-feira, 9 de agosto de 2011 Indústria | 09:17

Brasil dobra exportações de máquinas de construção para o Iraque

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As exportações brasileiras de máquinas de construção para o Iraque duplicou nos seis primeiros meses do ano.

Segundo dados da Câmara Brasil Iraque, a indústria brasileira faturou US$ 679,4 mil com exportações de bens de capital para o Iraque, contra US$ 304,8 mil de igual período do ano passado.

O crescimento foi de 122%.

Os principais equipamentos do setor exportados são niveladores, autopropulsores e rolos cilíndricos.

“Isso se deve ao aumento do ritmo de construções civis no Iraque, como novas habitações”, diz Jalal Chaya, vice-presidente da Câmara Brasil Iraque.

Até 2015, o governo iraquiano pretende financiar a construção de 2,5 milhões de residências.

Notas relacionadas:

  1. Brasil vai à Alemanha em busca de máquinas para construção
  2. Impulsionadas por incentivos, vendas de máquinas para construção encerraram 2010 em alta de quase 60%
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Autor: Klinger Portella Tags: , , , ,

terça-feira, 7 de junho de 2011 Indicadores | 06:03

Grant Thornton : Brasil é quarto país mais otimista do mundo com relação a emprego

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O Brasil é o quarto país com maior otimismo sobre emprego neste ano nas empresas privadas. Segundo levantamento da Grant Thornton, o País aparece com +47% na lista, sendo superado apenas por Índia (+64%), Turquia (+60%) e Vietnã (+57%).

O desempenho brasileiro está bem acima da média global de +19%.

“O otimismo para as expectativas de emprego nas empresas privadas brasileiras é elevado e tem conseqüências diretas nas variáveis macroeconômicas como inflação”, diz Javier Martínez, responsável pelo IBR na America Latina da Grant Thornton.

Os dados fazem parte do International Business Report 2011 (IBR) e englobam mais de 11 mil empresas em 39 países.

Em relação às economias desenvolvidas, a posição brasileira foi privilegiada. Estados Unidos (+23%), Reino Unido (+13%), Japão (+7%) e Alemanha (+39%) não figuravam entre as regiões mais otimistas.

A situação mais crítica está em países europeus que atravessam graves problemas fiscais: Itália (-3%), Espanha (-16%), Grécia (-35%) e Irlanda (-36%) aparecem com os piores índices.

Na análise por regiões, a América Latina é a maior empregadora (42%), seguida pelos Brics (39%) e Ásia (38%).

No primeiro trimestre, o índice de emprego fechou em +32%, abaixo dos +55% do último trimestre de 2010. No acumulado ano passado, o indicador havia fechado em +53%, acima do -8% da média mundial.

Notas relacionadas:

  1. País gera em novembro seis vezes a média histórica de empregos
  2. Brasil está perto do pleno emprego, diz Lupi
  3. Lupi elogia dados da PNAD, e diz que País baterá recorde de emprego em 2010
Autor: Klinger Portella Tags: , ,

terça-feira, 24 de maio de 2011 Política Externa | 16:16

Em encontro com Hillary, FHC defende abertura do mercado americano para o etanol para ampliação da parceria entre os dois países

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(Foto: Divulgação)

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso teve um encontro semana passada com a secretária de Estado dos Estados Unidos, Hillary Clinton, no dia em que ele viajou a Nova York para a cerimônia de premiação do Homem do Ano.

Amigo da família Clinton, FHC disse a Hillary que o governo americano deveria aumentar as parcerias comerciais com o Brasil para estreitar os laços entre os dois países.

FHC disse a Hillary que essa maior aproximação comercial deveria começar com o fim das barreiras americanas ao etanol brasileiro.

Para FHC, o governo americano não deveria preocupar se o próximo presidente brasileiro será Dilma, Lula, ou Aécio Neves, mas sim em ampliar os laços comerciais com o Brasil.

O Brasil, na opinião de FHC, já deu mostras suficientes de consolidação democrática.

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  1. Empresas americanas vão pedir a Hillary que os EUA evitem a retaliação do Brasil
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quinta-feira, 19 de maio de 2011 Comunicação | 10:34

Brasil tem segunda maior delegação em congresso internacional de comunicação

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O Brasil tem a segunda maior delegação na 15ª Conferência do Reputation Institute: são 32 profissionais de comunicação, cerca de 10% dos participantes.

O congresso colocará em debate o fato de que a reputação pode direcionar a criação e a destruição de valores nas empresas.

O evento teve início ontem, em New Orleans (EUA). O maior grupo é o dos Estados Unidos, País que sedia o evento. As informações são da agência de comunicação Imagem Corporativa, que acompanha a conferência.

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  1. Brasil é visto como protagonista político e econômico na imprensa internacional, diz estudo
  2. Millward Brown divulga estudo sobre redes sociais no Brasil e em mais oito países
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quinta-feira, 12 de maio de 2011 Finanças | 17:07

De olho no Brasil

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Os chineses e indianos são os principais representantes dos países emergentes entre os palestrantes do fórum organizado pela Universidade de St. Gallen, na Suíça.  

O Brasil – outra forte economia do Bric (grupo formado por Brasil, Rússia, China e Índia) - não tem nenhum nome entre os painelistas.

Mas a ausência não passou despercebida. À reportagem do iG, um dos participantes do evento pediu a presença de representantes da Petrobras, da Vale e do ministro da Fazenda, Guido Mantega. “Aquele da guerra cambial”, lembrou.

(Klinger Portella – o repórter viajou a convite da Universidade de St. Gallen)

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  1. Vale tem ação com maior liquidez da América Latina
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Autor: Guilherme Barros Tags: , , , ,

terça-feira, 12 de abril de 2011 Política Externa | 10:50

Interesse da China no Brasil não é mera retórica, diz Octavio de Barros

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Em sua sexta visita à China, sendo esta a terceira missão presidencial, o economista-chefe do Bradesco, Octavio de Barros, ficou impressionado com o tratamento recebido pela comitiva brasileira.

Pela primeira vez, disse o economista, o relacionamento Brasil-China foi tratado como “ganha-ganha” pelos chineses.

“Percebo uma notável mudança de atitude do governo chinês em relação ao Brasil. Não se trata mais de algo meramente retórico”, contou.

Segundo Octavio de Barros, o seminário “Brasil-China: para além da complementaridade” pode ser considerado um sucesso na medida em que revelou uma China focada no Brasil.

“Eu que sempre achei que a China é percebida pelo Brasil como estratégica, mas o inverso nunca foi suficientemente percebido, começo a mudar de ideia”, acrescentou.

Durante a visita de Dilma Rousseff, o economista ainda fará duas palestras na Ilha Sanya. A primeira será no Bric Summit, e a outra, no Boao Fórum, o equivalente ao encontro de Davos para os asiáticos.

Notas relacionadas:

  1. Governo chinês debate propriedade intelectual no Brasil
  2. Geithner vem ao Brasil em fevereiro para preparar visita de Obama
  3. Dilma vai encerrar seminário empresarial Brasil-China em Pequim
Autor: Guilherme Barros Tags: , , , ,

terça-feira, 22 de março de 2011 Política, Política Externa | 00:12

Obama pediu a Dilma para apoiar invasão à Líbia

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Durante o encontro de Barack Obama com Dilma Rousseff no sábado em Brasília, o presidente norte-americano chegou a pedir à presidenta que o Brasil apoiasse a decisão aprovada na ONU de impor uma zona de exclusão aérea na Líbia

Segundo pessoas próximas, Dilma foi firme ao defender a neutralidade do Brasil, que defende uma solução negociada para o conflito. Essa foi talvez a única parte embaraçosa durante a festiva visita de Obama ao País.

Ontem, o Itamaraty defendeu “o mais rápido possível” um cessar-fogo “capaz de garantir a proteção da população civil”. Em comunicado, o Itamaraty afirma que “acredita nas condições” para concluir a crise por via diplomática.

O Brasil se absteve na votação da semana passada na ONU que decidiu impor uma zona de exclusão aérea na Líbia.

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  1. Casa Branca divulga imagens de Obama em Brasília preparando discurso de ataque à Líbia
  2. Lula critica decisão da ONU de invadir a Líbia
  3. “Dilma fará um governo extraordinário”, diz Lula
Autor: Guilherme Barros Tags: , , , , ,

segunda-feira, 21 de março de 2011 Governo, Política | 23:05

“Dilma fará um governo extraordinário”, diz Lula

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Além dos aplausos, Lula também despertou gargalhagas da platéia esta noite, em São Paulo, em vários momentos do seu discurso.

Um desses, por exemplo, quando ele falou da comparação de seu governo com o de sua sucessora, Dilma Rousseff.

“Durante os oito anos do meu governo, tinha gente que dizia que era a continuidade do anterior, e agora que elegeram uma mulher estão falando que ela está fazendo tudo que era feito antes de Lula”, afirmou o ex-presidente.

“Acho extraordinário e hilariante que essas mesmas pessoas diziam que o governo Lula era a continuidade. Quem conhece a Dilma sabe que ela fará um governo extraordinário.”

Lula também se referiu à viagem de Obama ao Brasil, sem, no entanto, comentar sua ausência no almoço.

“Agora que o presidente americano (Barack Obama) rasgou elogios ao Brasil no sábado e no domingo, alguns vão começar a falar bem do País, já que deu no The New York Times.”

No fim do jantar, Lula ganhou da empresa AgroStar um automóvel para o Instituto da Cidadania.

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  1. Lula e Dilma devem ir à reunião amanhã do Conselhão
  2. ‘Brasileiro do ano’ terá Lula e Dilma juntos em evento público pela última vez antes da posse
  3. Lula evita falar da crise árabe e da ausência no almoço com Obama
Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

Empresas, Política Monetária | 15:53

Amcham entrega a secretário americano proposta para eliminar bitributação

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A Amcham entregou hoje ao secretário americano de comércio, Gary Locke, um rascunho do acordo para eliminar a bitributação entre os dois países.

O documento levou mais de um ano para ser elaborado e pode eliminar uma pendência para o comércio entre Brasil e Estados Unidos que se arrasta desde 1967.

Locke confirmou o recebimento e disse que esse é o primeiro passo para resolver o assunto. “Agora os empresários americanos vão analisar o documento e fazer suas recomendações”, disse.

O secretário preferiu não estipular um prazo para a resolução da bitributação, mas disse que as medidas que venham a ser tomadas devem começar por alguns setores, para depois serem expandidas.

Roberto Pasqualin, advogado brasileiro que coordenou a elaboração da proposta, acredita que atualmente a presença de grandes investmentos brasileiros nos EUA devem acelerar a resolução. Para ele, antes as demandas não eram tão fortes para pressionar os dois governos a tomarem uma iniciativa.

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Autor: Guilherme Manechini Tags: , , , ,

quinta-feira, 3 de março de 2011 Indicadores | 12:27

Brasil deve superar a Itália como 7ª economia do mundo, diz Austin Rating

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O Brasil passará a ser a 7ª economia do mundo, segundo Alex Agostini, economista-chefe da Austin Rating. Atualmente o País ocupa a 8ª posição no ranking mundial.

“Segundo dados do FMI, a Itália tem PIB de US$ 2,023 trilhões contra US$ 2,088  trilhões do Brasil com os resultados atuais”, afirma.

A mudança do posicionamento do Brasil só não é certa, segundo ele, porque os dados para a Itália são preliminares. Mas para este ano, Agostini considera que o País subirá de posição.

“Para 2011, é praticamente certo que o Brasil ultrapassa a Itália, principalmente pela dinâmica da taxa de crescimento do PIB.”

Veja abaixo o ranking feito pela Austin Rating, a partir dos dados do FMI e  com as dez maiores economias do mundo até o final de 2010, segundo levantamento do Banco Mundial:

Posição no ranking País PIB (em bilhões de dólares)
Estados Unidos 14.624,2
China 5.745,1
Japão 5.390,9
Alemanha 3.305,9
França 2.555,4
Reino Unido 2.258,6
Brasil 2.088,9
Itália 2.036,7
Canadá 1.563,7
10º Rússia 1.476,9

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Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

domingo, 7 de novembro de 2010 Indicadores, Política Monetária | 05:59

Brasil proporciona o maior superávit comercial aos Estados Unidos

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O Brasil é hoje o país que proporciona o maior superávit comercial aos Estados Unidos em relação a todos os países do mundo.
 
Nos primeiros dez meses deste ano, os Estados Unidos registraram um superávit de US$ 6,9 bilhões com o Brasil, praticamente o dobro do ano passado.
 
No mesmo período de 2009, o déficit da balança comercial do Brasil com os Estados Unidos foi de US$ 3,9 bilhões. No ano todo, o déficit foi de US$ 4,4 bilhões.
 
Foram poucos os anos na história na qual os Estados Unidos obtiveram superávit comercial com o Brasil. Além de 2009 e 2010, o Brasil também registrou déficit na balança comercial nos anos seguintes ao Plano Real, de 1995 a 1999.
 
A relação comercial desfavorável do Brasil com os Estados Unidos foi um dos temas abordados pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, durante a reunião ministerial de quinta-feira para chamar a atenção dos efeitos negativos da guerra cambial.
 
O vice-presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto Castro, afirma que não é só a desvalorização do dólar o motivo para esse déficit comercial do Brasil com os EUA.
 
O aquecimento do mercado interno também fez com que o Brasil aumentasse as importações, e, além disso, há o fato de o País praticamente não ter feito nenhuma campanha comercial nos Estados Unidos nos últimos anos, apenas durante a Fórmula Indy, no ano passado.
 
Castro diz, ainda, que esse déficit poderia ser pior não fosse o Brasil ter aumentado neste ano as exportações de petróleo para os EUA. Houve um incremento de US$ 1 bilhão.
 
O perfil das vendas para os EUA também mudou neste dois anos. Se antes o Brasil era um grande exportador de produtos manufaturados, hoje o que se destaca são as commodities.
 
Os principais produtos da pauta são os seguintes: petróleo, café, celulose, ferro gusa e mármore, entre outros.
 
Ou seja, o Brasil tem dado uma pequena contribuição para reduzir o défici comercial dos Estados Unidos, que está na casa dos US$ 700 bilhões.

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quarta-feira, 27 de outubro de 2010 Comunicação, Empresas | 13:29

Millward Brown divulga estudo sobre redes sociais no Brasil e em mais oito países

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Como parte do lançamento da Millward Brown Firefly, seu braço para pesquisas qualitativas, a multinacional Millward Brown apresenta daqui a pouco um estudo sobre redes sociais levantado em nove países incluindo o Brasil. Intitulada “As Marcas e a Dinâmica do Consumidor nas Redes Sociais”, a pesquisa foi feita nos países Brasil, Colômbia, EUA, Reino Unido, África do Sul, República Checa, Índia, China e Austrália.

No Brasil, Millward faz parte do Grupo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope).

Após três meses de levantamentos realizados em quatro etapas no mundo digital, constatou-se que as marcas precisam se adaptar a uma nova realidade do consumidor, procurando se afastar ao máximo da abordagem tradicional.

Ainda segundo a pesquisa, a relação entre as marcas e seus consumidores nas redes sociais deve ser construída pautando-se num histórico de confiança, autenticidade, espontaneidade e de forma criativa. O melhor caminho para as empresas é apostar em inclusão e não agir de forma intrusiva.

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terça-feira, 28 de setembro de 2010 Empresas | 07:00

Brasil vira prioridade crescente para a Camargo Corrêa

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Em conversas informais com CEOs de empresas multinacionais no Brasil, em evento da Revista Brasileiros, semana passada em São Paulo, um alto executivo da Camargo Corrêa comentou que, nos últimos anos, o Brasil passou a ter um papel estratégico dentro do bolo internacional da companhia. Segundo ele, ao contrário do que muitas gigantes do mercado internacional pensam, a China não é o melhor país do mundo para se investir na atualidade. O melhor lugar é aqui. A Camargo está presente, hoje, em mais de 20 nações.

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segunda-feira, 27 de setembro de 2010 Empresas | 18:54

Marca das malas do 007 inaugura fábrica no Brasil em novembro

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Mala Rimowa

A expectativa da alemã Rimowa, conhecida mundialmente por fabricar as malas do personagem 007, é que sua primeira fábrica no Brasil comece a funcionar a partir do dia 22 de novembro. A marca está construindo no município de Indaiatuba, região de Viracopos, uma unidade de montagem com linha de produção toda importada da Alemanha.

O investimento, que deve custar em torno de R$ 3 milhões, veio para solucionar problemas com demora na importação de mercadorias e demanda crescente no País.

A unidade fabril é de pequeno porte e atenderá, num primeiro momento, apenas o mercado interno. O segundo passo é alimentar exportações para países da América Latina.

Segundo o CEO da Rimowa no Brasil, André Von Ah, atualmente a empresa já investe individualmente por aqui mais que em qualquer um de seus 68 países de atuação. “O retorno financeiro é mais rápido no Brasil do que na maioria dos outras nações”, diz ele.

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Empresas, Energia | 11:07

Mercado brasileiro de lubrificantes deve crescer até 3% nos próximos 10 anos, diz pesquisa

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Tido como um mercado promissor para as vendas de óleos lubrificantes, o Brasil consumiu em 2009 3,2% de todo o volume do produto comercializado no mundo. O cenário para o país é otimista: segundo pesquisa anual da consultoria Kline&Company, até 2019, a demanda nacional registre crescimentos entre 2% e 3%.

Ainda segundo o estudo, pela quarta vez consecutiva a Shell é líder mundial do segmento de lubrificantes, segundo. Em 2009, a multinacional registrou participação de 13,4% num mercado global de 35 milhões de toneladas de lubrificantes vendidos no ano. Ao contrário do setor no mundo, que recuou 8,4% as vendas no ano passado frente a 2008, a Shell fechou o ano com crescimento.

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