Bradesco | Guilherme Barros

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Posts com a Tag Bradesco

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011 Política Monetária | 06:01

Brasil voltará a ter juros de um dígito em abril de 2012, diz Octavio de Barros

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O Banco Central deverá manter sua política de corte moderado na taxa básica de juros ao longo de 2012.

O diagnóstico é do Diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco, Octavio de Barros.

Para ele, a autoridade monetária reforçou a estratégia no Relatório de Inflação, divulgado ontem.

Segundo Barros, o BC deverá dar continuidade aos cortes de 0,5 ponto percentual na Selic.

Neste ritmo, o Brasil voltará a ter taxa de juros de um dígito em abril de 2012, com a Selic chegando a 9,5%.

A única vez que o País teve juros abaixo de 10% foi em junho de 2009, em meio à crise mundial, quando o BC de Henrique Meirelles cortou a Selic em 1 ponto percentual, para 9,25%.

A taxa seguiu abaixo dos 10% por um ano.

“Acreditamos também que a velocidade de recuperação da economia será elemento fundamental a ser monitorado nos próximos meses, para possíveis calibragens na condução da política monetária”, afirmou o economista.

Notas relacionadas:

  1. Banco Central deve reduzir juros a 10,50%, diz Octavio de Barros
  2. Juros cairão a um dígito em 2012, diz Itaú Unibanco
  3. Copom deve cortar juros em 0,50 ponto e pode aumentar cortes em 2012, diz Octavio de Barros
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sábado, 10 de dezembro de 2011 Indicadores | 07:02

Bradesco revisa crescimento do PIB em 2011 para 3%

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O Departamento Econômico do Bradesco revisou a projeção de crescimento do PIB deste ano para 3%. Mas, em sua Conjuntura Econômica, o economista-chefe do Bradesco Octavio de Barros afirma que o banco continua acreditando em aceleração ao longo dos próximos trimestres.

“O resultado agregado do PIB do terceiro trimestre veio em linha com a nossa projeção e as expectativas do mercado. Contudo, esse acerto foi ofuscado pela abertura dos dados, que, de forma surpreendente, revelou uma desaceleração mais intensa do que a esperada da demanda doméstica”, afirma o economista.

Para o banco, a perda da demanda está associada aos efeitos defasados da política econômica restritiva adotada a partir do final de 2010, sob um contexto de forte aceleração inflacionária.

“Olhando para o momento atual, os dados já divulgados sugerem uma recuperação modesta da economia no quarto trimestre, restrita pelo desempenho ainda fraco da indústria. Para os trimestres subsequentes, trabalhamos com um cenário de retomada mais evidente, influenciada pelas medidas recentes de estímulo”, afirma.

Notas relacionadas:

  1. Bradesco revisa projeção do PIB e aposta em alta de 7%
  2. Bradesco revisa projeção do PIB para 7,5% em 2010
  3. Bradesco projeta crescimento do PIB de 7,6% para 2010
Autor: Guilherme Barros Tags: ,

quarta-feira, 30 de novembro de 2011 Finanças | 16:20

Octavio de Barros fala sobre crise em conferência para tesoureiros

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O diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco, Octavio de Barros, será um dos palestrantes da 5ª Conferência Anual sobre Gestão de Tesouraria Internacional para Empresas no Brasil.

Ele falará sobre alternativas para o Brasil se manter no caminho do crescimento, em meio às turbulências internacionais.

A palestra será no dia 5 de dezembro.

Notas relacionadas:

  1. Juros devem ficar inalterados pelo menos até março, diz Octavio de Barros
  2. Rebaixamento dos EUA vai gerar debate sobre ‘privilégio exorbitante de julgamento’ das agências, diz Octavio de Barros
  3. Europa endereça soluções, mas crise ainda ganha proporções, diz Octavio de Barros
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segunda-feira, 28 de novembro de 2011 Política Monetária | 11:10

Copom deve cortar juros em 0,50 ponto e pode aumentar cortes em 2012, diz Octavio de Barros

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O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central anuncia na quarta-feira o rumo da taxa básica de juros (Selic) da economia brasileira.

Para o diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos, Octavio de Barros, o cenário global teve riscos ampliados desde o último encontro do Copom, o que aumenta a pressão sobre um corte maior na taxa.

O economista acredita que o Banco Central vai cortar os juros em 0,50 ponto percentual, reduzindo a Selic para 11% ao ano, no último encontro de 2011.

Por outro lado, Barros enxerga a possibilidade de uma intensificação no ritmo de corte a partir do ano que vem.

“Não descartamos que o comunicado pós-decisão (ou a ata) deixe as portas abertas para aumentar o ritmo de queda da Selic nas reuniões subsequentes, condicional ao cenário”, disse.

O economista disse que a inclusão de termos como “monitorar atentamente” podem indicar a possibilidade de o BC ampliar o ritmo de corte dos juros.

“Incorporando os riscos atuais, revisamos a nossa expectativa de Selic para 2012, de 10% para 9,5%, nível que deve ser alcançado em abril, em princípio, em passos de 50 pontos base”, completou.

Notas relacionadas:

  1. Copom deve elevar juros a 12,25% nesta semana, diz Octavio de Barros
  2. Copom deve elevar juros mais duas vezes neste ano, diz Octavio de Barros
  3. BC deve interromper alta de juros em agosto, diz Octavio de Barros
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terça-feira, 22 de novembro de 2011 Esportes | 15:46

Santander está prestes a fechar patrocínio com Neymar

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Neymar (Foto: Agência Estado)

Neymar (Foto: Agência Estado)

Aos 45 do segundo tempo, o Santander decidiu atropelar o Banco do Brasil e está fechando o patrocínio com Neymar.

A negociação ainda não está assinada.

O patrocínio do BB seria um dos fatores que garantiu a permanência do craque no Santos até 2014.

Notas relacionadas:

  1. “Brasil tem que parar de exportar matéria prima”, diz presidente do Santos, ao garantir permanência de Neymar no clube
  2. “O que o Neymar viu?” supera 500 mil visualizações no Youtube
  3. Neymar assina novo contrato de patrocínio de R$ 5 milhões
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Empresas | 08:33

Em dez anos na bolsa de Nova York, ação do Bradesco sobe 856%

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Abertura da bolsa de Nova York (Foto: Divulgação)

O Bradesco comemorou ontem dez anos de negociação de suas ações na bolsa de Nova York. Nesse período, elas tiveram valorização de 856%,  bem acima da variação do Dow Jones, de 19%, e da Nasdaq, de 39%.

O retorno médio real (descontada a inflação) das ações do Bradesco foi de 25% ao ano. O lucro do banco cresceu 543% neste dez anos.

Lázaro Brandão, presidente do conselho de administração do Bradesco, e Luiz Trabuco, presidente do banco, participaram da abertura da bolsa, tocando o sino que abre o pregão.

Notas relacionadas:

  1. Bradesco Day acontece na próxima semana
  2. Bradesco inaugura sedes em Luxemburgo, Londres e Nova York
  3. Bradesco Day na Bolsa de Nova York reúne investidores e analistas
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sexta-feira, 4 de novembro de 2011 Esportes | 16:18

Bradesco é patrocinador com mais medalhas no Pan-Americano

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Um levantamento do site “Máquina do Esporte” mostrou que o Bradesco foi a empresa que mais “ganhou medalhas” na edição deste ano dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara.

Os atletas das modalidades apoiadas pelo Bradesco (desportos aquáticos, vela e motor, remo, judô e basquete) conquistaram 21 medalhas de ouro, 15 de prata e 17 de bronze.

A natação foi a campeão de medalhas, com dez ouros, quatro deles conquistados por Thiago Pereira.

A Sadia ficou com o segundo lugar na lista de patrocinadores mais vitoriosos, seguida por Caixa Econômica Federal e Correios.

Notas relacionadas:

  1. Braguinha é homenageado no Rio e se prepara para abrir um novo negócio
  2. Páscoa terá passeio ciclístico em São Paulo
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terça-feira, 1 de novembro de 2011 Empresas | 10:07

Itaú Unibanco tem maior lucro da história, diz Economatica

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O Itaú Unibanco registrou o maior lucro da história dos bancos brasileiros em 2011, segundo levantamento da consultoria Economatica.

Entre janeiro e setembro, o banco lucrou R$ 10,9 bilhões.

O segundo lugar da lista pertence ao próprio Itaú Unibanco, com os R$ 9,43 bilhões registrados em 2010.

Em terceiro lugar, aparecem os R$ 8,30 bilhões do Bradesco, em 2011.

Notas relacionadas:

  1. Lucro do Bradesco foi o terceiro maior da história dos bancos
  2. Lucro do Itaú Unibanco é o maior da história entre bancos
  3. Lucro do Itaú Unibanco é o maior da história para o 1º semestre
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sexta-feira, 28 de outubro de 2011 Empresas | 18:34

Bradesco e CTF reforçam parceria na Fenatran

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Executivos do Bradesco reafirmaram sua parceria com a CTF Technologies do Brasil durante a Fenatran, o principal evento brasileiro para o setor de transportes.

As empresas trabalham juntas em diversos projetos, que vão desde as opções de pagamento do sistema CTF de gestão de combustíveis até a criação de produtos como o Cartão Bradesco Transportes.

“É uma satisfação trabalhar com profissionais competentes e comprometidos, como a equipe do Bradesco”, afirma o presidente da CTF, Ariê Halpern.

Notas relacionadas:

  1. Bradesco tem 600 mil clientes cadastrados no Débito Direto Autorizado
  2. Tarifas não aumentam com parceria entre os bancos BB, Santander e Bradesco para caixas eletrônicos
  3. Bradesco ‘aposenta’ senha numérica em autoatendimento
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segunda-feira, 24 de outubro de 2011 Sustentabilidade | 10:21

Bradesco é eleito a quarta empresa mais verde do mundo pela Newsweek

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O Bradesco foi eleito a quarta empresa mais verde do planeta pela revista Newsweek.

Na edição de outubro, a publicação lista as 100 empresas mais verdes do mundo.

A liderança ficou com a Munich Re, da Alemanha, seguida por IBM (EUA) e National Australia Bank.

O Bradesco é a única empresa brasileira entre as dez primeiras colocadas.

O Santander Brasil aparece na 17ª posição. Banco do Brasil e Itaú são o 50º e 54º colocados, respectivamente.

Notas relacionadas:

  1. Bradesco está no Índice Dow Jones de Sustentabilidade
  2. Whirlpool Corporation fica entre as 500 empresas mais sustentáveis do mundo
  3. Bradesco entra no Índice Dow Jones de Sustentabilidade pela sétima vez
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terça-feira, 18 de outubro de 2011 Empresas | 09:24

Trabuco é eleito presidente da CNF

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O presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco, foi eleito presidente da Confederação Nacional das Instituições Financeiras (CNF).

Ele assume no lugar de Fabio Barbosa.

Notas relacionadas:

  1. Bradesco inaugura 28 agências na última semana do ano
  2. Marketing do Bradesco tem novo diretor
  3. Bradesco inaugura sedes em Luxemburgo, Londres e Nova York
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segunda-feira, 17 de outubro de 2011 Indicadores | 07:01

PIB terá crescimento perto de 3% neste ano, diz Octavio de Barros

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O resultado do índice de atividade do Banco Central (IBC-Br) referente ao mês de agosto – que teve recuo de 0,53% – indica que a economia terá um crescimento menor no acumulado de 2011.

Segundo projeções do diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco, Octavio de Barros, o PIB deste ano deve crescer cerca de 3%.

“Este resultado impõe um viés de baixa para a projeção do PIB do próprio terceiro trimestre, bem como para o ano todo, cuja estimativa hoje em 3,5% deverá ficar mais próxima de 3%”, disse.

De acordo com o economista, além do IBC-Br, vários outros indicadores já apontam para a desaceleração do PIB.

Entre eles, estão vendas no varejo, produção industrial e “diversas sondagens”.

Notas relacionadas:

  1. PIB pode subir 6,4% neste ano, diz Octavio de Barros, do Bradesco
  2. Investimentos garantem queda do desemprego em 2011, diz Octávio de Barros
  3. Austin Ratings reduz projeção de crescimento do PIB para 3,6% em 2011
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segunda-feira, 10 de outubro de 2011 Finanças | 09:44

Europa endereça soluções, mas crise ainda ganha proporções, diz Octavio de Barros

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A crise que domina a economia europeia ainda deve deixar os mercados cautelosos e voláteis, mesmo com o empenho dos governos locais em procurar saídas para a situação.

A avaliação é do diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco, Octavio de Barros.

Segundo o economista, os líderes europeus anunciaram no fim de semana “diversas intenções favoráveis” para a solução da crise.

Ele lista os esforços de Alemanha e França para garantir a recapitalização dos bancos europeus e a aprovação do plano de resgate do Banco Dexia, “que deverá sustentar uma melhora dos mercados”.

“Sem abrir muitos detalhes sobre o que foi decidido ou quantos bancos europeus serão recapitalizados, o sinal é de que algum acordo decisivo será alcançado antes da cúpula dos 27 líderes da União Europeia”, disse Barros.

O economista pondera, no entanto, que, “mesmo com essas soluções endereçadas, o problema vem ganhando proporções maiores nas últimas semanas”.

Barros destaca a necessidade de programas de resgates dos bancos, que reforçam a fragilidade do sistema financeiro da região. “Além dos problemas soberanos, que seguem em curso.”

Notas relacionadas:

  1. Rebaixamento dos EUA vai gerar debate sobre ‘privilégio exorbitante de julgamento’ das agências, diz Octavio de Barros
  2. Real poderá ter mais um dia marcado por intervenções do BC, diz Octavio de Barros
  3. Novas preocupações com a Europa deixam mercado mais cauteloso, diz Octavio de Barros
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domingo, 2 de outubro de 2011 Governo | 07:00

Política para controle da inflação será tão mais bem sucedida quanto mais intensa for a crise global, diz Bradesco

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Há uma chance razoável de o Banco Central efetivamente conseguir levar a inflação para o centro da meta caso a crise global seja realmente severa. A avaliação é de Octavio de Barros, economista-chefe do Bradesco, a partir do relatório trimestral de inflação do BC.

A autoridade monetária brasileira justifica o corte nos juros feito na última reunião do Copom com o agravamento do cenário externo e a perda de dinamismo da economia brasileira.

Para Barros, caso o BC esteja certo, o crescimento do País em 2012 deve ser menor do que o previsto inicialmente pelo banco. A expectativa atual é de 4,5%, mas cai para 2,5% com o cenário anunciado pelo BC.

“Por ora, a combinação de forças em nosso cenário aponta para uma crise externa moderada e prolongada, que deverá ter como implicações uma sequência de quedas de juros de 50 p.b. até janeiro do próximo ano, levando a Selic para 10,5%, com uma economia que cresce 4,5% sujeita a uma inflação de 5,8%”, afirma o economista.

Notas relacionadas:

  1. Copom ressalta preocupações com o cenário prospectivo para a inflação, diz Bradesco
  2. Para Bradesco, Copom deverá manter a Selic estável hoje
  3. Para Padovani, se atual política não der certo, BC vai adotar novo ciclo de alta de juros
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quarta-feira, 28 de setembro de 2011 Empresas | 11:00

Shirley MacLaine vem ao Brasil para Fórum da Longevidade

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Shirley MacLaine (Getty Images)

A atriz americana Shirley MacLaine, de 77 anos, autora de best-sellers e dona de um Oscar por Laços de Ternura, será um dos destaques da sexta edição do Fórum da Longevidade.

O evento será promovido pelo Grupo Bradesco Seguros no próximo dia 4 de outubro, no Hotel Unique, em São Paulo, com o tema intergeracionalidade.

O fórum vai debater os novos números da longevidade no mundo e no Brasil com foco na empregabilidade de pessoas com mais de 60 anos.

O Grupo Bradesco Seguros complementa também as ações do fórum com o Circuito Corrida e Caminhada da Longevidade e o projeto “Porteiro Amigo do Idoso”, que forma profissionais de Copacabana, no Rio, onde mais de 30% dos moradores têm mais de 60 anos.

Notas relacionadas:

  1. Bradesco completa 15 anos de lançamento do primeiro site pontocom do Brasil
  2. Marketing do Bradesco tem novo diretor
  3. Falta de mão de obra qualificada é tema de seminário
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Finanças | 10:10

Discurso de Tombini sinaliza redução de juros, diz Octavio de Barros

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Em audiência pública ontem na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, o presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, sinalizou que o balanço de riscos para a inflação abre espaço para continuar reduzindo juros, mas não apresentou senso de urgência em relação a eventuais mudanças no ritmo dessa queda, segundo o diretor do Departamento de Pesquisa e Estudos do Bradesco, Octavio de Barros.

Segundo ele, o discurso de Tombini foi compatível com a continuidade do ciclo de redução dos juros.

“Por ora acreditamos que, no próximo encontro, o Copom reduzirá a Selic em mais 50 pbs, ainda que não descartemos uma aceleração diante de um possível agravamento da crise internacional”, afirma Barros.

Sobre as tendências de mercado hoje, o economista acredita que o movimento de alta das principais bolsas da Europa deva influenciar positivamente a bolsa brasileira. Já no mercado de câmbio, a previsão é de que o real apresente leve apreciação ou mantenha-se estável.

Notas relacionadas:

  1. Juros devem ficar inalterados pelo menos até março, diz Octavio de Barros
  2. Octavio de Barros prevê três altas nos juros em 2011
  3. Real poderá ter mais um dia marcado por intervenções do BC, diz Octavio de Barros
Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

quarta-feira, 21 de setembro de 2011 Finanças | 19:59

Copom pode ter ajudado a impulsionar alta do dólar, diz departamento econômico do Bradesco

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A rápida alta da cotação do dólar em relação ao real se dá devido a dois fatores, segundo Octavio de Barros e Andrea Damico, do Bradesco.

O primeiro é a piora do cenário externo, que deflagrou um movimento de aversão ao risco.

Mas esse fator explica apenas metade do movimento na moeda brasileira observado no período.

“Na verdade, se o real tivesse se comportado como as demais moedas-commodities, o que de fato costumava ocorrer e ocorrer até o final de agosto, hoje, estaríamos com a taxa de câmbio em R$/US$ 1,71”, afirma o texto.

O que pode ter feito, então, o real se descolar das demais moedas, é outro fator.

“Não é uma simples coincidência de datas, mas a última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que ocorreu naquele dia, quando fomos todos surpreendidos com uma queda de 50 pontos na taxa Selic. Avaliamos que essa data seja um divisor de águas para o comportamento da taxa de câmbio, pois desde aquele momento, o real passou a depreciar muito mais que as demais moedas-commodities”, explica.

Na avaliação do banco, a última decisão do Copom, mais do que o movimento na taxa básica de juros, gerou a percepção de que pelo menos mais três cortes de 50 pontos ocorreriam, e marcou uma certa flexibilização do regime de metas de inflação.

Notas relacionadas:

  1. Bradesco aposta numa alta de 0,75 ponto na reunião do Copom
  2. Cenário internacional fará Copom manter o ritmo de alta, diz Bradesco
  3. Câmbio valorizado pode antecipar limite para crescimento econômico do País, diz Iedi
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quinta-feira, 8 de setembro de 2011 Sustentabilidade | 15:55

Bradesco entra no Índice Dow Jones de Sustentabilidade pela sétima vez

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O Bradesco foi selecionado novamente para o Índice Dow Jones de Sustentabilidade da Bolsa de Nova York.

Foram 342 companhias listadas no índice,  na versão 2011.

É a sétima vez que o banco brasileiro aparece na lista.

O Índice Dow Jones é referência para investidores internacionais no quesito sustentabilidade.

Notas relacionadas:

  1. Bradesco patrocina caminhada em prol da água
  2. Bradesco está no Índice Dow Jones de Sustentabilidade
Autor: Klinger Portella Tags: , ,

sábado, 27 de agosto de 2011 Indicadores | 07:04

Para Bradesco, crescimento global mais baixo será a principal consequência da atual crise econômica

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A atual crise econômica deve ser menos grave que a de 2008, mas ainda deve trazer incertezas, baixo crescimento econômico e volatilidade, na avaliação de Octavio de Barros, diretor de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco.

“Nossa aposta é que os governos estão hoje mais atentos e preparados para evitar uma crise bancária mais importante, em um contexto em que os bancos estão bem mais capitalizados e bem menos alavancados”, diz.

Ainda que o espaço fiscal para resgatar as economias ou o sistema bancário seja menor hoje do que era em 2008, afirma, os governos reagiriam mais rapidamente.

Notas relacionadas:

  1. Economistas estão mais otimistas com a crise
  2. Bradesco projeta crescimento do PIB de 7,6% para 2010
  3. Principal Global Investors: EUA crescerão 3,25% no segundo semestre
Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

terça-feira, 23 de agosto de 2011 Finanças | 10:18

Castro foi o pensador mais instigante do desenvolvimento brasileiro, diz Octavio de Barros

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Para o economista-chefe do Bradesco, Octavio de Barros, Antônio Barros de Castro foi um “grande mestre” e “o pensador mais instigante do desenvolvimento brasileiro”.
 
O ex-presidente do BNDES morreu no último domingo (21), após o desabamento da laje de seu escritório em sua casa no Humaitá, zona sul do Rio de Janeiro.
 
Veja a seguir a nota de Octavio de Barros:
 
Antônio Barros de Castro dedicou a sua vida a pensar caminhos ótimos para o desenvolvimento, desprezando os atalhos perigosos tão atrativos aos incautos.
 
Castro foi um grande mestre que tive e que me ensinou a necessidade de “sairmos da caixa” e irmos em busca da compreensão das coisas sem dogmas e sem arrogância.
 
Quantas vezes discutimos possibilidades e tendências duradouras na nova economia brasileira em um mundo sinocêntrico. Sempre foi um pesquisador e professor como se deve ser e que honra genuinamente a profissão de economista. Estudou muito. Leu muito. Ensinou muito. Educou muito.
 
Para mim, que tive um convívio intelectual rico com ele em diferentes momentos da minha vida, guardarei na memória a figura honesta, íntegra e apaixonada pelas ideias construtivas. Sua sede de conhecimento era impressionante.
 
Castro nos deixa no auge de uma das reflexões mais profícuas de sua vida que é a relação da China com o mundo emergente e com o Brasil em particular. Certamente nos ajudaria a buscar caminhos para lidar com esse imenso desafio das próximas décadas. A pesquisa em economia do desenvolvimento talvez nunca mais seja a mesma, sem as ideias vibrantes e instigantes do Castro.
 

Notas relacionadas:

  1. Banco Central não pode ter fama de bonzinho, diz Octavio de Barros
  2. Rebaixamento dos EUA vai gerar debate sobre ‘privilégio exorbitante de julgamento’ das agências, diz Octavio de Barros
  3. Morre um pensador do mundo real da economia
Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

sábado, 20 de agosto de 2011 Indicadores | 07:02

Desemprego deve subir no segundo semestre, diz Octavio de Barros

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A taxa de desemprego deve sofrer pressão de alta no segundo semestre deste ano, segundo o economista Octavio de Barros, diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco.

“Já é possível notar o início de uma desaceleração mais clara da geração de emprego no País com as informações de junho e julho”, disse.

Na média dos três últimos meses, a geração de empregos foi de 148 mil vagas em julho.

Segundo Octavio de Barros, em agosto, o saldo deve cair para “algo próximo de 100 mil, indicando uma pressão altista na taxa de desemprego neste segundo semestre”.

Na avaliação sobre a crise econômica, o diretor do Bradesco diz que a China deve ter um papel diferente do observado em 2008.

“Esta mudança de postura resulta inicialmente da avaliação das condições e dos riscos correntes. Além disso, os graus de liberdade para uma reação ultra expansionista da China neste momento são muito menores quando comparados com três anos atrás.”

O economista manteve as projeções de desaceleração gradual da economia chinesa no segundo semestre, fechando o ano com expansão entre 8,5% e 9%.

“Ainda assim, não devemos descartar o viés de baixa – mesmo que pequeno – para essas taxas de crescimento, na hipótese de um agravamento da crise em relação à nossa avaliação atual, a saber, uma expansão próxima a 8,5% em 2011 e 8% em 2012.”

Notas relacionadas:

  1. Investimentos garantem queda do desemprego em 2011, diz Octávio de Barros
  2. China sobe juros e desaceleração pode ser mais forte, diz Octavio de Barros
  3. PIB deverá desacelerar para 0,8% no segundo trimestre, diz Octavio de Barros
Autor: Klinger Portella Tags: , , ,

domingo, 7 de agosto de 2011 Finanças | 08:56

Rebaixamento dos EUA vai gerar debate sobre ‘privilégio exorbitante de julgamento’ das agências, diz Octavio de Barros

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O rebaixamento da nota de crédito dos Estados Unidos pela Standard & Poor’s trará uma mudança relevante no papel das agências de classificação de risco, na análise do economista-chefe do Bradesco, Octavio de Barros.

“Hoje, elas são percebidas como exercendo um verdadeiro ‘privilégio exorbitante de julgamento’, sem que tenham necessariamente competências extraordinárias para que sejam consideradas infalíveis ou acima do bem e do mal”, disse.

Barros acredita que, a partir de agora, a atuação das agências passará por um amplo debate.

Na análise sobre o impacto do rebaixamento na economia brasileira, o economista diz que o País “seguirá experimentando um importante ciclo de investimentos”.

A onda favorável só mudaria se a crise global atingir contornos mais graves.

Octavio de Barros diz, ainda, que o Brasil deveria aproveitar a situação favorável da dívida como proporção do PIB para melhorar ainda mais a posição fiscal.

“Isso, definitivamente, nos diferenciaria dos demais países, pensando na necessidade de confiança global na economia para um crescimento sustentado”, completou.

Notas relacionadas:

  1. Juros devem ficar inalterados pelo menos até março, diz Octavio de Barros
  2. Octavio de Barros prevê três altas nos juros em 2011
  3. Rebaixamento dos EUA é um equívoco, diz Alex Agostini
Autor: Klinger Portella Tags: , , , ,

quarta-feira, 3 de agosto de 2011 Indicadores | 14:28

PIB deverá desacelerar para 0,8% no segundo trimestre, diz Octavio de Barros

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O movimento de desaquecimento da economia brasileira já começou e deverá se intensificar ao longo do segundo semestre, segundo Octavio de Barros, diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco.

Ele projeta que o Produto Interno Bruto (PIB) do segundo semestre tenha um crescimento na margem próximo de 0,8%.

Nos três primeiros meses do ano, a alta havia sido de 1,3% frente ao quarto trimestre de 2010.

“Olhando para os próximos meses, não vislumbramos alteração expressiva, com a indústria ainda mostrando desempenho enfraquecido, levando em conta os estoques ainda elevados em alguns setores e a moderação do consumo doméstico, além da demanda mundial que tem mostrado arrefecimento não desprezível nos últimos meses”, afirmou.

Notas relacionadas:

  1. China sobe juros e desaceleração pode ser mais forte, diz Octavio de Barros
  2. PIB cresceu 1,2% no primeiro trimestre, diz Octavio de Barros
  3. Dados do mercado de trabalho podem prolongar alta dos juros, diz Octavio de Barros
Autor: Klinger Portella Tags: , ,

terça-feira, 2 de agosto de 2011 Empresas | 08:33

Lucro do Itaú Unibanco é o maior da história para o 1º semestre

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O lucro do Itaú Unibanco, de R$ 7,1 bilhões, foi o maior para o primeiro semestre da história das empresas de capital aberto brasileiras, segundo cálculos de Einar Rivero, da Economática.

O segundo foi o próprio lucro do Itaú Unibanco no primeiro semestre do ano passado, de R$ 6,4 bilhões.

Em terceiro lugar fica o resultado do Bradesco no primeiro semestre de 2011, com R$ 5,4 bilhões.

Em quarto aparece o Banco do Brasil, com lucro de R$ 5 bilhões no primeiro semestre de 2010.

Notas relacionadas:

  1. Lucro do BB é o segundo maior da história para terceiros trimestres
  2. Lucro do Bradesco foi o terceiro maior da história dos bancos
  3. Lucro do Itaú Unibanco é o maior da história entre bancos
Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

segunda-feira, 1 de agosto de 2011 Política Monetária | 15:03

BC deve interromper alta de juros em agosto, diz Octavio de Barros

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O ciclo de elevação da taxa básica de juros (Selic) está próximo do fim, segundo Octavio de Barros, economista-chefe do Bradesco.

Após a divulgação da ata do último encontro do Comitê de Política Monetária (Copom), o Banco Central “reduziu bem a probabilidade” de uma alta adicional da Selic, segundo Barros.

“A supressão do termo ‘suficientemente prolongado’ – que vinha sendo utilizado anteriormente para fazer referência à estratégia de implementação do ajuste monetário – ocorreu em um contexto no qual o BC aparenta já não estar mais tão incerto em relação ao ritmo de moderação da expansão do crescimento econômico, ao mesmo tempo em que avalia que houve deterioração adicional no quadro externo”, afirmou.

O economista ponderou, no entanto, que o documento não descarta completamente a possibilidade de uma nova alta de juros, mas as chances de isso acontecer estão bem menores.

Diante disso, o Bradesco revisou a expectativa de juros, de 12,75% para 12,50% para este ano.

“Acreditamos que o evento mais provável será o de manutenção em agosto”, completou Octavio de Barros.

Notas relacionadas:

  1. Copom deve elevar juros a 12,25% nesta semana, diz Octavio de Barros
  2. Copom deve elevar juros mais duas vezes neste ano, diz Octavio de Barros
  3. Nova alta de juros parece bastante provável, diz Octavio de Barros
Autor: Guilherme Barros Tags: , , , , ,

sexta-feira, 29 de julho de 2011 Empresas | 09:21

Vale tem maior lucro da história para o 1º semestre

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O lucro registrado pela Vale no primeiro semestre do ano, de R$ 21,57 bilhões, é o maior da história entre as empresas brasileiras de capital aberto, segundo cálculo de Einar Rivero da Economática.
 
A empresa deixou para trás o lucro da Petrobras verificado no primeiro semestre de 2010 (R$ 16,02 bilhões).
 
Entre os 20 maiores lucros da história para um primeiro semestre, quatro lucros são de bancos (incluindo o resultado do Bradesco em 2011), nove são da Petrobras e sete da Vale.

Leia também:

Lucro da Vale sobe 54,9% no trimestre, para R$ 10,275 bilhões

Notas relacionadas:

  1. Lucro do Bradesco é o segundo maior da história
  2. Lucro da Vale no primeiro trimestre foi o maior da história das companhias abertas no Brasil
  3. Lucro da Petrobras é o segundo maior da história
Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

quarta-feira, 27 de julho de 2011 Finanças | 09:08

Lucro do Bradesco é o segundo maior da história no 1º semestre

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O lucro contábil do Bradesco no primeiro semestre do ano, de R$ 5,487 bilhões, é o segundo maior da história para o período entre as instituições financeiras brasileiras de capital aberto, segundo cálculo de Einar Rivero da Economática.

Em primeiro lugar aparece o Itaú Unibanco em 2010, com lucro de R$ 6,399 bilhões.

Entre os 10 maiores lucros para o primeiro trimestre, quatro são do Itaú Unibanco, quatro do Bradesco e dois do Banco do Brasil.

Notas relacionadas:

  1. Lucro do Itaú Unibanco foi o maior da história dos bancos no primeiro semestre
  2. Lucro do Bradesco foi o terceiro maior da história dos bancos
  3. Itaú Unibanco tem maior lucro da história dos bancos
Autor: Guilherme Barros Tags: ,

quarta-feira, 20 de julho de 2011 Agronegócio | 17:12

Emergentes puxarão consumo de suco de laranja no mundo, diz Octavio de Barros

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Os países emergentes serão os principais responsáveis pela demanda por suco de laranja no mundo, nos próximos anos.

A avaliação é de Octavio de Barros, diretor de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco.

Em relatório, Barros destaca que o consumo mundial de suco de laranja caiu, em média, 1% ao ano nos últimos sete anos.

Os países desenvolvidos responderam por 1,9% da baixa, com destaque para Japão e Estados Unidos, onde os recuos foram ainda maiores: de 3,1% e 2,2%, respectivamente.

“Em sentido contrário, nos emergentes o consumo cresceu em média 3,7% no período”, disse o economista.

No período, os emergentes ganharam participação no consumo, que saltou de 15% em 2003 para 20% em 2009.

“A demanda de suco de laranja nos mercados consolidados – EUA, Europa Ocidental e Japão – ainda deverá se manter contida, como efeito da lenta retomada econômica nesses países e também da concorrência com outros tipos de bebidas, como águas aromatizadas, isotônicos, energéticos e outros sucos”, afirmou Octavio de Barros.

Atualmente, o Brasil destina cerca de 85% de sua produção de laranjas para a indústria de suco. Os principais mercados para o produto brasileiro são Europa (72%), EUA (12%) e Japão (3%).

Autor: Klinger Portella Tags: , , ,

segunda-feira, 18 de julho de 2011 Política Monetária | 06:02

Copom deve elevar juros mais duas vezes neste ano, diz Octavio de Barros

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O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central deverá elevar a taxa básica de juros da economia brasileira nas próximas duas reuniões, segundo o diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco, Octavio de Barros.

Para o encontro que acontece amanhã e quarta-feira, o economista acredita que a autoridade monetária elevará a Selic em 0,25 ponto percentual, para 12,50% ao ano.

Esse era o patamar que o banco projetava até o fim do ano.

Entretanto, diz Octavio, o Banco Central deve prolongar o processo de alta de juros.

“Se, por um lado, o cenário global continua apresentando um quadro bastante volátil e de perda de dinamismo, por outro, ainda há um grau relevante de incerteza em relação à magnitude da desaceleração da atividade doméstica”, disse.

Com isso, o Bradesco revisou a expectativa de Selic para 12,75%, com uma nova alta de 0,25 ponto para o encontro de agosto do Copom.

Octavio destaca que o BC tem como argumentos para um prolongamento da alta de juros o aumento da velocidade de convergência da inflação à meta, o compromisso junto à opinião pública e aproximar o fim do aperto do ciclo com o momento dos dissídios salariais, em setembro.

“Diante da eventualidade de uma deterioração mais pronunciada do cenário global (por exemplo, uma crise bancária na Europa), o Copom poderá reavaliar sua estratégia, encerrando o ciclo de aperto em 12,50%”, completou Octavio.

Notas relacionadas:

  1. Copom deve elevar juros a 12,25% nesta semana, diz Octavio de Barros
  2. Interrupção de alta de juros será equivocada, diz Tendências
  3. BC pode prolongar ciclo de alta de juros, diz Merrill Lynch
Autor: Klinger Portella Tags: , , , ,

terça-feira, 12 de julho de 2011 Empresas | 10:31

Bradesco ‘aposenta’ senha numérica em autoatendimento

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Os clientes do Bradesco poderão esquecer a partir de hoje o sistema com senha de seis dígitos nos terminais de autoatendimento.

A partir de agora, o banco oferece o sistema biométrico de leitura da palma da mão como a única senha de acesso às transações bancárias na rede Bradesco Dia e Noite.

A medida tem por objetivo aliar comodidade e praticidade à segurança.

Os terminais apresentarão uma mensagem explicativa aos clientes para a adesão ao novo sistema.

Atualmente, mais de 5 milhões de clientes já utilizam a leitura biométrica para efetuar transações.

Notas relacionadas:

  1. 1,3 milhão de clientes do Bradesco aderiram ao sistema de biometria
  2. Bradesco tem 600 mil clientes cadastrados no Débito Direto Autorizado
  3. Tarifas não aumentam com parceria entre os bancos BB, Santander e Bradesco para caixas eletrônicos
Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

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