Banco Fator | Guilherme Barros

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Posts com a Tag Banco Fator

quarta-feira, 24 de agosto de 2011 Finanças | 16:15

Indefinição do Fed pode preocupar o mercado, diz Banco Fator

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O Banco Fator acredita que o presidente do Fed, Ben Bernanke, deve sinalizar quais serão as próximas decisões do Banco Central americano, sob risco de frustrar o mercado, no encontro da entidade em Jackson Hole, promovido pelo Fed de Kansas City.

O banco valia que, no ano passado, Bernanke indicou que, na falta de demanda privada e de política fiscal expansionista, uma ampliação das compras de títulos públicos pelo Fed seria uma providência adequada.

Hoje o país vê a inflação em níveis controlados e com o risco de deflação afastado e o emprego ainda num nível abaixo do desejado.

Já a decisão sobre a compra de títulos não está clara, de acordo com o Fator.

“O Fed pode comprar mais títulos? Sim. Deve comprar títulos privados? Boa recomendação, na medida em que isto retire risco do mercado. Mas, como fazer o mercado parar de criar risco?”, questiona o comunicado do banco,

Para o banco, o mais recente comunicado do Fomc não é claro, ao dizer que a inflação deve se estabilizar nos próximos trimestres em níveis iguais ou menores aos que o comitê espera.

“Se Bernanke não sinalizar nada, haverá uma frustração muito grande”, diz o banco.

Notas relacionadas:

  1. Após reunião do FED, dólar pode ficar abaixo de R$ 1,70, diz consultoria
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Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

sábado, 13 de agosto de 2011 Finanças | 09:15

Para economista José Francisco de Lima Gonçalves, preocupação agora é com política fiscal

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Passada a semana turbulenta após a S&P rebaixar a nota de crédito dos EUA, o tema que preocupa no cenário nacional e a política fiscal, segundo José Francisco de Lima Gonçalves, economista chefe do Banco Fator.

“O assunto passa a ser a mudança na postura do Copom sobre o mix de política econômica e promessas do Governo a respeito da política fiscal que sugerem preocupação. Não se sabe se em tempo certo. Surge o risco – tenebroso – de a base “aliada” espremer o Executivo para aprovar a DRU”, afirma.

Segundo ele, sem a DRU, não adiante nem tentar fazer o superávit primário.
Para ele, voltamos a um ciclo que lembra o ano de 2009, e o Brasil continua com uma boa imagem no exterior.

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  2. Comef não deve debater medidas macroprudenciais, diz economista
  3. Cenário econômico se tornou deflacionário, diz José Francisco de Lima Gonçalves
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quarta-feira, 10 de agosto de 2011 Finanças | 17:17

Cenário econômico se tornou deflacionário, diz José Francisco de Lima Gonçalves

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Para o economista-chefe do Banco Fator, José Francisco de Lima Gonçalves, os desdobramentos da crise fiscal na Europa e a declaração do Federal Reserve (Fed, o BC norte-americano) de que manterá os juros perto de zero até 2013 já geram mudanças para a economia brasileira.

“O ambiente se tornou obviamente deflacionário”, disse, em artigo enviado a investidores.

Ele pondera, no entanto, que o movimento de queda dos preços não significa uma redução imediata na taxa de juros.

Gonçalves destaca que ainda não há clareza sobre o tamanho do efeito da crise fiscal nos EUA. “A recessão não está garantida, mas é o mais provável.”

Da mesma forma, a crise na Europa pode assumir “proporções muito ruins” caso venha a se tornar uma crise bancária, “o que é muito provável” para o economista.

Por fim, Gonçalves ressalta que os fatores domésticos que impactam a inflação reagirão defasadamente à piora do cenário global.

“Qualquer mudança relevante na comunicação do Copom antes de o IPCA de fato reverter sua tendência de alta acumulada em 12 meses, o que deve acontecer em setembro ou outubro, pode ser muito arriscada”, completou.

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  2. Comef não deve debater medidas macroprudenciais, diz economista
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Autor: Klinger Portella Tags: , , , ,

Finanças | 16:20

Banco Fator promove debate hoje sobre crise mundial

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O Banco Fator promove na noite desta quarta-feira, em São Paulo, um debate sobre a crise mundial e seus impactos no Brasil.

O tema será discutido por José Roberto Mendonça de Barros, ex-secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda e diretor da MB Associados, e pelo economista-chefe do banco, José Francisco de Lima Gonçalves.

O encontro acontecerá às 19h, no Hotel Unique, em São Paulo.

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  1. Brasil vai sair da crise neste trimestre, avalia Roberto Macedo
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sexta-feira, 5 de agosto de 2011 Bolsa de Valores | 10:17

Mercado acordou para mentiras sobre ajustes fiscais, diz economista

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Para o economista-chefe do Banco Fator, José Francisco de Lima Gonçalves, a onda de temor que se espalha pelas bolsas de valores de todo o mundo reflete o “despertar” dos investidores para a real situação econômica das grandes economias.

“Caiu a ficha a respeito da mentira que era a crença em ajustes fiscais que purgassem a economia dos ‘excessos dos governos”, disse.

Gonçalves destaca que as economias avançadas estão muito frágeis e não se reerguerão sem “uma política econômica ativa”.

O economista pontuou que os Estados Unidos caminham para recessão e a Europa para uma crise bancária.

“Os mercados estão atônitos com a frustração das expectativas e promessas de que rigor fiscal é estabilização e crescimento”, completou.

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segunda-feira, 1 de agosto de 2011 Contas públicas | 11:21

Banco Fator: acordo afasta possibilidade de calote, mas nota dos EUA ainda pode cair

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O acordo sobre o teto da dívida pública nos Estados Unidos agasta, em princípio, os riscos de uma ruptura do padrão monetário global.

A análise é da equipe de economistas do Banco Fator, liderada pelo economista-chefe José Francisco de Lima Gonçalves.

As medidas, anunciadas ontem pelo presidente Barack Obama, concentram o corte de despesas a partir de 2013, “de modo a não prejudicar a recuperação da atividade”, pontua o relatório do banco.

“Em tese, o programa não afeta a recuperação da atividade, embora também não contribua”, disse o Banco Fator. “O Congresso tem muito trabalho até o fim do ano”, completou.

Apesar disso, o acordo “afasta boa parte do risco de calote”, mas a equipe de Gonçalves faz um alerta. “O risco de redução da nota de crédito dos Treasuries (títulos norte-americanos) pelas agências de rating ainda prevalece.”

Notas relacionadas:

  1. Economia encerra trimestre com crescimento de 1,1%, diz Banco Fator
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segunda-feira, 25 de julho de 2011 Finanças | 11:42

Declaração de Dilma impacta cotação do dólar, diz economista

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Para o economista-chefe do Banco Fator, José Francisco de Lima Gonçalves, a queda do dólar abaixo de R$ 1,55 está atribuída à recente declaração da presidente Dilma Rousseff.

“Foi só a presidente Dilma dizer que, com a incerteza atual, é melhor não mexer no câmbio que os operadores foram para cima”, disse.

O economista pontua, ainda, que diante a semana é de muita incerteza no cenário externo, com riscos na Europa, Estados Unidos e, por tabela, Ásia.

“O Brasil é boa aposta nesse quadro”, completa.

Por volta das 11h02, a moeda norte-americana era negociada a R$ 1,546 para venda.

Leia também:

Dólar fica abaixo de R$ 1,55 em dia de tensão no mercado

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Autor: Klinger Portella Tags: , ,

quinta-feira, 14 de julho de 2011 Finanças | 11:04

Comef não deve debater medidas macroprudenciais, diz economista

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A primeira reunião do Comitê de Estabilidade Financeira (Comef), que acontece nesta manhã, em Brasília, deverá ter seu foco em ajustes práticos que precisam ser feitos para estabilidade financeira, sem debates sobre medidas macroprudenciais, segundo José Francisco de Lima Gonçalves, economista-chefe do Banco Fator.

“A possibilidade de adoção de medidas macroprudenciais não me parece grande”, disse.

Gonçalves pontuou que o Comef não deve decidir medidas específicas. “Não é um órgão deliberativo”, completou.

O economista espera que o encontro de hoje, o primeiro do comitê, traga luz a temas “mais específicos e detalhados”.

“Imagino que exista uma série de pequenos ajustes a serem feitos, de relevância prática, mas sem virarem manchete.”

Notas relacionadas:

  1. Números do governo de janeiro já vão mostrar sinais de austeridade fiscal
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segunda-feira, 20 de junho de 2011 Indicadores | 06:02

País criou 241,7 mil postos de trabalho em maio, diz Fator

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O mercado formal de trabalho deve dar sinais de desaquecimento no mês de maio.

Segundo projeções do Banco Fator, a criação de vagas com carteira assinada deve encerrar o mês em 241,7 mil.

Em abril, segundo dados do Caged, haviam sido criados 272 mil postos formais no País.

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) divulga os dados oficias do Caged de maio nesta segunda-feira.

Notas relacionadas:

  1. País gera em novembro seis vezes a média histórica de empregos
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quinta-feira, 2 de junho de 2011 Contas públicas | 17:42

Economia encerra trimestre com crescimento de 1,1%, diz Banco Fator

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Segundo projeções do Banco Fator, o Produto Interno Bruto (PIB) encerrou os três primeiros meses de 2011 com crescimento de 1,1% frente ao último trimestre de 2010.

“Estamos entre as projeções mais baixas, mas, mesmo assim, esperamos ainda variações de consumo, investimento e importações acima do crescimento do PIB e governo e exportações bem abaixo”, diz José Francisco de Lima Gonçalves, economista-chefe do banco.

De acordo com José Francisco, a tendência é que a taxa de crescimento do consumo desacelere em um ritmo um pouco maior que a de investimento.

Os números oficiais do PIB serão divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira.

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  2. Sucessor de Lula pode ter de frear crescimento
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Autor: Klinger Portella Tags: , ,

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011 Finanças, Indicadores | 18:21

Antecipação dos cortes no orçamento alivia pressão sobre o Banco Central

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A antecipação do detalhamento dos cortes no orçamento surtiu o efeito desejado pelo governo. Hoje, as taxas de juros futuros chegaram a cair até nove pontos percentuais dependendo do contrato.

Na opinião do economista-chefe do Banco Fator, José Francisco de Lima Gonçalves, o efeito no mercado foi maior do que o esperado. “Se olhar para a curva de juros futuros, a queda nos contratos não é desprezível”, afirmou.

Outro ponto a ser ressaltado, segundo Gonçalves, é que este comportamento dos juros futuros tira um peso da reunião do Comitê de Política Monetária, marcada para quarta-feira. “Vai ajuda o Copom a ir no mesmo sentido do Ministério da Fazenda, o de tirar a pressão sobre os juros”, disse.

De acordo com o economista, o contrato para janeiro de 2013 chegou a cair nove pontos percentuais no pregão de hoje. Já o de 2012, caiu quase sete pontos.

O movimento indica que as apostas em uma alta de 0,75 ponto percentual na reunião de quarta-feira arrefeceram.

Notas relacionadas:

  1. No dia do Copom, volume de contratos de juro futuro bate recorde histórico
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Autor: Guilherme Barros Tags: , , , ,

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011 Finanças, Governo | 06:00

Números do governo de janeiro já vão mostrar sinais de austeridade fiscal

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A presidenta Dilma Rousseff quer mostrar já no resultado de janeiro do superávit primário do governo que o discurso de austeridade fiscal, adotado desde o início de seu mandato, é para valer.

Dilma já recebeu informações de que o resultado virá acima das expectativas do mercado financeiro, que indicam um dos maiores superávits dos últimos anos.

Segundo estimativa do economista-chefe do Banco Fator, José Francisco de Lima Gonçalves, o superávit primário do governo central em janeiro será de R$ 14,5 bilhões, o segundo melhor resultado desde 1997.

O melhor desempenho para o mês foi registrado em 2008, quando o superávit do governo ficou em R$ 16,7 bilhões. O segundo foi o de janeiro do ano passado, R$ 13,5 bilhões.

Notas relacionadas:

  1. Governo admite deduzir gastos com o PAC para cumprir meta de superávit primário
  2. Governo deve abater mais de R$ 1 bilhão para cobrir meta de superavit
  3. Governo abate R$ 13,9 bilhões em investimentos para cumprir meta fiscal de 2009
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quarta-feira, 4 de agosto de 2010 Empresários | 19:43

Presidente do Banco Fator doa cachê de propaganda de Dia dos Pais para Lar de Crianças

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O presidente do Banco Fator e do Conselho de Administração da TIM, Manoel Horácio, doou seu cachê de R$ 20 mil, que ganharia por ter sido garoto propaganda da campanha publicitária de Dia dos Pais do Shopping Pátio Paulista. O valor será revertido para o Lar Batista de Crianças, entidade social sem fins lucrativos que atende crianças e adolescentes em situação de risco.

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quarta-feira, 5 de maio de 2010 Indústria | 15:27

Para Banco Fator, vendas de caminhões e ônibus foram os destaques de abril

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A queda das vendas de automóveis e comerciais leves em abril já era esperada pelo mercado por conta do retorno do IPI. Por isso, a notícia positiva do balanço de vendas do mês passado veio do segmento dos veículos pesados.

Em relatório, o Banco Fator destacou a manutenção das vendas de ônibus e caminhões em patamar elevado, acima do visto antes da crise internacional. Para o Fator, as quedas vistas em janeiro e fevereiro foram pontos fora da curva.

Na comparação com o resultado de março, as vendas de caminhões cresceram 0,91%, totalizando 13.596 unidades. As vendas de ônibus, no entanto, apresentaram queda de 18,8%. Em relação a abril de 2009, as vendas de caminhões e ônibus registraram altas de 62,4% e 47,6%, respectivamente.

Os veículos pesados indicam um termômetro da atividade econômica, pois, independentemente dos incentivos do governo, o empresário só adquire um caminhão quando tem a perspectiva de maiores volumes para transportar.

Notas relacionadas:

  1. Previsão é de que as filas terminem antes de abril
  2. Cummins implanta terceiro turno de olho no fim dos incentivos para compra de caminhões
  3. Vendas de caminhões e ônibus serão recordes em 2010, prevê consultoria
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terça-feira, 20 de abril de 2010 Indicadores | 12:41

Inflação de alimentos iguala patamar de 2008

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A alta do grupo alimentos no IPCA-15 entre janeiro e abril, de 4,79%, já é igual ao que foi registrado no mesmo período de 2008, época de grande expansão do consumo no mundo.

No entanto, a diferença, segundo relatório do Banco Fator, é que desta vez a tendência é de queda, o que indica uma pressão mais por conta de efeitos climáticos do que por um crescimento acelerado da demanda.

Em abril de 2008, o indicador ainda teve uma alta consistentente, chegando a 8,62% no fim do primeiro semestre.

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