Balança Comercial | Guilherme Barros

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Posts com a Tag balança comercial

terça-feira, 11 de outubro de 2011 Comércio | 08:04

Exportações diretas para o Iraque crescem 22% em 2011

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As exportações diretas do Brasil com destino ao Iraque têm crescido neste ano.

Segundo dados da Câmara Brasil Iraque, foram US$ 198 milhões em vendas diretas entre janeiro e agosto deste ano.

O volume é 22% maior que o observado em igual período de 2010.

Por outro lado, as vendas triangulares – que saem do Brasil com outros destinos antes de irem para o Iraque – caíram 10,2%, para US$ 254 milhões.

Entre os principais destinos das exportações triangulares estão Turquia, Síria, Jordânia, Kuait e Emirados Árabes Unidos.

Segundo o vice-presidente da Câmara Brasil Iraque, Jalal Chaya, a queda das exportações triangulares reflete uma confiança maior dos exportadores brasileiro.

“Isso é um sinal claro de que é um bom negócio fazer comércio diretamente com o Iraque, sem intermediários, o que barateia inclusive o preço final”, diz.

Notas relacionadas:

  1. Exportações brasileiras devem crescer lentamente
  2. Exportações para o Iraque perdem competitividade
  3. São Paulo perde participação nas exportações brasileiras em 2011
Autor: Klinger Portella Tags: , , ,

sexta-feira, 16 de setembro de 2011 Indicadores | 16:04

Déficit no setor de manufaturas bate recorde em agosto, diz Fiesp

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O déficit na balança comercial brasileira no setor de produtos manufaturados atingiu o maior nível em agosto: US$ 2,9 bilhões. No acumulado do ano, o déficit atinge US$ 19 bilhões.

A informação faz parte de um levantamento da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) sobre as relações bilaterais entre Brasil e China.

O déficit mensal registrado pela balança comercial brasileira nesse setor reflete outro recorde: o das importações provenientes da China, que atingiram US$ 3,3 bilhões no mês passado.

Segundo o Raio-x das Relações Bilaterais Brasil/China, o resultado significa também o recorde de importações de manufaturas, uma vez que estes produtos representam 96,5% do número total.

O levantamento da Fiesp apontou ainda que o volume exportado de soja para a China, no acumulado de janeiro a agosto, manteve-se praticamente inalterado em relação ao mesmo período de 2010. Por outro lado, as exportações em dólares tiveram um aumento de 33% por conta da alta no preço da commodity.

Já em relação às importações de produtos siderúrgicos, como as ferro-ligas e os laminados planos de ferro ou aços, houve redução de 44% e 36% (em peso), respectivamente.

Notas relacionadas:

  1. Importações do Rio chegam a R$ 3,1 bilhões e batem recorde histórico
  2. Fiesp prevê crescimento de 4,5% do PIB industrial em 2011
  3. Brasil tem déficit de US$ 11,2 bilhões no setor de tecnologia
Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

segunda-feira, 12 de setembro de 2011 Indicadores | 11:10

Brasil tem déficit de US$ 11,2 bilhões no setor de tecnologia

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Os serviços de computação e informação, royalties e licenças, e aluguel de equipamentos fecharam o primeiro semestre do ano com um déficit de US$ 11,2 bilhões na balança comercial brasileira.

Os dados fazem parte do Monitor do Déficit Tecnológico, elaborado pela Sociedade Brasileira Pró-Inovação Tecnológica (Protec).

O principal responsável pelo déficit é o aluguel de equipamentos para o pré-sal e para o setor de mineração, que tiveram saldo negativo de US$ 7,8 bilhões no período.

O monitor acompanha o desempenho do comércio exterior brasileiro com foco em competitividade e no segmento tecnológico.

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  2. Miguel Jorge prevê saldo de US$ 18 bi para a balança comercial
  3. Importações do Rio chegam a R$ 3,1 bilhões e batem recorde histórico
Autor: Klinger Portella Tags: , ,

Comércio | 07:01

São Paulo perde participação nas exportações brasileiras em 2011

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O Estado de São Paulo perdeu participação no volume de exportações do Brasil nos sete primeiros meses do ano.

Segundo dados do economista-chefe da Austin Ratings, Alex Agostini, o Estado exportou US$ 32,4 bilhões entre janeiro e julho deste ano, respondendo por 23,4% dos US$ 138,5 bilhões exportados pelo País.

Em 2010, a participação de São Paulo era maior: de 26,2%, com US$ 52,2 bilhões dos US$ 199,2 bilhões exportados.

Segundo Agostini, os números podem mostrar a guerra fiscal entre Estados. “Hoje, a indústria está saindo de São Paulo e indo para outras regiões do Brasil.”

Minas Gerais e Rio de Janeiro, segundo e terceiro colocados, respectivamente, elevaram sua participação nas exportações do Brasil.

Os mineiros saltaram de 15,6% para 16% do total, enquanto o Rio de Janeiro pulou de 10% para 12,2%.

Já na lista das importações, São Paulo aumentou em um ponto percentual a participação no total importado.

Entre janeiro e julho, foram US$ 46,6 bilhões importados, dos US$ 124,3 bilhões do País.
Com isso, São Paulo respondeu por 38% do volume de importações no Brasil nos sete primeiros meses de 2011.

No ano passado, o Estado respondia por 37% do total, com US$ 67,7 bilhões importados no acumulado do ano.

Notas relacionadas:

  1. Exportações brasileiras devem crescer lentamente
  2. Exportações para o Iraque perdem competitividade
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Autor: Klinger Portella Tags: , , ,

quarta-feira, 29 de junho de 2011 Comércio | 13:45

Exportações para o Iraque perdem competitividade

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As exportações do Brasil para o Iraque devem ficar até 3% mais caras a partir de julho, segundo cálculos da Câmara Brasil Iraque.

O motivo é uma medida do governo iraquiano, que passará a exigir certificados extras de qualidade para os produtos importados a partir de 1º de julho.

“Em comércio qualquer margem pode representar a diferença entre vender ou ficar fora do mercado”, diz Jalal Chaya, presidente da Câmara Brasil Iraque.

Com a nova medida, o governo iraquiano passa a exigir que os produtos importados tenham certificado de qualidade de duas empresas internacionais de certificação.

“A corrente de comércio será prejudicada”, completa Chaya.

Em 2010, a corrente comercial entre Brasil e Iraque chegou a US$ 1,4 bilhão.

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  1. Exportações brasileiras devem crescer lentamente
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Autor: Klinger Portella Tags: , ,

terça-feira, 3 de maio de 2011 Indústria | 08:20

Exportações avançam mais que importações, mas indústria de autopeças não crê em reversão do déficit

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Os dados consolidados da balança comercial no primeiro trimestre foram favoráveis à indústria brasileira de autopeças, com avanço de 25% das exportações, ante alta de 20% das importações.

O resultado, no entanto, não chega a animar o setor, que segue pessimista em relação ao déficit previsto para este ano, acima de US$ 4 bilhões.

O déficit do segmento encerrou o primeiro trimestre em US$ 1,14 bilhão, 10,3% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. As exportações chegaram a US$ 2,4 bilhões, e as importações, a US$ 3,54 bilhões, conforme os dados do Sindipeças.

A explicação para o avanço das exportações, ainda preliminar, pode estar relacionada ao terremoto do Japão.

Alguns destinos como México e Alemanha, registraram altas nas vendas de quase 50% na comparação com o primeiro trimestre de 2010, muito acima da velocidade da recuperação destes mercados.

Por enquanto, o setor não cogita rever a previsão do déficit. Isso só deve acontecer se o ritmo de alta das exportações for mantido nos próximos três meses. Até lá, o aumento das exportações seguirá sendo tratado como algo pontual.

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  1. Déficit da indústria de autopeças dobra no acumulado do ano e chega a US$ 1,58 bi
  2. Importação de autopeças sobe 59% no 1º semestre e praticamente dobra déficit do setor
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Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

terça-feira, 12 de abril de 2011 Indústria | 06:01

Sindipeças revisa balança setorial e aumenta previsão de déficit para R$ 4,5 bilhões

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A previsão de novos lançamentos de veículos e a perspectiva de câmbio desfavorável por tempo indeterminado levou a indústria de autopeças a rever a projeção para a balança comercial do setor.

Agora, o Sindipeças trabalha com um déficit de US$ 4,5 bilhões em 2011, ante previsão de US$ 4 bilhões no início do ano.

Flávio Del Soldato, membro do conselho de administração da entidade, informou que pelos dados de janeiro e fevereiro é possível projetar algo em torno de US$ 4,2 bilhões de déficit, mas o mesmo deverá ser maior por conta dos lançamentos previstos para o ano.

Entre janeiro e fevereiro, o setor amargou um resultado negativo de US$ 715 milhões. Em 2010, o resultado da balança comercial foi negativo em US$ 3,54 bilhões.

Atento a este desempenho, o setor se antecipou ao estudo da Anfavea e enviou ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior uma pauta de reivindicações. As duas partes devem se encontrar no próximo dia 4.

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  1. Custo Brasil também contribui para déficit da balança comercial da indústria
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Autor: Guilherme Manechini Tags: , ,

quinta-feira, 4 de novembro de 2010 Política Externa | 14:46

Governo peruano quer reduzir déficit da balança comercial com o Brasil

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Para o ministro do Comércio Exterior e Turismo do Peru, Eduardo Ferreyros, a relação comercial do país com o Brasil nunca esteve tão produtiva como nos últimos anos. Apesar desta percepção, afirmou Ferreyros, o superávit brasileiro na balança comercial, de cerca de US$ 900 milhões, está entre os pontos a serem debatidos com a equipe de governo de Dilma Rousseff.

Entre os temas da pauta para intensificar o comércio bilateral, o Peru quer derrubar barreiras sanitárias de produtos agrícolas, como cebola e quinoa.

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  1. Acordo prevê investimentos de US$ 5 milhões na implantação de um Centro de Tecnologias Ambientais em Lima
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  3. Irã foi o país onde a carne bovina mais pesou na pauta de exportações brasileiras este ano
Autor: Guilherme Barros Tags: ,

segunda-feira, 11 de outubro de 2010 Indicadores | 06:04

Importações do Rio chegam a R$ 3,1 bilhões e batem recorde histórico

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Porto do Rio (Pedro Kirilos/Riotur)

A balança comercial do Rio de Janeiro encerrou o mês de agosto com um saldo negativo de US$ 324 milhões (R$ 537,8 milhões), influenciada pelo recorde de importações para o período, US$ 1,9 bilhão (R$ 3,1 bilhões).

Os dados serão divulgados ainda hoje pela Firjan. Segundo a entidade, a importação de insumos para a instalação de mais uma siderúrgica no Estado contribuiu para o déficit.

Em igual período, as exportações recuaram 4,5%, para US$ 1,6 bilhão (R$ 2,66 bilhões), impactada pela retração nas vendas de petróleo. Já os produtos manufaturados, avançaram pelo segundo mês seguido, com alta de 8%.

Os destaques ficaram por conta dos segmentos de Material de Transporte, Bebidas, Plásticos e Papel e Celulose, todos com as maiores vendas do ano. Já os setores que mais influenciaram na alta das importações foram: Mecânica, Química, Material Elétrico e de Comunicação, Farmacêutica e Têxtil.

No acumulado do ano, tanto as vendas, 49%, como as compras externas do Rio de Janeiro, 46%, cresceram por conta do avanço de produtos básicos e industrializados. Assim, o comércio exterior do Estado registra dois recordes históricos para o período: US$ 12,1 bilhões em exportações e US$ 10,2 bilhões em importações.

Estados Unidos e China lideram o ranking de principais parceiros.

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Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

segunda-feira, 13 de setembro de 2010 Commodities, Política Externa | 07:33

Irã foi o país onde a carne bovina mais pesou na pauta de exportações brasileiras este ano

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Entre janeiro e agosto deste ano, a carne bovina já representou 42% das exportações brasileiras para o Irã, que vêm protagonizando uma recente polêmica diplomática com o Brasil. O país asiático foi onde a carne bovina mais pesou na pauta de produtos brasileiros vendidos para o exterior.

A conclusão é da coordenadora de Estudos do Setor Externo da FGV, Lia Valls, que listou 10 países onde o Brasil teve superávit comercial superior a US$ 1 bilhão até agosto. O levantamento foi feito a partir de dados da balança comercial divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic).

Nos oito primeiros meses de 2010, o Irã exportou US$ 546 milhões para o Brasil, o que equivale a 46% do superávit de US$ 1, 188 bilhão gerado com o parceiro asiático no período. As outras nações onde a carne bovina congelada tem peso nas exportações pelo Brasil até agosto deste ano foram: Egito (26,3%) e Rússia (23,6%).

“No Irã houve maior oportunidade para o Brasil fazer negócios este ano, até agosto. Já o aumento de importação de carne bovina pode ser explicado pelo fato de, à medida que uma indústria alimentícia cresce, a demanda do país por proteínas aumenta”, explicou Lia.

Guilherme Barros e Cristiano Zaia

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  2. Desempenho da economia internacional puxou inflação para baixo no Brasil, diz FGV
  3. Holanda lidera ranking de países onde o Brasil tem superávit comercial maior que US$ 1 bilhão
Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

Commodities, Política Externa | 07:30

Holanda lidera ranking de países onde o Brasil tem superávit comercial maior que US$ 1 bilhão

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Entre os países onde o Brasil registrou superávit comercial acima de US$ 1 bilhão, entre janeiro e agosto deste ano, a Holanda/Países Baixos liderada o ranking, com saldo comercial de US$ 5,336 bilhões. Em segundo lugar parece a China (US$ 4,332 bilhões), e em terceiro, a Venezuela (US$ 1,940 bilhão).

A constatação foi feita a partir de tabela organizada pela coordenadora de Estudos do Setor Externo da FGV, Lia Valls, com base em dados da balança comercial divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic).

Na outra ponta da tabela, aparecem as nações onde o Brasil registrou déficit comercial: Estados Unidos (com US$ 4,766 bilhões), Nigéria (US$ 3,4bilhões), Coreia (US$ 3,44 bilhões), Alemanha (US$ 2,7 bilhões), Argélia (US$ 1,267 bilhão) e Taiwan (US$ 1, 012 bilhão).

“Nos países onde a balança comercial brasileira é mais superavitária, a maior pauta é de commodities. Nosso superávit depende muito de preços altos das commodities. Como muitos acham que vai haver uma baixa de preços daqui para a frente, isso pode atingir nossas exportações para o próximo ano”, ressalta Lia.

Guilherme Barros e Cristiano Zaia

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  1. FGV promove seminário sobre as relações entre o Brasil e a França
  2. Desempenho da economia internacional puxou inflação para baixo no Brasil, diz FGV
Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

segunda-feira, 16 de agosto de 2010 Energia | 06:12

Para consultoria, importações de petróleo vão crescer 16,7% em 2010

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O aumento da demanda do mercado interno, somado à recuperação dos preços do petróleo no mercado internacional, deverá impactar diretamente na balança comercial do setor.

Previsão da consultoria Lafis indica que as importações de petróleo chegarão a 450 mil barris diários neste ano, uma alta de 16,7% em relação a 2009.

Na sexta-feira, a Petrobras informou uma redução de 22,8% no superávit da balança da companhia, que encerrou o primeiro semestre em 142 mil barris por dia.

Segundo análise da Lafis, a retomada mais forte da atividade industrial resultou na maior importação de derivados de petróleo, tendência que deve ser mantida até o fim do ano.

A importação de derivados acumulou, até maio, um expressivo aumento de 66% na comparação com o mesmo intervalo de 2009, totalizando 61,7 milhões de barris equivalentes de petróleo.

Já a compra de petróleo do exterior recuou 10,9%, para 51,7 milhões de barris em igual período. Na opinião da consultoria, a redução ocorreu por conta da recuperação dos preços e do aumento da produção nacional.

Para 2011, a Lafis projeta uma alta de 4,4% nas importações, um ritmo de expansão inferior aos 6,8% estimados para as exportações, algo em torno de 630 mil barris por dia.

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terça-feira, 3 de agosto de 2010 Governo, Indicadores | 17:50

Miguel Jorge prevê saldo de US$ 18 bi para a balança comercial

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O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, está mais otimista com o desempenho da balança comercial do País neste ano do que a média dos analistas de mercado ouvidos semanalmente pelo Banco Central.

Hoje, em São Paulo, no Lean Summit 2010, o ministro disse que sua “previsão pessoal” é de saldo positivo de US$ 18 bilhões até o fim do ano. No último Boletim Focus, do BC, projeção média era de saldo de US$ 15,1 bilhões.

De janeiro a julho, o saldo acumulado foi de US$ 9,23 bilhões, montante 45,1% menor que o do mesmo período de 2009.

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quinta-feira, 8 de abril de 2010 Indicadores | 06:03

Superávit comercial pode chegar a US$ 20 bilhões em 2010, diz Fator

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O fluxo cambial divulgado ontem, de US$ 2,114 bilhões positivos em março, animou o mercado financeiro. E com a melhora do indicador, aumentam as apostas para um superávit comercial maior em 2010.

Para o Banco Fator, há espaço para um superávit de US$ 20 bilhões, bem acima das expectativas do último Boletim Focus em que a média das previsões estava em US$ 10 bilhões.

José Francisco de Lima Gonçalves, economista-chefe do Fator, acredita na melhora dos preços de produtos de exportação brasileiros como o impulsionador do superávit deste ano.

Segundo ele, no caso do minério de ferro, que foi reajustado neste mês em mais de 90%, o reflexo na balança comercial será sentido entre o fim de abril e início de maio.

“A tendência é de haja problema do financiamento do balanço de pagamentos do País neste ano”, afirmou.

Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

terça-feira, 23 de março de 2010 Governo | 16:50

Governo pode divulgar amanhã pacote de incentivo à exportação

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Os ministros Guido Mantega (Fazenda) e Miguel Jorge (Desenvolvimento) se reúnem amanhã para concluir as medidas que fazem parte do pacote de incentivo à exportação.

Há a possibilidade de ser anunciado amanhã mesmo. Antes, porém, será submetido ao presidente Lula.

O pacote será composto de algumas medidas de incentivo fiscal à exportação e da criação do Eximbank brasileiro, que deverá ser gerido pelo BNDES.

As medidas são adotadas no momento que se acende o sinal amarelo na balança comercial.

Na terceira semana de março, a balança registrou um déficit de US$ 48 milhões. As importações crescem a um ritmo acima de 40% este ano em relação ao anterior, e as exportações, a 27%.

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Autor: Guilherme Barros Tags: , , , ,

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010 Governo | 14:40

Medidas em favor das exportações começam a sair em março

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O governo federal pretende anunciar as primeiras medidas de incentivo às exportações no próximo mês. Avanços nos estudos, iniciados pelo Ministério do Desenvolvimento e o da Fazenda em janeiro, levam a crer que em março já será possível adotar ações para atenuar o desequilíbrio na balança comercial, robusta na exportação de matéria-prima, mas deficitária em termos de produtos manufaturados.

A expectativa, baseada em sinais dados pelo governo nos últimos meses, é de medidas nas áreas tributárias e creditícias, além de ações para a desburocratização do comércio de produtos brasileiros com o exterior. Em tempos de conclusão de estudos, dar detalhes pode significar retrocesso.

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Autor: Sarah Barros, de Brasília Tags: ,

sábado, 30 de janeiro de 2010 Comércio | 09:16

Balança deve iniciar ano com déficit no mês e melhora na margem, diz Tendências

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A balança comercial brasileira deve começar 2010 com déficit mensal e uma possível melhora na margem, com superávits nas duas últimas semanas de janeiro. A avaliação é do economista André Sacconato, da Consultoria Tendências, para quem o déficit comercial brasileiro em janeiro deve ficar em US$ 800 milhões.

Esse será o primeiro déficit em um ano, desde que a balança teve resultado negativo de US$ 529 milhões em janeiro passado. “É padrão ter resultado mais fraco no início do ano. Não é padrão ter déficits”, destacou Sacconato.

O fraco resultado, no entanto, é pontual e passageiro, segundo a avaliação do economista, que estima que a partir de março a balança apresente superávits robustos. A safra deste ano, aliada à recuperação de preços de commodities, deve puxar este movimento. 

O resultado da balança será divulgado pelo Ministério do Desenvolvimento amanhã.

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Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010 Comércio | 18:37

Tradings se reúnem em associação para ampliar comércio com os Estados Unidos

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A queda no saldo da balança comercial tem preocupado bastante as tradings brasileiras – empresas que atuam com importação e exportação. Nos últimos dias, elas têm se reunido com frequência com a Apex e ficou acertado que será criada ainda nesse primeiro trimestre uma associação brasileira com o objetivo de aumentar as exportações do País.

O nome ainda não foi definido, mas cogita-se que pode ser Abitrading.

Uma das prioridades da nova associação será a ampliação das as relações comerciais com os Estados Unidos. Isso significa uma participação mais ativa em eventos e feiras nos EUA, o maior mercado do mundo.

O Brasil perdeu bastante terreno junto ao comércio americano, tanto que a própria Apex passou a incluir os EUA como o mercado prioritário nas suas metas a partir deste ano.

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  1. Exportações brasileiras devem crescer lentamente
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Autor: Guilherme Barros Tags: ,

terça-feira, 5 de janeiro de 2010 Comércio | 06:00

Brasil deveria aproveitar imagem positiva para vender mais para os EUA, diz AEB

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Apesar da imagem positiva que o Brasil possui hoje no mundo, o País não colhe frutos comerciais desse momento. O Brasil deveria aproveitar essa situação para aumentar suas exportações principalmente para os Estados Unidos. 

A afirmação é de José Augusto de Castro, vice-presidente da AEB (Associação de Comércio Exterior do Brasil), ao avaliar os números da balança comercial do Brasil com os Estados Unidos do ano passado.

Pela primeira vez, desde 1999, o Brasil registrou déficit comercial com os Estados Unidos. O saldo da balança com os EUA foi negativo em pouco mais de US$ 1 bilhão, depois de ter registrado um superávit de US$ 1,8 bilhão em 2008.

Esse déficit na balança comercial foi certamente resultado da crise econômica global que atingiu mais fortemente os Estados Unidos, o epicentro do terremoto financeiro, mas não deixa de ser também reflexo da política externa do País. Nos últimos anos, o Brasil abandonou o mercado americano para dar prioridade ao comércio com os países em desenvolvimento.

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Autor: Guilherme Barros Tags: ,

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009 Indústria | 06:00

Custo Brasil também contribui para déficit da balança comercial da indústria

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O aumento do déficit da balança comercial da indústria em 2009 não pode ser explicado apenas pela crise financeira internacional. Segundo o IEDI, a situação também é consequência da perda da “competitividade sistêmica” do País, o chamado ”Custo Brasil”.

Entre janeiro e setembro, o saldo comercial do segmento ficou negativo em US$ 4,8 bilhões, o que significa um incremento de US$ 800 milhões ao déficit registrado em igual período do ano passado.

Essa deterioração da balança, na visão da entidade, além da crise e valorização do câmbio, reflete os seguintes fatores: altos custos de crédito, tributos, encargos trabalhistas e falta de infraestrutura, o que encarece a produção nacional. Leia mais »

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Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

quarta-feira, 4 de novembro de 2009 Comércio | 05:57

Exportações brasileiras devem crescer lentamente

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O baixo crescimento da economia global e a valorização do real tendem a fazer com que a retomada das exportações seja lenta, avalia o departamento econômico do Credit Suisse, chefiado por Nilson Teixeira. Segundo os economistas do banco, a expectativa de o Brasil ter um crescimento superior à média global sugere que “é baixa a probabilidade de recuperação significativa das exportações em 2010 após a retração projetada de 25% em 2009”. 

A trajetória de valorização do real também deve conter o ritmo de recuperação das exportações. Para os economistas, com o câmbio relativamente estável em R$ 1,70/US$ até o fim de 2010, deve haver maior crescimento da importações do que das exportações. 

Ao longo deste ano, a equipe do Credit Suisse pontua que a exportação de produtos básicos para a China contribuiu para a redução no ritmo das exportações totais brasileiras. No acumulado do ano até setembro, a quantidade exportada total caiu 12% na comparação com 2008, mas houve aumento de 5% do volume exportado de produtos básicos. No mesmo período deste ano, as exportações de produtos básicos para a China aumentaram 19%, com destaque para soja e minério de ferro. Para outros países, a venda destes produtos recuou 22%.

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