América Latina | Guilherme Barros

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Posts com a Tag América Latina

segunda-feira, 31 de outubro de 2011 Empresas | 11:10

Alstom anuncia nova sede no Peru

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A Alstom inaugura no próximo dia 3 uma nova sede na América Latina.

A companhia terá uma sede central no Peru, no distrito de San Isidro, em Lima.

No local, estão localizadas as gerências de setores como energia renováveis, energias térmicas, transmissão de energia e transporte ferroviário.

A Alstom está há 30 anos no Peru.

A nova unidade será dirigida por Iván Moncayo.

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Autor: Klinger Portella Tags: , ,

quarta-feira, 26 de outubro de 2011 Commodities | 06:01

Dependência de commodities ameaça América Latina, diz FMI

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Os países da América Latina se beneficiaram com o boom no preço das commodities nos últimos dez anos. Agora, com um movimento de queda nos preços das matérias-primas, as economias da região podem ter grandes impactos.

A avaliação é dos economistas do Fundo Monetário Internacional (FMI) Gustavo Adler e Sebastián Sosa.

De acordo com os economistas, é preciso avaliar a proporção das commodities em relação ao PIB da região e a relação com as exportações totais de bens e serviços.

“A primeira relação indica o impacto potencial de um choque de preços no PIB, enquanto a segunda nos dá uma ideia da capacidade de as economias se ajustarem a um choque de preços”, afirmaram, em relatório.

Segundo eles, hoje a América do Sul depende das commodities tanto quanto – ou mais – que há 40 anos.

“As exportações de bens primários respondem aproximadamente por 10% do PIB em 2010”, apontaram os economistas.

Tal comportamento, completam, não é observado no México e em outros países da América Central.

Adler e Sosa dizem que as economias com câmbio flexível têm mais poder de absorção ao choque de commodities.

“Os países com fundamentos econômicos sólidos, com maior integração financeira com o resto do mundo, também podem contribuir para amortizar os choques, ajudando a manter o financiamento externo”, completam.

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domingo, 28 de agosto de 2011 Comércio | 07:03

Emergentes respondem por 35% das exportações globais, diz FMI

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Os países emergentes ampliaram em 10 pontos percentuais o volume de exportações nos últimos dez anos, segundo o Fundo Monetário Internacional.

Com isso, os emergentes passaram a responder por 35% do total das exportações em 2010.

De acordo com a análise das econômicas Andrea Medina e Mercedes Vera Martín, do FMI, os países latino-americanos tiveram evolução considerável no comércio exterior na última década.

“A crescente abertura comercial registrada na América Latina durante a última década tem sido acompanhada por uma mudança considerável na estrutura comercial”, disseram as economistas.

Entre as alterações mais significativas estão o crescimento das exportações, principalmente, para países fora da região.

Além disso, o FMI destaca a participação crescente das commodities como principal produto exportado pelos latino-americanos na década.

“Vale assinalar que, apesar dos esforços de integração na região, o nível de exportações entre os países latino-americanos se manteve praticamente estável.”

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terça-feira, 2 de agosto de 2011 Governo | 17:15

Mantega vai ao Peru buscar apoio para defesa comercial da América Latina contra invasão chinesa

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Guido Mantega (Foto: Agência Estado)

Guido Mantega (Foto: Agência Estado)

Depois do anúncio das medidas do Plano Brasil Maior, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, vai intensificar os trabalhos de busca de apoio para o projeto de defesa comercial na América Latina.

Mantega embarca amanhã para Lima, no Peru, onde participará, na sexta-feira, de um encontro de ministros da Fazenda da Unasul.

O objetivo é buscar que os países latino-americanos se unam para proteger o mercado local, principalmente, da invasão de produtos chineses.

Mantega deve mostrar como as medidas anunciadas hoje ajudarão o Brasil nesse sentido.

O objetivo é de fazer com que os países da América Latina compram e vendam entre eles, e aumentem a proteção contra a invasão chinesa.

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quinta-feira, 7 de julho de 2011 Indicadores | 17:12

Economia peruana crescerá menos, mesmo com risco pequeno de ruptura, diz Padovani

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O novo presidente peruano, Ollanta Humala, não deve promover mudanças radicais na política econômica do país, na análise de Roberto Padovani, estrategista de investimentos sênior para a América Latina do Banco WestLB do Brasil.

Em viagem ao Peru, Padovani constatou que “os riscos de uma ruptura econômica devido à transição política são baixos”.

Apesar disso, na análise do economista, a alta de 8,8% do Produto Interno Bruto (PIB) peruano no ano passado é insustentável e a economia local deve desacelerar nos próximos anos.

Para este ano, Padovani projeta crescimento de 6,4%, enquanto, em 2012, a alta deve ser de 6%.

O economista pontua que o ambiente ruidoso, por conta de possíveis testes do novo governo nos aspectos fiscais e monetários e com relação à regulamentação, pode reduzir os investimentos no país, e sua capacidade de crescimento.

“Além disso, a política fiscal expansionista provavelmente resultará em taxas de juros mais elevadas, reforçando nossa previsão de crescimento menor”, completou Padovani.

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terça-feira, 28 de junho de 2011 Infraestrutura | 06:02

América Latina deverá investir US$ 170 bilhões em infraestrutura, diz S&P

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A América Latina deverá receber investimentos privados em infraestrutura na casa dos US$ 170 bilhões nos próximos anos, segundo projeções da agência de classificação de risco Standard & Poor’s.
 
Praticamente metade do valor será concentrado em projetos de transporte e logística, como portos, aeroportos, rodovias e transporte coletivo.
 
O segmento de petróleo e gás, por sua vez, responderá por cerca de um terço dos investimentos na região.
 
O Brasil será o grande destino dos recursos, concentrando US$ 130 bilhões.
 
Peru, Chile e Colômbia também aparecem com destaque na lista, podendo responder por até 15% do total investido em infraestrutura na América Latina.

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quarta-feira, 15 de junho de 2011 Finanças | 08:22

Expansão do crédito pode criar vulnerabilidades na América Latina, diz FMI

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A elevação dos preços das matérias-primas e a entrada de capital estrangeiro seguirão pressionando o preço de alguns ativos em muitos países da América Latina, segundo Sebastián Sosa e Luis M. Cubeddu, economistas do Fundo Monetário Internacional (FMI).

Os representantes do fundo dizem, no entanto, que ainda não há indícios de um boom de crédito na região, embora, se mantido o atual ritmo de crescimento, a expansão pode “criar vulnerabilidades” na América Latina.

“O crédito bancário está crescimento rapidamente em muitos países da região, gerando preocupações sobre a expansão excessiva, que a longo prazo pode não ser sustentável”, disseram os economistas.

O Fundo cita Brasil e Peru como as economias da região onde a expansão do crédito é mais acentuada.

Para evitar o boom de crédito, os economistas recomendam evitar políticas macroeconômicas para estimular a demanda doméstica em tempos de dinamismo excessivo.

Além disso, instrumentos macroprudenciais devem seguir em análise, como o aumento do compulsório, bem como, limites rigorosos de endividamento externo.

O FMI recomenda vigilância no setor financeiro e uma melhor informação sobre o mercado hipotecário, “onde o crédito vem crescendo rapidamente”.

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quinta-feira, 2 de junho de 2011 Indicadores | 06:03

Inflação seguirá em alta na América Latina, diz Itaú Unibanco

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A inflação deve manter trajetória de aceleração nos próximos meses na América Latina, segundo projeções do Itaú Unibanco.

“A alta nos preços internacionais das commodities agrícolas tem impacto defasado na inflação doméstica, e estimamos que a maior parte da alta observada ao longo dos últimos meses nesses preços ainda não foi sentida”, disse o banco, em relatório.

Outro fator de impacto para a alta de preços, diz o Itaú Unibanco, é a recuperação da atividade, que reduz o hiato do produto.

Apesar da projeção de alta nos preços, o banco reduziu as projeções de inflação para os países latino-americanos para este ano, por conta dos números mais benignos divulgados recentemente.

No Chile, a inflação deve fechar o ano em 3,8% (0,20 ponto abaixo do esperado anteriormente) e em 3,2% em 2012. Na Colômbia, a alta deve ser de 4% (contra 4,5% da previsão anterior). No México, a inflação deve ficar em 3,8%, enquanto, no Peru, a elevação deve ser de 4,3%.

“Para 2013, esperamos que a inflação fique no centro da meta em todos esses paí­ses, com exceção do México, onde esperamos que a inflação se equilibre no teto da meta (4%)”, completou o Itaú Unibanco.

Acima do potencial

Na avaliação do banco, o crescimento dos países latino-americanos no primeiro trimestre de 2011 veio acima do potencial das economias, ampliando a pressão inflacionária.

No Chile, por exemplo, a alta foi de 5,4% nos três primeiros meses do ano, enquanto, no Peru, a expansão chegou a 6,6%.

Entretanto, para os próximos trimestres, as projeções são de moderação na taxa de crescimento das economias da região “para taxas mais próximas do potencial”.

“Para Chile, Colômbia e Peru estamos mantendo nossas projeções de PIB para 2011 e 2012. No México, devido aos dados de atividade mais fracos que o esperado, revisamos nossa projeção de crescimento para 4,2% em 2011 (4,7%, anteriormente).”

Em 2013, o Itaú Unibanco espera crescimento de 4,5% para o Chile, de 5% para Colômbia, de 2,5% para o México e de 6% para o Peru.

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quarta-feira, 7 de abril de 2010 Política Externa | 16:33

Líderes empresariais da América Latina debatem a democracia amanhã em Cartagena

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A convite do Fórum Econômico Mundial, lideranças empresariais da América Latina vão se reunir amanhã em Cartagena, na Colômbia, para debater os desafios que enfrentam as democracias de seus países.

Estarão presentes ao evento Manoel Rebello, sócio-diretor da empresa de recrutamento de executivos de alto escalão Heidrick & Struggles no Brasil, Alexandre Hohagen, diretor do Google Brasil, Yon Goicoechea Lara, membro do Conselho do Movimento Primero Justicia, da Venezuela, e Alejandro Ramírez, CEO da Cinepolis, cadeia mexicana de cinema.

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quarta-feira, 11 de novembro de 2009 Empresas | 09:35

Accor lança marca de hotéis Pullman na América Latina

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A Accor está inaugurando na Argentina o primeiro hotel da bandeira Pullman da América Latina. A marca é voltada para o mercado corporativo. Para a unidade da cidade de Rosário, o grupo investiu R$ 34 milhões. “Temos contrato assinado para o lançamento de outro hotel Pullman na Ciudad Del Este, no Paraguai, com inauguração prevista para o segundo semestre de 2012. Como rede mundial, nosso objetivo é ter 300 hotéis da marca em funcionamento em todo o mundo até 2015”, disse Patrick Vaysse, diretor de operações da bandeira para a América Latina.

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