Alex Agostini | Guilherme Barros

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terça-feira, 13 de dezembro de 2011 Comércio | 12:03

Varejo deve ter pior Natal desde 2008, diz Alex Agostini

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As vendas de Natal no varejo brasileiro deverão ter, neste ano, o pior desempenho desde 2008, quando a economia mundial atravessava um dos piores momentos da crise internacional.

Segundo projeções de Alex Agostini, economista-chefe da Austin Ratings, as vendas de Natal devem ter um crescimento de 4,2% neste ano, frente a 2010.

No ano passado, a alta havia sido de 10,2% em relação ao período anterior.

O desempenho só é pior que os 3,8% registrados no Natal de 2008.

Para o desempenho do comércio como um tudo no ano, Agostini mantém as projeções, após a divulgação de estabilidade do setor no mês de outubro.

“Os dados de outubro ficaram dentro das nossas expectativas e reforçam nossa estimativa de alta de 6,1% para o resultado acumulado em 2011 frente a 2010”, diz.

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terça-feira, 6 de dezembro de 2011 Indicadores | 16:59

Apesar da estagnação, Brasil vai melhor que países desenvolvidos

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Apesar do fraco desempenho da economia brasileira no terceiro trimestre, o País se manteve à frente de grandes economias na lista dos maiores PIBs, elaborada pelo economista-chefe da Austin Ratings, Alex Agostini.

O Brasil, que aparece na 30ª posição da lista, teve expansão de 2,1% frente ao terceiro trimestre de 2010.

O resultado é superior ao observado em países como França (1,6%), Estados Unidos (1,5%), Suíça (1,5%), Zona do Euro (1,4%) e Japão (-0,2%).

No olho da crise da Europa, Portugal e Grécia lideram a lista dos piores desempenhos no trimestre, com contração de 1,7% e 5,2%, respectivamente.

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Indicadores | 16:51

Brasil fica em 30º lugar no ranking do PIB no terceiro trimestre

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A estagnação da economia brasileira no terceiro trimestre – frente aos três meses imediatamente anteriores – colocou o Brasil na 30ª posição da lista dos maiores crescimentos do PIB no período.

O levantamento é do economista-chefe da Austin Ratings, Alex Agostini.

A lista conta com 47 países.

Com o crescimento zero entre o segundo e o terceiro trimestre, o PIB brasileiro teve expansão de 2,1% frente ao terceiro trimestre de 2010.

O resultado é superado por países como África do Sul, Vietnã, Malásia, entre outros.

A China lidera a lista, com alta de 9,1% na mesma base de comparação.

Estônia e Lituânia completam o pódio, com 7,9% e 7,3% de crescimento, respectivamente.

“A posição ruim do Brasil é devido à base de comparação muito elevada em 2010”, diz Agostini.

“Em termos relativos, o Brasil cresceu pouco, mas tem termos qualitativos, o crescimento é positivo, devido a ser dado sobre uma base mais ampla”, completa.

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Indicadores | 10:37

Austin Ratings reduz projeção do PIB para 3% em 2011

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A divulgação do PIB do terceiro trimestre – que apontou para estagnação da economia no período – fez com que a Austin Ratings reduzisse as projeções para o resultado do PIB no acumulado do ano.

Segundo Alex Agostini, economista-chefe da Austin, a economia brasileira deve encerrar o ano com expansão de 3%, contra 3,6% projetados anteriormente.

O PIB da indústria, por sua vez, teve estimativa reduzida de 3,5% para 2,6%, enquanto o PIB agropecuário baixou de 4% para 3%.

Já o PIB de serviços deve crescer 3,1% segundo as novas projeções da Austin Ratings, contra 3,6% estimados anteriormente.

Para 2012, entretanto, os números foram mantidos.

O PIB deve crescer 4,2%, puxado pelo agronegócio (5%), enquanto serviços e indústria crescem 4% e 4,5%, respectivamente.

De acordo com Agostini, no terceiro trimestre, os dados divulgados confirmam a desaceleração da atividade econômica dos últimos seis meses.

“O setor industrial, como esperado, foi o que mais arrefeceu seu ritmo de crescimento, com destaque para as atividades da indústria de transformação.”

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quinta-feira, 17 de novembro de 2011 Política Monetária | 18:24

Elevação do rating do Brasil é “ajuste” da S&P, diz Agostini

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A decisão da agência de classificação de risco Standard & Poor’s de elevar a nota do Brasil para BBB foi apenas “um ajuste” para se equiparar com as concorrentes Fitch e Moodys, segundo Alex Agostini, economista-chefe da Austin Ratings.

Entre abril e junho, as outras duas principais agências de classificação de risco já haviam elevado a nota brasileira.

“Claro que é importante que mais uma agência ratifique essa melhora que o Brasil vem apresentando”, disse Agostini.

O economista, entretanto, faz um alerta: “Não nos enganemos, pois o Brasil não é uma nova Suíça”.

“Ainda temos problemas que precisam ser equacionados, como, nível de burocracia, elevada carga tributária, elevada concentração de renda, entre outros indicadores sócio-econômicos e fiscais.”

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quinta-feira, 10 de novembro de 2011 Comércio | 06:01

Varejo fechará 2011 com crescimento de 6,1%, diz Alex Agostini

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O comércio varejista deverá encerrar o ano com crescimento de 6,1% sobre 2010, segundo projeções de Alex Agostini, economista-chefe da Austin Ratings.

Para o Natal, o varejo deve vencer 4,2% a mais neste ano, segundo projeções do cenário mais provável, com 80% de probabilidade de ocorrência.

Neste cenário, o 13º salário terá um impacto de pelo menos R$ 20,6 bilhões na economia.

O economista traçou um outro cenário, mais otimista, com 15% de chances de acontecer. Nele, o varejo cresce 10,2% sobre 2010 e 12,3% no Natal.

Já no cenário pessimista, com 5% de probabilidade de ocorrência, as vendas no varejo cresceriam 3,9% e apenas 2,7% no natal.

“Tais resultados, se materializados, serão considerados muito positivos devido às circunstâncias adversas impostas pelas incertezas no mercado externo, bem como pelas medidas restritivas adotadas pelo governo no final de 2010 (Medidas Macroprudenciais) e no início de 2011 (Elevação do IOF nas operações de crédito)”, destacou Agostini.

Estados

Na avaliação do desempenho por Estados, Tocantins lidera a alta do varejo, com expansão de 24% no cenário mais provável.

A lista segue com Paraíba e Rondônia, ambos com 12,2% de crescimento.

“Já entre os destaques negativos ficaram a cargo do Estado do Amapá com -0,3% (único estado com taxa negativa), Sergipe com 0,5%, o Mato Grosso com 3,7% e o Distrito Federal com 3,5%”, disse Agostini.

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terça-feira, 4 de outubro de 2011 Finanças | 10:19

Bolsas podem cair mais de 10% se Dexia quebrar, diz Agostini

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Caso o socorro dos governos da França e da Bélgica não seja suficiente para salvar o banco Dexia, os mercados viverão dias de grandes perdas mundo afora.

Segundo o economista-chefe da Austin Ratings, Alex Agostini, as bolsas de valores poderão ter perdas na casa “de até dois dígitos”, e “uma nova disparada do dólar”.

Agostini destaca que o Dexia tem um braço financeiro forte na concessão de crédito a governos e está muito exposto a títulos soberanos da zona do euro. “Isso preocupa”.

Por outro lado, ele acha pouco provável que o banco quebre. “Os governos da Bélgica e da França manifestaram todo apoio ao Dexia”, pontua Agostini.

Mas, para o economista, a situação da região ainda é muito preocupante.

“É como se a zona do euro estivesse numa UTI, porém, não deve morrer”, compara. “A dúvida é até quando ela deverá ficar nessa situação de coma induzido.”

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segunda-feira, 3 de outubro de 2011 Indicadores | 15:44

Risco-país quase dobra em 3 meses, diz Alex Agostini

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O risco-país, medido pelo J.P. Morgan, está refletindo o mau humor dos mercados. Nesta tarde, o indicador marcava 284 pontos, quase o dobro do registrado no mês de junho, quando chegou a 174 pontos.

Segundo o economista Alex Agostini, da Austin Rating, o indicador deve continuar volátil ao longo do mês de outubro. “Até que haja uma solução para que os investidores se sintam mais confiantes”, diz ele.

Agostini afirma que todos os indicadores se deterioraram por causa das incertezas do mercado. Nos Estados Unidos, o Credit Default Swap (CDS) de cinco anos – seguro contra o risco de calote – do Morgan Stanley marcou 509 pontos-base em setembro, após ficar abaixo de 200 pontos em junho.

( Por Juliana Kirihata)

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quarta-feira, 21 de setembro de 2011 Finanças | 12:47

Dólar atinge valor mais alto desde junho de 2010, diz Agostini

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A moeda americana atingiu R$ 1,841 no início da tarde de hoje.

Este foi o maior valor registrado desde o dia 9 de junho de 2010, quando o dólar valeu  R$ 1,842, segundo o economista Alex Agostini, da Austin Rating.

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Indicadores | 06:12

IPCA deve ficar acima da meta este ano, diz Alex Agostini

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O economista Alex Agostini, da Austin Rating, fez alguns cálculos para o possível comportamento do IPCA neste último quadrimestre com o objetvo de ver se Alexandre Tombini, presidente do Banco Central, vai ter que escrever a carta para o ministro da Fazenda, Guido Mantega, com justificativas para o não cumprimento da meta.

Por enquanto, segundo ele, tudo indica que sim.

“O mais interessante não será ver os motivos que levaram ao não cumprimento da meta deste ano, mas sim quais serão as ações do BC para levar a inflação para a meta em 2012 e, nesse caso, não vale justificar simplesmente com o cenário externo turbulento como ele fez na última reunião do Copom”, diz o economista.

Para tanto, Agostini analisou o comportamento do IPCA-15 no mês de setembro nos últimos cinco anos. A média foi de 0,22% sem incluir o resultado atual de 0,53%, pois, com o resultado atual a média sobe para 0,27%. Ou seja, o IPCA-15 ficou o dobro do valor do seu comportamento padrão e isso preocupa.

Transportando esse mesmo exercício para o IPCA, temos que a média dos últimos 5 anos no mês de setembro foi de apenas 0,30%, mas se o indicador seguir o resultado do IPCA-15 e ficar o dobro do comportamento padrão, o resultado ficará ao redor de 0,6% e muito acima da média das projeções que está em 0,45%.

Para o último trimestre do ano, a média histórica indica variação ao redor de 0,46%. A projeção de Agostini indica uma média um pouco superior: 0,53%.

Caso o IPCA no último quadrimestre do ano fique dentro do seu comportamento padrão, então o IPCA do ano ficará em 6,4% e não terá nenhum problema para o BC.

Mas, caso o IPCA apresente comportamento igual ao do IPCA-15, o IPCA deverá ficar ao redor de 6,6%, que é a projeção de Agostini.

“Bom, isso sem considerar a recente alta do dólar que pressiona as commodities que, por sua vez, tem impacto direto em 8% da composição do IPCA”.

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terça-feira, 13 de setembro de 2011 Finanças | 16:10

Ajuda dos Brics aos europeus pode ser de US$ 464 bilhões, diz Agostini

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Na próxima segunda-feira, os países membros dos Brics se reunirão em Washington para discutir uma possível ajuda aos países da zona do euro.

Segundo cálculos do economista-chefe da Austin Ratings, Alex Agostini, a ajuda de Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul aos países do chamado PIIGS (Portugal, Itália, Irlanda, Grécia e Espanha, na sigla em inglês) pode ser de, ao menos, US$ 464 bilhões.

“O mais provável é que a ajuda dos Brics aos PIIGS pode ocorrer por meio da compra de títulos da dívida soberana”, disse Agostini.

Segundo o economista, o valor da ajuda considera a soma das reservas internacionais dos países – sem levar em conta as reservas de ouro.

Como o montante acumulado é de US$ 4,64 trilhões, Agostini acredita que pelo menos 10% podem ser destinados ao resgate dos países europeus em crise.

O cálculo se baseia na necessidade de os países manterem o mínimo possível de suas reservas para honrar seus passivos em moeda estrangeira.

“O Brasil, por exemplo, encerrou o mês de julho com superávit no Balanço de Pagamentos de US$ 50,3 bilhões e as reservas internacionais estão em US$ 352 bilhões. Portanto, o País poderia dispor de US$ 35 bilhões de suas reservas sem comprometer sua solvência em moeda estrangeira”, completou Agostini.

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Bolsa de Valores | 07:01

Ações de bancos europeus derretem e acumulam perdas de até 65% em 2011

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A crise na zona do euro tem feito as ações dos bancos europeus derreterem nas bolsas de valores neste ano.

Segundo levantamento do economista-chefe da Austin Ratings, Alex Agostini, as perdas das instituições financeiras no mercado de ações chegam a 65%.

A maior desvalorização é das ações do Commerzbank, o segundo maior banco da Alemanha, que acumula perdas de 65,7% neste ano.

Somente em setembro, a desvalorização das ações do banco é de 26,3%.

O segundo lugar da lista ficou com o grego National Bank of Greece, com recuo de 52,6% em 2011 e de 7,1% em setembro.

O Credit Agricole, que perdeu 49,2% no ano e 29,2% em setembro, aparece na terceira posição.

Outros gigantes do setor financeiro acumulam perdas significativas.

HSBC Holdings (24,4%), BNP Paribas (45,1%), Barclays (45,9%), Deutsche Bank (45,3%), Credit Suisse (47,5%) e UBS (32,9) também viram seus papeis derreterem neste ano.

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segunda-feira, 12 de setembro de 2011 Comércio | 07:01

São Paulo perde participação nas exportações brasileiras em 2011

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O Estado de São Paulo perdeu participação no volume de exportações do Brasil nos sete primeiros meses do ano.

Segundo dados do economista-chefe da Austin Ratings, Alex Agostini, o Estado exportou US$ 32,4 bilhões entre janeiro e julho deste ano, respondendo por 23,4% dos US$ 138,5 bilhões exportados pelo País.

Em 2010, a participação de São Paulo era maior: de 26,2%, com US$ 52,2 bilhões dos US$ 199,2 bilhões exportados.

Segundo Agostini, os números podem mostrar a guerra fiscal entre Estados. “Hoje, a indústria está saindo de São Paulo e indo para outras regiões do Brasil.”

Minas Gerais e Rio de Janeiro, segundo e terceiro colocados, respectivamente, elevaram sua participação nas exportações do Brasil.

Os mineiros saltaram de 15,6% para 16% do total, enquanto o Rio de Janeiro pulou de 10% para 12,2%.

Já na lista das importações, São Paulo aumentou em um ponto percentual a participação no total importado.

Entre janeiro e julho, foram US$ 46,6 bilhões importados, dos US$ 124,3 bilhões do País.
Com isso, São Paulo respondeu por 38% do volume de importações no Brasil nos sete primeiros meses de 2011.

No ano passado, o Estado respondia por 37% do total, com US$ 67,7 bilhões importados no acumulado do ano.

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domingo, 4 de setembro de 2011 Indicadores | 07:01

Austin Ratings reduz projeção de crescimento do PIB para 3,6% em 2011

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A economia brasileira encerrará o ano com crescimento de 3,6%, segundo projeções do economista-chefe da Austin Ratings, Alex Agostini.

O resultado, entretanto, é menor que a projeção anterior, que apontava para crescimento de 4%.
Para 2012, no entanto, a estimativa para o PIB se manteve em 4,2%.

“Ajustamos para baixo a projeção de 2011 em todos os três setores de atividade. Mas, como não poderia ser diferente em virtude do contexto doméstico e maior competitividade externa, o setor industrial foi o que sofreu maior revisão”, disse Agostini.

O PIB industrial deverá fechar o ano com crescimento de 3,5%, uma redução de 0,5 ponto frente a projeção anterior.

Já O PIB de serviços terá alta de 3,6% (contra 3,8% da estimativa anterior), enquanto o PIB agropecuário crescerá 4% (contra 5,5% da projeção anterior).

O economista pontuou que a redução de 0,5 ponto na taxa Selic vai trazer impactos mais contundentes a partir do segundo semestre de 2012.

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sexta-feira, 2 de setembro de 2011 Indicadores | 14:20

Brasil fica na 22ª posição em ranking de crescimento do PIB no trimestre

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Se o Brasil é apontado por muitos como uma das bolas da vez no cenário mundial, o desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) no segundo trimestre deixou a desejar.

De acordo com levantamento do economista-chefe da Austin Ratings, Alex Agostini, o Brasil foi o 22º colocado na lista de crescimento do PIB no trimestre, com a expansão de 3,1% frente a igual período do ano passado.

A liderança da lista ficou com a China, com alta de 9,5% na mesma base de comparação.

Em seguida, aparecem Estônia (8,4%), Índia (7,7%), Chile (6,8%) e Indonésia (6,5%).

A Rússia, outro país integrante dos Brics, também teve desempenho melhor que o do Brasil, e aparece na 20ª posição, com 3,4%.

O Brasil ainda está atrás de economias como Vietnã (5,7%, o 8º colocado), Malásia (4%, a 14ª colocada) e México (3,3%, o 21º colocado).

A 47ª e última posição da lista ficou com a Grécia, cujo PIB recuou 6,9% no segundo trimestre.

Na média, os Brics tiveram crescimento de 5,9% no período, enquanto os países do PIIGS (grupo formado por Portugal, Irlanda, Itália, Grécia e Espanha) tiveram queda de 1,3%. A Irlanda, entretanto, ainda não divulgou o resultado do segundo trimestre.

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Política Monetária | 09:14

Banco Central deve cortar juros a 11% até o fim do ano, diz Alex Agostini

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O movimento de queda dos juros iniciado na reunião desta semana do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central ainda deve prever mais três cortes de 0,50 ponto percentual cada na taxa Selic.

Ao menos é o que projeta o economista-chefe da Austin Ratings, Alex Agostini.

“Com isso, a taxa Selic deverá encerar 2011 em 11%, e 2012 deverá ficar ao redor de 9%”, projeta.

Segundo o economista, a decisão da autoridade monetária de cortar os juros já no encontro de agosto mostra “maior alinhamento com a política econômica do atual governo.

“Diferenciando da posição que havia na gestão anterior, que se pautava, primordialmente, pela estabilidade monetária, que, aliás, é condizente com um regime de metas de inflação.”

Para a inflação, Agostini manteve a projeção de IPCA em 6,5%, “mas não descartamos a possibilidade de superar esse nível”.

Em 2012, a estimativa de inflação subiu de 5,2% para 6%;

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quinta-feira, 25 de agosto de 2011 Finanças | 06:01

Não há risco de bolha de crédito no Brasil, diz Alex Agostini

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Os temores sobre a formação de uma bolha de crédito no Brasil são infundados. A opinião é de Alex Agostini, economista-chefe da agência de classificação de risco Austin Rating.

“O Brasil está longe de uma bolha de crédito”, diz.

Entre julho de 2007 e julho deste ano, o crédito no Brasil cresceu 126% e saltou de 35,2% para 47,3% do Produto Interno Bruto.

Ao mesmo tempo, a inadimplência recuou de 7,2% para 6,1%.

Segundo Agostini, mesmo com o crescimento no volume de crédito, a proporção frente ao PIB ainda é baixa.

“Existem países em que o crédito é superior a 100% do PIB”, compara.

Isso mostra, segundo ele, que ainda há muito espaço para o crédito crescer no Brasil sem que haja risco de bolha.

Neste ano, a liberação de crédito cresceu 8% frente aos sete primeiros meses de 2010.

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quarta-feira, 17 de agosto de 2011 Indicadores | 15:36

Economia brasileira cresce 0,54% no trimestre, diz Austin Ratings

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A economia brasileira deverá fechar o segundo trimestre do ano com crescimento de 0,54% frente aos três primeiros meses de 2011, segundo Alex Agostini, economista-chefe da Austin Ratings.

Sobre igual período do ano passado, o crescimento será de 3,60%.

Hoje, o Banco Central divulgou os números do IBC-Br, que apontaram para alta de 0,69% no trimestre, frente ao período imediatamente anterior, e de 3,21% frente ao segundo trimestre de 2010.

“Os resultados do IBC-Br estão relativamente em linha com nossas projeções para os resultados do PIB do 2º trimestre”, disse Agostini.

A Austin espera que, no ano, a economia brasileira tenha um crescimento de 4%.

“Mesmo diante da segunda onda da crise mundial, não enxergamos alterações significativas que, por enquanto, justifiquem revisões em nossas projeções para o crescimento econômico brasileiro em 2011.”

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sábado, 6 de agosto de 2011 Finanças | 10:59

Rebaixamento dos EUA é um equívoco, diz Alex Agostini

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O inédito rebaixamento da nota de crédito dos Estados Unidos pela agência de classificação de risco Standard & Poor’s é um “grande equívoco”, na avaliação do economista-chefe da Austin Ratings, Alex Agostini.

Segundo ele, a perda da classificação AAA (a nota máxima) dos norte-americanos é uma tentativa da S&P de corrigir o erro cometido durante a crise de 2008, quando as agências internacionais não captaram a exposição dos bancos aos títulos podres do mercado imobiliário.

“Eles estão tentando corrigir um erro com outro erro”, disse Agostini.

O economista ressaltou que não houve mudanças estruturais na economia norte-americana, que justificassem o rebaixamento da nota.

Agostini diz que a decisão da S&P é incoerente, pois tira dos EUA o papel de referência do mercado. “Quem vai ser referência? Alemanha e França, que estão com crises piores na zona do euro? A China?”, questionou.

Ele aponta, por outro lado, que a economia norte-americana crescerá menos que o esperado neste ano, para alto em torno de 1%.

Com a decisão, Agostini projeta uma volatilidade maior dos mercados, mas ainda não trabalha com cenário de um duplo mergulho de recessão.

“Isso ainda demoraria para chegar na economia. Por enquanto, o ambiente financeiro é o mais afetado.”

No Brasil, o rebaixamento deve trazer dias de perdas na Bolsa de Valores de São Paulo, prevê o economista.

“Do lado econômico estamos indo bem”, completou.

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quinta-feira, 4 de agosto de 2011 Bolsa de Valores | 14:34

Nenhuma ação do Ibovespa opera em alta hoje

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O mercado de ações vive um dia de perdas significativas mundo afora.

Na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), por volta das 14h27, nenhuma ação que compõe o índice Ibovespa registrava alta.

O índice caía 4,74%, aos 53.363 pontos.

Entre as principais quedas, estão MMX (-11,54%), LLX (-10%), Duratex (-9,52%), Marfrig (-8,60%) e Fíbria (-8,31%).

“É muito difícil diagnosticar o desempenho das bolsas neste contexto de subjetividade dos investidores”, diz Alex Agostini, economista-chefe da Austin Ratings.

Ele prevê, entretanto, que o mercado viverá dias de instabilidade pelos próximos 18 meses.

“As bolsas podem até se recuperar, mas de forma gradativa e a doses homeopáticas”, completou.

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segunda-feira, 1 de agosto de 2011 Comércio | 17:26

Dólar desvalorizado não breca exportações desde 2003, diz Agostini

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Nem mesmo a valorização do real frente ao dólar impediu o crescimento das exportações brasileiras.

Segundo o economista-chefe da Austin Ratings, Alex Agostini, desde 2003, a moeda brasileira ganha força diante do real no acumulado de janeiro a julho.

Mesmo assim, as exportações se mantiveram em trajetória de expansão.

“O importante não é ter uma moeda desvalorizada, mas sim ter para quem vender e inovar”, disse Agostini.

Em 2004, o real se valorizou 6,5% frente ao dólar, mas as exportações cresceram 33,7%.

No ano passado, quando ocorreu a maior alta da moeda brasileira (16,8%) no semestre, os embarques brasileiros saltaram 27%.

Em 2011, o real tem valorização de 9,6% no acumulado dos seis primeiros meses e as exportações cresceram 31,5%.

“O Brasil aumentou sua relação de comércio exterior com países emergentes, que são os que mais crescem e os que mais consomem produtos brasileiros, como, por exemplo, alimentos e matérias-primas”, ressaltou o economista.

“Nesses segmentos, por enquanto, somos competitivos mesmo com o real valorizado”, completou.

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segunda-feira, 25 de julho de 2011 Finanças | 12:22

Cotação do dólar retorna a período de câmbio semi-fixo, diz Agostini

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O movimento do dólar abaixo de R$ 1,55 desta segunda-feira aponta para a retomada da moeda a patamares semelhantes ao observado no periodo de câmbio semi-fixo.

Em 13 de janeiro 1999, quando o Brasil adotou o regime de câmbio flutuante, a moeda estava cotada a R$ 1,319.

No dia 19 do mesmo mês, a cotação era de R$ 1,558, segundo Alex Agostini, economista da Austin Ratings.

“Com a ‘equalização’ dos problemas na Europa e nos EUA, muito provavelmente, o Real deverá ficar abaixo de R$ 1,50 ao longo deste semestre”, disse o economista.

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quarta-feira, 11 de maio de 2011 Sem categoria | 06:03

Carteira de crédito dos cinco maiores bancos cresce 43,2% em dois anos

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A carteira de crédito dos cinco principais bancos do País – que representam aproximadamente 76,4% do total de crédito do Sistema Financeiro Nacional (SFN) – cresceu 43,2% ao longo dos últimos dois anos.

O cálculo é de Alex Agostini, da Austing Rating, e leva em consideração o período de março de 2009 a março de 2011.

Já a taxa de inadimplência divulgada pelo Bacen, no dia 27, permanece abaixo do nível pré-crise no caso das pessoas físicas. Vale lembrar, esta é a modalidade em que o crédito mais cresce.

No total geral, houve pequeno aumento quando comparada à taxa de março (4,7%) contra março de 2008 (4,1%).

Taxa de inadimplência acima de 90 dias em relação ao total da modalidade
Geral – % Pessoa Jurídica – % Pessoa Física – %
mar/08 4,1 1,8 6,9
mar/09 5,0 2,6 8,3
mar/10 5,1 3,6 7,0
mar/11 4,7 3,6 5,9
CARTEIRA DE CRÉDITO Mar11 / Mar09
BANCO BRASIL 50,7%
ITAU UNIBANCO 26,4%
BRADESCO 37,8%
CAIXA 110,2%
SANTANDER 22,2%
TOTAL 43,2%
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terça-feira, 10 de maio de 2011 Empresas, Finanças, Governo | 12:53

Expansão da carteira de crédito de grandes bancos vai na contramão de medidas do governo, diz Alex Agostini

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O resultado anunciado hoje pelo Banco do Brasil, apesar de mostrar uma leve desaceleração do crescimento da carteira de crédito, indica que a elevação dos juros e as medidas macroprudenciais adotadas pelo governo não tiveram o efeito desejado.

Segundo o economista-chefe da Austin Rating, Alex Agostini, os principais bancos do País, com exceção da Caixa, que ainda não divulgou o balanço, expandiram suas carteiras de crédito no primeiro trimestre deste ano.

“Apesar das medidas anunciadas e do aumento dos juros, o crédito, mesmo em bancos estatais, seguiu em expansão”, afirmou Agostini.

A carteira de crédito do BB terminou o primeiro trimestre em R$ 364,66 bilhões, alta de 1,8% sobre o total registrado em dezembro de 2010. Itaú Unibanco, Bradesco e Santander ampliaram o crédito, respectivamente, em 2,2%, 4% e 2,7%.

“As medidas macroprudenciais são do início de dezembro e eram para ter resultado automático. Esse crescimento do crédito significa que não tiveram o efeito desejado”, disse o economista.

Para ele, na comparação da evolução anual, ou seja, contra o mesmo período do ano anterior, o dado revela relativo arrefecimento. Porém, na comparação contra o trimestre imediatamente anterior, que mostra melhor os efeitos das medidas no curto prazo, a tendência ainda é de alta, passando de 17% em março de 2010, para 22,4% em março deste ano.

  

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Empresas, Finanças, Governo | 12:50

Banco do Brasil foi o que menos elevou a carteira de crédito entre os grandes bancos

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Seguindo a meta do governo de conter a expansão da economia, o Banco do Brasil tirou um pouco o pé do acelerador na oferta de crédito.

Conforme levantamento elaborado pelo economista-chefe da Austin Rating, Alex Agostini, a carteira de crédito da instituição foi a que menos cresceu na comparação do encerramento do primeiro trimestre com a posição consolidada no fim do ano passado.

A alta foi de 1,8%, enquanto que no Itaú Unibanco, Bradesco e Santander, a expansão do crédito foi de 2,2%, 4% e 2,7%, respectivamente. A Caixa ainda não divulgou o balanço.

Em relação ao primeiro trimestre do ano passado, o crescimento da carteira de crédito do BB foi de 19,3%. Nessa base de comparação, a expansão da carteira só não foi menor do que a do Santander, que teve alta de 17,9%. Bradesco e Itaú Unibanco elevaram em 21,1% e 20,4%.

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segunda-feira, 2 de maio de 2011 Finanças, Indicadores | 15:24

Austin Rating revisa estimativa de inflação de 6,2% para 6,6%, acima da meta do governo

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Os últimos resultados de inflação, somados à Ata do Comitê de Política Monetária, fizeram a Austin Rating revisar para cima sua projeção do IPCA 2011. Segundo o economista-chefe da instituição, Alex Agostini, a previsão para o IPCA passou de 6,2% para 6,6%, acima do limite estabelecido pela meta do governo, de 6,5%.

“Para que o IPCA não “estoure” o limite de tolerância de 6,5% em 2011, a média mensal entre maio e dezembro deverá ser de, no máximo, 0,37%. Porém, nossa estimativa está em 0,39%”, afirmou.

A média mensal verificada no mesmo período do ano passado, de acordo com Agostini, foi de 0,39%.

Para o economista, a leitura da Ata do Copom reforça a estimativa de que a inflação ficará acima da meta. “A Ata diz que o ajuste será prolongado, e, provavelmente, no nível atual de 0,25 p.p. ao menos até agosto”, disse, referindo-se à possibilidade de que os resultados da política monetária levarão mais tempo para serem colhidos.

Para abril, a estimativa é de que o IPCA fique ao redor de 0,9%, elevando o acumulado dos últimos 12 meses de 6,3% para 6,61%. 

Confira abaixo a média mensal do IPCA entre os meses de maio e dezembro nos últimos 12 anos.

2011 = 0,39% – (IPCA Serviços = 9,9%) * Estimativa Austin

2010 = 0,39% – (IPCA Serviços = 7,6%)

2009 = 0,32% – (IPCA Serviços = 6,4%)

2008 = 0,46% – (IPCA Serviços = 6,4%)

2007 = 0,36% – (IPCA Serviços = 5,2%)

2006 = 0,18% – (IPCA Serviços = 5,5%)

2005 = 0,36% – (IPCA Serviços = 6,8%)

2004 = 0,64% – (IPCA Serviços = 6,7%)

2003 = 0,37% – (IPCA Serviços = 7,3%)

2002 = 1,20% – (IPCA Serviços = 5,5%)

2001 = 0,68% – (IPCA Serviços = 4,9%)

2000 = 0,56% – (IPCA Serviços = 3,1%)

1999 = 0,65% – (IPCA Serviços = 1,3%)

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terça-feira, 29 de março de 2011 Indicadores | 06:00

Para Austin Rating, previsão do Banco Central e indicadores de atividade estão em descompasso

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A sinalização do Banco Central e de parte do mercado financeiro de que o crescimento da economia está perdendo força, na opinião da Austin Rating, ainda está difícil de ser detectada nos indicadores de atividade e no próprio Boletim Focus.

Segundo o economista-chefe da Austin, Alex Agostini, indicadores como vendas do varejo, veículos e papel ondulado mostram que a atividade econômica segue em alta no País.

“Muitos dizem que há desaceleração da atividade nesse primeiro trimestre, mas praticamente todos os indicadores mostram o contrário”, afirmou.

Para Agostini, a percepção de redução das pressões inflacionárias é outra fonte de dúvidas no momento.

 “A estimativa de inflação para qualquer medida [para o ano ou 12 meses à frente], continua subindo. Já as estimativas de PIB, produção industrial e taxa de juros foram reduzidas. Ou seja, parece que o discurso está em descompasso com a realidade”.

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