Indicadores | Guilherme Barros

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segunda-feira, 26 de dezembro de 2011 Indicadores | 12:31

FMI confirma Brasil como o 6º maior PIB do mundo em 2011

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O FMI confirmou que o PIB brasileiro é o sexto maior do mundo em 2011, passando o Reino Unido.

A projeção para 2015 é que o País supere a França e se torne a 5ª economia do mundo.

“Ademais, se considerarmos a taxa média de crescimento da Alemanha de 1,5% ao ano e de 6,6% para o Brasil no período de 2013 a 2020, o Brasil passará a ser a 4ª maior economia em 2019 superando a Alemanha”, diz Alex Agostini, economista-chefe da Austin Rating. A projeção de crescimento do PIB é do FMI.

Notas relacionadas:

  1. Brasil deve crescer 6% em 2010 e PIB do ano passado foi o 10º no mundo, diz Bradesco
  2. Brasil deve superar a Itália como 7ª economia do mundo, diz Austin Rating
  3. Austin Ratings reduz projeção de crescimento do PIB para 3,6% em 2011
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Indicadores | 06:02

Desemprego deve subir a 6,7% em 2012, projeta Rosenberg

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A taxa de desemprego deve ter leve alta em 2012.

Segundo projeções da equipe de economistas da consultoria Rosenberg & Associados, a taxa média no ano deve ficar em 6,7%.

O resultado é levemente superior aos 6,1% que a consultoria projeta para o encerramento deste ano.

Apesar da elevação, a Rosenberg & Associados destaca que “o mercado de trabalho constituirá importante fonte de sustentação do consumo no próximo ano”.

Notas relacionadas:

  1. Recuo da inflação é transitório, diz Rosenberg e Associados
  2. Indústria deve puxar PIB do terceiro trimestre para baixo, diz Rosenberg
  3. IPCA estoura meta se subir mais que 0,51% até dezembro, diz Rosenberg
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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011 Indicadores | 07:46

PIB volta a bater recorde em 2013, diz Ricardo Amorim

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A economia global está às portas de uma recessão em 2012, que deve afetar o desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil.

Em entrevista à Revista RI, que chega às bancas neste fim de semana, o economista Ricardo Amorim diz que o cenário econômico será bastante adverso no início do ano.

Por outro lado, a exemplo do ocorrido em 2010, a economia volta a recuperar força no segundo semestre.

Segundo Amorim, o PIB pode ter resultado recorde em 2013, superando a alta de 2010, a maior em 25 anos.

Notas relacionadas:

  1. PIB cresceu 1,2% no primeiro trimestre, diz Octavio de Barros
  2. PIB volta a crescer no quarto trimestre, diz LCA
  3. Indústria ainda segura PIB do quarto trimestre, diz Octavio de Barros
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Indicadores | 06:01

Economia terá forte retomada em 2012, diz Padovani

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A economia brasileira caminha para encerrar o ano em ritmo bem lento.

Segundo projeções do economista-chefe do Banco Votorantim, Roberto Padovani, o Produto Interno Bruto (PIB) deve fechar os três últimos meses do ano com crescimento de 0,1%.

No terceiro trimestre, a economia brasileira ficou estagnada.

Com isso, o Votorantim reduziu a projeção de crescimento do PIB neste ano de 3,1% para 2,8%.

Para 2012, os economistas do banco também mudaram as expectativas: de 3,5% para 3,1% de crescimento.

“Apesar das revisões para baixo de nossos números e de o crescimento projetado para o próximo ano não ser significativamente superior ao de 2011, a dinâmica esperada para 2012 é bem mais favorável e indica uma forte retomada”, diz Padovani.

O economista explica que as incertezas com relação à economia mundial devem se reduzir, ao mesmo tempo em que as medidas de estímulo anunciadas pelo governo começarão a fazer efeito na atividade doméstica.

O movimento, entretanto, deverá gerar mudanças na condução da política monetária pelo Banco Central.

“Com um cenário de crescimento robusto no segundo semestre de 2012, a convergência da inflação pode ser interrompida, o que sugere um Banco Central mais cauteloso”, completou Padovani.

Notas relacionadas:

  1. Commodities são variáveis fundamentais para inflação, diz Padovani
  2. Economia peruana crescerá menos, mesmo com risco pequeno de ruptura, diz Padovani
  3. Economia só terá crescimento forte no segundo semestre de 2012, diz Itaú Unibanco
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quarta-feira, 21 de dezembro de 2011 Indicadores | 08:12

Indústria lidera criação de vagas de executivos em novembro, diz consultoria

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A indústria foi o maior empregador de executivos no mês de novembro, segundo levantamento da consultoria Right Management.

De acordo com a consultoria, 41% das vagas do mês estiveram no setor industrial.

O setor de serviços, por sua vez, foi responsável por 27% das colocações.

A construção civil liderou as contratações, com 12,8%, seguida pelo setor automobilístico (11%), alimentos e bebidas (9,5%) e farmacêutico (9,2%).

Os destaques negativos foram metalurgia, siderurgia e fundição, que tiveram qued ade 5,9%.

No segmento de serviços, Telecom liderou as vagas, com 18,8%.

TI e serviços especializados apareceram em seguida, com 18,4% do total cada.

Notas relacionadas:

  1. Indústria, construção e comércio seguram alta na geração de empregos, diz LCA
  2. Criação de empregos ficará abaixo da meta do governo, diz LCA
  3. Produção do setor privado desacelera a menor nível desde novembro de 2010, diz HSBC
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Indicadores | 06:02

Brasileiros engordam cesta de consumo de bebidas, diz Kantar Worldpanel

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Os brasileiros ampliaram consideravelmente sua cesta de bebidas nos últimos seis anos.

Segundo levantamento da Kantar Worldpanel, neste ano, 55% dos consumidores passaram a contar com seis a nove categorias de bebidas em suas cestas.

Em 2005, o percentual era de apenas 35%.

Já os consumidores com um a cinco categorias de bebidas representam, atualmente, 44%.

O volume mostra o avanço da cesta de bebidas do brasileiro.

Em 2005, 64% dos consumidores tinham de um a cinco produtos na cesta.

A cesta de bebidas é composta por leites, refrigerantes, água mineral, leite aromatizado, suco pronto para beber, bebida a base de soja, leite fermentado, suco concentrado e chá líquido.

De todas as categorias, a bebida a base de soja teve o maior crescimento em 2011, com expansão de 28% desde 2005 em penetração nos lares.

A categoria chega a 42% dos lares brasileiros.

O leite se manteve com 100% de penetração, seguido por refrigerantes (99%) e leite aromatizado (66%).

Notas relacionadas:

  1. Consumo de alimentos foi o principal responsável pelo crescimento
  2. Classe DE puxa crescimento do consumo de não duráveis no 3º trimestre
  3. Pesquisa aponta alta de 16% no consumo de bebidas no Brasil
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terça-feira, 20 de dezembro de 2011 Indicadores | 08:06

Orçamento no Natal está melhor para 38% das famílias em 2011, diz Fecomercio-RJ

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O orçamento dos brasileiros está melhor no Natal deste ano que em 2010, segundo pesquisa da Fecomercio-RJ, realizada pelo instituto Ipsos.

Entre os entrevistados, 38% disseram que a situação financeira está melhor ou muito melhor no Natal deste ano que no ano passado.

Em 2010, o percentual era de 29%.

Ao mesmo tempo, caiu o número de pessoas que dizem que o orçamento permaneceu igual.

No ano passado, 61% responderam que o orçamento não havia mudado, enquanto, em 2011, o percentual foi de 50%;

Para 11%, porém, a situação piorou e para apenas 1% está muito pior.

Notas relacionadas:

  1. Comerciantes de Brasília projetam alta de 11% nas vendas de Natal, aponta Pesquisa Fecomércio
  2. Número de famílias com sobra no orçamento é recorde para fevereiro, diz Fecomercio-RJ
  3. Maioria das famílias cariocas já comprou bens duráveis neste ano, diz Fecomércio
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Indicadores | 06:01

Emergentes crescerão quatro vezes mais que países ricos em 2011, diz Ernst & Young

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Os emergentes fecharão 2011 com um crescimento quatro vezes maior que o observado entre os países ricos, segundo levantamento da Ernst & Young Terco, realizado em parceria com a Oxford Economics.

De acordo com dados do relatório trimestral Rapid Growth Markets Forecast, os emergentes devem fechar o ano com crescimento de 6,2%.

A lista conta com países dos Brics (Brasil, Rússia, Índia e China), e de economias como Argentina, Chile, Colômbia, República Tcheca, Egito, Gana, Indonésia, Cazaquistão, Coreia do Sul, Malásia, México, Nigéria, Polônia, Catar, Arábia Saudita, África do Sul, Tailândia, Turquia, Emirados Árabes Unidos, Ucrânia e Vietnã.

Na última década, os emergentes cresceram a uma taxa média de 5,8% ao ano, uma expansão três vezes superior à dos países ricos.

“Os mercados de crescimento rápido estão se tornando cada vez mais importantes, tanto em termos de importância na economia mundial como em influência global”, diz Carlos Mota, sócio-líder do escritório da Ernst & Young Terco em Fortaleza.

Brics

Para o ano que vem, o Brasil deverá ter um dos desempenhos mais fracos entre os Brics.

Segundo a E&Y, o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil deverá crescer 4,5% no ano que vem.

O resultado só é superior aos 4,4% previstos para Rússia.

A Índia, por exemplo, deverá crescer 5,8% em 2012, enquanto a China deve fechar o ano com expansão de 8,3%.

Notas relacionadas:

  1. Economia doméstica continuará sendo fundamental em 2010, diz Bradesco
  2. BRICs manterão ritmo acima da média e devem crescer 8,8%, diz Bradesco
  3. Brasil fica na 22ª posição em ranking de crescimento do PIB no trimestre
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sexta-feira, 16 de dezembro de 2011 Indicadores | 06:01

Catástrofes naturais geram perdas de US$ 350 bilhões em 2011

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As perdas provocadas por catástrofes vão atingir em 2011 um valor recorde.

Segundo levantamento da resseguradora Swiss Re, os prejuízos – segurados e não segurados – totalizarão US$ 350 bilhões neste ano.

Em 2010, as perdas foram de US$ 226 bilhões.

“O terremoto no Japão foi o responsável pela maior parte das perdas econômicas neste ano”, explicou a Swiss Re.

Na avaliação das perdas seguradas, as catástrofes naturais e desastres provocados pelo homem chegaram a US$ 108 bilhões.
A cifra é mais que o dobro dos US$ 48 bilhões registrados em 2010.

“Apenas os sinistros causados por catástrofes naturais atingiram US$ 103 bilhões em 2011, em comparação com apenas US$ 43 bilhões no ano passado.”

Segundo a resseguradora, os terremotos geraram perdas recordes de US$ 47 bilhões em 2011.

Somente o terremoto seguido de tsunami no Japão custou US$ 35 bilhões às seguradoras.

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quinta-feira, 15 de dezembro de 2011 Indicadores | 06:01

PIB precisa crescer 0,6% ao mês para Brasil não entrar em recessão, diz LCA

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Para não entrar em recessão técnica (caracterizada por dois trimestres consecutivos de PIB negativo), a economia brasileira precisará crescer, pelo menos, 0,6% ao mês entre novembro e dezembro.

Os cálculos são da LCA Consultores e consideram o resultado do IBC-Br, divulgado pelo Banco Central.

Segundo a consultoria, o PIB brasileiro não cresce nesse ritmo desde meados de 2010.

“Com efeito, a expectativa da LCA de que o PIB brasileiro teria modesta retomada neste quatro trimestre – com alta dessazonalizada de 0,4%, fechando 2011 com crescimento de 2,8% – parece otimista diante desses números”, diz.

Notas relacionadas:

  1. Duração da recessão no Brasil foi de dois trimestres, diz FGV
  2. Consumo do governo contém desaceleração do PIB, diz LCA
  3. Se deixar de crescer até o fim do ano, PIB terá expansão de 3% em 2011
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domingo, 11 de dezembro de 2011 Indicadores | 07:02

Inflação fecha abaixo do teto em 2011, diz Itaú Unibanco

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O governo vai fazer a queda de braço contra a inflação neste ano, na opinião de Laura Haralyi, economista do Itaú Unibanco.

Em relatório enviado a clientes, o banco projeta que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) vai fechar dezembro em 0,46% – abaixo do 0,52% de novembro.

Com isso, a inflação no acumulado do ano deve ficar em 6,46%.

“Em sua, a inflação ao consumidor nos últimos 12 meses continua a se reduzir, com algum sinal de alívio também nos índices de difusão”, diz.

Segundo Laura, o resultado do IPCA-15 – uma prévia da inflação oficial – será determinante para observar o comportamento dos preços no mês.

“Itens relevantes e de difícil previsibilidade, como a variação no custo de aluguel e condomínio, nos salários de empregados domésticos e nas tarifas de passagens aérea, tem a inflação observada no resultado preliminar repetida no fechamento do mês.”

Notas relacionadas:

  1. Inflação em abril deve ficar acima do teto da meta, prevê LCA
  2. Queda das commodities ainda não foi sentida no IPCA, diz Itaú Unibanco
  3. Isenção do IPI vai colocar inflação no teto da meta em 2011, diz LCA
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sábado, 10 de dezembro de 2011 Indicadores | 09:07

Satisfação dos clientes tem leve alta em novembro, diz ESPM

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A satisfação dos clientes teve ligeira alta no mês de novembro, segundo levantamento do Índice Nacional de Satisfação do Consumidor (INSC), da ESPM.

No mês, o INSC chegou a 62,8% de satisfação de clientes em 43 marcas de cinco setores e dez sub setores analisados.

A indústria farmacêutica e os bancos tiveram as maiores altas do mês.

A indústria farmacêutica subiu 9 pontos no mês, chegando a 68,5%, enquanto os bancos cresceram 6,4 pontos para 53,6%.

Segundo o professor Ricardo Pomeranz, criador do INSC, a alta dos dois setores foi puxada pela elevação do lucro das empresas no terceiro trimestre.

Notas relacionadas:

  1. Índice de satisfação do consumidor, da ESPM, inclui novos subsetores
  2. Índice de Satisfação do Consumidor fica estável em julho
  3. Satisfação do consumidor fica estável em outubro, diz ESPM
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Indicadores | 07:02

Bradesco revisa crescimento do PIB em 2011 para 3%

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O Departamento Econômico do Bradesco revisou a projeção de crescimento do PIB deste ano para 3%. Mas, em sua Conjuntura Econômica, o economista-chefe do Bradesco Octavio de Barros afirma que o banco continua acreditando em aceleração ao longo dos próximos trimestres.

“O resultado agregado do PIB do terceiro trimestre veio em linha com a nossa projeção e as expectativas do mercado. Contudo, esse acerto foi ofuscado pela abertura dos dados, que, de forma surpreendente, revelou uma desaceleração mais intensa do que a esperada da demanda doméstica”, afirma o economista.

Para o banco, a perda da demanda está associada aos efeitos defasados da política econômica restritiva adotada a partir do final de 2010, sob um contexto de forte aceleração inflacionária.

“Olhando para o momento atual, os dados já divulgados sugerem uma recuperação modesta da economia no quarto trimestre, restrita pelo desempenho ainda fraco da indústria. Para os trimestres subsequentes, trabalhamos com um cenário de retomada mais evidente, influenciada pelas medidas recentes de estímulo”, afirma.

Notas relacionadas:

  1. Bradesco revisa projeção do PIB e aposta em alta de 7%
  2. Bradesco revisa projeção do PIB para 7,5% em 2010
  3. Bradesco projeta crescimento do PIB de 7,6% para 2010
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sexta-feira, 9 de dezembro de 2011 Indicadores | 07:04

Isenção do IPI vai colocar inflação no teto da meta em 2011, diz LCA

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O recente anúncio do governo de reduzir o Imposto sobre Produto Industrializado (IPI) vai contribuir para conter o avanço da inflação em 2011.

Segundo projeções da LCA Consultores, o item Artigos de Residência, no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), vai ter deflação em dezembro, por conta da renúncia fiscal do governo.

Além da deflação em produtos da chamada linha branca, a inflação em dezembro deve esfriar por conta de um desaquecimento no grupo Alimentação e Bebidas, bem como nos gastos com empregado doméstico.

“Com isso, projetamos que o IPCA fechado de dezembro fique em 0,50%”, diz a LCA.

O resultado de dezembro levará a inflação acumulada no ano a 6,50%, o teto da meta estabelecida pelo governo.

Notas relacionadas:

  1. IPCA de 2009 será o sexto ano consecutivo de inflação dentro da meta
  2. Inflação em abril deve ficar acima do teto da meta, prevê LCA
  3. Austin Rating revisa estimativa de inflação de 6,2% para 6,6%, acima da meta do governo
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Indicadores | 06:01

Confiança do industrial paulista volta a subir em novembro, diz Fiesp

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A confiança do empresário industrial de São Paulo está em recuperação. O Índice de Confiança do Empresário Industrial Paulista (ICEI), da Fiesp,ficou em 50,5 pontos em novembro, resultado 2,4 pontos acima do registrado em outubro.

Na medição anterior, o ICEI havia ficado em 48,2 pontos, o menor resultado desde abril de 2009.

Segundo o Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Fiesp, o resultado mostra que os industriais paulistas estão “um pouco mais confiantes com relação às condições e melhoraram as expectativas para os próximos meses”.

Apesar disso, eles ainda estão temerosos, segundo a Fiesp.

O ICEI geral fechou novembro em 55,8 pontos, em alta de 0,7 ponto.

As pequenas indústrias paulistas foram as principais responsáveis pelo resultado, com alta de 2,9 pontos no índice de confiança.

As grandes indústrias tiveram elevação de 2,6 pontos, enquanto as médias subiram 1,8 ponto.

Ao ultrapassar a casa dos 50 pontos, o indicador aponta que o industrial paulista volta a demonstrar confiança com relação à atividade produtiva.

A avaliação sobre as condições atuais subiu 2,2 pontos, para 43,7 pontos no índice. Já a posição sobre a economia brasileira teve recuperação de 1,6 pontos.

O otimismo com relação a condições da empresa também subiu: 2,5 pontos entre outubro e novembro.

Os industriais paulistas também se mostraram mais otimistas na avaliação para os próximos seis meses. O indicador teve alta de 2,4 pontos, para 53,9 pontos, no mês.

Notas relacionadas:

  1. Cai confiança do empresário paulista
  2. Confiança do empresário de São Paulo sobe 1,2 ponto em agosto
  3. Empresário paulista começa a por o pé no freio, diz Fiesp
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quarta-feira, 7 de dezembro de 2011 Indicadores | 10:07

Indústria ainda segura PIB do quarto trimestre, diz Octavio de Barros

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A estagnação da atividade econômica ficará restrita ao terceiro trimestre, na opinião do diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco, Octavio de Barros.

Para ele, os dados já divulgados em outubro “sugerem que o PIB do quarto trimestre está apresentando uma recuperação”.

Por outro lado, o economista aponta que a retomada da economia ainda está limitada pelo fraco desempenho da indústria, “ainda com estoques elevados”.

O Bradesco projeta alta de 0,3% para o PIB do quarto trimestre, que, se confirmado, resultará em crescimento menor de 3% no acumulado do ano.

“Entretanto, acreditamos que os dados de novembro (como as vendas de veículos) e dezembro deverão compensar esse início fraco do trimestre.”

O banco reduziu as projeções de crescimento para o ano de 3,2% para 3%.

Segundo Barros, para os próximos trimestres, a retomada econômica deve ser mais evidente, por conta dos estímulos dados pelo governo.

Notas relacionadas:

  1. PIB cresceu 1,2% no primeiro trimestre, diz Octavio de Barros
  2. IBC-Br perderá força em agosto, diz Octavio de Barros
  3. Indústria brecará crescimento do PIB no terceiro trimestre, diz Octavio de Barros
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terça-feira, 6 de dezembro de 2011 Indicadores | 16:59

Apesar da estagnação, Brasil vai melhor que países desenvolvidos

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Apesar do fraco desempenho da economia brasileira no terceiro trimestre, o País se manteve à frente de grandes economias na lista dos maiores PIBs, elaborada pelo economista-chefe da Austin Ratings, Alex Agostini.

O Brasil, que aparece na 30ª posição da lista, teve expansão de 2,1% frente ao terceiro trimestre de 2010.

O resultado é superior ao observado em países como França (1,6%), Estados Unidos (1,5%), Suíça (1,5%), Zona do Euro (1,4%) e Japão (-0,2%).

No olho da crise da Europa, Portugal e Grécia lideram a lista dos piores desempenhos no trimestre, com contração de 1,7% e 5,2%, respectivamente.

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Indicadores | 16:51

Brasil fica em 30º lugar no ranking do PIB no terceiro trimestre

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A estagnação da economia brasileira no terceiro trimestre – frente aos três meses imediatamente anteriores – colocou o Brasil na 30ª posição da lista dos maiores crescimentos do PIB no período.

O levantamento é do economista-chefe da Austin Ratings, Alex Agostini.

A lista conta com 47 países.

Com o crescimento zero entre o segundo e o terceiro trimestre, o PIB brasileiro teve expansão de 2,1% frente ao terceiro trimestre de 2010.

O resultado é superado por países como África do Sul, Vietnã, Malásia, entre outros.

A China lidera a lista, com alta de 9,1% na mesma base de comparação.

Estônia e Lituânia completam o pódio, com 7,9% e 7,3% de crescimento, respectivamente.

“A posição ruim do Brasil é devido à base de comparação muito elevada em 2010”, diz Agostini.

“Em termos relativos, o Brasil cresceu pouco, mas tem termos qualitativos, o crescimento é positivo, devido a ser dado sobre uma base mais ampla”, completa.

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Indicadores | 11:43

PIB volta a crescer no quarto trimestre, diz LCA

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A estagnação do Produto Interno Bruto no terceiro trimestre não deverá se repetir, segundo projeções da LCA Consultores.

Segundo a consultoria, a economia brasileira retoma a trajetória de crescimento – ainda que modesta – a partir do quarto trimestre.

“Com base em um modelo que considera os dados da produção industrial e da confiança da indústria, estimamos que no quarto trimestre o PIB brasileiro deve ter superado em 1,6% o do mesmo período de 2010, o que corresponderia a um avanço dessazonalizado de 0,4%.”

Caso confirme esse crescimento, o PIB fecharia o ano em alta de 2,8% sobre 2010.

De acordo com a LCA, o carry-over – crescimento anual do PIB com a hipótese de variação zero no quarto trimestre – é de 2,8%.

Notas relacionadas:

  1. PIB pode crescer até 6% em 2010, diz Fecomercio-SP
  2. Consumo acelerado deve puxar crescimento do País no 3º trimestre, diz Santander
  3. Economia brasileira cresce 0,54% no trimestre, diz Austin Ratings
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Indicadores | 10:37

Austin Ratings reduz projeção do PIB para 3% em 2011

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A divulgação do PIB do terceiro trimestre – que apontou para estagnação da economia no período – fez com que a Austin Ratings reduzisse as projeções para o resultado do PIB no acumulado do ano.

Segundo Alex Agostini, economista-chefe da Austin, a economia brasileira deve encerrar o ano com expansão de 3%, contra 3,6% projetados anteriormente.

O PIB da indústria, por sua vez, teve estimativa reduzida de 3,5% para 2,6%, enquanto o PIB agropecuário baixou de 4% para 3%.

Já o PIB de serviços deve crescer 3,1% segundo as novas projeções da Austin Ratings, contra 3,6% estimados anteriormente.

Para 2012, entretanto, os números foram mantidos.

O PIB deve crescer 4,2%, puxado pelo agronegócio (5%), enquanto serviços e indústria crescem 4% e 4,5%, respectivamente.

De acordo com Agostini, no terceiro trimestre, os dados divulgados confirmam a desaceleração da atividade econômica dos últimos seis meses.

“O setor industrial, como esperado, foi o que mais arrefeceu seu ritmo de crescimento, com destaque para as atividades da indústria de transformação.”

Notas relacionadas:

  1. Economia brasileira cresce 0,54% no trimestre, diz Austin Ratings
  2. PIB do Brasil tem o 20º maior crescimento entre 40 países, segundo a Austin Ratimg
  3. Austin Ratings reduz projeção de crescimento do PIB para 3,6% em 2011
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Indicadores | 09:49

Estagnação do PIB reflete política contracionista do governo, diz Perfeito

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A estagnação do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro no terceiro trimestre não pode ser considerada uma surpresa para o mercado.

O esfriamento da economia já era esperado por investidores, analistas e economistas.

Segundo André Perfeito, economista-chefe da Gradual Investimentos, o PIB estagnado reflete dois fatores importantes: a política contracionista do governo e a crise internacional.

“É importante lembrar que o governo – Banco Central e Planalto – vem conduzindo uma política contracionista desde o início do ano, com alta de juros e aperto fiscal”, diz.

O economista ressalta que, no terceiro trimestre, a queda do consumo do governo foi de 0,7%. “Valor bastante elevado”, afirma.

“Logo, não era de se esperar outra coisa que não a queda do PIB agora.”

Segundo Perfeito, a crise na zona do euro – agravada no terceiro trimestre – impactou fortemente os investimentos.

Notas relacionadas:

  1. Mercado vai ter de aceitar juros menores, diz André Perfeito
  2. Cenário conspira para a queda da inflação, diz André Perfeito
  3. Brasil terá PIB negativo no terceiro trimestre, diz André Perfeito
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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011 Empresas, Indicadores | 10:32

Produção do setor privado tem maior alta em seis meses, diz HSBC

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A produção do setor privado brasileiro aumentou pelo segundo mês consecutivo em novembro, conforme mostra o Índice Consolidado de Produção HSBC, que registrou marca acima de 50. O número indica ausência de mudanças, que separa crescimento de contração.

No mês de novembro, o indicador ficou em 51,5, acima do valor de 51,3 registrado em outubro.

“O aumento da produção no setor privado reflete em grande parte uma atividade maior no setor de serviços, já que a produção do setor industrial caiu pelo sexto mês consecutivo”, diz o relatório do banco.

O Índice de Atividade de Negócios dos serviços apurado pelo HSBC ficou em 52,6, com ajuste sazonal, em novembro.

O aumento na atividade dos serviços se deve ao aumento da demanda, segundo as empresas consultadas.

Já na indústria o registro foi de entrada menor de novos trabalhos. Mas a queda mais recente foi a mais fraca desde maio.

Notas relacionadas:

  1. Indústria sustenta o crescimento do setor privado em dezembro, diz HSBC
  2. HSBC: produção do setor privado cresce moderadamente
  3. Produção do setor privado desacelera a menor nível desde novembro de 2010, diz HSBC
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terça-feira, 22 de novembro de 2011 Indicadores | 10:24

Economia só terá crescimento forte no segundo semestre de 2012, diz Itaú Unibanco

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A economia brasileira fechará o terceiro trimestre do ano em estabilidade e terá retomada fraca nos últimos três meses do ano, na análise de Aurelio Bicalho, economista do Itaú Unibanco.

Segundo projeções do banco, o PIB de setembro teve leve alta de 0,2% frente a agosto, mas o resultado não foi suficiente para impedir que o trimestre tivesse um desempenho fraco.

De acordo com Bicalho, no terceiro trimestre, a economia brasileira deve registrar estabilidade frente ao trimestre anterior, com ajuste sazonal.

“Na comparação com o terceiro trimestre de 2010, esperamos expansão de 2,4%”, disse o economista.

E o enfraquecimento da atividade econômica deverá se repetir nos últimos três meses do ano.

“A prévia do PIB mensal de outubro aponta para estabilidade na margem, indicando que o começo do quarto trimestre ainda é de moderação na atividade econômica.”

O impacto da crise nos mercados internacionais e o ajuste de estoques na indústria são, segundo Bicalho, as principais incertezas para a economia no fim de 2011.

“Nossa estimativa aponta para baixo crescimento no último trimestre, com aceleração modesta no começo de 2012”, completa.

Para ele, somente no segundo semestre do ano que vem a economia volta a mostrar taxas elevadas de crescimento.

Para 2011, o Itaú Unibanco projeta crescimento de 3% e, para 2012, a expansão projetada é de 3,5%.

Notas relacionadas:

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sexta-feira, 18 de novembro de 2011 Indicadores | 06:03

Salários de engenheiros quase dobram em 2 anos, diz Catho

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O aquecimento da economia – aliada à escassez de mão de obra – fez os salários dos engenheiros dispararem entre 2009 e 2011.

Segundo levantamento da Pesquisa Salarial e de Benefícios da Catho Online, em alguns casos, os salários para os profissionais da engenharia quase dobraram em dois anos.

A maior alta foi para estagiário de Engenharia Civil, cujo salário médio subiu de R$ 571,02 para R$ 1.110,01, uma alta de 94,39%.

O segundo lugar da lista também ficou com um posto para estagiário, mas de Engenharia Mecânica, com elevação de 78,40% (de R$ 589,73 para R$ 1.052,09).

Postos para engenheiro florestal júnior tiveram ganho de 76,40% nos salários, entre 2009 e 2011, subindo de R$ 2.041,98 para R$ 4.237,20.

Entre as dez maiores altas de salário, apenas duas foram para profissionais seniores: engenheiro civil (de R$ 5.403,72 para R$ 8.863,71 – alta de 64%) e geólogo (de R$ 5.777,58 para R$ 9.166,46 – alta de 58,6%).

O maior salário oferecido para os engenheiros ficou com o cargo de diretor de engenharia de obras, com R$ 23.003,77.

O valor é 27,33% maior que os R$ 18.066,77 oferecidos pelo cargo em 2009.

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quinta-feira, 17 de novembro de 2011 Indicadores | 07:54

São Paulo é uma das 10 cidades do mundo com moradores mais satisfeitos com a vida, diz PwC

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São Paulo é uma das 10 primeiras cidades do mundo no quesito em “Satisfação com a vida”, uma das sete variáveis do indicador “Demografia e qualidade de vida”, na qual a capital paulista aparece em 12º lugar.

O resultado é baseado nas respostas à pergunta: “Levando tudo em consideração, qual é o seu grau de satisfação com sua vida hoje?”,

A análise desta e de outras 65 variáveis são o tema da pesquisa “Cidades de Oportunidade” que a PwC lança dia 22 de novembro, na 5ª FIESP/CIESP de Responsabilidade Socioambiental.

O levantamento, feito  em parceria com a Partnership for New York,  analisou dados qualitativos e quantitativos de 26 grandes centros urbanos do mundo.

Autor: Guilherme Barros Tags:

segunda-feira, 14 de novembro de 2011 Indicadores | 07:01

Inflação retoma alta em novembro, diz LCA

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O desaquecimento da inflação no mês de outubro é passageiro, segundo a equipe de economistas da LCA Consultores.

A alta de 0,43% do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – contra 0,53% de setembro – não significa uma tendência de baixa para a chamada inflação oficial.

Segundo a LCA, grupos como vestuário, despesas pessoais e transportes devem pressionar o índice em novembro.

Na parte de vestuário, diz a consultoria, a pressão é sazonal. Já o grupo despesas pessoais será puxado por forte pressão para gastos com empregado doméstico, enquanto o grupo transportes sofrerá influência de alta nos preços de avião e álcool e gasolina.

“Com isso, projetamos o IPCA fechado de novembro em torno de 0,55%”, diz a LCA.

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  1. IPCA de 2009 será o sexto ano consecutivo de inflação dentro da meta
  2. Inflação em abril deve ficar acima do teto da meta, prevê LCA
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sábado, 12 de novembro de 2011 Indicadores | 07:02

Satisfação do consumidor fica estável em outubro, diz ESPM

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A satisfação do consumidor permaneceu praticamente estável no mês de outubro, segundo dados do Índice Nacional de Satisfação do Consumidor (INSC), da ESPM.

No mês, o índice ficou em 61,4%, contra 60,7%.

O indicador foi criado pelo professor Ricardo Pomeranz.

A satisfação dos consumidores com o subsetor de personal care caiu 6,1 pontos percentuais e foi um dos destaques negativos do indicador.

O subsetor inclui marcas como Natura, Avon, Unilever e Johnson & Johnson.

Na outra ponta da tabela, o destaque foi a alta de 10,3 pontos percentuais no subsetor de alimentos, com as marcas Brasil Foods, Kraft Food, Nestlé e Yoki.

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  2. Índice de Satisfação do Consumidor fica estável em julho
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quinta-feira, 10 de novembro de 2011 Indicadores | 12:30

Movimento nas rodovias pedagiadas sobe 0,6% em outubro

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O movimento nas rodovias pedagiadas brasileiras cresceu 0,6% no mês de outubro, segundo dados do Índice ABCR, da Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias.

A alta foi puxada pelo movimento de veículos leves na estrada.

Em outubro, eles tiveram elevação de 1,1% no tráfego, frente ao mês anterior.

Já o fluxo de veículos pesados caiu 0,8% na mesma base de comparação. Foi o terceiro mês consecutivo de queda.

Segundo Juan Jensen, economista da Tendências, consultoria que mede o índice em parceria com a ABCR, a baixa reflete as dificuldades do setor industrial.

“É um quadro complicado para o setor produtivo no Brasil, principalmente para o segmento de bens manufaturados, o que acaba refletindo no fluxo de pesados”, diz.

Na comparação com igual mês do ano passado, o movimento nas rodovias cresceu 4,1%.

O fluxo de veículos leves cresceu 3,8%, enquanto o de pesados subiu 4,9%.

Notas relacionadas:

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Indicadores | 10:14

Ibre promove seminário sobre perspectivas da economia em 2012

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A Fundação Getúlio Vargas (FGV) promove no próximo dia 21, no Rio de Janeiro, um fórum para discutir as perspectivas da economia brasileira para 2012.

Participarão do debate o ex-presidente do Banco Central Affonso Pastore, o secretário executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, o economista-chefe do Itaú Unibanco, Ilan Goldfajn, e a pesquisadora da FGV Silvia Matos.

No evento, será lançado o livro A Agenda de Competitividade do Brasil, organizado pelo economista Regis Bonelli.

A obra faz parte das comemorações pelos 60 anos do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre/FGV).

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  3. Instituto Brasileiro de Economia completa 60 anos
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terça-feira, 8 de novembro de 2011 Indicadores | 09:05

IPCA estoura meta se subir mais que 0,51% até dezembro, diz Rosenberg

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O mercado tem feito as contas para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) não estourar a meta de 6,5% no fim do ano.

Segundo projeções da equipe econômica da Rosenberg & Associados, para não superar o limite estabelecido pelo governo, a inflação oficial deve ter alta média de 0,51% nos meses de novembro e dezembro.

O número está baseado em um projeção de 0,43% de alta para o IPCA em outubro. O resultado oficial será divulgado na sexta-feira.

“O acumulado em 12 meses, que atingiu o pico de 7,31% em setembro, deverá
entrar em trajetória de desaceleração, mas basicamente por conta da saída
da base de cálculo de meses com inflação alta em 2010″, disse a consultoria.

Os economistas apontam que, em novembro, o IPCA deve voltar a acelerar “com a
possível retomada dos preços de alimentação e bebidas”.

Por outro lado, os grupos alimentação e transportes devem arrefecer no mês.

“Com isso, a alta deve ficar em torno de 0,54%. Para o fim do ano, esperamos 6,5%, com
a corda quase no pescoço.”

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  2. IPCA deve ter pico de alta em agosto, diz Rosenberg & Associados
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