Finanças | Guilherme Barros - Part 10

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Arquivo da Categoria Finanças

sexta-feira, 6 de maio de 2011 Finanças | 15:13

Inflação deve cair para perto de zero em junho, diz Itaú

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Após um início de ano pressionado, a inflação ao consumidor dará uma trégua temporária nos próximos meses, segundo Ilan Goldfajn, economista-chefe do Itaú.

De acordo com a análise do economista, a redução do preço do álcool combustível, a deflação sazonal de alimentos, a redução também sazonal da inflação de vestuário e a ausência de novas pressões de alta devem levar a inflação para um patamar entre 0,0% e 0,1% em junho e julho.

Para maio, a previsão do economista é de uma inflação de 0,48%, depois de ter marcado 0,77% em abril.

Na avaliação do economista, o IPCA deve encerrar o ano dentro da meta estabelecida pelo governo, entre 6,3% e 6,5%.

Ao contrário do que espera o mercado, Goldfajn prevê que o BC faça apenas mais uma alta de 0,25 ponto percentual na Selic. Ele acredita que a taxa fecha o ano em 12,25%, enquanto o mercado prevê que ela encerre 2011 em 12,5%.

“Parte da redução da inflação que esperamos para junho e julho é apenas reflexo da reversão do impacto de alguns itens que pressionaram a inflação no primeiro trimestre e início do segundo trimestre, como tem sido o caso dos preços de combustíveis”, diz o economista.

De acordo com as previsões do Itaú, os preços tanto do álcool anidro como do hidratado devem retornar ao patamar observado em fevereiro deste ano. “Se confirmadas nossas projeções de recuo do preço do álcool combustível e da gasolina ao consumidor, o impacto no IPCA de junho e julho será de -0,4 p.p., compensando a maior parte da alta observada em março e abril”, afirma Goldfajn.
O economista explica que, normalmente, o determinante da inflação em julho é  o reajuste de energia elétrica da Eletropaulo em São Paulo.

“Entretanto, este ano, a indefinição das novas regras para a revisão tarifária postergou o reajuste até que haja uma definição final. Sem este reajuste, a variação mensal esperada para o IPCA ex-combustíveis cai em junho e julho”, diz.

Por isso, segundo ele, a queda na inflação é resultado da falta de pressões de alta combinada com a sazonalidade favorável dos alimentos e do vestuário.

Considerando-se estes fatores, a projeção do Itaú é de que o IPCA deve registrar variação próxima a 0,04% em junho e 0,11% em julho.

Mas, segundo ele, a partir de agosto o IPCA deve voltar a subir.

“Com o fim da deflação de combustíveis e a inversão da sazonalidade de alimentos e vestuário, voltam a prevalecer os fundamentos que ainda são compatíveis com uma inflação mais elevada”, avalia Goldfajn.

Notas relacionadas:

  1. Itaú Unibanco promove encontro sobre macroeconomia
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  3. Inflação menor não vai evitar novos aumentos dos juros, diz Bradesco
Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

Finanças | 11:59

Inflação menor não vai evitar novos aumentos dos juros, diz Bradesco

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Apesar de o resultado do IPCA divulgado hoje pelo IBGE ter sido positivo, o resultado do quadrimestre indica que a inflação ainda exige monitoramento, afirma Octavio de Barros, economista-chefe do Bradesco.

De acordo com o economista, nos próximos meses, deve haver uma desaceleração no IPCA por causa de efeitos sazonais e correção do preço das commodities.

“Ainda assim, não acreditamos que isso seja forte o suficiente para uma alteração do ciclo de aperto da taxa de juros em curso. Com isso, mantemos nossa expectativa de mais duas altas da taxa de juros de 25 bps”, diz Barros.

Luis Otavio de Souza Leal, economista-chefe do banco ABC Brasil, também espera uma redução na pressão inflacionária.

“Os alimentos deverão desacelerar mais, principalmente quando observamos o que está acontecendo nas coletas do atacado agrícola. Da mesma forma, a entrada da safra de etanol deve reduzir os preços dos combustíveis ao longo de maio e, principalmente, em junho”, afirma.

Para o economista da Gradual André Perfeito, o cenário mais favorável para inflação para os próximos meses pode trazer uma revisão da inflação esperada no relatório Focus.

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  1. Juros devem ficar inalterados pelo menos até março, diz Octavio de Barros
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  3. Câmbio e menor ritmo de expansão da economia fazem Bradesco apostar em alta de 0,25 ponto percentual nos juros
Autor: Mariana Sant'Anna Tags: , , ,

quarta-feira, 4 de maio de 2011 Finanças, Governo | 19:19

Banpará perde definitivamente a exclusividade no crédito consignado a servidor do Pará

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Foi mantida a suspensão do decreto emitido pelo governo do Pará, garantindo ao Banpará a exclusividade no empréstimo ao servidor com desconto na folha de pagamento.

A Procuradoria do Estado desistiu de recorrer da decisão do presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Ari Pargendler, que manteve a liminar concedida há um ano pelo TJ paraense.

Desta forma, o pedido de suspensão de segurança, de autoria do Executivo estadual, foi arquivado nesta segunda-feira.

Em seu despacho, de teor inédito, o ministro argumentou que a abertura do mercado não gera perdas ao erário. O governo do Pará possui cerca de 115 mil funcionários.

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  1. Crédito consignado a beneficiários da Previdência cresceu 152% em 2009
  2. Crédito consignado contribui para baixar os juros ao consumidor, diz Acrefi
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Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

terça-feira, 3 de maio de 2011 Empresários, Finanças | 20:32

Eike Batista diz que exportações brasileiras vão dobrar com novas descobertas de petróleo

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O empresário Eike Batista chegou há pouco de Los Angeles, após participar da Global Conference, organizada pelo Milken Institute. Eike participou, ontem, na hora do almoço, de um painel sobre os países emergentes e aproveitou para vender o Brasil aos 1,2 mil grandes investidores americanos.

Segundo ele, o Brasil é hoje o melhor país para se investir no mundo, opinião que foi compartilhada por Jeffrey Immelt, presidente mundial da GE e um dos maiores executivos da atualidade.

Eike afirmou ainda que as descobertas de petróleo do pré-sal irão dobrar as exportações brasileiras.

Além do empresário brasileiro e de Immelt, participaram do painel grandes nomes da economia mundial, como o economista Nouriel Roubini, mais conhecido como Senhor Apocalipse por ter previsto a crise de 2008, e David Rubenstein, co-fundador e presidente do Grupo Carlyle. A abertura foi feita por Michael Klowden, presidente e CEO do Milken Institute.

Durante a apresentação, Eike aproveitou para convidar os investidores para visitarem o Brasil e fez uma brincadeira sobre seu avião.

“Tem uma enorme bandeira brasileria na cauda. Quando viajo pelo Oriente Médio fico tranquilo porque eu sei que não vão mandar nenhum míssel em cima de mim”.

A apresentação do empresário brasileiro foi bastante otimista, contrastando com as opiniões de Roubini.

O economista, que previu a crise de 2008, disse que o mundo ainda está com problemas sérios, como a inflação e a dívida dos países ricos. Sobre as incertezas traçadas por Roubini, Eike afirmou em tom irônico que era por isso que o economista é conhecido como o Senhor Apocalipse. Confira abaixo a apresentação.

Notas relacionadas:

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segunda-feira, 2 de maio de 2011 Empresas, Finanças | 16:56

Superávit do Fundo Garantidor de Crédito recua 75% após socorro ao Panamericano

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O Fundo Garantidor de Créditos (FGC), mantidos pelos bancos para assegurar os depósitos bancários, fechou 2010 com um superávit de R$ 1,03 bilhão, valor 75% menor do que o resultado positivo do ano anterior.

A queda está relacionada ao socorro feito pelo FGC ao Banco Panamericano, do grupo Silvio Santos.

O FGC colocou R$ 3,8 bilhões na operação. Mesmo com a queda, o FGC fechou o ano com um patrimônio de R$ 22,6 bilhões.

Notas relacionadas:

  1. Panamericano recebe aporte de R$ 2,5 bi
  2. Rombo do Panamericano supera as perdas de Sadia, Aracruz e Banco Santos
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Finanças, Indicadores | 15:24

Austin Rating revisa estimativa de inflação de 6,2% para 6,6%, acima da meta do governo

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Os últimos resultados de inflação, somados à Ata do Comitê de Política Monetária, fizeram a Austin Rating revisar para cima sua projeção do IPCA 2011. Segundo o economista-chefe da instituição, Alex Agostini, a previsão para o IPCA passou de 6,2% para 6,6%, acima do limite estabelecido pela meta do governo, de 6,5%.

“Para que o IPCA não “estoure” o limite de tolerância de 6,5% em 2011, a média mensal entre maio e dezembro deverá ser de, no máximo, 0,37%. Porém, nossa estimativa está em 0,39%”, afirmou.

A média mensal verificada no mesmo período do ano passado, de acordo com Agostini, foi de 0,39%.

Para o economista, a leitura da Ata do Copom reforça a estimativa de que a inflação ficará acima da meta. “A Ata diz que o ajuste será prolongado, e, provavelmente, no nível atual de 0,25 p.p. ao menos até agosto”, disse, referindo-se à possibilidade de que os resultados da política monetária levarão mais tempo para serem colhidos.

Para abril, a estimativa é de que o IPCA fique ao redor de 0,9%, elevando o acumulado dos últimos 12 meses de 6,3% para 6,61%. 

Confira abaixo a média mensal do IPCA entre os meses de maio e dezembro nos últimos 12 anos.

2011 = 0,39% – (IPCA Serviços = 9,9%) * Estimativa Austin

2010 = 0,39% – (IPCA Serviços = 7,6%)

2009 = 0,32% – (IPCA Serviços = 6,4%)

2008 = 0,46% – (IPCA Serviços = 6,4%)

2007 = 0,36% – (IPCA Serviços = 5,2%)

2006 = 0,18% – (IPCA Serviços = 5,5%)

2005 = 0,36% – (IPCA Serviços = 6,8%)

2004 = 0,64% – (IPCA Serviços = 6,7%)

2003 = 0,37% – (IPCA Serviços = 7,3%)

2002 = 1,20% – (IPCA Serviços = 5,5%)

2001 = 0,68% – (IPCA Serviços = 4,9%)

2000 = 0,56% – (IPCA Serviços = 3,1%)

1999 = 0,65% – (IPCA Serviços = 1,3%)

Notas relacionadas:

  1. IPCA de 2009 será o sexto ano consecutivo de inflação dentro da meta
  2. Para Austin Rating, previsão do Banco Central e indicadores de atividade estão em descompasso
  3. Inflação em abril deve ficar acima do teto da meta, prevê LCA
Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

Finanças, Governo | 13:49

BC obriga que custo efetivo total seja informado em operações de crédito para pequenas empresas

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O Banco Central divulgou, hoje, por meio de nota à imprensa que a partir desta segunda-feira, as instituições financeiras estão obrigadas a informar o Custo Efetivo Total (CET) em operações de crédito envolvendo microempresas e empresas de pequeno porte.

A determinação foi baixada por meio da Resolução 3.909/10.

Antes da resolução, a obrigatoriedade de informar o CET era restrita a operações para pessoas físicas.

O objetivo, ainda segundo comunicado do BC, é reduzir a assimetria de informações para esse segmento de empresas e estimular a concorrência entre as instituições financeiras.

Notas relacionadas:

  1. Banco do Brasil libera R$ 1 bilhão para pequenas empresas
  2. BC pode criar compulsório sobre operações externas de crédito
  3. BC fecha o cerco aos bancos que driblavam o pagamento do IOF sobre o empréstimo externo
Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

sábado, 30 de abril de 2011 Finanças, Indústria, Política Monetária | 06:33

Indústria pede medidas mais ousadas do governo para conter apreciação do real

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Diante da queda do dólar e da aparente parada do governo em adotar novas medidas, a indústria volta a bater na tecla da falta de competitividade do setor no País. Na Carta do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (IEDI) da última sexta-feira, a entidade pede ao governo medidas mais ousadas de gestão de fluxos de capitais e regulação para fazer frente à valorização do real.

Segundo o IEDI, as medidas adotadas até o momento conseguiram reduzir o ritmo de apreciação cambial até o fim do primeiro trimestre, mas em abril o cenário já era outro.

“A taxa de câmbio nominal rompeu a barreira de R$/US$ 1,60, patamar que já inviabilizava a produção em vários setores manufatureiros voltados para a exportação ou para o mercado interno (como evidencia o déficit de US$ 10 bilhões da indústria de transformação no primeiro trimestre de 2011)”, diz o documento.

Depois, o IEDI acrescenta que se o contexto internacional não sofrer mudanças nos próximos meses, somente iniciativas mais ousadas de gestão de fluxos de capitais e regulação podem deter o processo de apreciação do real e seus efeitos adversos sobre a competitividade da indústria brasileira. Isso em paralelo a medidas de incentivo às exportações e desenvolvimento de financiamentos no País.

Para a entidade, as medidas adotadas até o momento vêm em linha com as recomendações do FMI, de início com regulação prudencial e, se essas forem insuficientes, controles de capitais. Porém, para o IEDI as medidas foram adotadas com atraso. “Coincidentemente, o governo brasileiro seguiu, em linhas gerais, essa sequência, mas talvez o timing da implementação das medidas pode não ter sido de todo adequado”.

Notas relacionadas:

  1. Indústria apóia medidas para conter alta do real, mas pede esforço maior na política fiscal
  2. Indústria se reúne com Luciano Coutinho e pede ação rápida do governo para reverter déficit
  3. Para Padovani, medidas do governo estimulam valorização do real
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sexta-feira, 29 de abril de 2011 Finanças, Governo, Indicadores, Política | 17:05

Para FHC, governo não definiu uma maneira de combater à inflação e tem receio do custo político da austeridade

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Fernando Henrique Cardoso (Foto: Divulgação)

Principal desafio da presidenta Dilma Rousseff neste início de mandato, o combate à inflação ainda não conta com um plano bem definido pela equipe do governo. A opinião é do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso que, em entrevista exclusiva ao iG, analisou a volta do tema que foi uma das bandeiras de sua gestão.

Para FHC, atualmente, a inflação é o grande problema a ser enfrentado pelo governo, superando até mesmo a valorização excessiva do real em relação ao dólar. A questão, em sua opinião, é que o combate à inflação tem um alto custo político, por isso o governo tem optado por ser mais cauteloso do que austero.

“A austeridade tem um custo político no curto prazo”, afirmou o ex-presidente. O combate à inflação atinge em cheio a popularidade e o apoio do Congresso ao governo.

Segundo ele, a elevação de 0,25 ponto percentual da taxa básica de juros, realizada pelo Banco Central, na verdade chega a ser uma redução, pois a inflação no período supera a alta.

FHC aproveitou para lembrar que entre o fim de 1994 e início de 1995, o governo teve de conter a forte demanda do mercado interno, impulsionada pela estabilidade econômica conquistada após o Plano Real.

“A melhor forma que encontramos foi o aperto do crédito, com redução dos prazos”, disse. Na época, o prazo foi reduzido para o máximo de três meses.

FHC acredita que o governo Dilma terá de fazer algo semelhante. “O governo também terá de reduzir os prazos dos financiamentos”, afirmou.
 
Hoje, em sua opinião, a diferença é que a economia está muito mais aberta e o governo pode usar armas de combate à inflação, como o dólar mais baixo, que favorece às importações e aumenta a concorrência no mercado interno. A parte negativa, acrescentou, é o resultado da balança comercial.

Sobre o câmbio, FHC disse acreditar que o real deve estar hoje no maior patamar em relação ao dólar. Sem cálculos precisos, o ex-presidente estimou que o real esteja mais valorizado até mesmo na comparação com a crise cambial de 1999. Na época, o dólar chegou a valer R$ 1,30.

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 A fusão também abre as portas de saída, diz FHC

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  2. Inflação deve bater no teto da meta no meio do ano e BC deve adotar novas medidas monetárias
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Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

Finanças, Indicadores | 06:01

Juros do cheque especial devem chegar a 9,45% nos próximos seis meses, prevê especialista

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A projeção é de Pedro da Costa Carvalho, diretor presidente da instituição financeira Lecca. Segundo o especialista, as taxas de juros devem crescer 0,1% nos próximos seis meses.

Com o aumento, a taxa do cheque do cheque especial deve chegar à casa dos 9,45% ao mês. Já no empréstimo pessoal, o valor deve alcançar algo em torno de 5,6% ao mês.

Pesquisa recente organizada pelo Procon de São Paulo anunciou que as taxas médias de cheque especial e de empréstimo pessoal voltaram a subir em abril.

Enquanto os juros do cheque atingiram a maior taxa desde junho de 2003, com 9,35% ao mês, no empréstimo pessoal a taxa chegou a 5,49% ao mês.

“Os índices de inadimplência da população continuam desfavoráveis para uma queda”, avalia Carvalho. “Acredito que a renda disponível para o consumo seja menor em função desse aumento. Para tentar diminuir a inflação, o governo vai encarecer e dificultar cada vez mais o acesso ao crédito para a população”.

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Autor: Daniela Almeida Tags: , , ,

quinta-feira, 28 de abril de 2011 Finanças, Política Externa | 11:21

CEOs brasileiros são os mais confiantes para o crescimento da economia neste ano, diz pesquisa da PwC

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Os líderes brasileiros são os mais confiantes quanto ao crescimento da economia deste ano, conforme mostra a 7ª Pesquisa de Líderes Empresariais Brasileiros, feita pela PwC, que será apresentada daqui a pouco no Fórum Econômico Mundial América Latina, que acontece no Rio de Janeiro.

De acordo com o levantamento, 58% dos CEOs brasileiros estão “muito confiantes” na perspectiva de negócios, contra 48% da perspectiva global.

Para os próximos três anos, as expectativas são mais próximas: 50% dos CEOs brasileiros estão “muito confiantes” nas perspectivas de negócios, contra 51% da média global.

Uma das justificativas para essa redução no otimismo brasileiro é o temor de que haja aumento da carga tributária no Brasil, citada por 56% dos entrevistados.

Também foram citados como possíveis ameaças ao crescimento dos negócios a desaceleração da economia brasileira (50%), excesso de regulação (68%) e medidas protecionistas de outros países (60%).

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  1. Mantega apoia com cautela proposta de Obama
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Autor: Mariana Sant'Anna Tags: , ,

Finanças, Governo, Política Monetária | 05:55

O ajuste fiscal é a melhor arma para o combate à inflação, diz Mantega ao iG

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Guido Mantega (Foto: Greg Salibian)

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou ao iG que o governo está fazendo um forte ajuste fiscal e essa é uma excelente arma que dispõe para ajudar no combate à inflação.
 
“A consolidação fiscal, que implica em corte de gastos públicos, é uma excelente arma que o governo dispõe para conter a demanda do Estado e que ajuda no combate à inflação”, disse Mantega, em conversa ontem à tarde, em Brasília.
 
Mantega disse que o governo não possui só esta arma, do ajuste fiscal, mas diversas outras, como a política monetária.
 
“O governo está atacando em todas as frentes, em todos os lados, tanto do ponto de vista fiscal como monetário”, afirmou Mantega.
 
O minstro da Fazenda citou, por exemplo, a cobrança de IOF sobre os empréstimos externos com prazo inferior a 320 dias, o que significa uma entrada menor de crédito externo no País.
 
A enorme liquidez que existe hoje no mundo, que é provocada principalmente pelo longo período de afrouxamento monetário nos Estados Unidos e que deve persistir por mais tempo, é uma das principais responsáveis pela inflação tanto no Brasil como em todos os países.
 
Em entrevista ontem, Ben Bernanke, presidente do Fed (Banco Central americano), não deu nenhum sinal de que irá interromper essa política de afrouxamento monetário.
 
O próprio Mantega reconhece que não virá dos Estados Unidos nenhuma ajuda para o combate à inflação.
“Bernanke tem ajudado o País dele”, diz Mantega.
 
Na opinião do ministro da Fazenda, se hoje os países emergentes estão convivendo com mais inflação é porque também tem apresentado um crescimento maior do que os países ricos.
 
Mantega diz que o grande responsável por essa inflação de commodities é essa alta liquidez no mundo inteiro, o que ele chamou de tsunami econômico, em referência a um artigo publicado recentemente no New York Times.

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Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

Finanças, Governo, Política Monetária | 05:54

Mantega diz que governo já irá cumprir 50% da meta fiscal do ano até abril

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Em conversa exclusiva com o iG, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que, até abril, portanto em quatro meses, o governo já deverá ter cumprido 50% da meta fiscal traçada para o ano.
 
Nos primeiros três meses, o governo já obteve um superávit primário de R$ 25 bilhões, uma marca mais de 200% superior a do ano passado, e acima dos R$ 22 bilhões previstos para os primeiros quatro meses.
 
Até o fim de abril, Mantega prevê que o superávit primário deverá chegar a cerca de R$ 40 bilhões, que é praticamente a metade da meta de R$ 81 bilhões estabelecida para o governo central. Se forem incluídos estados e municípios, a meta sobe para R$ 118 bilhões.
 
Para Mantega, esses números mostram que o ajuste fiscal que o governo está fazendo é mesmo para valer e, na sua opinião, até mesmo os seus críticos já estão acreditando na promessa do governo do corte de R$ 50 bilhões.
 
“Não vejo mais ninguém dizer que não vamos cumprir a meta fiscal”, disse Mantega.
 
O corte é generalizado. Mantega calcula que estão sendo cortados de 30% a 35% do orçamento das despesas de todos os Ministérios que não são obrigatórias, como são os casos de Educação e Saúde.

A tesoura tem atingido despesas como viagens, compras de carros e de mobiliário, reformas e aluguel de imóveis, entre outras.

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Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

Finanças, Governo, Indicadores, Política Monetária | 05:53

“Não se criou nenhuma bolha no País”

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O ministro da Fazenda, Guido Mantega, nega que o governo tenha desistido de enfrentar o problema da queda do dólar até para usar esse instrumento como mais uma arma para o combate à inflação.
 
Segundo Mantega, o governo tem tomado medidas para tentar amenizar a valorização do real, tanto que, segundo ele, a desvalorização do dólar, em cinco anos, foi de cerca de 30%, um número não tão preocupante asssim, principalmente em relação às outras moedas.
 
Mantega afirmou inclusive que a política que o governo tem adotado em relação ao câmbio tem sido muito bem sucedida, e a maior prova é que não existe nenhuma bolha no País.

“Não se criou nenhuma bolha no País em nenhuma área”, afirmou Mantega.
 
O grande problema, de acordo com o ministro da Fazenda, é a desvalorização do dólar no mundo inteiro. Em relação ao euro, por exemplo, o real se valorizou 9%.
 
Mantega afirma que, até o final do ano, o governo irá cumprir a promessa do corte de R$ 50 bilhões, como foi anunciado.
 
Durante a conversa, o ministro da Fazenda se mostrou muito bem humorado e bastante seguro de que o governo está tomando as medidas na direção certa.
 
Ela confia na queda da inflação dentro de pouco tempo e tem sentido que, nas últimas semanas, o tom das críticas começa a cair, um sinal de que a sociedade mostra sinais de que está entendendo melhor a forma de atuação do governo.

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Autor: Guilherme Barros Tags: , , , ,

terça-feira, 26 de abril de 2011 Empresas, Finanças | 15:28

Taxas de seguros permanecem estáveis mesmo com catástrofes do primeiro trimestre, aponta relatório da Marsh

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Estudo elaborado pela seguradora Marsh informa que as taxas de seguros se mantiveram estáveis durante o primeiro trimestre.

A Marsh acrescenta que a manutenção das taxas ocorreu mesmo com a sequência de tragédias registradas no período, como os terremotos do Japão e da Nova Zelândia, e também as enchentes na Austrália.

Segundo o estudo, batizado de “Spring 2011 Insurance Market Update”, os aumentos das taxas de seguro ficaram limitados às exposições afetadas pelas perdas, algo dentro do padrão do setor.

Já para os próximos meses, Nicholas Bacon, CEO da Bowring Marsh, comenta que as perdas futuras por conta dos eventos do começo do ano têm maior probabilidade de prejudicar as posições de capital das resseguradoras do que de impactar os lucros, o que pode resultar em taxas mais elevadas.

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Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

Finanças, Governo, Política Monetária | 15:08

Juros futuros refletem tensão do mercado com política adotada pelo Banco Central, diz André Perfeito

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Em análise enviada hoje aos clientes da Gradual Investimentos, o economista André Perfeito questiona o resultado da sinalização do Banco Central em relação à taxa básica de juros.

Para o economista, os participantes do mercado não “compraram” o plano de vôo do Comitê de Política Monetária, que optou por um ajuste de 25 pontos base na taxa Selic na semana passada.

“A resposta veio ontem com o comportamento mais inclinado na curva DI. Os contratos mais curtos até que recuaram como que dizendo, ‘ok, vocês não vão aumentar a taxa de juros’; mas na ponta longa subiram, retrucando o diálogo com uma espécie de ‘você vai pagar dobrado’ lá na frente”.

Segundo ele, o mercado tem sérias dúvidas sobre a inflação nos próximos meses, algo evidenciado semanalmente no relatório Focus.

“Nos parece que é desnecessário manter o mercado em suspense ao deixar a porta dos fundos aberta para, caso o incêndio chegue na sala, fugir pela cozinha”, criticou, ao citar a política monetária mais flexível adotada desde o início do ano.

A conseqüência, na opinião do economista, é a manutenção da tensão no mercado de juros futuros e no conjunto da economia por mais um trimestre.

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  1. Mercado não se altera com mudança no Banco Central
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Autor: Guilherme Manechini Tags: , ,

sábado, 23 de abril de 2011 Finanças | 16:52

Livro sobre o Sistema Financeiro Nacional será lançado na terça-feira

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A Editora Campus/Elsevier lançará, na terça-feira, no Rio, o livro Desafios do Sistema Financeiro Nacional — O que falta para colher os benefícios da estabilidade conquistada.

O lançamento acontecerá na livraria da Travessa do Shopping Leblon e terá palestra do especialista Eduardo Diniz sobre a economia brasileira.

A jornalista Miriam Leitão assinou o prefácio e Alessandra Dodl e José Renato Barros são os organizadores desse título.

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  1. Analista lança livro que desmistifica o mercado financeiro racional
Autor: Mariana Sant'Anna Tags:

quarta-feira, 20 de abril de 2011 Finanças, Governo, Política Monetária | 20:24

Para equipe econômica, BC age com independência das opiniões internas e externas

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Depois de uma enorme queda-de-braço na economia, o Banco Central decidiu aumentar a taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual, de 11,75% para 12%.
 
Nas últimas semanas, houve uma enorme pressão de boa parte do mercado para o BC dar um aumento maior da Selic.
 
Para a equipe econômica do governo, o Banco Central tomou a decisão correta e ainda mostrou que está, de fato, agindo com independência. Independente tanto das opiniões internas do governo como das externas (a chamada opinião do mercado).
 
O que parece é que o Banco Central está agindo da forma como tem que agir. Ou seja, prudentemente e sem se deixar se influenciar por opiniões de fora.
 
Até porque não se pode dizer que o Banco Central não esteja tomando medidas para frear a economia e conter a inflação.
 
O BC tem tomado decisões para restringir o crédito e também aumentado os juros. O Brasil, por sinal, foi um dos países que mais aumentou a taxa básica de juros no planeta.
 
A inflação é hoje uma preocupação no mundo inteiro, mas poucos países estão subindo os juros. O Brasil e o Chile estão no topo.

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Finanças, Governo, Política Monetária | 20:23

Os preços de commodities e a frouxidão monetária dos Estados Unidos balizam ações do BC

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O grande problema é que não se sabe ao certo se um aumento maior dos juros será mais efetivo no combate à inflação, diante do choque de oferta dos preços dos commodities e da alta liquidez provocada pelo afrouxamento monetário nos Estados Unidos.
 
Dessa forma, a melhor alternativa do BC é mesmo de agir de forma gradual e prudente até para dar um tempo para esperar que as medidas tomadas agora surtam efeito na economia.
 
Na semana passada, o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, declarou que o Brasil está no meio de um ciclo de aperto monetário. Muitos interpretaram como um sinal de que o BC iria ser mais duro, mas, na verdade, o que ele quis dizer foi que ele confia na política que está sendo adotada e que ela irá surtir efeito, mas é preciso dar um tempo.
 
Historicamente, o Banco Central sempre acertou mais do que o mercado. E não é para menos. Os técnicos do BC dispõem de mais informações do que os analistas financeiros.
 
Tudo leva a crer, no entanto, que a nova gestão do BC não se deixará influenciar pelas pressões externas, como ficou claro, hoje, com a decisão tomada pelo Copom de subir o juro em 0,25 ponto.
 
Ao mercado, por sua vez, não restará muita alternativa a não ser a de dar um crédito de confiança ao BC. Já aqueles que, por acaso, tenham feito uma aposta errada, talvez tenham que rever a estratégia.

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Finanças, Governo | 11:02

BB lança cheque especial com 10 dias sem juros e “pacote verde”

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O Banco do Brasil acaba de lançar o cheque especial para correntistas da pessoa física com carência de 10 dias antes do início da cobrança de juros.

A novidade em relação ao mesmo produto oferecido por outros bancos é que parte das receitas será destinada ao Programa Água Brasil, coordenado pelo BB em parceria com a ONG WWF Brasil, a Agência Nacional de Águas e a Fundação Banco do Brasil.

Clientes que utilizarem o limite de crédito oferecido pelo BB por período igual ou inferior a 10 dias, corridos ou alternados, serão isentados da cobrança de juros.

Para utilizar o benefício, é preciso aderir a um dos pacotes de serviços Bônus Ambiental.

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terça-feira, 19 de abril de 2011 Finanças, Governo, Política Monetária | 18:25

“O Banco Central brasileiro causa a inflação na China”, disse Delfim em resposta às críticas ao BC

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Delfim Netto (Foto: Agência Brasil)

O ex-ministro Delfim Netto considera injustificáveis as críticas que o Banco Central brasileiro vem sofrendo nos últimos dias pelas medidas que vem tomando para combater à inflação.
 
Na opinião de Delfim, o BC está agindo corretamente, sem pressa e não está inventando nada. 
 
Para o ex-ministro, amanhã, o Copom deve decidir um novo aumento da taxa básica de juros de 0,25 ponto percentual, o que também deverá ser alvo de críticas, já que uma boa parte do mercado defende uma alta maior.
 
Segundo Delfim, existe hoje um cabo de guerra entre dois grupos.
 
Um grupo acha que o BC está tomando as medidas corretas e só está esperando um tempo para as medidas surtirem efeito, e outro acha que o Brasil quebrou, que a política está errada e que a situação fiscal do país é um desastre.
 
O que Delfim recomenda é que se dê tempo ao tempo para o Banco Central.
 
Hoje, ninguém tem condições de dizer se as medidas tomadas até agora farão ou não efeito sobre a inflação.
 
O ex-ministro diz ainda que não se deve esquecer que a inflação hoje é um problema mundial.
 
“Já começo a achar que o Banco Central brasileiro está causando a inflação na China”, ironizou Delfim.

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Finanças, Política Monetária | 11:19

Modal revê projeção de alta da Selic de 0,5 para 0,25 ponto percentual

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O Modal Asset acaba de revisar sua projeção para a reunião do Comitê de Política Monetária desta semana. Como base, a instituição cita a tendência de desaceleração da produção industrial, vendas no varejo e expansão do crédito.

Segundo relatório enviado a clientes, o Modal agora prevê uma elevação de 0,25 ponto percentual, ante 0,5 p.p estimado anteriormente.

O Modal também acredita que o Banco Central sinalize o fim do ciclo de alta dos juros no País após a reunião do Copom.

“Temos a percepção de que o BC torce por uma janela de oportunidade que se abrirá após esse próximo Copom, com dados mais fracos de atividade, em conjunto com uma desaceleração na inflação mês a mês, dados de crédito também enfraquecidos e contas fiscais mostrando desaceleração dos gastos”.

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Autor: Guilherme Manechini Tags: , , ,

segunda-feira, 18 de abril de 2011 Finanças, Indicadores | 19:13

Roberto Padovani mantém previsão de alta dos juros de 0,5 ponto percentual

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Expectativas de pressão sobre a inflação, commodities em alta e sinais ainda conflitantes sobre a atividade econômica no País levam o economista-chefe do WestLB, Roberto Padovani, a apostar em uma posição mais conservadora na reunião do Copom desta semana.

Para o economista, o BC vai manter o ritmo de alta dos juros em 0,5 ponto percentual.

“Há uma boa discussão no mercado. Muitos analistas leram o Relatório de Inflação e as últimas declarações do presidente do BC como um sinal de mudança de ritmo”, afirmou Padovani. 

No entanto, acrescentou, parece provável que o BC mantenha seu plano de vôo e ajude a reforçar a credibilidade da política econômica do novo governo.

“A questão da credibilidade é importante para evitar a volta da indexação: o novo governo ainda não teve tempo de construir a reputação necessária para convencer a sociedade de que não há, hoje, maior tolerância à inflação”.

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Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

Finanças, Indicadores | 14:15

Câmbio e menor ritmo de expansão da economia fazem Bradesco apostar em alta de 0,25 ponto percentual nos juros

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“Diante de sinais de moderação já em curso do ritmo de expansão da atividade econômica e da contribuição da apreciação cambial superior ao esperado, o Copom deverá reduzir o ritmo de aperto da Selic para 0,25 ponto percentual”.

A mensagem foi enviada aos clientes do Bradesco na última sexta-feira. Pela avaliação do Departamento de Pesquisa e Estudos Econômicos do banco, o Comitê de Política Monetária deverá optar por duas elevações de 0,25 p.p., nas reuniões de abril e junho, encerrando o ciclo de alta dos juros.

Como base para a projeção, o Bradesco cita que os efeitos das medidas macroprudenciais e da própria elevação dos juros, “que não são desprezíveis”, ainda não começaram a serem sentidos.

Além disto, “outro fator relevante para a decisão da semana que vem é a taxa de câmbio. A apreciação do real, de aproximadamente 4,0% deve, nos modelos de projeção de inflação do BC, compensar em alguma medida a surpresa negativa com a inflação corrente e, dessa forma, impedir que a inflação projetada para 2012 afaste-se do centro da meta”.

Por fim, o Bradesco sinalizou ver de maneira positiva a estratégia adotada pelo BC, de apostar nas medidas macroprudenciais.

“A nosso ver, a resposta é sim [reavaliar a estratégia da política monetária na visão do BC], no sentido de reduzir o ritmo de alta da Selic. Isso não significa, porém, que a convergência para a meta está sendo colocada em risco, diante de um quadro que já apresenta moderação do ritmo de expansão da atividade econômica, cujos efeitos sobre a inflação serão sentidos nos próximos meses, à medida que os choques recentes forem dissipados”.

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Autor: Guilherme Manechini Tags: , , ,

sexta-feira, 15 de abril de 2011 Finanças | 08:09

Posição do BMG em ranking de ativos não muda com a compra do Morada

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Outra possibilidade de compra pelo BMG que circula no mercado financeiro além do Banco Schahin é a do Banco Morada.

Mas, se por um lado a aquisição do Banco Schahin faz com que o BMG suba três posições no ranking de ativos dos bancos presentes no Brasil, a compra do Banco Morada pouca diferença fará ao banco mineiro neste sentido.

Segundo levantamento do economista-chefe da Austin Rating,Alex Agostini, a aquisição do Schahin faria o BMG ocupar a 17ª colocação, com R$ 14 bilhões – sem a operação o BMG tem R$ 11,4 bilhões em ativos.

Já com a compra do Morada, o BMG permaneceria na 17ª posição e atingiria a marca de R$ 14,5 bilhões em ativos.

No ranking de crédito, mesmo com a compra do Schahin e do Morada (juntos), o BMG continuaria na 15ª posição.

A carteira de crédito, no entanto, sairia dos atuais R$ 8,17 bilhões para R$ 9,43 bilhões.

Os dados são de junho de 2010 – o Banco Schahin não divulgou os números do fim do ano passado ainda.

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quarta-feira, 13 de abril de 2011 Finanças, Governo | 17:58

Declarações de Coutinho em relação ao câmbio refletem divisão do governo

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As recentes declarações de Luciano Coutinho, presidente do BNDES, com críticas ao fato de o governo ter priorizado o combate à inflação e abandonado o câmbio refletem a divisão que existe dentro da equipe econômica em relação à essa decisão.

Há uma queda de braço muito evidente e que já chegou ao conhecimento do Palácio do Planalto.

De um lado, há o grupo que defende a ideia de não se fazer nada em relação ao câmbio. O governo tem cálculos indicando que, se o câmbio atingir a faixa de R$ 1,55 ou R$ 1,50, o Banco Central não precisaria subir muito os juros.

Os defensores dessa tese, que parece estar prevalecendo até agora, são Antonio Palocci, o Banco Central e Nelson Barbosa, secretário-executivo do Ministério da Fazenda.

Mas há também o grupo que defende uma ação mais enérgica em relação ao câmbio, um aprofundamento das medidas tomadas até agora, mas sem a adoção de controle de capital.

Os maiores advogados dessa política de uma ação mais enérgica para frear a queda do dólar são Fernando Pimentel, Guido Mantega, e Luciano Coutinho.

A grande preocupação desse segundo grupo é com a ameaça de desindustrialização do Brasil. Com o câmbio a R$ 1,50, o industrial brasileiro iria preferir importar o seu próprio bem do que produzi-lo.

A presidenta Dilma Rousseff ainda não tomou uma decisão. Há bons e fortes motivos para os dois lados.

A inflação pode prejudicar a sua popularidade, mas o câmbio pode gerar desemprego

Por enquanto, tudo leva a crer que o governo preferiu jogar a toalha em relação ao câmbio, mas são impressões.

O que se sabe, no entanto, é que tudo que a Dilma não quer é que os seus ministros debatam essa questão em público.

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Empresas, Finanças | 12:33

Com Schahin, BMG salta três posições em ranking de ativos

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A aquisição do Banco Schahin pelo BMG fará a instituição mineira avançar três posições no ranking de ativos dos bancos presentes no Brasil. Conforme levantamento do economista-chefe da Austin Rating, Alex Agostini, com a operação, o BMG passa a ocupar a 17ª colocação, com R$ 14 bilhões.

Antes da compra, o ativo total do BMG era de R$ 11,4 bilhões.

Já no ranking de crédito, mesmo com a compra do Schahin, o BMG vai continuar na 15ª posição. A carteira, no entanto, será R$ 975 milhões superior, totalizando R$ 9,15 bilhões.

Agostini ressalta que os dados do Schahin referentes ao fim de 2010 não foram divulgados, por isso o ranking leva em conta os dados de junho, e para o BMG, os dados são de dezembro do ano passado.

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Empresas, Finanças | 10:20

Schahin já comunicou aos funcionários a venda para o BMG

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Os funcionários do banco Schahin já foram informados hoje de manhã, por meio de circular interna, a venda para o BMG.

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Consignado foi o que levou BMG a comprar o Schahin

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O BMG deve anunciar daqui a pouco a compra do Banco Schahin.

Um dos pontos fortes do Schahin é a carteira de empréstimos em consignado, que foi o que mais interessou o BMG a fazer o negócio.

O Schahin também tem uma área forte em construção civil, já que a origem do grupo é ligada ao setor.

No fim de 2010, a instituição acumulava R$ 2,8 bilhões em ativos.

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terça-feira, 12 de abril de 2011 Finanças | 19:52

BMG conversa com Schahin

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Depois de ter tentado sem sucesso comprar o Banco Panamericano, o BMG anda conversando com o Banco Schahin.

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