Eleições | Guilherme Barros - Part 3

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Arquivo da Categoria Eleições

terça-feira, 28 de setembro de 2010 Eleições | 17:20

Marina Silva surpreende na reta final e pode gerar segundo turno, diz Instituto Análise

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Em previsão recente feita pelo Instituto Análise, de Alberto Almeida, a candidata do Partido Verde à Presidência, Marina Silva, conseguiu provocar um “fato novo e completamente inesperado”, na reta final da campanha eleitoral: a ex-ministra de Lula cresceu nas últimas pesquisas de intenção de voto e pode romper a vantagem de 15 a 20 pontos percentuais que vinha apontando Dilma Rousseff (PT) como potencial vitoriosa no primeiro turno frente a José Serra (PSDB).

O Instituto Análise ainda compara esse inesperado crescimento de Marina ao de outros candidatos de disputas anteriores, que também concorriam pela primeira vez e representavam uma terceira via de opções junto ao eleitorado: Ciro Gomes (à época no PPS) em 1998, e Anthony Garotinho (então PSB) em 2002. Ambos tiveram aproximadamente 12% dos votos no primeiro turno, patamar em que o Análise acreditava, no início da campanha deste ano, que iria se repetir com Marina.

A recente subida da candidata acreana, porém, mudou o cenário: “Com o crescimento inesperado de Marina a eleição caminha para o segundo turno”, diz Almeida.

(Guilherme Barros e Cristiano Zaia)

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Autor: Guilherme Barros Tags:

Eleições | 17:18

Para Instituto Análise, confusão nas urnas pode garantir ao PT votação surpreendente para deputado estadual

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Ainda segundo a última previsão do cenário para as eleições do próximo domingo, dia 3 de outubro, o Instituto Análise avalia que o fato de, neste ano, a opção para Presidente da República aparecer por último na urna eletrônica pode confundir os eleitores. Isso fará com que eles votem na primeira opção (deputado estadual) como se fosse para presidente.

Segundo Alberto Almeida, do instituto de pesquisa, com essa possibilidade de engano, “eleitores de baixa escolaridade do PT irão digitar o número 13 na urna no primeiro voto pensando que estão votando para presidente”.

Não necessariamente dessa forma, mas erros como esse, ainda considerando a anulação do voto de última hora ou digitação incorreta, fizeram o candidato Luiz Inácio Lula da Silva ficar 3 pontos percentuais abaixo do que previam as pesquisas de intenção antes das eleições de 2002. Em 2006, Lula foi superestimado pelas pesquisas em 4 p.p.

“O voto nulo praticamente não existe. A maioria desses votos são porque o eleitor errou na hora de votar. As pesquisas apontam que a maioria dos voto nulos e brancos vêm de populações mais baixas”, diz Almeida. “Como a escolarização cresceu no Brasil nos últimos anos, espero que esse índice caia de 8% dos votos em 2006 para 6% em 2010.”

(Guilherme Barros e Cristiano Zaia)

Notas relacionadas:

  1. Políticos buscam informações sobre redução da carga tributária
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  3. Queda de Erenice Guerra não derrubará Dilma nas pesquisas, diz Instituto Análise
Autor: Guilherme Barros Tags:

quinta-feira, 23 de setembro de 2010 Construção, Eleições | 06:01

Para SindusCon-SP, construção civil só supera resultados do 1º semestre com investimentos em tecnologia e mão de obra

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Depois de crescer 15,7% no primeiro semestre, o ritmo de expansão da construção civil deverá se acomodar nos próximos meses. A avaliação é do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP), que realiza hoje, na capital, workshop para definir a agenda do setor para o próximo presidente.

Para a entidade, os resultados do início do ano só serão superados com investimentos em tecnologia e qualificação de mão de obra, algo pouco provável na visão do setor.

Além das questões de mão de obra e inovação tecnológica, o SindusCon-SP irá incluir a elevação dos gastos públicos e o aumento do déficit externo como os principais desafios para o próximo governo.

“O novo presidente deverá explicitar que buscará um novo equilíbrio fiscal por meio da racionalização das despesas correntes, sinalizar que vai reduzir o déficit em conta corrente e montar uma estratégia para, aproveitando a diminuição das despesas correntes, reduzir a carga tributária”, afirma Sergio Watanabe, presidente da entidade.

Em relação à inflação, o setor, apesar de perceber um alívio em relação ao primeiro semestre, acredita em nova elevação nos preços dos insumos.

Os dados serão apresentados na Sondagem Nacional da Construção, elaborada em parceria com a FGV e a Câmara Brasileira da Indústria da Construção.

Notas relacionadas:

  1. SindusCon-SP lança propostas ao próximo governo estadual
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quarta-feira, 22 de setembro de 2010 Eleições | 19:44

Dilma cai de 51% para 49% e Serra sobe de 27% para 28%, no Datafolha

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Circulou agora no final da tarde números que serão divulgados pelo Datafolha daqui a pouco.
 
Dilma Rousseff cai de 51% para 49%, e José Serra sobe de 27% para 28%.
 
Marina Silva sobe de 11% para 13%. A última pesquisa foi dos dias 13 a 15 de setembro.

Notas relacionadas:

  1. Na Bolsa de apostas, ação de Dilma subiu 1.130% e a de Serra, 931,51%
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  3. Dilma ultrapassa Serra em Bolsa de Valores Políticos
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terça-feira, 21 de setembro de 2010 Eleições, Indicadores | 16:14

Alckmin aumenta a vantagem sobre Mercadante

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Geraldo Alckmin (Divulgação)

Circula entre empresários tracking do Instituto Análise, de Alberto Almeida, que mostra uma pequena ampliação da vantagem do candidato tucano ao governo de São Paulo, Geraldo Alckmin, sobre o candidato petista, Aloizio Mercadante.

Se as eleições fossem hoje, Alckmin venceria no primeiro turno com uma vantagem expressiva sobre Mercadante.

Notas relacionadas:

  1. Vamos chamar Ciro para conversar, diz Mercadante
  2. João Doria oferece jantar a Alckmin
  3. Alckmin evita comprar briga com Dilma em jantar com empresários
Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

segunda-feira, 20 de setembro de 2010 Eleições | 10:00

Caso Erenice não deve abalar Dilma nas pesquisas, diz diretor do Sensus

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Ex-ministra da Casa Civil, Erenice Guerra

Apesar de o último escândalo do governo federal envolver a demissão da ministra-chefe da Casa Civil e segunda autoridade mais importante da República, Erenice Guerra, a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, não deve sofrer grandes quedas em sondagens eleitorais. Quem avalia é o diretor do Instituto Sensus e responsável pela pesquisa de intenção de votos CNT/Sensus, Ricardo Guedes.

Para ele, o caso Erenice pode até levar as eleições para o segundo turno, mas o povo não costuma desconfiar de governantes responsáveis por feitos considerados grandes reformas sociais.

“O eleitor não está comprando a denúncia facilmente, porque existe um excesso de denúncias. E esse é um eleitor satisfeito com a economia do País”, diz. “Se você tenta criminalizar aqueles que fazem bem à população, o eleitor não gosta disso, é atingir quem está transferindo renda.”

Segundo Guedes, mesmo que a disputa se estenda para o segundo turno, é muito difícil que o quadro favorável a Dilma se reverta. Ele explica que, historicamente, nenhum candidato que registrou rejeição do eleitorado entre 35% e 40% ganhou as eleições. O candidato José Serra, do PSDB, apareceu nas últimas duas pesquisas CNT/Sensus beirando esse patamar.

“Não é com a massividade de denúncias não comprovadas que você transforma a vontade popular. Se isso altera quatro ou cinco pontos percentuais nas pesquisas, a decisão do voto é popular”, afirma Guedes.

Autor: Cristiano Zaia, de Brasília Tags: , ,

Eleições | 09:30

Já não há mais vagas em muitos hotéis de Brasília para o dia da posse presidencial

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Brasília/ABr

Independentemente de quem seja o sucessor de Luiz Inácio Lula da Silva, o próximo ocupante do maior cargo público da nação terá motivos de sobra para se sentir lisonjeado. O movimento nos grandes hoteis de Brasília para reserva de quartos no dia da posse presidencial, 1º de janeiro de 2011, está intenso. Em algumas redes hoteleiras da capital federal já não é possível mais encontrar leitos vagos. A maioria está bloqueada por pessoas que guardam vagas para empresas ou grupo de pessoas.

Num dos mais badalados hoteis da capital, o Brasília Alvorada (tanto no Golden Tulip quanto no Royal Tulip), que carrega uma bandeira de hoteis presente no mundo todo, a maioria dos bloqueios feitos, majoritariamente por empresas, para o dia 1º de janeiro são por conta dessa ocasião, diz a gerente comercial regional, Aryane Borges. No entanto, o hotel ainda espera uma demanda grande decorrente do Reveillón.

Uma fonte bem próxima dos proprietários e executivos do setor em Brasília assegura que está difícil encontrar vagas disponíveis na maioria dos grandes hotéis da cidade. A maioria já foi reservada por bloqueio. Nessa modalidade, a pessoa reserva, mas não paga, e tem um prazo para confirmar. “No entanto, o bloqueio pode ser desfeito dentro de quinze dias”, diz.

Autor: Cristiano Zaia, de Brasília Tags: , , ,

domingo, 19 de setembro de 2010 Eleições, Política Externa | 07:13

Nova agenda do Brasil no exterior vira tema de seminário em Washington

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Numa iniciativa conjunta da Prospectiva Consultoria, o Instituto Brasil do Woodrow Wilson Center, o Inter-American Dialogue e o Cebri, a capital americana Washington recebe, no próximo dia 23 de setembro, o seminário “Liderança e Responsabilidades na Nova Agenda Internacional Brasileira”.

No evento, serão apresentados três painéis para discutir como o País vem se preparando para eleger seu novo líder presidencial, quais os principais os compromissos com os setores financeiro, militar, industrial e social e mudanças que o novo governo deve enfrentar quanto à perspectivas no campo dos negócios. O primeiro painel vai abordar as relações bilaterais entre Brasil e Estados Unidos; o segundo, as políticas internacionais; e o terceiro, liderança econômica – investimentos e comércio exterior.

Entre os palestrantes, Thomas Shannon, embaixador dos EUA no Brasil; Ernesto Fraga Araujo, representante da Embaixada do Brasil nos EUA; Denise Gregory, Diretora Executiva do CEBRI; Albert Fishlow, professor da Columbia University; Donna Hrinak, Diretora-sênior de Relações Governamentais para América Latina da Pepsico Inc.; Joel Velasco, representante-chefe da União da Indústria de Cana-de-Açúcar para a América do Norte (Única); Ricardo Mendes, sócio-diretor da Prospectiva Consultoria; Paulo Sotero, diretor do Instituto Brasil, Woodrow Wilson Center; e Peter Hakim, professor emérito do Inter-American Dialogue.

Notas relacionadas:

  1. Brasil tem semana favorável no exterior
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Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

sexta-feira, 17 de setembro de 2010 Eleições, Empresários | 13:02

Moise Safra está tranquilo com eleição e diz que “Deus é brasileiro”

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O happy hour em homenagem à candidata ao Senado pelo PT, Marta Suplicy, promovido ontem pelo casal Ivo Rosset e Eleonora Rosset, teve a presença de pesos pesados do PIB brasileiro. O empresário Moise Safra, um dos dez homens mais ricos do País, segundo a revista Forbes, era um deles.

Em conversa com o iG, Moise Safra não escondeu seu otimismo com o futuro do Brasil, independentemente do resultado das eleições presidenciais.

Para ele, caso se confirme a vitória da candidata do PT, Dilma Rousseff, não haverá grandes mudanças na condução da economia do País.

“Dizem que ela tem um passado de esquerdista e que isso vai aparecer quando assumir o governo, mas não acredito”, disse.

O empresário também não poupou elogios ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a seus oito anos de governo. “Ele foi a pessoa certa no momento certo. Um grande homem”, afirmou.

Diante desse cenário, Moise Safra só encontrou uma explicação para esse momento que vive o Brasil: “Está provado que Deus é brasileiro”.

Já sobre a candidata Marta Suplicy, a quem ele deu indicações que terá o seu voto, Moise Safra fez o seguinte comentário: “É boa gente”.

Também passaram pela casa de Ivo Rosset e Eleonora Rosset, no Jardim Europa, em São Paulo, os empresários Flávio Rocha (Riachuelo), Amarílio Macedo (J. Macedo), Álvaro Coelho da Fonseca (Coelho da Fonseca) e Cláudio Lottemberg (Einstein), entre outros.

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Autor: Guilherme Barros Tags: , , , , ,

Eleições, Governo | 08:30

Caso Erenice só deve tirar de dois a três pontos de Dilma nas pesquisas, diz Tendências

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A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, só deve perder de dois ou três pontos nas pesquisas de intenção de voto divulgadas a partir da próxima semana, segundo análise do cientista político Rafael Cortez, da consultoria Tendências.

Esse cenário não contempla, no entanto, uma reviravolta no jogo eleitoral, o que quer dizer que Dilma ainda se manterá favorita ao Planalto. “Na pior das hipóteses, as denúncias que envolvem uma figura de tamanha confiança de Dilma (Erenice) podem levar a eleição para o segundo turno. Mas esse não é um cenário esperado, porque Dilma ainda tem muita gordura para queimar no que diz respeito a intenção de votos”, pondera Cortez.

A avaliação do cientista político é que, diferentemente do episódio de violação de sigilos fiscais de pessoas ligadas à cúpula do PSDB, o escândalo que culminou na demissão de Erenice Guerra do comando da Casa Civil terá impacto entre os eleitores menos esclarecidos, que não costumam acompanhar o noticiário político.

“Da outra vez, as denúncias não foram personificadas, ficaram apenas no espectro do PT e da Receita. Dilma não chegou a ser colocada no centro das falas. Agora é diferente. Trata-se de uma pessoa da mais alta confiança da candidata, e que só estava lá porque Dilma a escolheu.”

Cortez diz também que já se percebe uma redução nas intenções de voto do eleitor mais esclarecido pela candidata do PT. “Daqui para frente vamos ver esse movimento começar também entre os eleitores menos esclarecidos e de menor renda, porque é um episódio mais fácil de ser traduzido para o jogo eleitoral.”

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Autor: Deco Bancillon, de Brasília Tags: , ,

quinta-feira, 16 de setembro de 2010 Eleições | 18:17

“O povo ainda está fazendo a cabeça”, diz Serra

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Durante campanha pela cidade de Campinas, hoje à tarde, José Serra foi questionado sobre seus planos futuros após as eleições.

Na ocasião, uma repórter do CQC perguntou pra ele: “Se por acaso, numa hipótese muito remota, o senhor não ganhar a Presidência da República, o que o senhor vai fazer da vida?”

Serra respondeu: “Essa hipótese muito remota, para mim, hoje não existe. O povo ainda está fazendo a cabeça e faltam uns 20 dias para a eleição”.

(Nara Alves)

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Autor: Guilherme Barros Tags: ,

Eleições, Governo | 18:03

Para britânico RBS, demissão de Erenice só afetaria mercado se denúncias envolvessem Palocci

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Ainda que a demissão Erenice Guerra tenha repercutido muito mal no meio político, no mercado financeiro, o entendimento é que o caso terá pouca importância na formulação de um eventual governo de Dilma Rousseff. Erenice substituiu Dilma no comando da Casa Civil, e era tida como nome certo no governo em caso de vitória petista em 3 de outubro.

“Ainda vejo esse tipo de evento como inócuo do ponto de vista do futuro governo”, diz Zeina Latif, economista sênior para América Latina do banco britânico RBS. “O mercado hoje está mais preocupado em saber quem vai ser o próximo presidente do Banco Central, quem comporá o time econômico, e, consequentemente, qual será o papel do (Antonio) Palocci no governo.”

Zeina avalia que a demissão de Erenice pode gerar algum problema para o governo, mas acredita que o caso só teria impacto no mercado se as denúncias de corrupção envolvessem o ex-ministro Palocci.

“É claro que esse ruído pode gerar alguma insegurança lá para frente, mas não acho que a demissão da Erenice vá influenciar a montagem da equipe. Seria complicado se (as denúncias) envolvessem o nome do Palocci, porque isso enfraqueceria seu nome dentro do governo. Mas não vejo como Erenice poderia continuar na Casa Civil num governo Dilma, ainda que ela fosse importante para a candidata.”

Notas relacionadas:

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Autor: Deco Bancillon, de Brasília Tags: , , ,

Eleições, Governo | 13:24

Lula se reuniu hoje cedo com Erenice

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A ministra da Casa Civil, Erenice Guerra, deixou o cargo

Ainda que não constasse nas agendas oficiais, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a ministra-chefe da Casa Civil, Erenice Guerra, tiveram uma reunião a portas fechadas hoje cedo, no Palácio do Planalto.

Foi a última audiência de Erenice com Lula ainda como ministra da Casa Civil. Segundo interlocutores do presidente, tão logo terminou a conversa com Erenice, Lula seguiu para a base aérea, de onde voa para Belém em alguns minutos.

O ministro Franklin Martins, que costuma acompanhar o presidente nesse tipo de viagem, ficou em Brasília. A ideia é que ele coordene uma equipe que irá tentar contornar a crise no Planalto que se dará assim que for divulgada a saída oficial de Erenice.

Franklin deve contar com o apoio dos assessores que trabalham diretamente com Erenice, que estiveram reunidos durante todo o dia a portas fechadas na Casa Civil.

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  1. Queda de Erenice Guerra não derrubará Dilma nas pesquisas, diz Instituto Análise
  2. Lula relutou em aceitar Erenice Guerra na Casa Civil
  3. Planalto confirma saída de Erenice, e indica secretário executivo como substituto
Autor: Deco Bancillon, de Brasília Tags: , ,

Eleições, Governo | 13:22

Planalto confirma saída de Erenice, e indica secretário executivo como substituto

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O Palácio do Planalto acaba de divulgar, por meio do seu twitter oficial, o nome do novo ministro-chefe da Casa Civil.

Assume no lugar de Erenice o secretário executivo da Pasta, Carlos Eduardo Esteves Lima.

Esteves, a princípio, venceu a disputa interna com a atual comandante do todo poderoso Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), principal bandeira da candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, e que estava sob coordenação de Miriam Belchior na Casa Civil.

Ainda não é descartada a nomeação de Miriam para o cargo.

Interlocutores do presidente Lula diziam no começo da manhã que Miriam Belchior era um nome que conta com a aprovação irrestrita do Planalto, e que a decisão ficaria a cargo do presidente.

Dentro do governo, porém, a sensação é que uma nomeação de Miriam agora pode colocar ainda mais lenha na fogueira, uma vez que a secretária foi esposa do ex-prefeito de Santo André Celso Daniel, assassinado em 2002.

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  2. Queda de Erenice Guerra não derrubará Dilma nas pesquisas, diz Instituto Análise
  3. Lula relutou em aceitar Erenice Guerra na Casa Civil
Autor: Deco Bancillon, de Brasília Tags: , ,

Eleições | 13:14

Lula relutou em aceitar Erenice Guerra na Casa Civil

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A escolha de Erenice Guerra como substituta de Dilma Rousseff na Casa Civil não foi unânime dentro do governo. O próprio presidente Lula relutou em aceitar a escolha.

A carta de demissão de Erenice foi divulgada há pouco pela presidência.

Miriam Belchior é a mais cotada para assumir a Casa Civil.

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  2. Miriam Belchior deve ser a substituta de Erenice Guerra
  3. Queda de Erenice Guerra não derrubará Dilma nas pesquisas, diz Instituto Análise
Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

Eleições, Governo | 13:10

Queda de Erenice Guerra não derrubará Dilma nas pesquisas, diz Instituto Análise

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A queda da ministra-chefe da Casa Civil, Erenice Guerra, anunciada há instantes, não afeta em nada a posição da candidata à Presidência da República, Dilma Rousseff (PT-SP), nas pesquisas eleitorais. Essa é a avaliação de Alberto Almeida, do Instituto Análise.

Segundo ele, o governo agiu rápido para evitar que mais problemas se instalassem no centro do poder executivo federal. Almeida lembra que, em episódio semelhante, dos Aloprados, em 2006, o então candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva, manteve-se com 50% de intenção de votos na pesquisa Ibope. Seu candidato direto,Geraldo Alckmin (PSDB-SP), é quem subiu, conseguindo levar a disputa para o segundo turno.

“Agora é diferente. O governo agiu com rapidez. A única conseqüência para o governo é que, caso a Dilma se eleja, a Casa Civil terá que ser disputada entre PT e PMDB”, considera Almeida.

Notas relacionadas:

  1. Cientista político antecipou em um ano resultado das pesquisas da eleição presidencial
  2. CNT/Sensus de amanhã vai captar reação do eleitor com caso Erenice
  3. Miriam Belchior deve ser a substituta de Erenice Guerra
Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

Eleições | 12:45

Miriam Belchior deve ser a substituta de Erenice Guerra

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O nome mais forte para suceder a ministra-chefe da Casa Civil, Erenice Guerra, é o de Miriam Belchior, atual secretária de Articulação e Monitoramento do ministério.

Miriam tem participado ativamente do PAC e, quando Dilma deixou a Casa Civil, foi uma das mais cotadas para assumir a pasta.

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  1. CNT/Sensus de amanhã vai captar reação do eleitor com caso Erenice
Autor: Guilherme Barros Tags: ,

quarta-feira, 15 de setembro de 2010 Eleições, Empresários | 16:45

Empresário elogia discurso de Alckmin

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Os empresários gostaram do discurso de ontem do candidato Geraldo Alckmin no jantar na casa de João Doria.
 
Segundo Horacio Lafer Piva, ex-presidente da Fiesp e acionista da Klabin, “o discurso de ontem talvez tenha sido o melhor que já ouvi dele”.

Para ele, “não sei se foi a segurança adquirida pelo tempo, ou pelo trajeto recente, mas ele “abraçou” com mais consistência os temas, olhando para a frente. Um viés mais estadista, embora a palavra esteja batida”.

De acordo com Piva, “Alckmin sabe que tem um papel como oposição relevante, o que lhe dará uma tarefa e uma nova dimensão. Vai gerir o Estado com certa tranquilidade e trabalhar muito a política.

“Saí tranquilo. A única dúvida ainda não respondida é qual seria a sua equipe, o que faz diferença”, diz Piva.

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  2. Alckmin evita comprar briga com Dilma em jantar com empresários
Autor: Guilherme Barros Tags: ,

Eleições | 15:55

Alckmin evita comprar briga com Dilma em jantar com empresários

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Em jantar com empresários ontem em São Paulo, na casa de João Doria Jr., o candidato ao governo pelo PSDB, Geraldo Alckmin, evitou falar de Dilma Rousseff quando perguntado sobre a crise na Casa Civil envolvendo a ministra-chefe da pasta, Erenice Guerra.

Alckmin citou frase do ex-governador Mário Covas (1930-2001), que dizia que “se algum assessor errar, o erro será meu”. E complementou com o ditado: “diga-me com quem andas, que te direis quem és”.

Mas Alckmin preferiu desferir ataques à classe política em geral, sem distinção de partidos: “É difícil ter uma classe que reúna tantos picaretas e ladrões numa intensidade tão impressionante como a política”.

O candidato tucano disse também à platéia, composta de grandes empresários, que um dos grandes problemas é o excessivo poder dos governos, que acabam deturpando as eleições e dando pouco espaço para os candidatos de oposição, principalmente dos partidos menores. Disse que, se Dilma for eleita, por exemplo, é possível que a base do governo tenha dois terços do Senado e nove dez avos da Câmara.

Alckmin também fez críticas à reeleição, que faz com que os mandatos sejam de oito e não de quatro anos.

Apesar da larga frente de Dilma sobre o candidato José Serra apontada nas pesquisas, Alckmin disse que há chances de um segundo turno. Segundo ele, basta que a diferença caia seis pontos.

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  1. Em evento com empresários, Dilma se compromete a diminuir dívida pública a 30% do PIB
  2. João Doria oferece jantar a Alckmin
  3. “Dilma não é gastadora”, diz Palocci
Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

terça-feira, 14 de setembro de 2010 Eleições | 12:26

Mercadante e Netinho pararam de crescer em São Paulo

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Circula entre empresários da capital paulista tracking do Instituto Análise, que mostra que os candidatos ao governo de São Paulo, Aloizio Mercadante (PT-SP), e ao Senado, Netinho de Paula (PCdoB), pararam de crescer. O tracking foi realizado ontem.

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  1. Mercadante defende BNDES paulista em encontro com empresários
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  3. Netinho se aproxima de Marta e Aloysio sobe forte na corrida para o Senado em São Paulo
Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

segunda-feira, 13 de setembro de 2010 Eleições | 16:24

CNT/Sensus de amanhã vai captar reação do eleitor com caso Erenice

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A pesquisa CNT/Sensus que será divulgada amanhã pela manhã provavelmente já mostrará se a repercussão do caso Erenice Guerra surtirá algum impacto entre o eleitor. Erenice é ministra-chefe da Casa Civil e mãe de Israel Guerra, apontado como mentor de um esquema arrecadação de propina em troca de favorecimentos em contratos de empresas com o governo.

Dentre as perguntas que foram feitas na pesquisa CNT/Sensus, uma diz respeito à percepção do eleitor sobre as campanhas dos candidatos à Presidência. As perguntas foram feitas entre os dias 10 e 12, sexta e domingo, justamente o período em que começaram a ser veiculadas as primeiras matérias na imprensa sobre o caso.

Foram entrevistados dois mil eleitores de 136 municípios em 24 estados do País.

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  3. CNT/Sensus antecipa campo para evitar contestações
Autor: Deco Bancillon, de Brasília Tags: , ,

sábado, 11 de setembro de 2010 Eleições | 05:42

Palocci defende o apoio da oposição no próximo governo

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Em jantar com empresários ontem em São Paulo, o ex-ministro Antonio Palocci procurou traçar um perfil do que será, a seu ver, o governo Dilma Rousseff, caso ela vença as eleições presidenciais de três de outubro, como apontam as pesquisas.
 
Sem em nenhum momento declarar que as eleições já estariam ganhas, Palocci afirmou, no entanto, que seria importante, para o próximo governo trabalhar com as oposições para o país conseguir fazer as reformas.
 
Ao lado do candidato a deputado do PT João Paulo Cunha, Palocci lembrou que, nos primeiros anos do governo Lula, foram importantes os votos da oposição para serem aprovadas as mini-reformas daquele período.
 
Foram, ao todo, mais de 20 mini-reformas, e que, segundo Palocci, foram importantes para fortalecer o mercado interno no país, principalmente o setor da construção civil.
 
Na época, Palocci ocupava o Ministério da Fazenda e João Paulo Cunha presidia a Câmara dos Deputados.
 
O jantar em homenagem a Palocci ocorreu na casa do empresário Flávio Rocha, dono das lojas Riachuelo.
 
O jantar contou com a participação de empresários como Benjamin Steinbruch (Fiesp), Ivo Rosset (Valisère), Líbano Barroso (TAM), Rômulo Dias (Cielo) e outros.

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  1. Serra janta com banqueiros e Palocci com a indústria em São Paulo
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  3. “Dilma não é gastadora”, diz Palocci
Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

Eleições | 05:41

“Dilma não é gastadora”, diz Palocci

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No jantar com empresários em São Paulo, Palocci procurou também quebrar alguns tabus em relação à imagem de Dilma Rousseff. Entre eles, o de “gastadora”.

Palocci afirmou que convive com Dilma desde antes do início do governo Lula, quando, segundo ele, eram funcionários de Fernando Henrique Cardoso, no período que começava a se estruturar o governo Lula.

Dilma nunca foi gastadora. O que ela sempre defendeu foi o aumento do investimento em infraestrutura”, afirmou Palocci. “E o próximo governo vai ter de aumentar significativamente os investimentos em infraestrutura”.

Palocci também procurou demolir a imagem de que Dilma não exercia liderança e tampouco experiência política.

O ex-ministro afirmou que, recentemente, Dilma adquiriu traquejo político para liderar um governo de coalisão com todos os partidos.

“Só não a comparem com a liderança de Lula, que aí só Deus ganha”, diz Palocci.

O ex-ministro não poupou elogios a Lula, tanto por sua afinada intuição como sua enorme capacidade política.

“Muitos reclamam de Lula estar em campanha para Dilma, mas ele só está começando”, disse Palocci, em tom de brincadeira.

Palocci evitou temas mais polêmicos, como a questão do vazamento dos sigilos fiscais de dirigentes do PSDB e de familiares de Serra, mas disse que lamentava o fato de, muitas vezes, durante as campanhas, não serem debatidas mais profudamente questões mais importantes para o desenvolvimento do país.

Notas relacionadas:

  1. Palocci não deve ser candidato a deputado para se dedicar à campanha de Dilma
  2. “O MST tem menos razões para se mobilizar”, diz Dilma
  3. “Não é possível mais conviver com a atual estrutura tributária”.
Autor: Guilherme Barros Tags: ,

Eleições | 05:39

“Não é possível mais conviver com a atual estrutura tributária”.

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Numa das partes que mais agradou os empresários presentes ao jantar, o ex-ministro Antonio Palocci fez duras críticas à atual estrutura tributária do país, dando a entender que a reforma tributária seria uma das prioridades do próximo governo, caso Dilma vença as eleições.

“Quando eu assumi o Ministério (da Fazenda), eu achava que era ruim, mas depois eu descobri a estrutura tributária é muito pior, um desastre”, afirmou Palocci.

A declaração soou como música aos ouvidos dos empresários.

Palocci defendeu, por exemplo, a redução dos tributos que incidem sobre os investimentos para as empresas brasileiras poderem ter condições melhores de enfrentar a concorrência da China.

Os empresários saíram convictos de que, caso Dilma realmente vença as eleições, Palocci, que foi muito aplaudido e tratado como ministro todo o tempo, será uma uma peça chave no próximo governo. Muitos lamentaram o fato de ele não ser o candidato a presidente.

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Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

sexta-feira, 10 de setembro de 2010 Eleições | 20:03

Serra janta com banqueiros e Palocci com a indústria em São Paulo

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Enquanto José Serra janta hoje com executivos do mercado financeiro, Antônio Palocci, um dos principais coordenadores da campanha de Dilma Rousseff, vai se reunir com empresários da indústria na casa de Flávio Rocha, dono da Riachuelo.

No jantar de Palocci com Rocha, estarão diretores da Fiesp, do Iedi e do IDV, além de nomes do mercado financeiro.

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Eleições | 13:21

Netinho se aproxima de Marta e Aloysio sobe forte na corrida para o Senado em São Paulo

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Nos últimos dias, começam a circular, entre empresários, informações de sinais de mudanças na corrida ao Senado em São Paulo.

O tracking diário do Alberto Almeida, do Instituto Análise, tem indicado o crescimento de dois candidatos: Netinho de Paula (PC do B) e Aloysio Nunes (PSDB).

As indicações são de que Netinho deve ultrapassar a candidata Marta Suplicy (PT) nos próximos dias e ser o candidato mais votado ao Senado em São Paulo.

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Eleições, Finanças | 12:32

Serra se reúne hoje em jantar com a Febraban em São Paulo

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O candidato José Serra irá participar hoje de jantar com representantes do setor financeiro em São Paulo. O jantar será realizado a partir das 21 horas, no Hotel Hilton São Paulo Morumbi.

Os temas a serem debatidos são os seguintes: reforma tributária (tributação da intermediação financeira e adicional de CSLL); reforma previdenciária;regulamentação do artigo 192 da Constituição Federal  – papel do Sistema Financeiro Nacional no desenvolvimento econômico; segurança pública e crimes eletrônicos; legislação ambiental e comercialização de créditos de carbono; bancarização e expansão do crédito (inclusive consignado e imobiliário); educação financeira; Spread / Juros;  defesa do consumidor de produtos e serviços financeiros; e eficiência econômica e modernização tecnológica.

O convite está sendo feito por Fábio Barbosa, presidente da Febraban (Federação Brasileira de Bancos).Também participam do encontro as seguintes entidades financeiras: Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), Associação Brasileira das Empresas de Leasing (Abel), Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi), Associação das Empresas Distribuidoras de Valores (Adeval) e Associação Nacional das Instituições do Mercado Financeiro (Andima.)

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quinta-feira, 9 de setembro de 2010 Eleições | 15:22

Denúncia de sigilo fiscal não afeta vitória de Dilma, mas pode garantir eleição de Alckmin, diz Montenegro

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Geraldo Alckmin (Divulgação)

A denúncia envolvendo a quebra de sigilo fiscal pela Receita Federal de amigos e familiares de dirigentes do PSDB não deve impedir a eleição da candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, que deve se sagrar vitoriosa ainda no primeiro turno. O escândalo deve resultar, porém, nas eleições dos candidatos tucanos a governador, Geraldo Alckmin em São Paulo, e Antônio Anastasia em Minas Gerais.

A análise é do presidente do instituto de pesquisas Ibope, Carlos Augusto Montenegro, ao comentar a série de episódios noticiados diariamente pela imprensa brasileira nos últimos dias. Tudo começou com a invasão dos dados fiscais do vice-presidente executivo do PSDB, Eduardo Jorge, por uma servidora da Receita Federal de Mauá, Adeílda Ferreira Leão dos Santos. Três tucanos e até a filha de José Serra, Verônica Serra, tiveram informações fiscais acessadas ilegalmente.

Para Montenegro, do Ibope, as pesquisas constatam que a candidata Dilma continua crescendo nas intenções de voto, enquanto Serra prossegue em queda. No entanto, há razões suficientes para que Alckimin aproveite essa instabilidade política.

 “Essa denúncia pode ter efeito positivo para Alckmin. Em primeiro lugar, porque São Paulo é um dos estados mais conservadores do País; segundo, porque é um estado legalista; terceiro: São Paulo é a unidade da federação onde mais se pagam impostos; quarto: (Aloizio) Mercadante nunca exerceu cargo executivo; e quinto: Mercadante teria o seu nome ligado ao episódio dos “Aloprados”, de 2006”, comenta Montenegro.

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quarta-feira, 8 de setembro de 2010 Eleições, Governo | 16:13

Em relatório enviado ao mercado, consultoria cita razões para se ter otimismo com possível governo Dilma

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Tem repercutido bastante no mercado financeiro um relatório divulgado hoje pela consultoria Instituto Análise, que cita as razões para que se tenha otimismo acerca de uma possível administração de Dilma Rousseff nos próximos quatro anos.

Em um relatório de 11 páginas escrito em inglês, o cientista político Alberto Carlos de Almeida diz que o Brasil, antes um país “mexicanizado”, terá de se aproximar mais de economias como a Suécia e o Japão.

Logo nas primeiras páginas, Almeida lembra que o temor do mercado antes de 2002 sobre uma administração petista se mostrou infundado, o que sugere que essa nova transição seja analisada com um pouco mais de cautela.

“Muitas análises feitas antes de 2002 refletiam um viés anti-PT, e essas análises se mostraram erradas”, conta.

Como resposta, o cientista político propõe deixar de lado o preconceito e se ater apenas aos fatos. “A análise certa tem de se basear nas instituições (públicas)”, diz Almeida.

Deco Bancillon e Guilherme Barros

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Autor: Guilherme Barros Tags: ,

Eleições, Governo | 16:12

Relatório cita Palocci e Coutinho, e diz que Temer vai liderar ministérios de grande orçamento

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Em relatório enviado a operadores de mercado e grandes investidores estrangeiros, o cientista político Alberto Carlos de Almeida, da consultoria Instituto Análise, avalia que, em um possível governo Dilma, as principais nomeações serão dividias em três grandes áreas, sendo que cada uma será ocupada por postos-chave de confiança da atual gestão.

“A política macroeconômica ficará sob o comando de (Antônio) Palocci, as políticas industriais e de investimentos serão coordenados por Luciano Coutinho, e os ministérios de grande orçamento ficarão sob a liderança de Michel Temer”, diz o cientista político em sua análise de 11 páginas em inglês.

Almeida também fala sobre a importância do PT nesse processo. Para ele, o partido do presidente Lula foi uma instituição social importante que “uniu as lideranças para que atuassem com eficiência e pragmatismo nas administrações públicas”.

Também avaliou que o PT é uma instituição de conhecimento “político, prático e que aponta a rota mais eficiente para ganhar (as eleições) e se manter o poder”.

Por fim, diz que, em seu cenário básico, vê a administração Rousseff implementando as reformas e fazendo os ajustes necessárias para atender ao mercado financeiro, “tais quais implementar medidas de contenção da expansão fiscal e promover algum ajuste, ainda que minimalista, na seguridade social”.

Deco Bancillon e Guilherme Barros

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Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

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