Commodities | Guilherme Barros

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Arquivo da Categoria Commodities

sábado, 17 de dezembro de 2011 Commodities | 07:03

Queda de 1% no PIB chinês derruba commodities em 5,3%, diz Itaú Unibanco

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A China despontou como o maior país consumidor e importador de commodities do mundo.

Segundo cálculos de Giovanna Siniscalchi, economista do Itaú Unibanco, uma queda de 1% no Produto Interno Bruto (PIB) da China provoca um recuo de 5,3% nos preços das commodities.

A economista aponta que os metais industriais são os mais sensíveis a uma desaceleração econômica na China.

“O Brasil pode ser afetado através das suas exportações de minério de ferro, que representam cerca de 30% do total mundial e 16,5% das nossas exportações”, escreveu, em relatório enviado a investidores.

Giovanna destaca que com relação à energia e às commodities agrícolas, o crescimento demográfico e a urbanização devem ter peso maior no consumo que o ciclo econômico chinês.

“O Brasil pode ser beneficiado neste cenário, uma vez que é um dos poucos países com oferta de terras e água suficiente para fazer frente a um aumento relevante de produção.”

Notas relacionadas:

  1. Queda das commodities pode ser igual a de 2008, diz André Perfeito
  2. Dependência de commodities ameaça América Latina, diz FMI
  3. Desvalorização do câmbio ainda não afeta inflação, diz Itaú Unibanco
Autor: Klinger Portella Tags: , ,

quinta-feira, 27 de outubro de 2011 Commodities | 06:01

Desvalorização do câmbio ainda não afeta inflação, diz Itaú Unibanco

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O movimento de desvalorização do câmbio terá pouco impacto sobre a inflação no curto prazo.

Segundo levantamento da analista de inflação do Itaú Unibanco, Laura Haralyi, o aumento da taxa de câmbio teve pouco efeito sobre os preços domésticos das commodities agropecuárias, “o que limita o potencial impacto sobre os índices de inflação”.

O Índice Commodities Brasil (IC-Br), calculado pelo Banco Central com base nos preços internacionais em reais, subiu 7,8%, contra alta de 1,7% para o Índice de Commodities Itaú – medido com base nos preços doméstico de commodities.

A economista explica que a variação dos preços das commodities no mercado externo nem sempre ocorre simultaneamente no Brasil.

“Para alguns produtos, a diferença entre o preço doméstico e o internacional é apenas o custo de frete ou o prêmio de exportação (em especial para a soja). Mas, para outros, a estrutura de formação dos preços pode ser bem diferente. É o caso, por exemplo, do boi, do leite e do arroz, produtos de grande importância na cesta de consumo dos brasileiros.”

Laura pondera que um agravamento no cenário externo pode refletir os preços domésticos.

“No entanto, o impacto sobre o IPCA não seria imediato, pois dependeria da defasagem de repasse de cada commodity para os preços ao consumidor. Essa transmissão poderia ocorrer de forma análoga ao observado na alta dos preços em 2010 e início de 2011”, completou.

Notas relacionadas:

  1. Desempenho da economia internacional puxou inflação para baixo no Brasil, diz FGV
  2. Modal Asset cria índice de commodities e prevê alta nos próximos meses
  3. Queda das commodities pode ser igual a de 2008, diz André Perfeito
Autor: Klinger Portella Tags: , , ,

quarta-feira, 26 de outubro de 2011 Commodities | 06:01

Dependência de commodities ameaça América Latina, diz FMI

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Os países da América Latina se beneficiaram com o boom no preço das commodities nos últimos dez anos. Agora, com um movimento de queda nos preços das matérias-primas, as economias da região podem ter grandes impactos.

A avaliação é dos economistas do Fundo Monetário Internacional (FMI) Gustavo Adler e Sebastián Sosa.

De acordo com os economistas, é preciso avaliar a proporção das commodities em relação ao PIB da região e a relação com as exportações totais de bens e serviços.

“A primeira relação indica o impacto potencial de um choque de preços no PIB, enquanto a segunda nos dá uma ideia da capacidade de as economias se ajustarem a um choque de preços”, afirmaram, em relatório.

Segundo eles, hoje a América do Sul depende das commodities tanto quanto – ou mais – que há 40 anos.

“As exportações de bens primários respondem aproximadamente por 10% do PIB em 2010”, apontaram os economistas.

Tal comportamento, completam, não é observado no México e em outros países da América Central.

Adler e Sosa dizem que as economias com câmbio flexível têm mais poder de absorção ao choque de commodities.

“Os países com fundamentos econômicos sólidos, com maior integração financeira com o resto do mundo, também podem contribuir para amortizar os choques, ajudando a manter o financiamento externo”, completam.

Notas relacionadas:

  1. Modal Asset cria índice de commodities e prevê alta nos próximos meses
  2. Queda das commodities pode ser igual a de 2008, diz André Perfeito
Autor: Klinger Portella Tags: , , ,

sábado, 17 de setembro de 2011 Commodities | 07:01

Queda das commodities pode ser igual a de 2008, diz André Perfeito

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O movimento de queda no preço das commodities pode ser semelhante, em termos percentuais, ao observado em 2008, quando estourou a crise mundial.

A análise é do economista-chefe da Gradual Investimentos, André Perfeito.

Segundo ele, a dúvida é se “a desaceleração das commodities se traduzirá em preços ao consumidor mais comportados”.

O economista pontua que os preços no atacado estão em queda, mas ainda não há garantias de que o recuo será observado nos preços ao consumidor.

“Neste caso, o cenário de queda de preços faz sentido no curto e médio prazos”, completou Perfeito.

Notas relacionadas:

  1. Modal Asset cria índice de commodities e prevê alta nos próximos meses
  2. Efeito Bin Laden nas bolsas e no petróleo é passageiro, afirma economista
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sexta-feira, 13 de maio de 2011 Commodities, Empresas, Energia | 19:00

Lucro da Petrobras é o segundo maior da história

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A Petrobras reafirmou a segunda posição entre os maiores lucros da história das companhias abertas brasileiras em primeiros trimestres.

O resultado de R$ 10,98 bilhões fica atrás apenas do lucro líquido da Vale, de R$ 11,29 bilhões obtido no primeiro trimestre deste ano.

Os cálculos são de Einar Rivero, da Consultoria Economatica.

Conforme os dados, o lucro obtido pela Petrobras supera o recorde anterior da companhia, R$ 7,726 bilhões, registrado no primeiro trimestre do ano passado.

Leia também:

Lucro da Petrobras cresce 42% no trimestre e atinge recorde 

Notas relacionadas:

  1. Lucro do BB é o segundo maior da história para terceiros trimestres
  2. Lucro do Bradesco é o segundo maior da história
  3. Lucro da Vale no primeiro trimestre foi o maior da história das companhias abertas no Brasil
Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

Commodities, Governo | 11:58

Depois da guerra do Código Florestal, agora será a vez do Código Mineral

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Passada a batalha travada pelo governo federal em torno do Código Florestal, no Congresso, chegou a vez da presidenta Dilma Rousseff costurar o Código de Mineração.

O novo texto, com previsão para julho, foi um compromisso anunciado por Dilma na cidade de Ouro Preto (MG), nas comemorações de 21 de abril. O Código de Mineração em vigor foi instituído por decreto-lei em fevereiro de 1967.

De acordo com comentário de Alberto Almeida, cientista político do Instituto Análise, a discussão dos royalties acontece no Ministério da Fazenda.

A preocupação geral no governo, segundo Almeida, é não criar amarras que afetem a competitividade das empresas do setor. “O mercado aguarda o desfecho desse processo com desconfiança”, afirma o comentário.

O projeto do governo deve abranger três temas: o marco regulatório da mineração, a criação de uma agência reguladora para o setor e a fixação de novas alíquotas para o pagamento de royalties ou Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais, que revertem para União, estados e municípios.

Durante seu discurso, em Ouro Preto, Dilma afirmou não ser justo que os recursos minerais sejam retirados do País sem que haja o que chamou de “devida compensação”.

Notas relacionadas:

  1. Em crise, madeireiros fazem lobby por aprovação do Novo Código Florestal
  2. Queda de Erenice Guerra não derrubará Dilma nas pesquisas, diz Instituto Análise
  3. Votação do Código Florestal deve ser adiada mais uma vez
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segunda-feira, 2 de maio de 2011 Bolsa de Valores, Commodities, Indicadores | 11:48

Efeito Bin Laden nas bolsas e no petróleo é passageiro, afirma economista

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Para o economista André Perfeito, da Gradual Investimentos, o preço do petróleo e o de outras commodities deve apresentar certa queda, mas não necessariamente por conta da morte do terrorista Osama Bin Laden pelo Governo dos Estados Unidos.

“Um conjunto de fatores que vão desde o fim do Quantative Easing nos EUA agora em junho, até as medidas contracionistas nos países emergentes. Saber o quanto desta queda será Osama ou destes outros fatores será impossível”, avaliou Perfeito em comunicado para o mercado na manhã de hoje.

Após a notícia da morte de Bin Laden, anunciada nesta madrugada pelo presidente dos EUA, Barack Obama, investidores reagiram derrubando o preço do petróleo (em torno de 1,3% em Nova York e Londres na manhã de hoje) e comprando ações nas bolsas.

“É verdade que parte do preço do petróleo tem um ‘custo’ Bin Laden, mas saber precisar quanto é este desconto será praticamente impossível”, diz Perfeito.

Na opinião do economista, as revoluções populares no norte da África e no mundo árabe são hoje eventos muito mais relevantes que a captura e morte de Osama.

A reação de países como Síria, Líbia e Yemen a este novo cenário terá grande influência na queda (ou não) do preço do Petróleo.

No Brasil, como a bolsa é vista mais como uma bolsa de mercadorias do que como uma bolsa de valores pelos estrangeiros, a queda das commodities para baixo deve manter positivo o índice no mercado acionário.

Soma-se a isto o processo continuado de aperto monetário em curso no País, o investidor estrangeiro terá cautela redobrada em relação à bolsa brasileira.

Notas relacionadas:

  1. Petróleo em baixa afeta menos a Petrobras
  2. Para especialista, indefinição política no Egito aumenta pressão sobre preços do petróleo
  3. Apesar de desaceleração nos alimentos, IPCA-15 traz preocupações, diz Gradual
Autor: Daniela Almeida Tags: , , , , , ,

terça-feira, 26 de abril de 2011 Commodities, Energia, Governo | 06:00

Brasil vai dobrar produção de etanol em dez anos, diz Ometto

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O governo trabalha na elaboração de um plano para dobrar a produção brasileira de etanol em dez anos. A informação é do empresário Rubens Ometto, principal nome do setor hoje no País.

Segundo ele, a estratégia para elevar a produção está sendo traçada em conjunto com a União da Indústria da Cana-de-Açúcar e com o BNDES.

O objetivo é acompanhar o crescimento do uso do etanol como principal combustível dos automóveis e evitar o encarecimento do produto em épocas de entressafra.

Atualmente, o Brasil produz cerca de 27 bilhões de litros do combustível por ano. Para dobrar o volume, seria necessário também dobrar a área de cultivo.

Pelas contas da Unica, a cana-de-açúcar ocupa cerca de 1% das terras cultiváveis do Brasil, o que significa algo em torno de sete milhões de hectares.

A ampliação também reduziria o volume de importações do combustível. Neste início de ano, com a entressafra, o Brasil importou 200 milhões de litros de etanol dos Estados Unidos.

O plano deve ser apresentado nos próximos dias.

Notas relacionadas:

  1. Preço do etanol deve se normalizar a partir de março, avalia Unica
  2. Preço do etanol começa a cair e oscilação será menor daqui para a frente, diz Rubens Ometto
  3. Brasil importou dos Estados Unidos 12 dias de produção de etanol por ano
Autor: Guilherme Barros Tags: , , , ,

sábado, 23 de abril de 2011 Agronegócio, Commodities, Empresários, Energia | 09:28

Brasil importou dos Estados Unidos 12 dias de produção de etanol por ano

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Durante a entressafra deste ano, o Brasil foi obrigado a importar 200 milhões de litros de etanol dos Estados Unidos para abastecer o mercado.

Segundo o empresário Rubens Ometto, esse montante corresponde a 12 dias de produção de etanol por ano no País.

Durante a safra, em contrapartida, o Brasil tinha exportado 1,5 bilhão de litros de etanol.

O Brasil produz 28 bilhões de litros de etanol por ano.

Leia também: Preço do etanol começa a cair e oscilação será menor daqui para a frente, diz Rubens Ometto

Notas relacionadas:

  1. Brasil importa etanol dos Estados Unidos
  2. Preço do etanol nos postos começará a cair em até 10 dias, aponta centro de pesquisas da USP
  3. Preço do etanol começa a cair e oscilação será menor daqui para a frente, diz Rubens Ometto
Autor: Guilherme Barros Tags: , , , , ,

Agronegócio, Commodities, Empresários, Energia, Indústria | 09:23

Preço do etanol começa a cair e oscilação será menor daqui para a frente, diz Rubens Ometto

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Rubens Ometto e Ivan Zurita recebem prêmio durante o Fórum Empresarial de Comandatuba

Após um período longo de alta, o etanol já começa a ser vendido mais barato pelos produtores com a entrada da safra nesses últimos dias, segundo o empresário Rubens Ometto, presidente do conselho de administração do grupo Cosan/Raízen, em conversa com o iG durante o 10º Fórum Empresarial de Comandatuba.

Ometto, que recebeu ontem à noite de João Doria o prêmio Lide de empreendedor do ano, afirmou que os consumidores já vão sentir nos próximos dias o reflexo dessa queda de preço do etanol nas distribuidoras.

O empresário disse que a alta de preços do etanol foi provocada por uma das maiores quebras de safra de cana-de-açúcar da história do país no ano passado, em razão de uma prolongada seca em regiões estratégicas.

Ometto negou que tenha faltado etanol para abastecer os automóveis no país, como se chegou a dizer nas últimas semanas. A existência dos carros flex evita esse problema, já que as pessoas passam a abastecer seus carros com o combustível mais econômico do momento.

“Na Raízen não faltou etanol”, disse Ometto. “O carro flex flexou”, brincou.

O empresário afirmou, ainda, que, neste ano, a oscilação do preço do etanol será menor. A razão é simples. Os produtores estão com seus estoques zerados, e, portanto, o etanol começará a ser vendido a partir de um patamar maior de preço.

Ou seja, na entressafra a tendência é de que não suba tanto como se viu até agora.

Notas relacionadas:

  1. Falta vontade política para enfiar o dedo na ferida e enfrentar o ranço dos agricultores americanos, diz Ometto
  2. Preço do etanol nos postos começará a cair em até 10 dias, aponta centro de pesquisas da USP
  3. Preço do etanol começa a cair
Autor: Guilherme Barros Tags: , , , , , ,

sábado, 2 de abril de 2011 Commodities, Empresas | 11:30

Mandato de Agnelli na Vale termina em 21 de maio e sucessão continua indefinida

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O mandato de Roger Agnelli na presidência da Vale termina no dia 21 de maio, mas o nome para substituí-lo segue indefinido.

A empresa de headhunting internacional que atua no processo de sucessão do executivo tem como pré-requisito a escolha de um profissional que conheça o setor de mineração. Continuam no páreo Tito Martins, o favorito para a vaga, José Carlos Martins (ambos atualmente diretores da companhia) e Fábio Barbosa, ex-secretário do Tesouro, que já foi diretor da mineradora.

Notas relacionadas:

  1. Tito Martins é um dos nomes para suceder Roger Agnelli na Vale
  2. Acionistas da Vale iniciam discussões sobre sucessor de Agnelli
  3. Vale indicará três nomes para a sucessão de Agnelli
Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

sábado, 19 de março de 2011 Agronegócio, Commodities | 16:52

Falta vontade política para enfiar o dedo na ferida e enfrentar o ranço dos agricultores americanos, diz Ometto

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O empresário Rubens Ometto, presidente do conselho de administração da Cosan, subiu o tom contra as barreiras protecionistas ao etanol brasileiro nos Estados Unidos.

Segundo ele, “falta vontade política nos Estados Unidos para enfiar o dedo na ferida e enfrentar o ranço dos agricultores americanos”, afirmou o empresário, ao se referir aos subsídios aos produtores e à tarifa de importação do etanol brasileiro.

Para Ometto, os problemas enfrentados pelo etanol brasileiro são apenas políticos.

“Não há duvidas dos benefícios do etanol como substituto do petróleo”.

Notas relacionadas:

  1. Cosan vai às compras
  2. Consumo de gasolina bate recorde e volta a se aproximar de etanol
  3. Brasil importa etanol dos Estados Unidos
Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

segunda-feira, 14 de março de 2011 Commodities, Indicadores | 05:36

Modal Asset cria índice de commodities e prevê alta nos próximos meses

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A Modal Asset enviou a clientes relatório em que alerta que o IGP-M, índice que corrige, por exemplo, o preço dos aluguéis, seguirá pressionado nos próximos meses. A conclusão foi tirada a partir do recém-lançado Índice de Commodities da Modal, que, segundo a empresa, tem correlação elevada com o IGP-M.

A previsão é de que a alta nas commodities vai continuar influenciando na alta do indicador de inflação.

Notas relacionadas:

  1. BC irá manter Selic em 10,75% amanhã, diz Banco Modal
  2. Para Santander, inflação vai subir nos próximos meses
  3. Para economista, alta do real compensa pressão das commodities sobre preços
Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011 Commodities, Energia | 19:08

Para especialista, indefinição política no Egito aumenta pressão sobre preços do petróleo

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Os preços do petróleo já estavam em alta com a perspectiva de crescimento da economia americana e pela percepção de que o pior da crise na Europa passou. Agora, com a renúncia de Hosni Mubarak, a volatilidade deve aumentar e elevar ainda mais os preços da commodity.

Para Adriano Pires, do Centro Brasileiro de Infraestrutura, muitos analistas apostavam no barril de petróleo acima de US$ 100 somente em meados de maio, mas esta valorização poderá ser antecipada no curto prazo. “A crise no Egito está antecipando este preço, não pelo fato de o Egito ser grande produtor, mas por conta do Canal de Suez”, afirmou.

Pelo Canal de Suez, passa parte do petróleo que abastece a Europa e as tropas americanas situadas no Oriente Médio.

“O viés atual é de alta e isto deve permanecer nos próximos dias. Se fosse analisar pela oferta, o preço justo do barril seria entre US$ 85 e US$ 90”, disse.

Notas relacionadas:

  1. Preço do petróleo continuará instável, diz CBIE
  2. Governo deve definir quarta preço do barril do petróleo para capitalização da Petrobras
  3. Preço do barril de petróleo vai bater na casa dos US 100 em 2012, diz departamento de energia dos EUA
Autor: Guilherme Barros Tags: ,

Commodities, Política Externa | 15:26

Brasil e Argentina fecham proposta comum para levar ao G20

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O ministro da Fazenda, Guido Mantega, e o ministro da Economia da Argentina, Amado Boudou, definiram hoje uma proposta comum dos dois países para a reunião do G20, na semana que vem, em Paris.

Os dois vão se posicionar radicalmente contra, junto com os Estados Unidos, à proposta francesa de controlar os preços das commodities. O acordo entre os dois ministros foi selado hoje, durante um almoço, em São Paulo.

No encontro, Mantega apresentou um estudo demonstrando que os preços das commodities, apesar de terem subido bastante nas últimas semanas, ainda estão abaixo da média dos últimos 50 anos.

O levantamento mostrou ainda que essa subida das commodities ocorreu exatamente nos mesmos dias em que o FED realizou injeções de recursos no mercado americano, com o objetivo de estimular a economia dos Estados Unidos.

Notas relacionadas:

  1. Geithner vem ao Brasil em fevereiro para preparar visita de Obama
  2. Brasil e EUA unem-se contra proposta de Sarkozy de regular preços agrícolas
  3. Mantega e Geithner ressaltam convergência entre Brasil e EUA
Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010 Commodities, Energia | 16:07

Campo de Tupi vai ser batizado de Lula

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A Petrobras já definiu qual será o nome oficial de Tupi, um dos principais campos do pré-sal. O campo será batizado de Lula e o anúncio está previsto para o próximo dia 28.

Golfinho, Cachalote, Merluza, Marlim e Anchova são outros nomes que foram dados a campos de exploração. O batismo ocorre quando é declarada a comercialidade do campo.

Notas relacionadas:

  1. CO2 vai aumentar produtividade em campo da Petrobras na Bahia
  2. Fabricante finlandesa de equipamentos quer triplicar faturamento no Brasil até 2015
  3. Petrobras tem desempenho melhor na descoberta de petróleo e gás em terra que no mar, diz FGV
Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

Commodities, Energia | 07:46

Previsão de alta na demanda por petróleo favorece Petrobras

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Com a perspectiva de se tornar exportadora de petróleo quando o pré-sal estiver a todo vapor, a Petrobras está envolta em boas notícias esta semana.

Análise da consultoria Wood Mackenzie apurou que a demanda mundial por petróleo no terceiro trimestre de 2010 ultrapassou os números do quarto trimestre de 2007, o maior nível registrado antes da crise econômica de 2008.

A Ásia, em especial a China, é a grande responsável: a demanda por petróleo no terceiro trimestre deste ano foi para 88,3 milhões de barris por dia (bpd), 300 mil bpd acima dos 88 milhões do quarto semestre de 2007. Para o ano, a consultoria aposta que a demanda seja de 86,7 milhões de bpd, 100 mil acima da média de três anos atrás.

A outra boa notícia vem do mercado financeiro, que aposta na estatal como promessa da Bolsa para 2011. Lika Takahashi, estrategista-chefe da Fator Corretora, avalia que a Bolsa não tratá muitos ganhos em 2011 e recomenda aos investidores apenas os papéis da Petrobras para o ano.

Notas relacionadas:

  1. Petrobras teve menor queda no lucro entre petroleiras no 3º tri
  2. Petrobras é a empresa de petróleo que tem maior previsão de investimentos para 2010
  3. Petrobras tem desempenho melhor na descoberta de petróleo e gás em terra que no mar, diz FGV
Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010 Commodities, Energia | 11:04

Usinas de açúcar e álcool no Nordeste despertam interesse de investidores estrangeiros

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A Câmara Brasil-Estados Unidos reuniu esta semana investidores estrangeiros interessados no setor sucroalcooleiro brasileiro. A pauta do encontro, segundo o sócio do escritório Martorelli e Gouveia, João Humberto Martorelli, foi o processo de consolidação das usinas de açúcar e álcool instaladas no Nordeste do País.

Notas relacionadas:

  1. Grupos estrangeiros aumentam participação no setor sucroalcooleiro, diz KPMG
  2. Usineiros pedem ao governo para suspender medida de redução da mistura do álcool na gasolina
Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

sexta-feira, 26 de novembro de 2010 Commodities | 12:27

Nova campanha da Track&Field aposta no conceito de bem estar

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A agência Fischer+Fala! é a responsável pela criação da nova campanha de comunicação da marca Track&Field, que aposta nos conceitos de “se sentir bem”, “exclusivo” e “natural”.

A campanha será apresentada em três ações: o Black Friday (em Nova York), a 3ª etapa da Track&Field Run Series e o lançamento da coleção primavera-verão.    

Nos Estados Unidos, o “Black Friday” é o nome dado à sexta-feira seguinte ao Thanksgiving (dia de Ação de Graças), quando as lojas investem em grandes promoções.  A edição 2010 acontece hoje e amanhã.

No domingo acontece o Track&Field Run Series – Shopping VillaLobos, um circuito de corridas de 10 km.

Também está no ar também a campanha primavera-verão, que divulga a nova coleção de moda praia.

A produção das fotos para o catálogo foi feita no Rio de Janeiro, sendo que alguns dos modelos das peças publicitárias são consumidores reais, participantes do circuito de corridas Track&Field.

Autor: Guilherme Barros Tags: ,

quinta-feira, 25 de novembro de 2010 Commodities, Energia | 06:04

Consumo de gasolina bate recorde e volta a se aproximar de etanol

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A alta dos preços do etanol no início do ano resultou em uma alta expressiva da venda de gasolina em 201019,1%, bem acima do crescimento do PIB. O resultado abre espaço para que o consumo de gasolina volte a se aproximar ao de etanol após dois anos de domínio do biocombustível.

Conforme os últimos dados da Agência Nacional de Petróleo, as vendas de gasolina fecharam o terceiro trimestre em alta de 19,1% no ano, contra uma queda de 11,9% das vendas de etanol em igual período. Entre janeiro e setembro, o País consumiu 16,4 milhões de metros cúbicos de gasolina, contra 16,2 milhões de metros cúbicos de etanol. Os resultados incluem os 25% de etanol da composição da gasolina.

Pesa no resultado, principalmente, a falta de etanol no começo do ano, quando o País cogitou importar o combustível dos Estados Unidos por conta do aumento das vendas de açúcar para o exterior.

Em fevereiro, auge da alta do etanol, a queda das vendas do combustível chegou a quase 26%, enquanto a comercialização da gasolina subiu 22,3%.

O avanço da gasolina reflete, além do preço favorável em relação ao etanol durante parte do ano, a maior venda de veículos, impulsionada principalmente pelas classes C e DE.

Notas relacionadas:

  1. Redução na mistura de etanol vai aumentar preço da gasolina, diz especialista
  2. Preços devem se manter com volta da mistura de 25% de etanol à gasolina
  3. Consumo de etanol pode superar o de gasolina em 2013
Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

segunda-feira, 13 de setembro de 2010 Commodities, Política Externa | 07:33

Irã foi o país onde a carne bovina mais pesou na pauta de exportações brasileiras este ano

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Entre janeiro e agosto deste ano, a carne bovina já representou 42% das exportações brasileiras para o Irã, que vêm protagonizando uma recente polêmica diplomática com o Brasil. O país asiático foi onde a carne bovina mais pesou na pauta de produtos brasileiros vendidos para o exterior.

A conclusão é da coordenadora de Estudos do Setor Externo da FGV, Lia Valls, que listou 10 países onde o Brasil teve superávit comercial superior a US$ 1 bilhão até agosto. O levantamento foi feito a partir de dados da balança comercial divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic).

Nos oito primeiros meses de 2010, o Irã exportou US$ 546 milhões para o Brasil, o que equivale a 46% do superávit de US$ 1, 188 bilhão gerado com o parceiro asiático no período. As outras nações onde a carne bovina congelada tem peso nas exportações pelo Brasil até agosto deste ano foram: Egito (26,3%) e Rússia (23,6%).

“No Irã houve maior oportunidade para o Brasil fazer negócios este ano, até agosto. Já o aumento de importação de carne bovina pode ser explicado pelo fato de, à medida que uma indústria alimentícia cresce, a demanda do país por proteínas aumenta”, explicou Lia.

Guilherme Barros e Cristiano Zaia

Notas relacionadas:

  1. FGV promove seminário sobre as relações entre o Brasil e a França
  2. Desempenho da economia internacional puxou inflação para baixo no Brasil, diz FGV
  3. Holanda lidera ranking de países onde o Brasil tem superávit comercial maior que US$ 1 bilhão
Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

Commodities, Política Externa | 07:30

Holanda lidera ranking de países onde o Brasil tem superávit comercial maior que US$ 1 bilhão

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Entre os países onde o Brasil registrou superávit comercial acima de US$ 1 bilhão, entre janeiro e agosto deste ano, a Holanda/Países Baixos liderada o ranking, com saldo comercial de US$ 5,336 bilhões. Em segundo lugar parece a China (US$ 4,332 bilhões), e em terceiro, a Venezuela (US$ 1,940 bilhão).

A constatação foi feita a partir de tabela organizada pela coordenadora de Estudos do Setor Externo da FGV, Lia Valls, com base em dados da balança comercial divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic).

Na outra ponta da tabela, aparecem as nações onde o Brasil registrou déficit comercial: Estados Unidos (com US$ 4,766 bilhões), Nigéria (US$ 3,4bilhões), Coreia (US$ 3,44 bilhões), Alemanha (US$ 2,7 bilhões), Argélia (US$ 1,267 bilhão) e Taiwan (US$ 1, 012 bilhão).

“Nos países onde a balança comercial brasileira é mais superavitária, a maior pauta é de commodities. Nosso superávit depende muito de preços altos das commodities. Como muitos acham que vai haver uma baixa de preços daqui para a frente, isso pode atingir nossas exportações para o próximo ano”, ressalta Lia.

Guilherme Barros e Cristiano Zaia

Notas relacionadas:

  1. FGV promove seminário sobre as relações entre o Brasil e a França
  2. Desempenho da economia internacional puxou inflação para baixo no Brasil, diz FGV
Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

segunda-feira, 2 de agosto de 2010 Commodities | 15:54

Preços em alta e demanda aquecida influenciam exportações de minério de ferro, que somam US$ 2,8 bilhões em julho

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A alta demanda no mercado externo pelo minério de ferro e o rejuste nos contratos de fornecimento do produto pelas principais mineradoras continuam favorecendo o comércio exterior brasileiro. 

Em julho, as exportações da commodity totalizaram US$ 2,8 bilhões, uma alta de 158,4% contra julho de 2009.

A comparação entre os dois meses também mostra altas no peso do produto, de O,5%, e no preço do minério de ferro, que disparou 139% no período.

Esse movimento de alta dos preços e da demanda fez com que a exportação de minério de ferro, inclusive, batesse recorde histórico no País. Nos sete primeiros meses do ano, o Brasil vendeu US$ 12,3 bilhões de minério de ferro, contra US$ 7,9 bilhões no mesmo período de 2009. Até então, o recorde havia sido registrado em 2008, quando o País exportou US$ 8,2 bilhões em minério de ferro.

Notas relacionadas:

  1. Exportações de minério de ferro somam US$ 2,2 bilhões em maio
  2. Reajuste no preço do minério de ferro deve acarretar custo maior com tarifas
  3. Exportações de minério de ferro reagem a preço alto e reduzem perdas do saldo comercial
Autor: Deco Bancillon, de Brasília Tags: ,

quinta-feira, 29 de julho de 2010 Commodities, Indicadores | 18:55

Desempenho da economia internacional puxou inflação para baixo no Brasil, diz FGV

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O economista da Fundação Getúlio Vargas (FGV) Salomão Quadros acredita que o resultado surpreso do IGP-M de julho também foi provocado pelo mau desempenho de economias de países como Estados Unidos e da União Europeia.

“O maior desaquecimento das economias internacionais tem tido um reflexo muito grande no preço das commodities. Mas pode ser que isso não se transforme numa onda recessiva. O que podemos observar é uma queda no preços das commodities.”

Para Quadros, o menor IGP-M do ano, até agora, que ficou em 0,15%, aponta para uma desaceleração do processo inflacionário bem ligada ao comportamento da economia lá fora. “No primeiro semestre, tivemos várias altas, acima de 1%. Essa taxa de julho é a menor do ano, só não é maior que as do ano passado por conta da crise financeira mundial agravada em 2009”, avalia o economista.

“O cenário está mais para uma inflação muito mais moderada, já que os incentivos fiscais acabaram, a taxa Selic vem subindo  e as importações aumentando. Um setor que preocupa, ao meu ver, é o de serviços. Ele continua com inflação de 6% no ano e não vejo sinais de desaceleração definidos.”

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Autor: Cristiano Zaia, de Brasília Tags: , ,

quarta-feira, 28 de julho de 2010 Agronegócio, Commodities | 07:55

Preços de fertilizantes sobem com procura maior

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Compras da China e da Índia, além de problemas em algumas minas em países como os Estados Unidos, têm contribuído para a redução da oferta de fertilizantes, pressionando os preços no mercado doméstico.

Recentemente, produtores rurais especularam que o aumento dos preços dos insumos de fertilizantes seria reflexo da compra da Fosfértil pela Vale.

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Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

domingo, 25 de julho de 2010 Bolsa de Valores, Commodities, Empresas | 06:09

Reajuste de ferro amplia em 276% lucro de mineradoras

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Composto basicamente pela Vale e com uma pequena participação da CSN, o setor de mineração listado no Ibovespa ampliou o lucro líquido em 276% no segundo trimestre, de acordo com projeção do Santander.

Segundo o banco, o principal fator que motiva a previsão é o reajuste dos preços do minério de ferro. “Esperamos que o segundo trimestre seja o primeiro a refletir o aumento nos preços de minério de ferro nos resultados da empresa”, diz o relatório.

O Santander projeta um lucro líquido de R$ 6,28 bilhões no período, o que significa uma alta de 283% sobre o resultado do segundo trimestre de 2009, quando a mineradora lucrou R$ 1,64 bilhão.

Para a CSN, a expectativa é de um crescimento de 84% no lucro, totalizando R$ 679,2 milhões.

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Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

quinta-feira, 15 de julho de 2010 Commodities | 13:38

Renault cria campanha para reposicionar imagem do Clio

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Cena da campanha do novo Clio (Foto: Divulgação)

Estreia hoje em rede nacional a nova campanha do Renault Clio, criada pela Neogama/BBH.

A campanha tem o objetivo de mostrar o veículo como uma compra com boa relação custo-benefício.

“O principal objetivo dessa ampla estratégia de propaganda da linha 2011 do Clio é a de comunicarmos que, a partir de agora, ele conta com uma opção diferenciada,  tanto em termos de conforto, desempenho e baixo custo manutenção, na faixa de preço mais acessível do mercado nacional”, diz Cássio Pagliarini, diretor de marketing da Renault.

A campanha também terá ações em mídias sociais, como página no twitter, facebook e blogs.

Autor: Guilherme Barros Tags: ,

quinta-feira, 8 de julho de 2010 Commodities, Governo | 06:00

Em seis meses, importações de aço já correspondem a 86,1% de toda a compra feita em 2009

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Ainda que o governo tenha reajustado, em meio à crise, as alíquotas do aço que vem de fora, a importação da commodity pela indústria brasileira disparou em 2010.

Nos seis primeiros meses do ano, a importações de aço pelo Brasil já somam US$ 2,271 bilhões, ou 86,1% de toda a compra feita em 2009, de US$ 2,635 bilhões.

Os números constam em levantamento feito a pedido do IG pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic).

No fim de 2008, por conta da crise, os preços do aço praticados no mercado internacional oscilaram abaixo do custo de produção das siderúrgicas no Brasil. Temendo um descontrole ainda maior da indústria, o governo resolveu elevar a taxa de importação da commoditiy.

Em junho de 2009, o colegiado de sete ministros da Câmara de Comércio Exterior (Camex) autorizou a elevação das tarifas da importação de seis subprodutos derivados do aço, que tiveram suas alíquotas reajustadas de 0% para 12%.

Barras de aço, que também tinham alíquota zero, passaram a pagar 14%.

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Autor: Deco Bancillon, de Brasília Tags: , , ,

Commodities, Governo | 05:59

Se aprovada, proposta em estudo deve contribuir para descontrole ainda maior do saldo comercial

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Temendo que as siderúrgicas brasileiras repassem para o aço o reajuste de mais de 100% praticado no minério de ferro, o governo estuda zerar novamente as alíquotas de importação do aço, hoje em cerca de 14%.

Uma alta fonte do governo disse que uma decisão nesse sentido é avaliada pelos sete ministérios que integram a Câmara de Comércio Exterior (Camex), e pode ser tomada ainda no início do segundo semestre.

Segundo disse a fonte, a ideia é evitar que o reajuste do minério, que tem grande impacto na cadeia produtiva, contamine ainda mais a inflação para o consumidor, abrindo margem para que o Banco Central opere um aumento dos juros além do necessário.

A decisão, no entanto, encontra forte resistência por parte dos produtores de aço. Um executivo de uma grande siderúrgica afirmou ao IG estar assustado com o volume de aço importado pelas montadoras de automóveis, que, segundo ele, já corresponde à produção de uma planta metalurgia nacional.

De acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), em 2010, até junho, desembaraçaram no País 2,674 milhões de toneladas de aço. Durante todo o ano de 2009, foram 2,259 milhões de toneladas importadas.

Proporcionalmente, equivalente a 84,48% de toda a importação da commodity feita em seis meses de 2010.

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Autor: Deco Bancillon, de Brasília Tags: , , ,

quinta-feira, 1 de julho de 2010 Commodities | 16:10

Exportações de minério de ferro reagem a preço alto e reduzem perdas do saldo comercial

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O recuo nas exportações em junho ante maio deste ano, de 3,4%, só não foi maior porque as vendas de minério de ferro, um dos principais produtos da pauta brasileira, aumentaram quase US$ 200 milhões no período. Entre o quinto e o sexto mês do ano as exportações de minério de ferro saltaram 6,2%. Entre junho 2009 e junho 2010, a variação é ainda maior, de 130%.

Conforme explicou o secretário-adjunto de Comércio exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIc), Fábio Faria, o minério de ferro tem sido um dos principais produtos da pauta exportadora brasileira, em função de um reajuste no preço que o produto teve nos últimos meses.

Em junho de 2010 o Brasil exportou a outros países US$ 2,325 bilhões. Em igual período do ano passado, as exportações do produto foram duas vezes menores que a deste ano, de US$ 1,011 bilhão.

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Autor: Deco Bancillon, de Brasília Tags: ,

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