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quarta-feira, 20 de outubro de 2010 Governo | 09:03

Presidente da Sabesp vai a Brasília oficializar processo contra empresas de gases industriais

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A Sabesp vai mesmo entrar com um processo contra as empresas de gases industriais acusadas de formação de cartel pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Conforme antecipou o IG, o presidente da Sabesp, Gesner Oliveira, vai a Brasília hoje para entregar um ofício ao conselheiro relator do caso no Cade, Fernando Furlan

É a primeira vez que uma empresa entra com uma ação civil privada requerendo indenização pelos prejuízos causados pela prática de cartel no Brasil, fato que coloca o País em conformidade com economias mais desenvolvidas.

Conforme explicou Furlan, a ação da Sabesp abre precedente para que outras empresas também abram pedidos de indenização por conta da prática do cartel.

Notas relacionadas:

  1. Gravações telefônicas que comprovam fraude de executivos são provas cabais no processo
  2. Cade pode multar hoje cartel das empresas de gases industriais em R$ 1 bilhão
  3. Hospitais filantrópicos do Rio estudam ação contra cartel dos gases industriais
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terça-feira, 19 de outubro de 2010 Governo | 19:01

Governo reduz imposto de importação para máquinas, equipamentos industriais e computadores

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O governo decidiu reduzir a alíquota de importação para equipamentos industriais e máquinas e peças de informática não fabricados pela industria nacional, segundo resolução aprovada há pouco pela Câmara de Comércio Exterior (Camex).

Foi autorizada a importação com imposto reduzido de 158 itens, de diversos setores produtivos. O valor total permitido pela medida é de uma importação de até US$ 488,123 milhões, sendo que, para isso, as empresas que vão se beneficiar da medida terão de investir outros US$ 2,347 bilhões, segundo plano de investimentos apresentados à Camex.

A medida deve ser publicada no Diário Oficial da União amanhã, e beneficia, sobretudo, os setores de geração de energia, mineração e embalagens. O investimento total estimado por esses setores é de US$ 1,948 bilhão.

Notas relacionadas:

  1. Para proteger indústria nacional, MDIC muda regras para importação de máquinas usadas
  2. Governo estuda isentar importação de insumos para pesca industrial de atum
  3. Participação do BNDES no faturamento do setor de máquinas triplica e já representa mais de 50% no ano
Autor: Deco Bancillon, de Brasília Tags: , ,

Governo, Política Externa | 16:18

Brasil quer suspender importação de pescado do Vietnã

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O governo brasileiro detectou um corredor de importações de pescado vitnamita pelo Estado de Santa Catarina, que reduziu a alíquota de ICMS na comercialização do pescado de 18% para 2% até mesmo para importação.

Conforme explicou o ministro da Pesca e Aquicultura, Altemir Gregolin, a medida tomada pelo Estado de Santa Catarina tem prejudicado a indústria da pesca nacional.

“No ano passado, entre junho e dezembro, quando começou a valer essa nova alíquota, a importação do bagre vitnamita somou US$ 600 milhões”, disse o ministro, após sair da reunião da Câmara de Comércio Exterior (Camex), em Brasília.

Gregolin disse que os números relativos à importação neste ano são ainda maiores, de US$ 13 milhões apenas do bagre vitnamita.

O ministro disse ainda que há preocupação quanto à procedência do pescado importado, “que pode conter problemas de natureza sanitária”, afirmou.

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segunda-feira, 18 de outubro de 2010 Contas públicas | 15:58

Receita divulga amanhã arrecadação de setembro

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A Receita Federal vai divulgar amanhã à tarde a arrecadação tributária do mês de setembro.

A expectativa é de que os números sejam positivos, assim como vêm sendo os resultados dos meses anteriores.

Neste ano, segundo estimativas da Receita, a arrecadação deve ter um crescimento real de 12% ante 2009.

O documento vai ser divulgado às 14h30.

Notas relacionadas:

  1. Meta fiscal de 2010 será fácil de ser atingida, diz consultoria
  2. Refis da Crise rende R$ 4 bilhões à Receita durante prazo de adesão
  3. Antecipação em impostos de empresas contribui para alta na arrecadação
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quarta-feira, 13 de outubro de 2010 Comércio | 17:23

Alta de 8,74% nas vendas no Dia das Crianças bateu expectativas dos lojistas

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Os lojistas foram surpreendidos pelo bom movimento nas vendas neste Dia das Crianças, que culminou com um feriadão prolongado em todo o País.

Segundo previsões animadoras da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do SPC Brasil, o objetivo era vender até 8,5% a mais do que no feriado do ano passado.

O número final, entretanto, foi de 8,74%, o que reforça a expectativa de otimismo dos lojistas para o Natal e fim de ano.

Notas relacionadas:

  1. Confederação de Dirigentes Lojistas irá requerer da Redecard explicações sobre pane do Natal
  2. Confederação e lojistas brasileiros participam da maior feira mundial de varejo
  3. Vendas do Dia dos Namorados crescem 7,23%, diz associação de lojistas
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Transportes | 17:13

Cancelamento de voos faz da Webjet a campeã em perda de passageiros transportados

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O cancelamento de voos em cascata em setembro custou caro à Webjet, empresa que no mês passado foi campeã em perda de passageiros transportados segundo dados recém publicados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). 

Entre agosto e setembro de 2010, o número de passageiros transportados pela Webjet recuou em 26.108 passageiros. Em segundo lugar em perda de clientes ficou a TRIP, que teve uma baixa 4,3 vezes menor que a Webjet, de 6.041 passageiros no período. 

O grande número de voos cancelados pela Webjet impactou também na relação assentos fornecidos por passageiros transportados, que, segundo a Anac, caiu de 77,19% em agosto para 75,96% em setembro.

Conforme números fornecidos pela própria empresa, em setembro, a Webjet colocou à venda 428.034 assentos em voos, sendo que 325.137 foram realmente preenchidos por passageiros.

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Bolsa de Valores | 15:35

Corretora recomenda compra de ações de empresas do varejo e construção civil

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A baixa nas ações da Petrobras fez alguns investidores se perguntarem se é hora de buscar novas ações na Bolsa de Valores. A pedido do IG, Marcelo Talarico, sócio da Tal Invest, preparou uma série de recomendações de ações negociadas na BM&FBovespa. O foco são empresas do ramo do varejo e da construção civil.

Lojas Renner – Para Talarico, as ações da empresa já estão caras, mas ainda trazem uma boa perspectiva de valorização. “Só este mês, até ontem, (as ações) já subiram 6,93%. Hoje (sexta-feira) já está valorizando mais 0,90%. E este ano deu 60,86%”, conta.

Alpargatas – Empresa muito bem vista pela Tal Invest. Só em outubro, registrou alta de 4,74%. No ano, já sobe 77,36%, e, em 12 meses, contabiliza alta de 163,23%.

Cyrela – Ficou grande parte do ano no vermelho, mas abriu o mês em alta de 2,30%, acumulando ganhos de 2,34% no ano. Para Talarico, essa arrancada deve se intensificar assim que começar a temporada de balanços financeiros.

Camargo Correa Desenvolvimento Imobiliário (CCDI) – Outra empresa do ramo de construção civil cujas ações são recomendadas para a compra pela Tal Invest. Na sexta, ao longo do dia, a ação da CCDI chegou a valorizar 5,15%, após abrir em alta de 4,85%. No ano, a empresa acumula alta de 23,87%, segundo Talarico.

BR Malls – Outra empresa do ramo da construção civil, que também tem atuação no ramo do varejo, com chopping centers. Só neste mês, as ações avançam 7,78%, tendo registrado variação de 43,37% no ano.

Eternit – Outra empresa que ganhou recomendação de compra pela Tal Invest. “É uma empresa que já subiu 23,49% no ano, sendo 6,50% no mês, e ainda assim está barata”, dizTalarico. Ontem, no início da tarde, cada ação da Eternit era vendida a um preço unitário de R$ 9,90.

Notas relacionadas:

  1. Construção tem os maiores ganhos, aponta Economatica
  2. Ações da MMX, de Eike, sobem 333% no ano, diz Economatica
  3. André Esteves recomenda a compra de ações da Petrobras
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sexta-feira, 8 de outubro de 2010 Finanças | 16:39

Economista diz que desemprego nos EUA vai turbinar alta do real

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A ação do Federal Reserve (FED, o Banco Central norte-americano) para conter a alta do desemprego nos EUA terá impacto direto na cotação da moeda brasileira, segundo acredita o economista-chefe do Banco Fator, José Francisco de Lima Gonçalves. Em setembro, segundo informou mais cedo o Departamento de Trabalho dos EUA, foram fechadas 95 mil vagas, ante previsão do mercado de apenas 10 mil ligamentos para o mês.

Conforme explicou Gonçalves, o número mais forte de desligamentos vai forçar o FED a adotar medidas pró-cíclicas de estímulo à economia, tentando fazer com que o mercado de trabalho reaja e menos pessoas entrem na fila do seguro-desemprego

“O FED vai emitir dinheiro, e quando isso acontece, a única coisa que se pode concluir sem muita discussão é que o dólar vai se desvalorizar, dando ainda mais corda para a alta do real”, avalia o economista.

Assim como Gonçalves, todo o mercado financeiro espera uma resposta mais ativa do BC dos EUA, que pode implicar em aumento substancial de liquidez. O risco para o Brasil está justamente nesse excesso de dinheiro, que poderá ingressar no País para se aproveitar das altas taxas de juros (arbitragem).

O FED deve se reunir no começo de novembro.

Notas relacionadas:

  1. Para Tesouro, alta do real não é impedimento para novas emissões em dólar
  2. Para economista, Brasil está crescendo o dobro do que tem de crescer
  3. Real vai permitir ajuste global do câmbio, diz banco alemão WestLB
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Indicadores, Indústria | 14:53

Em relatório, IEDI diz que dados de agosto sinalizam desaceleração do emprego industrial

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Má notícia para os trabalhadores de chão de fábrica. Em relatório divulgado agora há pouco, o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (IEDI) diz que a alta do emprego industrial de 0,1% em agosto já indica uma “clara tendência de desaceleração de crescimento adicional do emprego na indústria brasileira”.

“O aumento de apenas 0,1% em agosto com relação a julho contrasta com as elevações de 0,4%, 0,5% e 0,3% registradas, respectivamente, em maio, junho e julho”, diz a nota, reforçando que a causa do arrefecimento está no menor ritmo do crescimento industrial ocorrido após o setor produtivo ter experimentado um “tão vertiginoso quanto passageiro aumento de sua produção no primeiro trimestre deste ano”.

Notas relacionadas:

  1. Juro menor pode compensar queda da produção industrial, diz IEDI
  2. Para IEDI, baixa de 0,6% em São Paulo mostra que recuo da produção industrial poderia ter sido menor
  3. Desaceleração da indústria em agosto é resultado de real valorizado, diz IEDI
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Finanças | 09:30

Real vai permitir ajuste global do câmbio, diz banco alemão WestLB

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A ideia de que há um descompasso entre o ritmo de crescimento das economias pode ser encarada como o xis da questão dos embates comerciais travados por países em desenvolvimento, que temem perder competitividade com a valorização de suas moedas.

O entendimento é do estrategista-chefe para o Brasil do banco alemão WestLB, Roberto Padovani, que diz acreditar que o real brasileiro tem poder suficiente para influenciar em um possível ajuste global do câmbio.

“A moeda brasileira vai ser uma das moedas que vai permitir um ajuste global do dólar, porque o problema que existe hoje no mundo é que o crescimento de vários países está abaixo do potencial, e outros, como índia e Brasil, estão crescendo muito acima do potencial, o que gera um desequilíbrio global”, afirmou.

O mesmo entendimento teve o presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick, que disse nesta quinta-feira temer que a iminência de conflitos protecionistas leve o mundo a “repetir os erros da década de 1930”, quando a Grande Depressão abateu Wall Street.

Notas relacionadas:

  1. Brasil quer G20 contra a queda do dólar
  2. Valorização do real afeta cálculos dos juros sobre dívida
  3. Contratações de câmbio batem recorde no Banco do Brasil
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Finanças | 09:29

Para economista, Brasil está crescendo o dobro do que tem de crescer

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O Brasil precisa frear seu crescimento, de forma a evitar que seja alvo de uma inflação galopante e de uma concorrência desigual das importações baratas de países em desenvolvimento, segundo acredita o economista Roberto Padovani, estrategista-chefe do banco WestLB.

“Estamos correndo quase o dobro do que a gente podia correr. Nosso PIB potencial é de 4%, e estamos crescendo entre 7,5% e 8%. Esses níveis são insustentáveis”, diz o economista.

Há duas formas de tentar conter esse crescimento, conforme disse Padovani. “Uma coordenada, via inflação, corroendo renda e aumentando juros, o que já está sendo feito de certa forma pelo governo. A segunda é descoordenada, via aumento de importações, o que implica preterir a produção doméstica”, avalia.

Notas relacionadas:

  1. Câmbio valorizado pode antecipar limite para crescimento econômico do País, diz Iedi
  2. Para Tesouro, alta do real não é impedimento para novas emissões em dólar
  3. Para português BES Investimento, reduzir imposto é mais eficiente do que desvalorizar o câmbio
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quinta-feira, 7 de outubro de 2010 Construção, Governo | 12:49

Cade adota nova jurisprudência em casos de fusão e aquisição de empresas

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A decisão do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) que obrigou a Polimix Concreto, empresa do grupo Votorantim, a desfazer o negócio com a Cimento Tupi S.A. sinaliza um novo tipo de entendimento da lei antitruste.

A decisão de vetar totalmente a operação, conforme antecipou o IG, pode ser vista como um novo tipo de jurisprudência do Cade, que agora vai preocupar-se também com as composições acionárias das empresas envolvidas em operações de fusão.

Foi o caso da compra da Cimento Tupi pela Polimix Concreto, empresa cujo um quarto do capital está nas mãos do grupo Votorantim.

Conforme explicou o conselheiro relator do caso, Fernando Furlan, que também presidiu a sessão que decidiu pela dissolução do negócio, por mais que o grupo Votorantim não possa indicar membros no conselhos de administração nessas empresas, eles podem utilizar informações comerciais importantes que possam lhes ajudar a estabelecer suas própria política comercial. “E isso é preocupante”, disse Furlan.

Notas relacionadas:

  1. Ministério Público vai exigir que empresas devolvam dinheiro ao SUS, em caso de maior multa pelo Cade
  2. Cade deve vetar amanhã compra de cimenteira por empresa do grupo Votorantim
  3. Segmento de cimento e concreto passará por pente-fino do Cade
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Construção, Governo | 12:47

Segmento de cimento e concreto passará por pente-fino do Cade

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A dissolução do acordo entre Polimix Concreto e Cimento Tupi S.A., determinada ontem pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), faz parte de uma série de ações que os órgãos de defesa da concorrência têm empreendido nesse segmento do ramo de construção civil.

Segundo fontes do setor, deve ficar pronto em breve relatório da Secretaria de Direito Econômico (SDE) que investiga suposto cartel no setor de cimento.

O Cade também deve avaliar, já no ano que vem, a compra de parte das ações da cimenteira portuguesa Cimpor pela brasileira Votorantim, num dos maiores acordos do setor.

O entendimento dos reguladores antitruste é que é necessário estar atento a todos esses movimentos no setor, que tem um impacto fortíssimo na cadeia produtiva do País.

Por sinal, a decisão de ontem do Cade de vetar a compra da Tupi S.A. pela Polimix, a quinta nesse sentido em toda a história do órgão, já marca a contundência com que o conselho enxerga essas operações.

Além de ter mandado que as empresas dissolvessem o contrato, o Cade aplicou multa de R$ 422 mil por as empresas terem apresentado a operação fora do tempo exigido.

Notas relacionadas:

  1. Cade pode rever determinação inicial sobre acordo entre Pão de Açúcar e Casas Bahia
  2. Cade vai fechar o cerco a operações envolvendo empresas que tenham ações em poder de grandes grupos
  3. Cade deve vetar amanhã compra de cimenteira por empresa do grupo Votorantim
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quarta-feira, 6 de outubro de 2010 Indústria | 17:47

Desaceleração da indústria em agosto é resultado de real valorizado, diz IEDI

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A ligeira contração do produto industrial em agosto, de 0,1%, é consequência de fatores como uma maior retração na produção em Estados de menor poder industrial e da valorização do real frente ao dólar, segundo análise do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (IEDI).

Em relatório que acaba de ser concluído, o IEDI diz que, “devido ao câmbio sobrevalorizado e à aguerrida busca por parte de várias economias de mercados externos para suas exportações”, a indústria doméstica vem sofrendo uma forte concorrência dos produtos importados.

“Esta possibilidade é bastante plausível e deve ser acompanhada nos próximos meses”, segue a análise, reforçando que o dado divulgado ontem pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), que mostrou uma queda do faturamento da indústria em agosto, favorece esse argumento.

Notas relacionadas:

  1. Indústria vai sair da crise no começo de 2010, diz IEDI
  2. IEDI prevê alta de 11% da indústria
  3. Câmbio valorizado pode antecipar limite para crescimento econômico do País, diz Iedi
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Indicadores | 16:17

Mercado espera alta disseminada nos preços no atacado

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Ao passo do que fez o Santander esta semana, que revisou para cima suas previsões para alguns indicadores de atacado como o IGP-M e IGP-DI, todo o mercado financeiro tem se preocupado com o comportamento desse tipo de índice de preços.

Conforme mostrou a última pesquisa Focus, resultado de estimativas colhidas com cerca de 100 instituições do mercado financeiro, as previsões para IGP-M e IGP-DI têm sido reajustadas a cada semana, em função da alta das commoditites nos mercados internacionais.

O IGP-M tem sua variação reestimada há cinco semanas ininterruptas, passando de uma alta de 8,71%, há um mês, para uma elevação de 9,45%, esta semana. O mesmo ocorreu com o IGP-DI, em alta há quatro semanas, cujas previsões saltaram de 8,43% para 9,38%.

Mais cauteloso, o Santander demorou para revisar suas estimativas. Mas quando o fez, foi para números ainda mais pessimistas. Para o IGP-M, a alta saltou de 7,5% para 9,3%. O IGP-DI foi reestimado em 9,5%, ante projeção inicial de 8,1%.

Notas relacionadas:

  1. Mercado sinaliza PIB acima de 5% em 2010
  2. Mercado já aposta em alta menor dos juros pelo Banco Central
  3. BC deve subir o juro em 0,5 ponto e encerrar o ciclo de alta
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Indicadores | 14:26

Aluguel e mensalidade escolar vão subir o dobro da inflação oficial em 2011, diz Santander

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Prepare o bolso. No ano que vem, o reajuste das mensalidades escolares e do aluguel deve ficar cerca de duas vezes maior que a inflação oficial, segundo cálculos do banco Santander.

A estimativa se baseia na elevação do Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M), principal indexador de contratos de aluguel e mensalidades escolares. Como os reajustes são, normalmente, feitos a cada ano, em 2011, esses contratos vão se basear no IGP-M de 2010, que deve fechar o ano em alta de 9,3%.

A elevação é quase duas vezes maior que a alta esperada para 2011 do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial, estimada em 4,9% pelos analistas de mercado financeiro, segundo dados da última pesquisa Focus.

“Em 2009, o IGP-M apresentou deflação de 1,7%, e mesmo assim os contratos foram reajustados para cima. Por isso, é bem provável que o aluguel e as mensalidades subam o dobro (em 2011)”, diz a economista Tatiana Pinheiro, do Santander. “Com certeza, são dois itens que devem pressionar bastante o IPCA no ano que vem.”

Notas relacionadas:

  1. Inflação desacelera em fevereiro, diz Fecormercio-SP
  2. Para Santander, inflação vai subir nos próximos meses
  3. Inadimplência no pagamento de aluguel cresceu 23,51%
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Indicadores | 14:25

Para economista, alta do real compensa pressão das commodities sobre preços

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As commodities agrícolas devem manter a trajetória de valorização nos mercados externos, trazendo os preços dos produtos para cima também no Brasil, segundo acredita a economista Tatiana Pinheiro, do Santander.

“De janeiro a agosto, o preço das commodities agrícolas nos mercados externos subiu 14%, sendo que 10% foram somente entre julho para agosto. E pelo que temos acompanhado de trajetória dos preços, a tendência é que o preço das commodities continue aumentando no mercado mundial.”

A economista reforça, entretanto, que a alta de 14% não foi repassada integralmente ao Brasil, em razão de dois motivos. O primeiro é que o País é exportador líquido de commodities agrícolas, o que quer dizer que as vendas desse tipo de produto superam as compras.

O segundo ponto diz respeito ao preço de compra das commodities em reais, e não em dólares. Nesse ponto, reforça Tatiana, a alta da moeda brasileira perante à americana acaba ajudando que o brasileiro não receba todo o impacto da valorização nos mercados externos.

Ainda assim, houve pressão das commodities no mercado interno. Segundo cálculos do Santander, de janeiro para agosto, o preço de commodities agrícolas em reais subiu 15% no País. Só em setembro, esse preço variou 6,5%.

Notas relacionadas:

  1. Rigor fiscal e retirada de incentivos podem aliviar pressão sobre inflação, diz Tendências
  2. Inflação mais fraca é conseqüência do menor crescimento mundial, diz economista
  3. Preços em São Paulo caem pelo quarto mês consecutivo, diz Fecomercio-SP
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terça-feira, 5 de outubro de 2010 Construção, Governo | 16:45

Cade deve vetar amanhã compra de cimenteira por empresa do grupo Votorantim

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O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) deve vetar amanhã a compra da Cimento Tupi S.A pela Polimix Concreto, empresa integrante do grupo Votorantim.

Conforme disse uma fonte, tudo leva a crer que o conselheiro relator do caso, Fernando Furlan, deve seguir o entendimento do procurador do Cade, Gilvandro Araújo, que vê risco de concentração de mercado.

Segundo parecer de Araújo, 25% do capital da Polimix Concreto estão nas mãos da Silcar Empreendimentos, holding detentora do controle do grupo Votorantim.

O parecer da Secretaria de Acompanhamento Econômico (Seai), órgão ligado ao Ministério da Fazenda, diz ainda que “nos últimos três anos, o Grupo Votorantim participou de inúmeros atos de concentração (compras de empresa), sendo que grande parte deles ocorreu nos segmentos de fabricação de cimento e de prestação de serviços de concretagem”.

Para a fonte, esses argumentos são irrefutáveis. “É bem provável que o conselheiro relator (Furlan) acompanhe o procurador, e vote contra a operação.”

Notas relacionadas:

  1. Cinco saem na frente em disputa pela presidência do Cade
  2. Presidente do Cade vai dar explicações sobre fusões e aquisições a deputados ruralistas
  3. Para procurador do Cade, relatório reforça urgência em repensar a fiscalização antitruste no País
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Copa do mundo, Empresas | 12:18

Especialistas discutem em Brasília preparativos para a Copa de 2014

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Especialistas nas áreas de tecnologia, logística digital, energia e telecomunicações se reúnem amanhã, em Brasília, para discutir os preparativos da cidade para a Copa do Mundo de 2014.

O seminário terá palestras de Jack London, consultor internacional para a área de negócios e economia digital, e de Pedro Almeida, diretor de projetos especiais da IBM Brasil.

Brasília é última das 12 cidades-sede a receber o road-show sobre a copa. Os convites para o evento são gratuitos, e podem ser retirados aqui.

Notas relacionadas:

  1. Aécio Neves recebe Abdib para falar sobre a Copa de 2014
  2. Infraestrutura para a Copa de 2014 atrai estrangeiros
  3. BNDES recebe primeiras consultas de investimentos para Copa de 2014
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segunda-feira, 4 de outubro de 2010 Governo | 19:31

Mantega diz que vai pressionar EUA para que concedam incentivos à economia

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O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou no fim da tarde de hoje a jornalistas que vai pressionar o governo norte-americano a conceder incentivos tributários como forma de conter a depreciação que o dólar tem sofrido perante as moedas de outros países.

Mantega reforçou que os países enfrentam hoje uma guerra cambial, que deve evoluir em breve para uma “guerra comercial”, com medidas protecionistas de ambos os lados.

“Ninguém está dormindo em serviço”, disse o ministro, após anunciar que viaja esta semana para os Estados Unidos, onde participa de reunião do Fundo Monetário Internacional (FMI).

Mantega reforçou que o assunto também deve ser tratado na reunião de cúpula dos países do G-20, três semanas depois do encontro do FMI.

“Queremos manter o sistema de livre comércio, que é o melhor. Então estou propondo que os EUA voltem a dar estímulos fiscais (aos setores de sua economia), porque aí o mundo inteiro vai crescer de forma mais harmônica.”

Notas relacionadas:

  1. Mantega deve anunciar amanhã prorrogação da linha especial de financiamento a bens de capital
  2. Mantega discute integração macroeconômica com ministro argentino
  3. Mantega diz que vai deixar herança bendita para o próximo governo
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Finanças, Governo | 18:53

Alta do IOF visa inibir apetite de estrangeiros por taxa de juros do País

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Segundo o ministro da Fazenda, Guido Mantega, o governo precisou mesmo elevar o Imposto sobre Operações Financeiras, como o iG havia antecipado, para reduzir um crescente movimento de carry trade no País. Isso acontece quando investidores estrangeiros tomam dinheiro barato em outros países para lucrar em outro (nesse caso específico, no Brasil).

Mantega acaba de anunciar a medida, que já começa a valer a partir de amanhã e significa aumento do IOF para 4% para renda fixa e fundos de estrangeiros. “A chamada aplicação financeira não altera a aplicação em bolsa”, explicou o ministro.

Ele justificou a medida já que, mesmo tendo se encerrado a operação de capitalização da Petrobras, o real continuou a se valorizar frente ao dólar. “Hoje o Brasil tem um atrativo para aplicação financeira. Temos uma taxa de juros elevada, mas nesse caso, identificou-se uma pressão principalmente em renda fixa, principalmente por conta dessa diferença de juros.”

Notas relacionadas:

  1. Governo deve aumentar IOF sobre o capital estrangeiro depois das eleições
  2. Mantega diz a empresários que vai tomar novas medidas para conter queda do dólar
  3. Governo dobra IOF sobre capital estrangeiro
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Eleições, Governo | 15:38

Sem Dilma, Lula inaugura plataforma da Petrobras na quinta-feira

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Sem a companhia de Dilma Rousseff, que está impedida de ir a inaugurações por conta da lei eleitoral, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai nesta quinta-feira à Angra dos Reis, no Rio, onde acompanha o lançamento da plataforma da Petrobras P-57, que será utilizada no Campo de Jubarte.

O plano inicial era que Lula fosse ao evento com Dilma eleita, mas a estratégia esbarrou na forte arrancada de Marina Silva, que abocanhou pouco mais de 19,6 milhões dos votos.

Sem Dilma, Lula vai ter a companhia do presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, e do ministro de Minas e Energia, Márcio Zimmermann.

Quando tiver operando a pleno vapor, a plataforma P 57 vai produzir até 180 mil barris de petróleo por dia, e até 2 milhões de metros cúbicos de gás por dia. A P-57 fará a exploração no litoral do Espírito Santo.

O investimento é da ordem de US$ 1,195 bilhão.

Autor: Deco Bancillon, de Brasília Tags:

Eleições | 11:51

Apoio de Marina no segundo turno é a principal expectativa para os próximos dias, diz Santander

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Em relatório preparado a clientes, o banco espanhol Santander avalia que a principal expectativa em torno do segundo turno das eleições está em quem vai receber os 19,6 milhões de votos dados ontem à Marina Silva, candidata derrotada do PV à Presidência.

“Até o segundo turno das eleições, marcado para o dia 30 de outubro de 2010, uma das principais expectativas é com relação ao apoio da candidata Marina Silva. Antes das eleições desse último domingo a perspectiva era de que a candidata se mantivesse em uma posição neutra em caso de segundo turno, porém devemos esperar uma comunicação oficial”, diz o banco.

Notas relacionadas:

  1. Dilma pode se eleger no 1º turno, diz Tendências
  2. Pesquisa indica ascensão de Marina Silva
  3. “Segundo turno prova que o povo não legitima arrogância e prepotência do PT”, diz FHC
Autor: Deco Bancillon, de Brasília Tags: , ,

Eleições | 11:50

Relatório cita bancada governista, e reforça vitória do PSDB em Minas e São Paulo

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No mesmo relatório, o Santander sinaliza que o apoio dos deputados e senadores eleitos ontem deve ser uma das armas utilizadas pelo PT para eleger a candidata Dilma Rousseff em 30 de outubro. “Dilma vai ao segundo turno, mas tem mais apoio no Congresso”, diz o relatório.

O banco reforça, no entanto, que a diminuição de oposicionistas no Congresso, que favorece a candidatura de Dilma, não foi vista nas eleições dos governos estaduais.

“O principal partido de oposição (PSDB) foi vitorioso em termos de número de governadores eleitos, com destaque para os dois Estados com o maior número de eleitores, São Paulo e Minas Gerais (somando 33% do eleitorado)”.

Autor: Deco Bancillon, de Brasília Tags:

Finanças | 08:30

Para português BES Investimento, reduzir imposto é mais eficiente do que desvalorizar o câmbio

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Diante da tendência mundial de desvalorização do dólar, é mais eficiente que o Brasil reduza impostos para a indústria do que tente reverter a cotação do câmbio no mercado financeiro.

A opinião é do economista sênior para o Brasil do banco português BES Investimento, Flávio Serrano. “A gente não vê como maneira sustentável criar um patamar para o câmbio de maneira exógena (artificial), porque os fundamentos econômicos não se alteram”, avalia.

Para Serrano, tentar reverter a queda do dólar é “chover no molhado”. “Ainda que se utilize arsenal pesado, como o Fundo Soberano e mais IOF, no longo prazo, o fluxo financeiro continua forte”.

O economista do BES Investimento crê que a melhor forma de proteger a indústria nacional dessa volatilidade do câmbio ainda é melhorar as condições de oferta. “Entendo que o governo esteja preocupado com essa desvalorização do dólar, mas a taxa de câmbio é resultado de um processo econômico”.

“Entendo que o governo esteja preocupado com o câmbio, mas é muito melhor mudar as condições de oferta do que mexer no câmbio, porque esse movimento é generalizado, e o fundamento sempre prevalece.”

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Autor: Deco Bancillon, de Brasília Tags: , ,

domingo, 3 de outubro de 2010 Governo | 11:00

Brasil é finalista em prêmio que vai eleger melhor agência comercial do mundo

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O Brasil concorre com sua Agência de Promoções de Exportações (Apex-Brasil) ao prêmio de melhor organismo de promoção comercial do mundo, o 2010 World TPO Network  Awards.

A Apex é a única agência da América Latina a ser finalista do Prêmio, e concorre na categoria Países em Desenvolvimento. Para levar o troféu, os brasileiros terão de bater Armênia, Malásia, Omã e Emirados Árabe Unidos.

O resultado será divulgado em 14 de outubro, no México, durante a 8ª Conferência Mundial de Agências de Promoção de Exportações.

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Autor: Deco Bancillon, de Brasília Tags: ,

sexta-feira, 1 de outubro de 2010 Sustentabilidade | 09:00

Consórcio de Jirau vai repassar R$ 6 milhões a aldeias indígenas no Rio Madeira

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Local onde está sendo construída a Usina Hidrelétrica de Jirau, no Rio Madeira

A Energia Sustentável do Brasil (ESBR), consórcio que irá construir a hidrelétrica de Jirau, vai doar R$ 6 milhões para serem aplicados em comunidades indígenas afetadas pelas obras da usina no Rio Madeira.

O dinheiro vai atender 344 territórios indígenas.

O contrato foi assinado hoje em Brasília, e faz parte de um investimento conjunto de quatro empresas (Corrêa, Suez, Chesf, Funcef e Eletrosul) e do fundo de pensão dos trabalhadores da Caixa, o Funcef.

Assinaram o documento representantes da Energia Sustentável, da Santo Antônio Energia e o presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), Márcio Meira.

O contrato inclui ainda aporte financeiro do consórcio de Santo Antônio, cujo valor não foi divulgado.

Autor: Deco Bancillon, de Brasília Tags: , , ,

quinta-feira, 30 de setembro de 2010 Governo, Turismo | 19:40

Novas regras para trazer bagagem do exterior começam a valer nesta sexta-feira

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O brasileiro que viajar ao exterior vai enfrentar menos burocracia na hora de declarar as compras na volta para casa. Começa a valer nesta sexta-feira a instrução normativa da Receita Federal que simplifica a entrada de bagagens como celulares, câmeras fotográficas e relógios.

A partir de hoje, fica extinta a chamada Declaração de Saída Temporária. O documento era assinado por turistas que viajavam ao exterior e continha detalhes dos produtos em posse do viajante para que não fossem tributados novamente na volta ao Brasil. Com a mudança, não será mais necessário declarar câmera fotográfica, relógio e celular no embarque. Nem na volta, desde que o produto seja para uso pessoal.

Os limites para compras continuam os mesmos: US$ 500 para via aérea e US$ 300 para via terrestre. As compras que excederem esse valor serão tributadas, como já ocorre hoje.

Outra mudança diz respeito aos produtos adquiridos de uso de trabalho. A partir desta sexta, um músico que viajar ao exterior poderá trazer na bagagem um instrumento musical sem que o produto entre na cota de bagagem. O mesmo vale para um fotógrafo que adquirir equipamento novo. A ressalva da Receita Federal é que a pessoa terá de comprovar que o produto será utilizado para trabalho.

Também passam a valer os novos limites para a compra de bebidas alcoólicas e cigarros. Antes, cada aduana determinava quais eram as quotas individuais de compras. Agora, cada brasileiro poderá trazer do exterior até 12 litros de bebida alcoólica, 10 maços de cigarros com 20 unidades e até 25 unidades de charutos ou cigarrilhas.

As regras valem para todo o território nacional.

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Autor: Deco Bancillon, de Brasília Tags: ,

Finanças, Governo | 14:55

BC quer que operações com derivativos sejam mais transparentes

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O Banco Central (BC) está de olho nas operações feitas pelos bancos com contratos derivativos.

Conforme explicou o chefe do Departamento de Normas do BC, Sérgio Odilon dos Anjos, a ideia de indicar um diretor responsável pela área de derivativos vai permitir que toda as operações a serem feitas sejam mais transparentes, a exemplo do que já ocorre hoje com as áreas de assets.

Esse diretor vai atuar juntamente à Central de Exposição de Derivativos (CED), espécie de banco de dados criado pela Febraban, BMF e Cetib que reúne informações sobre as operações com derivativos feitas pelos bancos e clientes.

Conforme contou Odilon, a central já está em início de operação no País.

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Autor: Deco Bancillon, de Brasília Tags: ,

Finanças, Governo | 14:05

Bancos terão de indicar responsável por área de derivativos ao BC

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Resolução aprovada agora há pouco pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) determina que bancos e instituições financeiras que operam com derivativos têm que indicar um diretor responsável pela área que irá responder diretamente ao Banco Central (BC).

A ideia é dar mais transparência às operações dessas instituições, que tem operado a descoberto sobretudo no mercado de câmbio.

Conforme foi publicado pelo IG, o volume de contratos de câmbio fechados na BMF&BOVESPA atingiu em setembro o maior volume desde o período pré-crise, com cerca de US$ 19 bilhões apostando na queda do dólar.

Para técnicos do BC, parte desses contratos foram fechados a descoberto, ou seja, os bancos fecharam acordos sem ter recursos para poder honrar os compromissos futuros.

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Autor: Deco Bancillon, de Brasília Tags: , , ,

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