Copom deve cortar juros em 0,50 ponto e pode aumentar cortes em 2012, diz Octavio de Barros
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central anuncia na quarta-feira o rumo da taxa básica de juros (Selic) da economia brasileira.
Para o diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos, Octavio de Barros, o cenário global teve riscos ampliados desde o último encontro do Copom, o que aumenta a pressão sobre um corte maior na taxa.
O economista acredita que o Banco Central vai cortar os juros em 0,50 ponto percentual, reduzindo a Selic para 11% ao ano, no último encontro de 2011.
Por outro lado, Barros enxerga a possibilidade de uma intensificação no ritmo de corte a partir do ano que vem.
“Não descartamos que o comunicado pós-decisão (ou a ata) deixe as portas abertas para aumentar o ritmo de queda da Selic nas reuniões subsequentes, condicional ao cenário”, disse.
O economista disse que a inclusão de termos como “monitorar atentamente” podem indicar a possibilidade de o BC ampliar o ritmo de corte dos juros.
“Incorporando os riscos atuais, revisamos a nossa expectativa de Selic para 2012, de 10% para 9,5%, nível que deve ser alcançado em abril, em princípio, em passos de 50 pontos base”, completou.
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8 comentários | Comentar
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8 Mauro 29/11/2011 0:29
Eu juro de pé juntinho, que os juros irão abaixar mais ou menos daqui uns 30 anos, conforme o mestre Guru disse-me.
Vamos aguardar então.
Vai melhorar.!!!!!
7 Mauro 28/11/2011 22:15
Mudaram o cálculo da inflação para reduzi-la meio ponto no ano que vem (reduzindo o peso de serviços e aumentando o de eletroeletrônicos). Assim, fica fácil cortar os juros.
Modelo Kirchner de controle inflacionário: a inflação não cai, reduz o peso do que sobe e aumenta o do que cai.
O Greenspan também fez isso e a história acabou bem…
6 J. Leite 28/11/2011 19:30
Juros altos é um veneno que mata aos pouco a economia do país. Se juros alto fosse bom os países do primeiro mundo teriam os juros mais alto do mundo. Para controlar a inflação o governo tem que incentivar o aumento da produção. Tem que investir muito em infraestrutura, ferrovias, estradas, portos e aeroportos para o nossos produtos escoar com facilidade e barater os preços. Até que enfim os economistas eestão falando a lingugem da maioria do povo brasileiro
5 vanios souza do nascimento 28/11/2011 17:31
Enquanto o governo não iniciar o pagamento real da dívida interna, a queda de juros no Brasil, não vai atingir a ponta, ou seja, o contribuinte comum, assalariados de baixa e média renda. o juros que o copon corta pode até beneficiar empresas, mas os Bancos continuarão a exercer o massacre aos devedores.
Vamos aguardar algo verdadeiramente real. Acredito que se a economia continuar bem, e nossos governos aprenderem alguma lição com a crise Americana e a Europa Ocidental, teremos em 20 a 30 anos juros decentes para o povão!
4 Aylton Dias 28/11/2011 14:47
A reducao dos juros para patamares internacionais reduz os custos dos produtos e servcos brasileiros e abre espaço para a reducao dos impostos.
3 Harouche, José Carlos 28/11/2011 14:33
Juros è um custo imposto aos governos e às pessoas físicas e jurídicas, por estar embutido em tudo que é produzido e comercializado no Brasil ou no exterior. Empregar os juros como instrumento de controle de inflação é um êrro de gigantescas proporções. O controle da inflação deve ser efetuado através da concessão responsável do crédito.
2 Edivelton Tadeu Mendes 28/11/2011 14:24
Também é se faz preciso mudar a carga tributária!
1 Paulo Damasceno 28/11/2011 13:45
Notícia assaz alvissareira. A generosidade dos senhores que controlam a economia é realmente comovente. É possível que tenhamos uma drástica redução nos juros dos cartões de crédito e dos cheques especiais dos, digamos, mais de 200% e 180%, respectivamente, para juros mais decentes, redução aí para uns 200% e 180%, também, respectivamente.
O povo brasileiro agradece prostrado diante de tão significativa melhora na redução de seus desembolsos.
Salve o Brasil. Viva o COPOM.