“Não haverá afrouxamento da meta fiscal em 2012″, diz Guido Mantega | Guilherme Barros

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sexta-feira, 19 de agosto de 2011 Governo | 17:19

“Não haverá afrouxamento da meta fiscal em 2012″, diz Guido Mantega

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Guido Mantega (Foto: Agência Estado)

Guido Mantega (Foto: Agência Estado)

O governo elegeu a política fiscal como sua principal arma para enfrentar a crise internacional. Será esse o grande diferencial do País em relação ao resto do mundo para se sair melhor do terremoto.

“Não haverá afrouxamento da meta fiscal em 2012 e nos próximos anos”, afirmou Guido Mantega, ministro da Fazenda, hoje, em conversa com pessoas próximas.

“Vamos continuar na rota da solidez fiscal, que é muito importante nesse momento de turbulência internacional.”

Para Mantega, o País está conseguindo manter a economia em crescimento e ao mesmo tempo diminuindo a divida.

“Não adianta ter um bom fiscal e uma economia fraca”, disse.

Para 2012, Mantega afirmou que o orçamento será rigoroso e sólido e vai abrir espaço para se aumentar os investimentos, já que as despesas com custeio é que crescerão menos.

Mantega negou que o governo esteja pensando em abater o PAC da meta de superávit primário no ano que vem. O governo vai manter a mesma estratégia deste ano, segundo ele, de cumprir a meta “cheia” para 2012.

A meta para o governo central é de R$ 117,8 bilhões.

Mantega afirmou também que, a partir de agora, o governo vai normalizar a liberação de verbas para as emendas do Congresso, que estavam bloqueadas. Segundo ele, essas emendas representam muitas obras importantes de Estados e municípios.

O ministro da Fazenda não se mostrou preocupado com o resultado do IPCA-15, divulgado hoje, de 0,27% em agosto, porque o índice ainda não captou a queda nos preços das commodities provocada pelo temor de uma recessão global.

Para Mantega, a trajetória da inflação é beninga e o índice da inflação deve refletir essa redução no preço das commodities nos próximos meses.

Autor: Guilherme Barros Tags: , , , ,

16 comentários | Comentar

  1. 16 Mauro 21/08/2011 14:39

    Viva o Brasil, o país dos que não sei de nada,eu não ví nada,eu não falei nada.
    Eu não estou nem aí com nada.
    Vai melhorar!!!
    Abs.

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  2. 15 guto 20/08/2011 14:05

    acabar com a festa de cabide de emprego em ministerios,freiar gastos e possivel

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  3. 14 guto 20/08/2011 14:02

    nao contratar em 2012,servidor publico gera muito gasto porque ganham muito produzem pouco

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    • antonio 22/08/2011 15:10

      É não contratar professor e deixar crianças sem aula?
      Não contratar policiais e deixar a violencia aumentar?
      Não contratar fiscais do estado e deixar empresas roubarem impostos?
      Não é por aí.

  4. 13 Mauro 20/08/2011 13:34

    O que precisa acabar é a maldita corrupção, aí vai melhorar.
    Que tal um salário mínimo para cada político?
    Veras que, não sobra um.
    Seremos assim um país de 1. mundo.
    Ninguém faz nada pelo povo não.
    abs.

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  5. 12 Adhemar Raymundo de Souza 20/08/2011 11:11

    Enquanto o governo aperta o nó no pescosso do cidadão comum, que já trabalha ,tres meses por ano só para pagar ,a turma lá mo congresso nacional não está nem um pouco , preucupado com o povão. O Sr Mantega deveria era obrigar , aqueles que lesaram o pais , a devolver , tudo oque roubaram.Com tanto roubo uma hora o pais pode até quebrar. Ano que vem tem eleição para prefeito e vereadores.Povo olho na quedrilha que se instalaou , la no planalto central. A culpa é do aposentado ,

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  6. 11 Denise Teixeira 20/08/2011 3:34

    O povão é cúmplice de seu infortúnio, pois vota sempre nos mesmos inúteis…Não gosta de mudar…É comodista e resignado, pois não percebe nada senão o futebol, cachaça, samba e o que a mídia enfia pela mente alienada da massa de manobra, fazendo que as coisas venham piorando mais e mais a cada ano que passa. Cortar na carne o Congresso não corta. Só corta onde não tem reclamação! Assim, o dia em que o eleitor evoluir ao perpassar das gerações que irão aos poucos tomando consciência da realidade, pois sofrem com a burrice de seus anscestrais, então, pode ser que dentro de uns cincoenta anos, o Brasil possa vir a ser uma nação autônoma e não dependente,como é hoje em dia.

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    • antonio 22/08/2011 15:04

      Infortúnio , eu vejo as ruas cheias de carro, supermercados e shoping abarrotados de gente comprando cada vez mais, ou estou estou vendo demais?

  7. 10 Roy 19/08/2011 22:52

    Se tanta gente está sempre pronta a criticar a falar mal dos políticos, são esses mesmos críticos que vão às urnas e elegem seus candidatos. Vejam que por muito menos, na Inglaterra, o povo mostrou o quanto é capaz. Que tal empunharmos as armas e irmos a luta por um Brasil livre de corruptos?

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  8. 9 Milton 19/08/2011 22:14

    Será que a equipe do governo vai lembrar de diminuir os gastos com a máquina administrativa (pesada e inoperante) que não são poucos, vão mandar para casa a grande quantidade de apadrinhados que existem sem necessidade nos quadros funcionais? Será que vão diminuir os salários dos deputados e políticos em geral? será que vão cortar as mordomias que samadas aos seus salários chegam a mais de 100.000 (cem mil reais por mês)? Será que vão diminuir o volume de dinheiro desviado em obras superfaturadas e outras falcatruas mais? porque o trabalhador brasileiro já trabalha 04 meses do ano somente para pagar impostos e sustentar esse governo (ou seria desgoverno), enfim até quando o povo Brasileiro vai aguentar pagar tanto dinheiro para poucos usufruirem sem limites? espero que em breve todos tenham consciência de quanto estão tirando da boca da própria família para sustentar um monte de indivíduos que só lembram do próprio bolso!

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  9. 8 Ed 19/08/2011 21:37

    politica desses parlamentares que temos e nòs somos culpados, inss e arrocho em nós pobres, isso nunca mais vai ter cura

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  10. 7 HANDER 19/08/2011 20:30

    O BRASIL FOI, É E SEMPRE SERÁ UM PAÍS FEUDAL !!!!

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    • antonio 22/08/2011 15:00

      Quanto pessimismo, as noticias até que são boas,será que seria melhor se estivessemos como alguns paises da europa , com o PIB em queda,rescessão, desemprego aí sim deveriamos reclamar.

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