Bancos públicos se preparam para reforçar oferta de crédito na crise
O Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal já começam a se preparar para suprir a demanda de crédito no Brasil.
Como o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) já opera perto do limite, BB e CEF devem complementar a oferta de crédito de longo prazo para as companhias brasileiras.
O Banco do Brasil deve concentrar as ações para as empresas.
Já a CEF, que também terá operações para pessoas jurídicas, deve atuar, principalmente, para manter crédito disponível para habitação.
A avaliação é de que não teremos um cenário tão complicado, como em 2008, quando o crédito externo secou.
Mas, com a crise na Europa e nos Estados Unidos, é inevitável uma redução das linhas internacionais de financiamento.
Nos últimos dias, já houve um aumento na procura por linhas de crédito de longo prazo nos bancos públicos.
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6 comentários | Comentar
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6 Flávio 03/10/2011 20:22
Todo este cenário economico é esperado, toda esta variação cambial vão levar os especialistas a pensarem em uma nova moeda, onde todos os países terão uma só moeda com maior força e um único governo mundial.
5 sergio 22/08/2011 11:33
acompanhando a meu ver a situaçao brasileira esta a beira do colapso, mesmo fora das capitais como eu posso ver e sentir que o jeitinho brasileiro se esgotou ,nao tendo em qualquer ramo de atividade o giro necessario para sua propria existencia, o mercado esta cobrando a abertura de credito para aqueles que nao o tinham, gerando assim uma enorme inadiplencia e tambem a estagnaçao das vendas a varejo gerando desemprego e quebradeira das empresas .
4 Maria 19/08/2011 15:18
Se o Banco do Brasil e a Caixa Econômica desempenhassem a função pública a qual se destinam, o Brasil seria outro. Na verdade, como tudo nesse pais, eles têm constroles obscuros. Só nos resta a esperança de que um dia essa finalidade pública apareça com a força que deveria ter em prol de nós, o povão brasileiro.
3 augusto 19/08/2011 14:45
Sob nova luz:
aproveitar o terror paralizante da crise mundial para o bc reduzir a Selic.
Isso reduz divida interna imediatamente, induz baixa de juros spread e eleva taxa de cambio.
A relativa parada da economia brasileira por uns meses seria paradoxalmente uma benção: impediria a elevaçao dos
preços internos, e ajudada pela queda provavel de preços das commodities. Blza! É apenas o tigre abaixando-se e encolhendo um pouco para o novo salto. Os musculos do tigre verde amarelo chamam-se ‘mercado interno’. Derrubada a presa ele sai mais forte para a jornada seguinte.
2 CARLOS 19/08/2011 13:07
O negocio esta cada dia mais dificel , vendas em queda , as despesas sempre subindo , hoje conforme o negocio que uma pessoa colocar se não tiver dinheiro proprio ela quebra no 1º ano , os pequenos sofrem com os grandes grupos que conseguem negociar capital de giro barato e ainda ganham redução de imposto e enquando os pequenos estão a cada dia a beira da falencia
1 Claudio Rubia 19/08/2011 8:18
A pequenas não irão suportar…
Muitas empresas, principalmente as de pequeno porte, que atuam no mercado de máquinas e equipamentos já estão endividadas, por razão da ultima crise 2008/9 e 10. Mesmo com a ampliação do crédito, por parte dos bancos publicos, os governos estaduais e federal deve-rão executar já um plano geral para renegociação de dividas com impostos, e até mesmo
outro Refis, quem sabe até anistia.
Há que se considerar que as pequenas e médias empresas empregam cerca de 70% do tatal de Cateiras assinadas, isto é fato!!