Bancos públicos se preparam para reforçar oferta de crédito na crise | Guilherme Barros

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sexta-feira, 19 de agosto de 2011 Finanças | 06:02

Bancos públicos se preparam para reforçar oferta de crédito na crise

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O Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal já começam a se preparar para suprir a demanda de crédito no Brasil.

Como o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) já opera perto do limite, BB e CEF devem complementar a oferta de crédito de longo prazo para as companhias brasileiras.

O Banco do Brasil deve concentrar as ações para as empresas.

Já a CEF, que também terá operações para pessoas jurídicas, deve atuar, principalmente, para manter crédito disponível para habitação.

A avaliação é de que não teremos um cenário tão complicado, como em 2008, quando o crédito externo secou.

Mas, com a crise na Europa e nos Estados Unidos, é inevitável uma redução das linhas internacionais de financiamento.

Nos últimos dias, já houve um aumento na procura por linhas de crédito de longo prazo nos bancos públicos.

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Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

6 comentários | Comentar

  1. 6 Flávio 03/10/2011 20:22

    Todo este cenário economico é esperado, toda esta variação cambial vão levar os especialistas a pensarem em uma nova moeda, onde todos os países terão uma só moeda com maior força e um único governo mundial.

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  2. 5 sergio 22/08/2011 11:33

    acompanhando a meu ver a situaçao brasileira esta a beira do colapso, mesmo fora das capitais como eu posso ver e sentir que o jeitinho brasileiro se esgotou ,nao tendo em qualquer ramo de atividade o giro necessario para sua propria existencia, o mercado esta cobrando a abertura de credito para aqueles que nao o tinham, gerando assim uma enorme inadiplencia e tambem a estagnaçao das vendas a varejo gerando desemprego e quebradeira das empresas .

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  3. 4 Maria 19/08/2011 15:18

    Se o Banco do Brasil e a Caixa Econômica desempenhassem a função pública a qual se destinam, o Brasil seria outro. Na verdade, como tudo nesse pais, eles têm constroles obscuros. Só nos resta a esperança de que um dia essa finalidade pública apareça com a força que deveria ter em prol de nós, o povão brasileiro.

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  4. 3 augusto 19/08/2011 14:45

    Sob nova luz:
    aproveitar o terror paralizante da crise mundial para o bc reduzir a Selic.
    Isso reduz divida interna imediatamente, induz baixa de juros spread e eleva taxa de cambio.
    A relativa parada da economia brasileira por uns meses seria paradoxalmente uma benção: impediria a elevaçao dos
    preços internos, e ajudada pela queda provavel de preços das commodities. Blza! É apenas o tigre abaixando-se e encolhendo um pouco para o novo salto. Os musculos do tigre verde amarelo chamam-se ‘mercado interno’. Derrubada a presa ele sai mais forte para a jornada seguinte.

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  5. 2 CARLOS 19/08/2011 13:07

    O negocio esta cada dia mais dificel , vendas em queda , as despesas sempre subindo , hoje conforme o negocio que uma pessoa colocar se não tiver dinheiro proprio ela quebra no 1º ano , os pequenos sofrem com os grandes grupos que conseguem negociar capital de giro barato e ainda ganham redução de imposto e enquando os pequenos estão a cada dia a beira da falencia

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  6. 1 Claudio Rubia 19/08/2011 8:18

    A pequenas não irão suportar…

    Muitas empresas, principalmente as de pequeno porte, que atuam no mercado de máquinas e equipamentos já estão endividadas, por razão da ultima crise 2008/9 e 10. Mesmo com a ampliação do crédito, por parte dos bancos publicos, os governos estaduais e federal deve-rão executar já um plano geral para renegociação de dividas com impostos, e até mesmo
    outro Refis, quem sabe até anistia.
    Há que se considerar que as pequenas e médias empresas empregam cerca de 70% do tatal de Cateiras assinadas, isto é fato!!

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