Publicidade

sexta-feira, 12 de agosto de 2011 Indicadores | 08:12

Índice de Satisfação do Consumidor fica estável em julho

Compartilhe: Twitter

O Índice Nacional de Satisfação do Consumidor (INSC), medido pela ESPM, manteve-se estável em julho, atingido avaliação de 60,2% – foi de 60% no mês anterior.

Levantado exclusivamente pela internet, o indicador passou a medir, em julho, a satisfação do consumidor com os sub setores de Alimentos (62,9%), Eletroeletrônicos (59,8%) e a indústria farmacêutica (65%).

De acordo com Ricardo Pomeranz professor da EPSM e criador do ínfice, o segmento de eletroeletrônicos, de maneira geral, é bem avaliado por seus lançamentos e ações de marketing. Mas, diz ele, “as empresas recebem muitas reclamações por causa da assistência técnica. O desempenho aparentemente não se deve ao funcionamento dos produtos. Na percepção dos consumidores, os fabricantes oferecem produtos atualizados tecnologicamente, diferentemente do que ocorria no passado”.

Para Alexandre Gracioso, vide-presidente acadêmico da ESPM, no caso da indústria farmacêutica, “o destaque negativo do primeiro levantamento deste segmento foi a divulgação de um estudo canadense aventando a hipótese de que o Champix, medicamento da Pfizer mais utilizado no mundo contra o tabagismo, pode provocar problemas cardiovasculares, como AVCs e enfartes”.

O setor de varejo fechou julho com 72,2% de satisfação; o financeiro, que analisa os quatro maiores bancos em operação no País, registrou 49,3%; informação, com dados das operadoras de Telecom, com 39,7%; e bens de consumo, que inclui alimentação e eletroeletrônicos, com 70,5%.

Notas relacionadas:

  1. Satisfação do consumidor brasileiro cai um ponto percentual e atinge 61,3% em maio, aponta ESPM
  2. Índice de satisfação do consumidor, da ESPM, inclui novos subsetores
Autor: Guilherme Barros Tags: ,

1 comentário | Comentar

  1. 1 Adriano Bastos 12/08/2011 11:44

    Excelente ideia da ESPM em criar este índice. Com o avanço da internet, tornou-se virtualmente impossível para as empresas monitorarem o buzz, que se espalha com grande velocidade e pode destruir bons produtos e empresas se a resposta for tardia….parabéns pela iniciativa do Prof. Ricardo!

    Responder
  1. ver todos os comentários
 

Antes de escrever seu comentário, lembre-se: o iG não publica comentários ofensivos, obscenos, que vão contra a lei, que não tenham o remetente identificado ou que não tenham relação com o conteúdo comentado. Dê sua opinião com responsabilidade!

* Campos obrigatórios


 

Responder comentário


* Campos obrigatórios