Banco Central não vai se desfazer de títulos dos EUA | Guilherme Barros

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sábado, 6 de agosto de 2011 Finanças | 13:56

Banco Central não vai se desfazer de títulos dos EUA

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O Banco Central não vai se desfazer das reservas aplicadas em títulos públicos dos Estados Unidos, após o rebaixamento da nota de crédito do país pela agência Satandard & Poor’s.

A inédita perda da classificação AAA (a nota máxima de risco) obrigará muitos fundos a deixar os títulos norte-americanos, por exigência dos estatutos, que obrigam investimentos em ativos com classificação máxima.

No caso brasileiro, a regra do Banco Central é aplicar em títulos e moedas com grau de investimento.

A decisão final sobre a manutenção dos títulos, entretanto, caberá ao colegiado da autoridade monetária.

O Brasil é o quinto maior detentor de dívida dos EUA, com US$ 206,9 bilhões.

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Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

22 comentários | Comentar

  1. 22 Maria Célia silva de Oliveira 07/08/2011 19:42

    Se os EUA cair nós cairemos juntos, com este governo incompetente LULA e DILMA,
    todo povo brasileiro vai pagar caro por votar neles, o brasil vai seguir mudando pra pior em
    vez de investir aqui que estamos precários em tudo vai comprar dívida dos EUA o PT só
    engana o povo e ainda passa nossas riquezas de graças para eles como é o caso do
    NIÓBIO que é dado de graça.

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  2. 21 helio 07/08/2011 15:14

    eu vejo tudo isso como uma grande cartada de risco americana para quebrar as novas potencias rivais .principalmente a china .NÃO VEJO OS CONGRESSISTA AMERICANOS TÃO IMPRUDENTE A PONTO DE QUERER QUEBRAR A NAÇÃO E SUA HEGEMONIA ECONOMICA MUNDIAL A AMERICA NÃO QUEBRA ASSIM TÃO FACIL..É O PORTO MAIS SEGURO DO PLANETA..

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  3. 20 Paulo Huttner 07/08/2011 13:28

    Alguem a’i pode me ensinar como se viabiliza pegar seu capital e emprestar para alguem recebendo 0,5% de juros ao ano e tomar emprestado para poder tocar seu negocio pagando 12,5% de juros ao ano? Acho que eu nao aprendi nada na matematica fundamental…preciso me atualizar.

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  4. 19 Nivaldo Fernandes da Silva 07/08/2011 11:25

    O Brasil deveria fazer parte das suas reservas em ouro, e não somente em títulos do tesouro americano, ou moedas de outros países.

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  5. 18 Moises 07/08/2011 10:55

    Comentando a econonomia mundial. Os paises são aranhas e as moedas as teias, enquanto nós somos os insetos!

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  6. 17 leo 07/08/2011 9:43

    Sim 12,5% contra 0,25% com uma moeda que se deprecia!pior ainda.

    Excellente,maraviglioso o lapsus calami acima no texto.
    “rebaixamento da nota de crédito do país pela agência Satandard & Poor’s.”
    Diabolico mesmo!
    Parece que o Brasil ´viro adicto em substancias toxicas.Precisa de uma cura tipo rehab logo rezando q nao va acabar com a historia de Amy.

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  7. 16 Galileu 07/08/2011 9:16

    É fácil quitar a divida com a China,é só transferir a a Costa Oeste Americana para os chineses, já que esta mais próxima do continente asiático.

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  8. 15 WALALE 06/08/2011 22:37

    Os incompetentes do BC se metem a administrar os preços (AUMENTOS) dos combustíveis, que, a meu ver, é assunto da Petrobrás e agora querem colecionar Papéis Podres, que não rendem nada e provalvelmente daqui um tempo não valerão coisa alguma? Onde o Brasil vai parar com essa gente? Estamos FODIDOS e mal pagos. Tem que se fazer substituições também no Banco Central para ter um pouco de transparência.

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  9. 14 marcelo sanches 06/08/2011 21:42

    Os EUA e o Japão são os 2 países que mais se reinventam! Queira sim ou queira não ,são as 2 nações mais desenvolvidas e ricas do planeta . A China pode até estar ficando rica,mas é como o Brasil: poucos ricos e muita desigualdade social,além de uma pobreza que dá dó!
    Não somos nada para opinar no assunto que eles dominam antes de o BR querer ser país,mas não sabe nem ser nação que se preocupa com seu povo

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  10. 13 Eliseu F Santana 06/08/2011 21:16

    Não acho prudente o Brasil manter esse nível elevado de aplicação em papéis do tesouro americano. O mais aconselhável nesse momento seria deixar apenas U$ 50 bilhões e dividir o restante de U$ 150 bilhões em três partes iguais e aplicá-los em papéis da Inglaterra, Alemanha e Holanda.

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