Nova política industrial beneficiará setores automobilístico e de bens de capital | Guilherme Barros

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quinta-feira, 28 de julho de 2011 Governo | 18:16

Nova política industrial beneficiará setores automobilístico e de bens de capital

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Os setores que devem ser mais beneficiados com a nova política industrial do governo, que deve ser anunciada na próxima terça-feira, serão o automobilístico e o de bens de capital.

Já está definida uma série de isenções para esses dois setores para compensar a perda de competitividade por conta do câmbio.

O martelo será batido amanhã, em reunião às 9h30, entre a presidente Dilma Rousseff e os ministros Guido Mantega (Fazenda), Fernando Pimentel (Desenvolvimento) e Aloizio Mercadante (Ciência e Tecnologia) e o presidente do BNDES, Luciano Coutinho.

Dilma pediu que fossem incluídos outros setores no programa, como têxtil.

O encontro de amanhã será decisivo para a definição de pontos importantes do programa.

Dilma deve decidir se a data oficial de lançamento será mesmo a próxima terça-feira.

Além disso, deve-se chegar a um acordo sobre o nome da nova política industrial. Estão na mesa as opções Brasil Maior e Programa de Inovação Brasileira (PIB).

Leia também:

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Notas relacionadas:

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Autor: Guilherme Barros Tags: , , ,

46 comentários | Comentar

  1. 46 Sergio Russo 29/07/2011 8:11

    Como sempre os primeiros a serem beneficiados são a industria automobilistica, ao invés de pensar em transporte de massa, com trens eficientes e melhorar a logistica dentro do país, vamos continuar com ruas cheias, e o transporte individual enquanto o pobre tem um onibus que mal consegue entrar de tão cheio. O último a ser beneficiado deveria ser a industria automobilistica ao inves disto deveriamos ter uma politica consistente e pensada na construção de novas cidades, com transporte de massa, logistica e disposição de novas cidades pensadas antes, com espaço bem aproveitado, assim teriamos ruas menos cheias. Ao invés, de deixar aí as cidades irem nascendo ocupando encostas e morros, crescendo desordenadamente, pra só depois vir fazendo paleativos. Continuamos nas mãos dos grandes conglomerados, é insano para o país , é insano para o planeta.

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  2. 45 Silvio 29/07/2011 7:52

    Gerar emprego é interessante, mas qualificar a pessoa é que é mais importante.
    Se pensarmos direito, está faltando mão de obra e até sem especialização, principamente nas micros e médias empresas. É que ninguem atenta para isso. Mas são nesses segmentos de empresas que está a maioria da mão de obra e são nelas também que se qualifica o empregado.
    Enquanto o governo não atentar para isso, vamos ter esse deficit de qualificação de operários. Infelizmente não se pensa nas pequenas e médias empresas, pois ela não dá dinheiro para campanha politica.
    Hoje falta funcionários qualificados ou não em várias regiões do interior de SP, porém assistimos a todo instantes jovens sendo assassinados no tráfico. O jovem hoje quer ganhar dinheiro fácil.
    Onde está a mão do governo nisso?

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  3. 44 MARCELO 29/07/2011 7:31

    Duvido que esse empresários sem vergonha irão repassar esses incentivos para os preços.Com certeza irão embolsar e continuar reclamando de tudo e de todos!

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  4. 43 Mario 29/07/2011 5:38

    Infelismente trabalhamos o equivalente a 2 meses por ano pra sustentar a maioria de corruptos em Brasília,”me sinto um troxa” ….é tanto escandá lo que fica difícil saber quem é menos corrúpto,uma herança maldita que só muda o nome a cada 4 anos.Alguem poderia me explicar por que a China consegui manter uma economia com baixos imposto se nem se quer são produtores de petróleo?

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  5. 42 alex 29/07/2011 2:25

    Esse governo só mexe com setores que tem um lobby forte. Sempre o setor automotivo é abençoado… e os outros 3.450 setores da economia? Os importadores também não geram empregos agora? As pequenas empresas não ajudam a movimentar a economia?
    Piada….

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  6. 41 hugo henrique 29/07/2011 1:07

    e uma obrigação baixar os impostos,pois senão vamos virar celero vendendo só alimento e comodites para o exterior,acho que não devia ser só a industria automobilistica e bens de capital mas todas empresas industrial pois a industria que impulsiona os empregos no comercio,serviços,alem de uma infra-estrutura precavel ainda empresarios pagam altos empostos(mais altos do mundo)deixando o brasil um pouco menos cobissado no mundo porisso china e india dispontam tecnologia de ponta lá a infra-estrutura de qualidade alem de insentivos e baixos empostos ficando mais próximos do mundo desenvolvido(escrevi rapido espero que gostem tenho 18 anos e to por dentro barretos-sp)

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  7. 40 Gustavo 29/07/2011 0:42

    Parabens ao Governo Dilma por essa decisão,mais pelo amor de Deus Ministerio do Trabalho olhem para a Fiat que paga baixos salarios com lornadas exorbitantes,diferentes o que acontecem lá no ABC,incentivo para as empresas mais as que valorizão seus colaboradores com distribuição de renda pois a Fiat é lider de mercado a anos,más pagão salarios de empresas Chinesas isso o Governo não pode permitir,Socoroooooo!!!!!!!!!

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  8. 39 Denis 29/07/2011 0:29

    Se depender da indústria automobilistica, logo estaremos recebendo salários aquiparados aos pagos na China. Ja imaginou o nivel de desenvolvimento que o governo está apoiando!

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  9. 38 antonio carlos 28/07/2011 23:29

    o problema é que essas politicas sao temporárias e esses beneficios sao superficiais.Isso poderia ser uma decisao concreta e que fosse definitiva pra realmente ser revertida em melhoria pra populaçao.

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  10. 37 alan novaes 28/07/2011 23:23

    Bem, talvez seja melhor simplificar, imposto único sobre movimentação financeira, e taxas especificas, sobre compensão ambiental, royalities sobre minerais e energia, desenvolvimento tecnológico setorial e um imposto sobre importação. Redução de burocracia, simplificação no processo de arrecadação, fim da guerra fiscal entre estados e redução dos gastos publicos com fiscalização da arrecadação.

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