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quinta-feira, 28 de julho de 2011 Indústria | 06:01

Custos para indústria automobilística são 60% maiores no Brasil que na China

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Jaime Ardila (Foto: AE)

Jaime Ardila (Foto: AE)

A indústria automobilística brasileira perdeu a competitividade diante dos novos players globais, principalmente, os asiáticos.

Quem afirma é o presidente da General Motors para a América do Sul, Jaime Ardila.

O executivo citou um estudo realizado pela  PricewaterhouseCoopers (PwC), a pedido das montadoras locais.

O levantamento apontou que os custos para as indústrias do setor no Brasil são 60% maiores que os observados na China.

Segundo Ardila, quando comparado com a Coreia do Sul, o resultado não é diferente.

“Temos uma perda de 40% na competitividade”, disse.

Entre os fatores negativos no Brasil estão a valorização do real frente ao dólar e os custos de mão de obra,

Os dados foram apresentados ao governo para a elaboração do novo plano de política industrial, o Programa de Inovação Brasileira (PIB).

“O governo está interessado em trabalhar pela competitividade da indústria automobilística”, disse Ardila.

O executivo da GM ponderou, entretanto, que, embora o estudo tenha sido bem recebido, ainda não há sinalizações de medidas que serão adotadas no PIB, que deve ser divulgado no início do mês pela presidente Dilma Rousseff.

O setor reivindica incentivos para o desenvolvimento de novas tecnologias e para o aumento da produção.

Leia também:

Governo define nova política indústria, que deve se chamar PIB

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Autor: Klinger Portella Tags: , , ,

8 comentários | Comentar

  1. 8 yeah 29/07/2011 0:02

    O fato em si é um só…

    É só criar ( um banco mundial novo) com uma moeda única no mundo inteiro, cada país com sua moeda circulante, adquire a moeda, para exportação e ou importação.

    O valor da moeda sempre será (um por um) e esquece-se o dolar americano.

    O cambio será único, acabam-se a especulação e os economistas de plantão.

    Vai me dizer que ninguém sabe fazer isso.

    Responder
  2. 7 Fernando 28/07/2011 22:04

    Na mesa de negociação/decisão vão mostrar de forma transparente e comparativa antes de decidir:
    1 – Margem de lucro Brasil/Ásia/USA/Europa na formação do preço;
    2- Custo financeiro/bancário no Brasil/Ásia/USA/Europa na formação do preço;
    3- Taxa de retorno do investimento Brasil/Asia/USA/Europa na formação do preço;
    4 – Remessa de lucros Brasil/Asia/USA/Europa;
    5 – Isenções já existentes( Kandir, distribuição de lucro, remessa de lucro) no Brasil/Asia/USA/Europa);
    6- Influência no câmbio( exportações – importações de veículos – importações de autopeças – remessa de lucro);
    7- previsão de investimento e geração de emprego no Brasil/Asia/USA/Europa;
    8- Total de tributos efetivamente pagos/recolhidos ( lá não tem previdência) no Brasil/Asia/USA/Europa como componente do preço;
    9 – Valor da hora de trabalho no Brasil/Asia/USA/Europa como componente do preço;
    Em um mundo globalizado, a comparação deve ser com todos os mercados e com todos os componentes do preço para se chegar/decidir a melhor relação custo/benefício para os interesses do BRASIL.
    Quando se fala em custo (despesa para produção/comercialização) no brasil, devesse levar em conta:
    1 -Custo tributário no Brasil ( tributos ad valorem -Expressão em latim que significa, “segundo o valor” ou “conforme o valor”. Na cobrança ou no cálculo de um imposto, tributo ou taxa, é aquele estimado como uma percentagem do valor de uma mercadoria. Não se trata de uma quantia fixa, nas dependente do valor da mercadoria que está sendo tributada. Quando o tributo cobrado é uma quantia fixa, o mesmo é denominado tributo específico – IGF.) e no USA/Asia/Europa
    2 – Custo derivado da infra-estrutura precária ou deficiente no Brasil;
    3 – Custo judiciário ( reparação de direito cara e demorada via justiça e insegurança);
    4 – Custo advocatício/contabilidade ( legislação complicada o que ocasiona erros, retrabalho, corrupção, sonegação – concorrência desleal- e um grande e caro aparato de profissionais na sua área meio);
    5 – Custo bancário/financeiro (altíssimas taxas reais de juros dos sistema bancário brasileiros e de tarifas) no Brasil/Asia/Europa/USA;
    6 – Custo dos encargos trabalhistas no Brasil/Asia/Europa/US;
    7 – Custo da matéria prima no Brasil/Asia/Europa/USA ( energia elétrica, aço, borracha, etc…)
    Depois disto, saberemos, realmente, o componente de cada elemento na formação do preço do automóvel.

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  3. 6 Paulo 28/07/2011 20:32

    Nós Brasileiros não estaria na hora de demostrar a nossa força de consumidor e ficar pelo menos 90 dias sem emplacar um carro Zero KM……..

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  4. 5 Roberto Pereira Pinto 28/07/2011 20:11

    O problema da Industria Automobilistica não e o imposto, mas o lucro das montadoras, e todas
    as que vem para o Brasil entrão no mesmo esquema.

    Responder
  5. 4 RONI 28/07/2011 19:14

    FALAR QUE O CUSTO DE MÃO DE OBRA É ALTO… É MUITO FACIL E TRADICIONAL, MAS PORQUE NINGUEM COMENTA COM RELAÇÃO AO ALTISSIMO IMPOSTO SOBRE OS PRODUTOS INDUSTRIALIZADOS, POIS QUANDO SE COMPRA UM CARRO NESTE PAIS NA VERDADE SE PAGA O PREÇO DE DOIS CARROS… E AS PARTES PATRONAIS E GOVERNAMENTAIS …. CULPAM O CUSTO DE MÃO DE OBRA… ORAS !!! AQUI É A IMPOSTOLANDIA…PARAISO DAS MONTADORAS E DE UM GOVERNO CHEIO DE REIS E RAINHAS.

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  6. 3 Fabio Nelli 28/07/2011 11:52

    Quando sera que os economista vao entender que nao o ha que fazer para segurar a valorização do real, fato esse que ocorre em todo mundo ocidental capitalista, seguidores dos conceitos economicos dos EUA, e que frente ao sistema neo socialista ,facista chines que dita as regras propria para sua economia, e as multinacionais aceitam so la naquele pais,condicões de obrigatoriadade de formar parceirias com suas estatais, e elas nao perdem por esperar o troco do governo chines, assim que eles dominarem as tecnologias dessas industrias vao tornar suas vidas naquele pais insuportavel, e terao que deixar todo esse mercado livre para as estatais chinesas, e ai vamos rir delas.
    Aquele pais ao contrarios das bobagens que fala nao e um pais democratico e capitalista e sim um governo facista neo-socialista nacionalista. Lembra muito o governo do Hitler na alemanha, o mundo que se cuide,.
    Pois a china nao devia ser aceita na economia globalizada do ocidente, ela manipula o valor do dolar para poder engolir as economias ocidentais. Ate as montadoras japonesas estao abrindo filial naquela terra atraidas pelo canto da sereia, mas vao chorar muito quando verem as estatais chinesas exportando automoveis identicos aos seus por valores ainda mais barato, ai vai ser tarde.

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  7. 2 Paulo Markus 28/07/2011 10:35

    Matéria tendenciosa, deveria tb apresentar a comparção de custos, no Mexico ou Argentina . A China todos dizem tem economia, estatal fora da realidade do resto do mundo. Aguardamos as outras comparções.

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  8. 1 Fabrício 28/07/2011 9:06

    E em relação aos EUA? Qual a desculpa? O salário lá é maior do que aqui, mas o carro é muito mais barato. E o México? E o resto do mundo? Acho que o lucro das montadoras aqui não é nada transparente. Deveria-se impor leis para se ter a transparência na composição de preços dos produtos que compramos, para se saber o quanto de imposto pagamos.

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