Sucessor de Agnelli terá de ser um nome de consenso entre o governo e o Bradesco
O nome do sucessor de Roger Agnelli na presidência da Vale ainda não foi definido.
O que está certo é que terá de ser um nome de consenso entre o governo e o Bradesco, os maiores acionistas da mineradora.
Dificilmente também será uma solução interna, mas se for uma saída caseira, deverá ser Tito Martins, que atualmente preside a Vale Inco, que é a subsidiária da mineradora no Canadá.
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32 Marco 27/03/2011 18:42
Acho que já havia chegado realmente o momento do Roger sair. O Governo através da Previ e do BNDS detém a maioria das ações, assim, é um direito dele, governo, pedir substituição do Roger. Lula, a partir da crise, já tinha mostrado sua insatisfação com o Presidente da Vale, já que a primeira coisa que a empresa fez foi demitir milhares de empregados, não dando qualquer satisfação ao governo. Por outro lado, Lula vinha cobrando do Roger a aceleração de projetos previstos de Siderurgias, sendo que Roger prometeu mas não cumpriu. A Vale cresceu muito na sua gestão, é fato, mas a China está tendo um papel preponderante nesse crescimento. Como muitos, acho que Roger não está nem um pouco preocupado com as necessidades do Brasil e, sim, tão somente com a Vale. Ele, Roger, só vai nos deixar buracos por aqui. A compra de navios no Brasil não foi atendida, conforme desejo do Presidente Lula. A preocupação social da Vale hoje é pouco mais do que zero. Então, faz muito bem o governo de solicitar sua troca.
31 Milton Junior 25/03/2011 10:30
Efetivamente deveriamos ter uma forma de responsabilizar este tipo de atitude!
Caso a troca seja efetivada e os resultados obtidos apos esta sejam piores do que os alcançados ate o momento o que acontecera com estas pessoas que estao forçando esta situaçao?
Perderao seus mandatos? Serao responsabilizados civilmente por perdas e danos?
Serao responsabilizados por seus atos?
Devemos pensar nestas questoes ao elegermos nossos pseudo representantes que no fundo so pensam em si mesmo
30 carlos arthur ortenblad 24/03/2011 17:55
Acho um absurdo a ingerência do governo na administração da Vale. Nos 10 anos da gestão de Roger Agnelli, a Vale CRIOU empregos (hoje mais de 194.000), tornou-a na 2ª maior mineradora do mundo, é a maior empresa brasileira, e está apresentando um lucro de mais de 30 bilhões. Como sou um dos quase 500 mil acionistas da Vale (infelizmente pequeno acionista) , estou indignado. Se o governo federal quer dar choque de gestão em alguma empresa, dê nas dele: Caixa Economica Federal (e a calamitosa e caríssima aquisição de 49% do Banco Panamericano), o aprte de recursos à Petrobras, que levou uma queda de cerca de 30% no valor da empresa, etc., etc.
29 Francisco 24/03/2011 17:55
Começou a dança da vagabundagem… “sai nego daqui e coloca ali” e assim vão se ajustando os mamadores de tetas desse imendo Brasil… que só não da leite para os trabalhadores
28 antônio 24/03/2011 17:52
já está na hora do governo tomar de conta do patrimônio do Brasil, enquanto esse sujeito vendia só materia prima ferro bruto barato para o estrangeiro, mandou fechar seis altos fornos que laminavam aço, onde o Brasil ganhava muito mais já que é produto com valor agregado. ´Vender ferro ou minério sem beneficiar atende o interesse do mercado estrangeiro, e não o Brasileiro. Tira empregos e dinheiro do Brasil, grande administrador para Japão, E.A e Europa, mas pessimo Brasileiro. ISSO É OBRA DE F.H.C CHAMA-SE PRIVATIZAÇÃO, muito pai de família se matou por perder o emprego.
27 fabio nelli 24/03/2011 17:43
Mas segundo consta em uma empresa que nomeia a diretoria e quem tem a maioria das ações, e salvo engano o maior dono da vale e a previ com quase 50% das ações, que e adm pelo banco do brasil, sendo que junto com o BNDES chegam a 70%, ou seja a decisão esta nas mãos do governo, porque o bradesco que tem pouco mais 25% das ações, tem que decidir ou consentir com a nomeação de uma nova diretoria.
So queria entender, o que existe de fato nessa sociedade.
26 Sandro Reis 24/03/2011 17:39
Conheço bem este tipo de executivo, há como conheço.
25 zédesara 24/03/2011 17:38
O Sr. Marcos Ferrarezi deve estar enganado com relação à idade (seria isto?) do Sr. Roger Agnelli.
Roger demonstrou nesses 10 anos frente a Vale a sua enorme capacidade, levando a empresa do 8º ao 2º lugar no ranking das mineradores MUNDIAIS.
Parece que a mudança pretendida pelo governo é mesmo política, para botar mão em mais um cabide para a companheirada.
24 Sandro Reis 24/03/2011 17:38
O que acho muito interessante é que na hora de dividir os lucros, os acionistas é quem saem ganhando, na hora do prejuízo, seria com o povo (no papel do governo como acionista) que eles iriam sociabilizá-lo. Seria do mesmo jeitinho que ocorreu com os bancos americanos, quando davam lucros nunca houve sociabilização dos mesmo com a a sociedade já o contrario.
23 Morais 24/03/2011 17:38
Este Roger está na hora de sair da Vale, pois ele administra a empresa mas não tem compromisso com o país de onde extrai toda a riqueza e ainda investe muito pouco aqui no Brasil, deixa somente buraco nos locais onde extrai o minério.