Sucessor de Agnelli terá de ser um nome de consenso entre o governo e o Bradesco | Guilherme Barros

Publicidade

quinta-feira, 24 de março de 2011 Empresas, Governo | 15:23

Sucessor de Agnelli terá de ser um nome de consenso entre o governo e o Bradesco

Compartilhe: Twitter

(Foto: Divulgação)

O nome do sucessor de Roger Agnelli na presidência da Vale ainda não foi definido.

O que está certo é que terá de ser um nome de consenso entre o governo e o Bradesco, os maiores acionistas da mineradora.

Dificilmente também será uma solução interna, mas se for uma saída caseira, deverá ser Tito Martins, que atualmente preside a Vale Inco, que é a subsidiária da mineradora no Canadá.

Notas relacionadas:

  1. Governo avalia que notícias da Vale tenham partido do próprio Roger Agnelli para tentar sua sobrevivência na empresa
  2. Desgastado, Roger Agnelli tenta fazer seu sucessor na Vale
  3. Agnelli nega ter vazado conversa do governo com o Bradesco sobre sua saída
Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

32 comentários | Comentar

  1. 32 Marco 27/03/2011 18:42

    Acho que já havia chegado realmente o momento do Roger sair. O Governo através da Previ e do BNDS detém a maioria das ações, assim, é um direito dele, governo, pedir substituição do Roger. Lula, a partir da crise, já tinha mostrado sua insatisfação com o Presidente da Vale, já que a primeira coisa que a empresa fez foi demitir milhares de empregados, não dando qualquer satisfação ao governo. Por outro lado, Lula vinha cobrando do Roger a aceleração de projetos previstos de Siderurgias, sendo que Roger prometeu mas não cumpriu. A Vale cresceu muito na sua gestão, é fato, mas a China está tendo um papel preponderante nesse crescimento. Como muitos, acho que Roger não está nem um pouco preocupado com as necessidades do Brasil e, sim, tão somente com a Vale. Ele, Roger, só vai nos deixar buracos por aqui. A compra de navios no Brasil não foi atendida, conforme desejo do Presidente Lula. A preocupação social da Vale hoje é pouco mais do que zero. Então, faz muito bem o governo de solicitar sua troca.

    Responder
  2. 31 Milton Junior 25/03/2011 10:30

    Efetivamente deveriamos ter uma forma de responsabilizar este tipo de atitude!
    Caso a troca seja efetivada e os resultados obtidos apos esta sejam piores do que os alcançados ate o momento o que acontecera com estas pessoas que estao forçando esta situaçao?
    Perderao seus mandatos? Serao responsabilizados civilmente por perdas e danos?
    Serao responsabilizados por seus atos?
    Devemos pensar nestas questoes ao elegermos nossos pseudo representantes que no fundo so pensam em si mesmo

    Responder
  3. 30 carlos arthur ortenblad 24/03/2011 17:55

    Acho um absurdo a ingerência do governo na administração da Vale. Nos 10 anos da gestão de Roger Agnelli, a Vale CRIOU empregos (hoje mais de 194.000), tornou-a na 2ª maior mineradora do mundo, é a maior empresa brasileira, e está apresentando um lucro de mais de 30 bilhões. Como sou um dos quase 500 mil acionistas da Vale (infelizmente pequeno acionista) , estou indignado. Se o governo federal quer dar choque de gestão em alguma empresa, dê nas dele: Caixa Economica Federal (e a calamitosa e caríssima aquisição de 49% do Banco Panamericano), o aprte de recursos à Petrobras, que levou uma queda de cerca de 30% no valor da empresa, etc., etc.

    Responder
  4. 29 Francisco 24/03/2011 17:55

    Começou a dança da vagabundagem… “sai nego daqui e coloca ali” e assim vão se ajustando os mamadores de tetas desse imendo Brasil… que só não da leite para os trabalhadores

    Responder
  5. 28 antônio 24/03/2011 17:52

    já está na hora do governo tomar de conta do patrimônio do Brasil, enquanto esse sujeito vendia só materia prima ferro bruto barato para o estrangeiro, mandou fechar seis altos fornos que laminavam aço, onde o Brasil ganhava muito mais já que é produto com valor agregado. ´Vender ferro ou minério sem beneficiar atende o interesse do mercado estrangeiro, e não o Brasileiro. Tira empregos e dinheiro do Brasil, grande administrador para Japão, E.A e Europa, mas pessimo Brasileiro. ISSO É OBRA DE F.H.C CHAMA-SE PRIVATIZAÇÃO, muito pai de família se matou por perder o emprego.

    Responder
  6. 27 fabio nelli 24/03/2011 17:43

    Mas segundo consta em uma empresa que nomeia a diretoria e quem tem a maioria das ações, e salvo engano o maior dono da vale e a previ com quase 50% das ações, que e adm pelo banco do brasil, sendo que junto com o BNDES chegam a 70%, ou seja a decisão esta nas mãos do governo, porque o bradesco que tem pouco mais 25% das ações, tem que decidir ou consentir com a nomeação de uma nova diretoria.

    So queria entender, o que existe de fato nessa sociedade.

    Responder
  7. 26 Sandro Reis 24/03/2011 17:39

    Conheço bem este tipo de executivo, há como conheço.

    Responder
  8. 25 zédesara 24/03/2011 17:38

    O Sr. Marcos Ferrarezi deve estar enganado com relação à idade (seria isto?) do Sr. Roger Agnelli.
    Roger demonstrou nesses 10 anos frente a Vale a sua enorme capacidade, levando a empresa do 8º ao 2º lugar no ranking das mineradores MUNDIAIS.
    Parece que a mudança pretendida pelo governo é mesmo política, para botar mão em mais um cabide para a companheirada.

    Responder
  9. 24 Sandro Reis 24/03/2011 17:38

    O que acho muito interessante é que na hora de dividir os lucros, os acionistas é quem saem ganhando, na hora do prejuízo, seria com o povo (no papel do governo como acionista) que eles iriam sociabilizá-lo. Seria do mesmo jeitinho que ocorreu com os bancos americanos, quando davam lucros nunca houve sociabilização dos mesmo com a a sociedade já o contrario.

    Responder
  10. 23 Morais 24/03/2011 17:38

    Este Roger está na hora de sair da Vale, pois ele administra a empresa mas não tem compromisso com o país de onde extrai toda a riqueza e ainda investe muito pouco aqui no Brasil, deixa somente buraco nos locais onde extrai o minério.

    Responder
  1. Primeira
  2. 1
  3. 2
  4. 3
  5. 4
  6. Última
  7. ver todos os comentários
 

Antes de escrever seu comentário, lembre-se: o iG não publica comentários ofensivos, obscenos, que vão contra a lei, que não tenham o remetente identificado ou que não tenham relação com o conteúdo comentado. Dê sua opinião com responsabilidade!

* Campos obrigatórios


 

Responder comentário


* Campos obrigatórios