Odebrecht freta dois Boeings 747 para retirar funcionários da Líbia
A Odebrecht montou uma operação de guerra para a retirada dos 5.700 funcionários que trabalham em duas grandes obras do grupo em Trípoli, na capital da Líbia.
Até ontem, quando o conflito se acirrou, os funcionários estavam usando avião de carreira para deixar a cidade.
Ontem, no entanto, a empresa decidiu fretar dois Boeings 747 para acelerar a operação de resgate.
Os aviões, no entanto, ainda não conseguiram pousar no aeroporto de Trípoli.
O espaço aéreo foi fechado ontem à noite e as aeronaves estão paradas na Ilha de Malta a espera de autorização para o pouso.
Quando finalmente conseguir embarcar para Trípoli, os aviões vão deixar as pessoas na Ilha de Malta, de onde seguem para seus destinos por avião comercial. E depois os aviões retornam a Trípoli para continuar a operação de resgate.
Do total de funcionários, 5.000 são expatriados.
Trabalham para a empresa 187 brasileiros, sendo que a metade já conseguiu deixar Trípoli em aviões comerciais. A operação começou na sexta-feira passada.
A Odebrecht realiza em Trípoli a construção de um aeroporto e um anel viário, semelhante ao nosso Rodoanel.
A Odebrecht informa que nenhum de seus funcionários foi atacado ou ferido durante os confrontos.
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1 comentário | Comentar
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1 jose americo montagnoli 22/02/2011 19:08
“Ditaduras sanguinárias ou democracias terceiro mundistas corruptas?”
É difícil escolher. Uma impede o povo de pensar; robotiza-os. O outro regime, dito democrata, não impede, mas por outro lado, não dá subsídios para que o povo tenha estofo educacional para exercer esta pseudo-liberdade.
Este é meu comentário.