Companhias aéreas querem modelo misto de privatização da Infraero
Com a demanda crescente do mercado interno, as companhias aéreas estão ansiosas para saber como será a abertura para a iniciativa privada que o governo Dilma Rousseff deve estabelecer para a Infraero.
A torcida é pelo modelo misto, já que as companhias acham mais fácil gerenciar os terminais de passageiros, algo mais próximo de sua expertise.
Estima-se que mesmo as tarifas de embarque – recentemente reajustadas pela Anac para um teto máximo de R$ 20,65 nos voos nacionais e de R$ 36,57 nos internacionais – poderiam ser menores com a abertura para a iniciativa privada.
Na opinião de Oswaldo Sansone, engenheiro, especialista em aeroportos e professor da Faap, esse seria mesmo o melhor modelo. “Tem que abrir os aeroportos porque o governo não vai ter tempo hábil para fazer esses investimentos. O sistema de gestão público é muito amarrado, tem muitos entraves. O que inviabiliza resolver a questão antes dos grandes eventos, como a Copa e as Olimpíadas.”
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