Tito Martins é um dos nomes para suceder Roger Agnelli na Vale
Já é dado como certa a saída de Roger Agnelli na Vale, a partir do início do ano que vem.
Um dos nomes mais cotados para o lugar de Agnelli é o de Tito Martins, que atualmente preside a Vale Inco, que é a subsidiária da mineradora no Canadá.
A vitória de Dilma Rousseff deve acelerar a saída de Agnelli. As críticas que o executivo fez ao PT desagradaram toda a cúpula do partido.
Notas relacionadas:
67 comentários | Comentar
Antes de escrever seu comentário, lembre-se: o iG não publica comentários ofensivos, obscenos, que vão contra a lei, que não tenham o remetente identificado ou que não tenham relação com o conteúdo comentado. Dê sua opinião com responsabilidade!
67 Gustavo 25/03/2011 19:08
E agora o assunto volta a tona. É realmente uma tristeza um excelente profissional ser retirado do seu cargo por questões políticas. A Vale possui planos de crescimentos ousados e é uma refencia nacional. A maioria destas conquistas foram realizadas com a liderança do Roger.
Absurdo é o governo, um péssimo exemplo em gestão, querer intervir nas atividades desta empresa.
66 Milto Oliveira da Silva 07/11/2010 23:18
Esse povo do PT vai quebrar a Vale e a Petrobrás. Prestem bem atenção no que digo.
65 rmoraes 05/11/2010 16:08
notadamente o senhor nao entende absolutamente nada de Vale e suas estrategias, muito menos do mercado internacional ….. imagine redirecionar a Vale para a producao de manufaturados como fazem os seus maiores clientes…. coisa mais burra essa tese de termos que fabricar so produtos acabados. E alias, a colonia da China vai mesmo muito mal, ne???
64 Cesar 05/11/2010 13:08
É muita burrice…
Estão querendo tocar a Vale como se fosse uma empresa estatal.
Está turminha tá querendo é mamar…
63 Jose fernandes 05/11/2010 0:53
O Brasil não pode ser uma colonia da china, temos que que vender o produto acabado e não comodites, como tem acontecido como minério de ferrro.
62 Arlindo Sales 04/11/2010 19:46
Dizer que a Vale cresceu graças à privatização não é verdade absoluta. O valor da privatização correspondeu ao lucro líquido da empresa de um ano e meio na época da privatização. A empresa cresceu devido ao aumento na demanda mundial por minério de ferro que já era esperado daí a pressa em privatizar. Não sou contra algumas privatizações, acho que a vale não necessita ser estatal, o problema foi a valor da negociação, não foi levado em consideração as reservas e o pior mesmo que fosse seria complicado porque o que não é minério hoje pode vir a ser no futuro dependendo da demanda e das novas tecnologias.
Acho salutar a preocupação do governo federal, não é questão de intervenção e sim uma preocupação com o futuro. A se levar pela ganância dos investidores lavra-se todo o minério o mais rápido possível e assim garantir retorno financeiro a curto prazo. É evidente que não se deve buscar apenas a exportação de matéria prima e sim produtos de alto valor agregado. É este o caminho que o Brasil deve buscar.
61 Dayl Andrade 04/11/2010 8:14
A obrigação primordial do governo é cuidar da educação, segurança, transporte… (as velhas promessas) que até hoje não decolaram como deveriam. O governo não é administrador de empresas, não tem boa competência para isto, porém, tem o direito de dar pitacos políticos na direção destas empresas. Concordo plenamente que deveremos acrescentar valor agaregado ao minério exportado, poderá ser o próximo passo. No entanto é inegável que o mérito de alavancar uma empresa como a VALE cabe a seus administradores coordenados pelo competente Agnelli. A VALE cresceu muito chegando a ser uma das 3 maiores mineradoras de minério de ferro do mundo. Agnelli aproveitou bem o momento, teve uma ótima visão, foi muito competente. Espero que o sucessor tenha a mesma competência para continuar alavancando a empresa e que Dilma tenha também competência para coordenar a alavancagem do país que passa por um bom momento político e econômico para isto.
Estou na torcida pela Vale e pelo Brasil e quero torcer muito pela Petrobrás.
60 Vergilio 03/11/2010 20:05
Fala sério!
Exportar minério bruto e ganhar dinheiro porque o preço subiu é indicativo de competência?
Igual ao Agneli tem um monte por aí.
Se a Vale é controlada por entidades ligada ao poder público pertencea coletividade e deve ser direcionada para tal fim. Politizar uma questão econômica desta natureza deve ser coisa de reacionário aborrecido por ter sido fragorosamente derrotado nestas eleições.
Se for para comentar, diga(escreva) algo que realmente valha à pena ser lido.
Lucas Cruz 04/11/2010 16:22
Vergilio,
Questionar alguma decisão e/ou estratégia da Vale eu entendo e concordo, mas falar que ‘igual ao Agneli tem um monte por aí”, sem apresentar nenhum argumento para a sua crítica. Acredito que o que escreveu não passa de achismo e, se acordo com o que você mesmo escreveu, era melhor nem comentar nada. Não conheço muitos executivos que estejam a quase 10 anos a frente de uma das maiores empresas do mundo, em todo caso…
59 luiz 03/11/2010 17:21
quanta ignorancia…os fundos de pensao nao tem ações suficientes para trocar o presidente da vale. precisam da concordancia da bradespar…reestatizar a vale???/para que???voltar a ser um cabide de empregos e dar prejuizo como na epoca que era estatal?
58 Lourival L Gomes 03/11/2010 11:56
Tem gente que ainda acha que a Vale é estatal. Se fosse com certeza não seria o que ela é hoje. Seria como a ECT (Correios) que está em decadência com péssimo serviço e um centro de corrupção e escândalos. É isso que querem pra Vale? E parem de sonhar, quem define a direção da empresa são seus acionistas e não o governo. Ainda bem.