Para Delfim, a discussão sobre religião na campanha foi um equívoco
Para Delfim Netto, a vitória de Dilma Rousseff na eleição presidencial é, antes de mais nada, a prova do sucesso do governo Lula.
“É uma tolice querer negar o sucesso do governo Lula“, afirma Delfim.
Delfim criticou, no entanto, o fato de a campanha presidencial ter sido marcada pela discussão religiosa, se introduzindo temas como o criacionismo e o aborto.
“Essa discussão nunca figurou nas eleições. Houve um equívoco dramático”.
Delfim não sabe explicar, no entanto, os motivos para a campanha ter ingressado nessa discussão religiosa: “Sabe Deus?”
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13 Ricardo Valentim 02/11/2010 12:43
Também concordo, a religião não deveria ter sido pauta dessa eleição, e para piorar o Papa metendo o dedo onde não foi chamado.
12 Ademar 02/11/2010 6:56
Eu acho um absurdo a mistura de politica com religiao pois DEUS nao precisa de homens para defende-lo e a verdadeira religiao é cuidar dos orfãs e das viuvas e nao vejo ninguem fazendo , existem um monte de hipócritas olhando para opróprio umbigo e dizendo se defensores de DEUS , amando mais o dinheiro que o seu irmão.
11 Geraldo 01/11/2010 22:56
Falar de religião é complexo, não podemos de maneira nenhuma misturar a Religião com a Política. O político tem que se preocupar com a sociedade em um todo, não se envolvendo com assuntos religiosos e por sua vez a Igreja tem que seguir o seu trabalho de ensinar os ensinamentos que Jesus deixou. Não queremos para o Brasil uma guerra SANTA.
10 josias fernandes 01/11/2010 22:03
o grande problema que houve muita maldade e manipulaçao e acusaçoes atraves da religiao para conseguir chamar atençao sobre o assunto. A Marina foi mais beneficiada no primeiro turno. esta discurssao tem feita pela sociedade nao por uma minoria religiosa.
9 Cassio 01/11/2010 20:32
Concordo que os assuntos religiosos devam ser discutidos. Um exemplo prático e banal é o Natal: nascimento de Cristo e, portanto, cristãos devem ser liberados de trabalhar nesse dia. Outra coisa, muitos discutem no âmbito político a filosofia democrática, monárquica, socialista, libertária, liberal, entre outras, e por que não a cristã?
8 Cassio 01/11/2010 20:26
Aborto é uma questão importantíssima, devendo ser amplamente discutida, por isso discordo fortemente de Delfim Neto e outros cientistas políticos, economistas e sociólogos. É um atentado contra um ser humano e isso deve ser punido criminalmente. Alguns acreditam que deve ter aborto para impedir que futuros injustiçados socialmente, com potencial para virarem marginais ou sofredores, nasçam. Mas, eu pergunto: por que essas mesmas pessoas não dão matam mendigos? Não seria a mesma coisa, já que ambos não sentiram dor e aliviará o sofrimento dos dois? Por isso é um absurdo existir o aborto!
7 Antonio Claudio 01/11/2010 17:14
Concordo com o DELFIM NETO. Realmente esta discussão foi totalmente inoportuna tendo em vista que em nosso País desde ha muito reina a MAIS ABSOLUTA LIBERDADE RELIGIOSA. Setores religiosos e reacionários da nossa política USARAM a religiosidade do nosso povo para tentar Incorporar nos programas dos candidatos IDÉIAS E PROPOSTAS DE NEGAÇÃO DE DIREITOS A CIDADANIA PLENA especialmente as MINORIAS. O ABORTO foi apenas a JANELA para isso.
6 Rnilso 01/11/2010 16:48
Para Delfim Netto, a vitória de Dilma Rousseff na eleição presidencial é, antes de mais nada, a prova do sucesso do governo Lula.
eu concordo plenamente.
5 Adilson 01/11/2010 16:15
O Estado é laico e jamais pode ser dirigido por assuntos religiosos num país plural. Alguns quiseram transformar as eleições numa guerra santa. Eu acredito em Deus, sou contra o Aborto, mas não posso querer obrigar as pessoas a serem como eu, pois isso contraria a própria bíblia que diz que as pessoas tem o livre arbítrio, isso seria sim uma ditadura religiosa.
4 leandro 01/11/2010 15:51
Aborto é uma questão criminal, não religiosa e deve ser discutida sim, pois quem comete aborto mata outro ser humano, e isto é assassinato.
sandra 01/11/2010 20:08
sou evangelica mais acredito que crime maior é deixar crianças nascerem , para viver nas ruas, sem seguraça, sem escola, sem futuro para serem violentadas de todas as maneiras possiveis e acabarem como marginais os quais poderão a qualquer momento com uma arma na mão ceifa a vida dos que são tão contra a legalização do aborto.