Construção pesada corta três mil empregos em São Paulo com fim de grandes obras | Guilherme Barros

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quinta-feira, 28 de outubro de 2010 Construção, Indicadores | 05:58

Construção pesada corta três mil empregos em São Paulo com fim de grandes obras

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A conclusão de grandes obras de infraestrutura no Estado de São Paulo, como o trecho sul do Rodoanel e a expansão da Marginal Tietê, impactou o nível de emprego na construção.

Dados inéditos do Sinicesp, entidade que reúne a indústria da construção pesada, indicam a redução de 3,47% no número de postos de trabalho nos últimos 12 meses, o que significa o fechamento de 2.933 vagas.

No mês passado, houve um ligeiro recuo, de 0,11%, com a demissão de 89 trabalhadores na comparação com o resultado de agosto. Segundo o Sinicesp, o setor encerrou o mês com 81.756 trabalhadores.

Notas relacionadas:

  1. Construção pesada começou 2010 com contratações em alta
  2. País pode criar 1,8 milhão de empregos em 2010, diz Bradesco
  3. Número de trabalhadores na construção pesada caiu 0,87% em fevereiro
Autor: Guilherme Barros Tags: ,

6 comentários | Comentar

  1. 6 Nicacio Bndeira 28/10/2010 12:31

    Bom se continuar contruindo a tendencia é aumentar os empregos,porque o Brasil tem muito acrecer, s´que este ano foi ano de eleições e isto atrapalha muitos ,projetos ficam parados e então quem paga isso é o trabalhador que depende desses trabalhos

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  2. 5 Malu Oliveira 28/10/2010 11:46

    QUE BOM ESPERO QUE DEPOIS DA ELEÇAO TENHA MAIS TRABALHO………..

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  3. 4 malu oliveira 28/10/2010 11:42

    Que pena, sera que depois da eleçao vai ter mais trabalho ou era so para ganhar votos………foi muito rapido as obras nao achass….

    Responder
  4. 3 Mário 28/10/2010 11:20

    É…
    As obras são em função das eleições.
    Elas “precisam” ser “concluídas” antes do pleito.
    Como a eleição tem, na concepção destes “governos”, um peso maior que o interesse da população…
    O resultado é este!
    À exceção do PAC, que também é uma “salada” de frentes de obras, nada ou pouca coisa neste país é planejado que vá além das próximas eleições.
    Daí a minha opinião de que todo mandato, do vereador ao presidente, deveria ter sua validade por 5 anos. Sem direito à reeleição! Em nenhum caso!
    Os mandatários, legislativo ou executivo, seriam obrigados a registrar em cartório, disponibilizar ao público, protocolar junto ao órgão eleitoral competente, quais seriam as diretrizes básicas de seu mandato.
    Se em algum momento houvesse grande discrepância entre seus propósitos e suas ações…
    Seu mandato seria colocado em check, podendo até haver a perda do mesmo.
    Se o mandatário quisesse disputar um outro mandato, teria este direito. Só não poderia ser pra mesma casa ou pra mesma função e teria que renunciar ao mesmo 01 ano antes.
    Aí poderíamos começar a vislumbrar um planejamento melhor na execução de obras.
    Até porque, não seriam elas que estariam em julgamento, mas, a capacidade de traçar diretrizes e executá-las no período de 05 anos.
    Veríamos menos mentiras, menos propagandas enganosas e menos comportamento movido pelas circunstâcias e pelo oportunismo.

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  5. 2 marco meyer 28/10/2010 10:06

    É hora dos nossos dirigentes políticos pensarem em alternativas para a “sociedade
    dos automóveis”.É uma salvageria geral no transito.Grandes obras só para os
    automóveis. (e mesmo assim as estradas estão um lixo.Veja por exemplo a BR-381,
    a rodovia que assassina dezenas de brasileiros por mes.).
    Reaproveitar a mão de obra no metrô,em hidrovias,em ferrovias está é a melhor solução.
    E por que não em moradias ecologicas para uma massa de brasileiros carentes.
    Antes que as cidades parem,é hora de redirecionar a mão de obra para “a humanização do
    ambiente em que vivemos”.

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  6. 1 Luiz Carlos de Oliveira 28/10/2010 9:22

    Que pais é este? temos fortes problemas de inflaestrura carecemos de grandes obras para escoamento da produção uma notícia como esta é terrivel.Mas estamos em ano eleitoral e os politicos estão preocupados com o futuro deles e não com o Brasil muito menos com o trabalhador que carrega o pais nas costas.

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