Ritmo forte da construção civil vai puxar investimentos, diz CNI | Guilherme Barros

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terça-feira, 28 de setembro de 2010 Construção, Indicadores | 06:00

Ritmo forte da construção civil vai puxar investimentos, diz CNI

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A Confederação Nacional da Indústria (CNI) estima que, já nos próximos meses, o investimento no setor de construção civil já deve a refletir a forte demanda, que cresce ininterruptamente há sete meses.

De acordo com o economista Danilo Garcia, os fatores que vão contribuir para a alta do investimento no futuro já são vistos hoje nas medições feitas pela CNI.

“Quando perguntamos aos empresários se a atividade do seu negócio está acima do usual para o período, a pesquisa mostrou 55 pontos; quando a pergunta foi sobre a expectativa para os próximos seis meses, a pontuação foi ainda maior, de 65,3 pontos”, conta Garcia.

Pela metodologia da CNI, números acima de 50 pontos indicam elevação do dado. Abaixo disso, indica retração.

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Autor: Deco Bancillon, de Brasília Tags: , ,

6 comentários | Comentar

  1. 6 ODAIR.R DUTRA 28/09/2010 20:00

    Aqui em Sorocaba tudo que se relaciona com construção tanto as pavimentadoras como as construtoras civil colhem bons ventos. No setor de pavimentação a Prefeitura da cidadade vem rasgando a cidade com um complexo viário que os sorocabanos nunca podiam prever que ele ia sair do papel e se tornar realidade ´um grande emprendimento em andameto e vai dar certo.Na costrução civil Sorocaba esta loteada com diversos prédios de médio e alto padrão em andamento, e vários condomínios estão surgindo repentinamente. A construção de tres novos shopings alavanca a Vila Sta Rosalia e a zona norte da cidade. Teho visto pelos jornais que existe um dragão plantado em quem precisa de mão de obra para iniciar uma construção não existe desde minha infancia nunca vi a cidade num ritimo de serviços tão alucinante se ninguem quebrar o paraíso da construção é aqui .Obrigado

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  2. 5 fernando 28/09/2010 15:33

    em todo lugar tem pessimista vai pra lá coisas ruim pense positivo

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  3. 4 Jessé 28/09/2010 14:01

    O m2 está muito caro devido a demanda ser maior que a oferta. Desta forma é preciso explorar ainda mais este nicho evitando portanto este ritmo inflacionário.

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  4. 3 Marcelo 28/09/2010 13:16

    Mais do que nunca para atender o crescimento da demanda no mercado de construçao de civil assim como de qualquer mercado é necessário a ação (público e privada) rápida e incisiva no treinamento e qualificação de mão-de-obra desde o nível mais elementar até o de grau superior, sob pena de novamente esbarrarmos nos “gargalos” estruturais que há tempos impedem o desenvolvimento nacional e contribuem para a ruptura da estabilidade macro-econômica brasileira, especialmente pressionando pela aumento significativo dos custos da produção e dos próprios preços da construção, servindo para “contaminar” o indice geral de preços.

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  5. 2 Mário 28/09/2010 11:58

    Que pena!
    Depois de esculhambar com as cidades, proliferando as invasões em áreas que jamais deveriam existir quaisquer edificações, tais como as margens dos rios, os morros com elevação superior a 30 graus, acima da cota, nas nargrns de rodovias e ferrovias sem a observância da distância legal, nos mangues e terrenos encharcados, debaixo de viadutos…
    Vemos o tempo que foi perdido e só agora retomamos aquili que sofreu um corte em 1982 com a extinção do BNH.
    Agora nosso deficit habitacional é de cerca de 10 milhões de moradia.
    E sequer temos mão de obra capacitada para construir 1 milhão por ano.
    A derrocada da construção civil em 82, além do desemprego em todos os segmentos da indústria, ainda nos trouxe a morte de uma escola natural da profissão de pedreiro, que eram as obras onde se começava como servente e na prática do dia a dia acabava-se formando um profissional a custo zero para a sociedade ou órgãos públicos.
    Agora…
    Como cachorro que corre atrás do rabo…
    Precisamos correr…
    E…
    Não temos pernas.
    Ou pedreiros.

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  6. 1 Neco 28/09/2010 10:53

    Pelo preço que está o m2, é mais certo uma estagnação.
    Afinal, o preço está de 1º mundo, mas o povo tem salário de 3º

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