Estrangeiras querem vender cosmético via catálogo para atingir a classe C
A ascensão da classe C já desperta o interesse das companhias internacionais interessadas em iniciar suas operações no Brasil. Quatro empresas estrangeiras planejam oferecer cosméticos importados por meio de venda direta ao consumidor brasileiro.
Elas estruturam sua entrada no País com a assessoria do escritório Leite, Tosto e Barros Advogados. “Elas querem importar para vender aqui”, afirma Cristina Alkmin Lombardi, sócia do escritório. Ela não informou os nomes das empresas, mas disse que são de quatro nacionalidades diferentes: francesa, italiana, chinesa e indiana.
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