Rigor fiscal e retirada de incentivos podem aliviar pressão sobre inflação, diz Tendências
A retirada dos incentivos dados durante a crise financeira e um direcionamento mais austero da política fiscal podem diminuir a pressão para uma elevação da taxa básica de juros em 2010.
Na avaliação de Felipe Salto e Bruno Lavieri, economistas da Tendências Consultoria, tais iniciativas elevariam o grau de confiabilidade na retomada de melhora nas condições de solvência do setor público e, ainda, conduziriam a um quadro fiscal mais sólido já nesse ano.
“O Ministério da Fazenda deveria focar, além das medidas de retirada dos incentivos e na ratificação do compromisso primário, em uma expansão dos esforços fiscais previstos”, afirmaram em relatório.
Para os economistas, o cumprimento da meta fiscal sem abatimentos já carrega um sinal bastante positivo, mas um comprometimento com metas maiores traria benefícios igualmente superiores, “amarrando as mãos” do próximo governo e diminuindo a pressão sobre a demanda agregada.
Assim, seria um risco a menos para o controle da inflação pelo Banco Central.
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2 LUCCIANO 23/01/2010 16:42
Tem que reduzir també o aulilio terno de 4.000.00 mensais dos polítiocs, 3.000.00 auxilio sapato, 5.000.00 de vale refeição, 7.000.00 de auxilio aluguel etc.. eles já ganham muito bem para trabalhar de terça a quinta das 10:00 as 15:00 com duas horas de almoço. Isso sim é imposto aos brasileiros.
1 Sergio F Gomes 23/01/2010 10:49
Sou favorável a retirada do IR/sobre os rendimentos dos Títtulos Publicos, consequentemente a reduçao da taxa Selic em 15%, a aplicaçao em títulos privados que sao os recursos que financiam o consumo, estes teriam IR flexivel, indo de 15% até 50%, e esta seria a ferramenta ortodoxa de controle de inflaçao via juros e acrescentaria o iof sobre operaçoes , considero pouco inteligente o governo pagar juros desnecessários na elevaçao da Selic para conter inflaçao, o IOF tbm poderia ser usada de forma seletiva por setor , por tipo de operaçao, na tomada e crédito