Banco público amplia fatia de 28,4% para 33,9% no crédito
Os bancos públicos ganharam espaço no mercado de crédito neste ano em relação ao ano passado. Segundo levantamento da Austin Rating, em junho de 2008 os bancos públicos tinham uma participação no mercado de 28,4%, contra 71,6% dos privados. No mesmo mês deste ano, os públicos passaram a deter 33,9% da oferta de crédito, e os privados perderam espaço, ficando com 66,1%.
“Os bancos públicos desempenharam um papel muito importante de irrigar o mercado com crédito no período da crise”, avalia Erivelto Rodrigues, presidente da Austin.
Já os bancos privados “pisaram no freio”. Em junho do ano passado, eles foram responsáveis por emprestar R$ 721,376 bilhões, ante R$ 286,134 bilhões dos bancos públicos. Já neste ano, a cifra dos bancos privados ficou em R$ 783,462 bilhões, ao passo que o volume emprestado pelos bancos públicos pulou para R$ 401,986 bilhões.
Para Rodrigues, os bancos públicos estão oferecendo crédito “como há muito tempo não se via”, e esse aumento na oferta impulsionou seus bons resultados trimestrais. Exemplo disso foi a Caixa Econômica Federal, que, na semana passada, anunciou um aumento de 20% no lucro no terceiro trimestre e retomou a quarta colocação entre os maiores bancos do País.
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13 Agnaldo 10/11/2009 11:32
Estão cumprindo seu papel de irrigar a economia numa crise de superprodução
12 Mauricio Wanderley 10/11/2009 10:18
Aproveitando o crescimento da participação dos bancos públicos deveríamos forçar os bancos privados a interromper o verdadeiro saque sobre a economia da população que praticam. Para continuar na presente tendência, o crescimento da economia precisa de ajuda. Trazer os juros para um patamar civilizado, com certeza, ajudaria muitíssimo. Vejam os lucros anunciados. Um avsurdo tottal.
11 Pedro 10/11/2009 9:45
Até quando ficaríamos nas mãos dos bancos Privados no Brasil..já estava na hora de uma atitude mais agressiva dos bancos públicos no Brasil e com isto fomentando a concorrencia que até então não existia por aqui….
10 ORDER 11110 10/11/2009 9:09
Não caiam nessa armadilha, pois as taxas de juros estão altissimas, é melhor não ousar do que ficar endividado , e correr o risco de quebrar.
9 consumidor 10/11/2009 9:00
ponto para os bancos publicos. Tenho pena dos funcionarios do banco espanhol, pois quando os grandões perdem posições no ranking, quem paga o pato são os funcionarios
8 José Flávio Rique 10/11/2009 8:49
Para melhorar ainda mais, á situação o governo, deve corrigir, o indici de aumento para os aposentados, crescer as custas dos aposentados, e muito bom, tirando dos aposentados para sustentar a vagbundagem com está tal de bolsa escola, neste Pais ao inveis de incetivar os jovens á trabalhar e ferem cursos profissionalizantes, opovo brasileiro precisa de trabalho, e não de esmolas, para ele é interessante manter esta camada de pessoas nesta situação pois isto se chama voto de cabresto, temos que esclarecer mais o povo brasileiro.não temos segurança, á saude e um caos, a crininalidade aumentando, invasão de terras, vc não pode mais garantir o que é seu, isto está correto?
7 joão Mazzurana - Caxias do Sul-RS 10/11/2009 8:49
Mas, ainda assim prefiro os Bancos particulares para negociar, pois são muito mais ágeis e flexíveis às necessidades dos clientes.
6 Gilberto 10/11/2009 8:41
Acho ótimo, a função do banco público é agir no mercado e estimular o crédito a juro baixo. Ainda bem que este governo está preservando os bancos públicos. A idéia do governo anterior era acabar com eles para que os bancos privados tomassem conta de tudo, ou seja: pouco crédito e juros altos. Para quem não lembra, o juro na época do FHC, que acabou com quase todos os bancos público, chegou a 35 %. Hoje está 12 % a.a.
5 rubinho 10/11/2009 8:40
Estatização bancária via mercado!
Guilherme, uma pergunta:
Se banco grande não pode quebrar, ele deve dar lucro?
Acho que é uma pergunta que os americanos vão demorar uns 15 anos pra responder.
Abraços e bom trabalho.
4 Indignado 10/11/2009 8:20
Se o banco público é o primeiro a dar mau exemplo, o que esperar dos privados? Se o banco público já tem sua limitação de crédito, aliada à taxa de juros que ainda não condiz com a realidade brasileira, o que esperar mais?