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segunda-feira, 9 de novembro de 2009 Comércio | 06:01

61% dos paulistanos acham que a renda aumentou em 2009

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Apesar da crise, 61% dos paulistanos acreditam que o atual nível de renda da população está melhor do que há um ano. O elevado percentual indica que os habitantes da maior metrópole do País já deixaram os receios da crise para trás, estão se beneficiando dos reajustes salariais e perceberam a maior oferta de crédito aos consumidores.

Os dados foram coletados em outubro e fazem parte do índice de Intenção de Consumo das Famílias (ICF), elaborado pela Fecomercio de São Paulo. Durante o mês, a entidade ouviu 2,2 mil habitantes da capital.

Além da maioria otimista da população, 26% dos entrevistados consideram que a renda continua igual ao que era no mesmo intervalo do ano passado. Em relação ao resultado do IFC de setembro, a sensação de melhoria da renda cresceu cerca de 2%.

Altamiro Carvalho, economista da Fecomercio-SP, acredita que os incentivos do governo federal contribuíram para uma percepção favorável da população, mas ressalta que isolados não impactariam tanto o resultado da pesquisa. “Sem aumento real de salário e maior acesso ao crédito, as medidas não surtiriam efeito”, diz.

Por faixa de renda, 65,6% dos que ganham entre três e dez salários mínimos apresentam maior nível de satisfação com a renda atual. Em comparação ao mês de setembro, subiu o número de pessoas dessa classe que acreditam que o salário está melhor que em 2008.

Nas faixas salariais de até três salários mínimos e as que superam dez salários mínimos, a sensação de que a renda aumentou foi apontada, respectivamente, por 56,7% e 56,3% dos entrevistados.

Autor: Guilherme Barros Tags: , ,

13 comentários | Comentar

  1. 3 Sergio 09/11/2009 7:57

    O que não quer dizer necessariamente melhoria na qualidade de vida, principalmente porque o brasileiro não tem educação financeira como curriculum escolar. Na verdade, este dinheiro vai direto para o consumo sendo rapidamente abandonada esta sensação de satisfação. Para que esta sensação fizesse realmente efeito sobre o dia a dia do brasileiro e em específico do paulistano seria necessário que itens de sustentabilidade fossem rapidamente absorvidos pela população, com incentivo maçiço do governo com total isenção de impostos, entre eles, fomento e financiamento a fundo perdido para a implantação nacional de energia solar e eólica a nível de residencias, incremento da captação de água de chuva e melhoria significativa do transporte via trilhos e navegação.
    Temos também um ministério das cidades inócuo ou figurativo, tendo em vista, que as cidades crescem desordenadamente ocupando morros e córregos.
    Sobre as já existentes há que se fazer urbanização, sobre as outras deveria ser implantado uma lei de zoneamento e planejamento no surgimento de novas cidades, com avenidas muito mais largas que já contemplassem cruzamentos principais em desnível, e com os novos prédios menos altos com itens de sustentabilidade, como os acima citados e acesso a trens e metrô de forma a evitar que estes cidadãos tivessem que optar por carros, mas que tendo que fazê-lo contassem com avenidas amplas e suficientemente planejadas, bem como já contemplando uma faixa separada por muretas para ciclistas com impedimento de circulação de motos nesta área. Devendo contemplar já também áreas de bosque, horta e pomar acompanhando linearmente estas avenidas, duvido que com a devida infra estrutura devidamente pensada com aptos simples porém com qualidade e com espaço suficiente no estilo CDHU, mas com melhor acabamento como revestimento com pastilha, e com hospitais, devidamente informatizados etc em fim, todo um planejamento antecipado se não haveria uma percepção muito maior de qualidade de vida de forma a evitar muita locomoção e gasto com combustiveis se não veríamos a população migrando rapidamente para este estilo de vida e se desinteressando pelas grandes cidades preferindo qualidade de vida ao invés de consumismo desenfreado e cidades doentes, poluídas, com enchentes, e que procuram consertar o que está errado ao invés de planejar o desenvolvimento antecipadamente, isto seria o ministério das cidades, não este fiasco que estamos vendo.que defende interesses políticos e está sempre correndo atrás do problema ao invés de se antecipar a ele.

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  2. 2 romario morais 09/11/2009 6:57

    talvez.;mas ´e preciso ver a nivel de brasil …..pois a realidade com certeza serà outra;;;

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  3. 1 ARNALDO SALLES 09/11/2009 6:41

    Duvido que os Paulistanos tenham confirmado isso. O que eu sei é que as DÍVIDAS SIM foram que aumentaram muito em 2009. Enquanto os Bancos estão aí anunciando seus super lucros, a população está toda encalacrada nas cirandas das dívidas e juros exorbitantes. Portanto, essa pesquisa é fajuta ou então foi realizada entre a elite.

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