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05/01/2009 - 17:03

Israel Sexy: Queremos todos penetrá-la!

 

25/06/2008: Cena 1 – Notem que esse artigo com o título “Um Espetáculo que Não Termina Nunca” foi escrito aqui pro Blog em 15 de Junho do ano passado. Mas poderia muito bem ter sido escrito durante qualquer conflito que envolve os terroristas e Israel ou vice versa: naquela região, eu me recuso a dar qualquer palpite sobre o certo ou errado, bem ou mal: maniqueísmo, o que  quer dizer isso mesmo? Esqueci!

Assim como foi com a eleição americana, o mundo inteiro palpitou: e o mundo inteiro errou: Obama foi eleito. Muito palpite, muita opinião, principalmente de gente que JAMAIS esteve lá, que jamais (Hamais?), jamais sentiu o cheiro dos Montes das Oliveiras ou do Muro das Lamentações. Ou do Mercado Árabe de East Jerusalém e como RALAM os palestinos pra colocar um dia de trabalho em território Israelense: mas… sim, a beleza de um kibutz, a idéia do que é um kibutz, sim, aquilo é uma comuna verdadeira. Não mais uma utopia, um Thomas More no meio do deserto, mas algo que deu certo, sem homofobias, sem “um capitalismo desvairado” definitivo com um lucrismo sem fronteiras. Ah, mas o Estado de Israel só existe por causa do apoio americano, alguns berram. Certo.

Pasmem, muitos países árabes também só existem por causa dos dólares americanos!!!! E por causa do PETRÓLEO, então se acalmem!!!!

Sim, sim, chocante, sem dúvidas, estar comendo num restaurante e ter que lidar com as Uzis automáticas deixadas normalmente sobre as mesas. É o estado “normal” de ser de um estado SEXY.

Israel é sexy.

Por isso as raves? Será?

Em junho de 2008 escrevi: Aeroporto Ben-Gurion, Israel — Um policial israelense, plantado num topo de um prédio a cem metros do presidente Sarkozy e do primeiro ministro Olmert, olha em volta, cospe no chão, limpa a sua arma pela última vez, dá uma olhada para o céu claro do oriente médio e acaba disparando um tiro em si mesmo. Digo, em sua própria cabeça. Os guarda-costas, rapidamente, se jogam pra cima de Sarkozy e, o que se vê, é Carla Bruni subindo rapidamente as escadas do avião presidencial, e Sarkozy, meio perdido, ainda querendo apertar as mãos de todos os guarda-costas, soldados, etc., porque, sim, a essas alturas, o Olmert e Simon Peres já tinham desaparecido. Levaram “o homem” em outra direção.

Estranho: num país tão preocupado com terrorismo, segurança, e ainda existe essa babaquice de cerimônia de despedida aberta em aeroporto: por que os presidentes não embarcam em gates, ao invés de ao ar livre? Bem, Carla Bruni mostrou que deixaria seu marido pra trás na primeira ocasião.

SEXY ISRAEL HOJE: (esse artigo não faz sentido sem o de baixo, o “SOMOS APÁTICOS…”)

Uma porrada de mediadores está na região! Mais uma vez o nosso Sarkozy – que parece não gostar muito de ficar na França – está tentando conseguir um cessar fogo, já que mais de 500 civis palestinos morreram desde o início deste NOVO conflito. Mas quantos morreram desde a diáspora?

Quem expulsou os palestinos do Líbano? E da Síria? O que tem o King Hussein, pai de Abdullah, da Jordânia, com tudo isso? Muito. Ninguém quer saber dos Palestinos. Interessante. Mais eu não digo.

Está lá o Sarkozy, HOJE, em 5 de Janeiro de 2009. Vamos ver se ele consegue “salvar o mundo” já que a França não conseguiu salvar a própria França na Segunda Guerra Mundial.

Carla Bruni é sexy. Ela quer sua parceira, Israel.

Só com desbunde mesmo. Porque se formos falar sério…

Assistam ao clipe “O Império Contra Ataca”, produzido por Rosana Wölfl para Gerald Thomas:

 


 

Gerald Thomas

 

PS: Obrigado, Rosana Wölfl, pelo vídeo “ O Império Contra Ataca”.

 

(O Vampiro de Curitiba na edição)

 

 

 

Autor: gthomas - Categoria(s): artigos Tags: , , , , , , , , , , , , , ,
02/11/2008 - 01:19

Na TPM das eleicões dos EUA + Brasileiro vence a Maratona de NY(leiam também matéria abaixo desta: Halloween mais polítco da História)

Stand up and fight my friends, defend your country, fight on, never stop fighting, fight for America, God Bless America!”

John McCain estava aos berros em Virginia nos últimos surros, urros e sussurros dessa campanha eleitoral. Mas “stand up and fight” de quem e do que, pergunta-se? Levantar e lutar contra si mesmo ou contra os números que o desfavorecem nas estatísticas?

A campanha do terror não está funcionando, obviamente. As malditas pesquisas estão sendo ignoradas por um zangado McCain cujo desespero agora está mais nítido que nunca. Seus discursos, hoje, o fizeram cair mais 4 pontos nas enquetes.

Bate-boca

Começando  conversas com pessoas em diversas partes da cidade  e até mesmo aqui, no prédio onde moro, uma delas foi enfática e procurei ouvi-la: “Vou votar nele, no McCain, porque tenho medo de mudanças. Não tivemos mais nenhum ataque doméstico desde o 11 de Setembro [2001]“.

“Mas o que o senhor me diz sobre o equívoco de invadir o Iraque e a morte de 100 mil civis iraquianos e mais de 4 mil soldados do nosso país?”, perguntei. “Acho que temos de tomar todas as precauções possíveis…” No meio de sua resposta, o saguão do prédio começou a se encher, e as pessoas se intrometeram na hora.

“Isso é um absurdo. Tenho vergonha de ser do mesmo país que você!!!”, berrava uma senhora de uns 60 , com um back up de adolescentes vestidos da festa de Halloween de ontem, ou de um concerto de rock.

“Guerra era uma palavra do passado e paz não era somente uma utopia, mas era a realidade. Temos que voltar a ter essa realidade” , a grande maioria do grupo de senhores e jovens berravam.

Existem grupos de negros que sequer admitem a possível derrota de Obama. Eles vivem, e com toda razão, o sonho quase impossível de Dr. Martin Luther King Jr.

Sábado foi somente o ensaio. Faltava ver o que a festa/protesto de ontem nos traria. Eu iria para  Dumbo, um dos  bairros de Brooklyn mais, digamos, “artísticos”.

Nesse pós-Halloween, eu queria ver qual seria a fantasia deles ou se simplesmente estariam olhando para o skyline de Manhattan com aquele famoso efeito de distanciamento brechtiano, chacoalhando as cabeças, o que, aliás, vem a ser muito saudável numa hora dessas.



Estamos em plena TPM da terça-feira que vem. Vai ser um deus-nos-acuda. 


Gerald Thomas

(Vamp, na edição)

 

A ELEIÇÃO DO CRASH

BARACK OBAMA OU JOHN MCCAIN. 
EM DOIS DIAS, UM DELES SERÁ ESCOLHIDO O SUCESSOR DE GEORGE W.BUSH, EM MEIO À MAIOR CRISE ECONÔMICA NOS EUA DESDE A GRANDE DEPRESSÃO DOS ANOS 30

O estouro da bolha de créditos podres, que invadiu a economia real, precipitou a radicalização da disputa política na superpotência. McCain, 72, começou a campanha como representante da ala moderada do governista Partido Republicano, mas vem adotando discurso mais conservador à medida que pesquisas apontam que a crise tende a favorecer o rival Obama, 47, do Partido Democrata, de oposição a Bush. Há décadas a eleição para o cargo mais poderoso do mundo não apresenta opções tão díspares nem ocorre em momento tão delicado. Este caderno apresenta os dilemas que serão enfrentados pelo próximo ocupante da Casa Branca, as posições programáticas que podem definir o futuro governo e a expectativa mundial em relação à eleição. 

 

PS: Que DIA!!!! UFA! MARILSON GOMES DOS SANTOS VENCEU A NEW YORK CITY MARATHON

COMO SE AS EMOCÕES NÃO BASTASSEM NESSA TPM PRÉ-ELEIÇÃO, AINDA VEM UMA NOTICIA DESSAS AQUI DO CENTRAL PARK !!!! DIA LINDO AQUI, E NENHUM PORTAL BRASILEIRO PARECE GIVE A DAMN!

GERALD

A Maratona de Nova York é uma das competições mais importantes e tradicionais do atletismo. Mais de 38 mil pessoas participaram desta edição (38.377).

Marílson fez o tempo de 2h08min44, correndo pela primeira vez abaixo dos 2h09min58 que ele tinha obtido na Maratona de 2006 – ano do seu primeiro título.

“Hoje eu provei que em 2006 não foi sorte”. “Este circuito é muito favorável para mim. Me lembra a minha casa”, declarou Marílson, que fez muita festa quando cruzou a linha de chegada, vibrando muito com a bandeira do país e com a sua esposa Juliana.

O marroquino Abderrahim Goumri liderou durante grande parte da prova, com Marílson sempre correndo entre o pelotão de elite. 

No fim, Goumri se desgarrou do pelotão, tendo Marílson em seu encalço. Mas nos minutos finais e a menos de 2km da chegada, em um belo “sprint”, o brasileiro não tomou conhecimento do rival e venceu a prova, com o marroquino em segundo com o tempo de 2h09min07. O queniano Daniel Rono terminou a prova em terceiro com 2h11min22.

“Nunca perdi as esperanças. Quando entrei no Central Park, os torcedores me inspiraram a continuar correndo e vencer a corrida”, disse Marílson.

Os outros dois campeões da Maratona de Nova York que disputaram a prova, o queniano Paul Tergat e o sul-africano Hendrick Ramaala, terminaram em 4º e 12º, respectivamente. 

No feminino, a britânica Paula Radcliffe conquistou o bicampeonato da prova, ao vencer com o tempo de 2h23min56. 

A russa Ludmila Petrova foi a segunda colocada com 2h25min43, seguida pela norte-americana Kara Goucher com 2h25min53.

Com agências internacionais, atualizada às 16h23

 

 

A Shifting LandscapeMap  

A Shifting Landscape

The Electoral Map

Autor: gthomas - Categoria(s): artigos Tags: , , , , , , , , , , , ,
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