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	<title>Gerald Thomas &#187; TERCEIRO REICH</title>
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		<title>Precisamos de Um Figurino para Usar Nessa Recessão!</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Dec 2008 04:36:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gthomas</dc:creator>
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O Figurino apropriado para a RECESSÃO
Qual seria? Tudo bem, já estamos ouvindo que as coisas vão de mal a pior. Péssimas, pra dizer a verdade.  Ninguém gasta mais um tostão em nada. Restaurantes vazios, lojas às moscas, os gigantes da automotive industry entregues às traças e&#8230; o mundo um grande cenário de teatro pós-moderno. O [...]]]></description>
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<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><strong>O Figurino apropriado para a RECESSÃO</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><strong><span style="font-weight: normal"><span><strong>Qual seria? Tudo bem, já estamos ouvindo que as coisas vão de mal a pior. Péssimas, pra dizer a verdade.<span>  </span>Ninguém gasta mais um tostão em nada. Restaurantes vazios, lojas às moscas, os gigantes da <em>automotive industry</em> entregues às traças e&#8230; o mundo um grande cenário de teatro pós-moderno. O que seria isso? Bem, aqueles escombros pós-explosão nuclear que adorávamos colocar no palco: “<em>ruínas que ainda estavam lá onde eu brincava quando menino</em></strong></span><span><strong>”, lembranças de Hiroshima, Dresden, etc. Algo como um reator nuclear rachado ou uma hipótese pessimista da pior catástrofe dada errada (ou “Dada” errada: uma Roda de Bicicleta de Duchamp no meio dos escombros!). Uma mulher enterrada como se fosse num holocausto moderno berrando <em>HELP</em> ou <em>HILFE</em> ou SOCORRO mesmo e nem um único ouvido mais a escutá-la no bairro tradicional de Alfama, em Lisboa, ou na Lapa do Rio, onde um rato assado passa por churrasquinho e túnicas africanas lindas apontam que todo dia se comemora o último dia do fim do mundo.</strong></span></span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><strong>Não, nesses lugares não existe recessão! Não existe a “nova” recessão, porque SEMPRE houve recessão. Então, qualquer novo anúncio passa batido ou vira piada, um gol contra ou mais uma dessas lorotas que se contam no “mundo estrangeiro ultramarino”. Interessante.</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><strong>Homens iscas. Nada os mordem. Estão lá para serem mordidos, mas nada os mordem.</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><strong>Diluem suas águas minerais com água da bica. Não se trata de recessão, Zé Mané? Não seria essa a ordem do dia? Então vamos às perguntas básicas: por que os presidentes das nações mentem tanto? Por que não aprendemos NUNCA com o desenrolar da história que a própria história não passa de uma ilusão, assim como uma mera encenação teatral? Ah, claro, e como encenação, o que sobra não chega a ser propriamente um registro físico, documental, mas o que se ESCREVE a respeito dela. E esses escritos são ficção PURA. Melhor ainda, IMPURA. Conclusão: não aprendemos! Somos imbecis? Reagimos a impulsos Pavlovianos? Não nos desenvolvemos? Como seres humanos continuamos a levantar a perna para cada poste que encontramos para mijar? Tão simples ou imbecil<span>  </span>quanto isso? Vamos sempre repetir os erros históricos e lorotas de ‘notas oficiais’ para sempre? SEMPRE? Na capa da <em>Folha</em> de sábado, a enorme manchete:</strong></span> </p>
<p class="headlineText" style="text-align: justify"><strong><em>&#8220;A crise econômica eliminou 533 mil postos de trabalho nos Estados Unidos em novembro, elevando a taxa de desemprego de 6,5% para 6,7%, segundo informou o Departamento do Trabalho. É o maior corte de vagas em um mês no país desde 1974. Há hoje 10,3 milhões de desempregados nos EUA. Os dados são de novembro, que registrou a 11ª queda mensal consecutiva.&#8221;</em></strong></p>
<h1 style="text-align: justify"><strong>“Estamos todos PENETRADOS&#8221;</strong></h1>
<p style="text-align: justify"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><strong>Melhor frase do “Quantum of Solace”, o último James Bond, onde pouca coisa se salva, exceto a cena na ópera de Bregenz. Linda. Cortes lindos. Esfaqueamentos encenados num palco e cenários deslumbrantes (de Aida, acho) e tiros rolando pelas coxias entre os “bonzinhos” e os maus!</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><strong> E a frase: “<em>WE ARE EVERYWHERE, haven’t you</em> <em>noticed?”</em></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><strong><em>-Estamos em todos os lugares, vocês não notaram?</em></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><strong>A falência múltipla de órgãos, todos eles, desde o CRASH de todas as instituições financeiras até TODAS as mentiras corporativas que os governos tentam nos empurrar goela abaixo&#8230; desde os complôs históricos, a cujos documentos “top secret” nós não temos acesso até gente reescrevendo a história para que o FDA e iguais ou semelhantes agências lucrem com a nossa depressão, ou criem um pânico ou – pior – lucrem com o PÂNICO instalado, O PÂNICO CRIADO pela indústria do terror (ambos os lados!)&#8230; Ai, meu deus, Gerald, melhor medir suas palavras! Onde estou querendo chegar? Em Brecht? Num tratado de Heiner Mueller? Num daqueles monumentais e revisionísticos discursos que só fazem mesmo é PROVOCAR mais a ira das instituições como a(s) igrejas, as sociedades organizadas, os sindicatos?</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><strong>Não, nada disso!</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><strong>Gostaria somente de poder reduzir tudo isso a um caldo ou à uma essência. E qual? A essência da farsa ou do drama farsesco, ou clownesco, onde (num cenário detonado, como todos os meus são), um ator encontra um Bordeaux 1933 e se lembre do pior de todos os regimes de todos os tempos: o Terceiro Reich. E, logo em seguida, ele encontra um <em>Barolo 1945</em>, ano do fim de tudo isso. Numa mão, ele segura o Bordeaux, noutra o Barolo. Ascensão e Queda. Uma mão e outra, que contraste! E que vinhos!</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><strong>Algo estranho? A primeira vista pode ser. Mas a meninada de hoje, imbecilizada como está, não notaria as datas, nada teria a comentar. A vida como ela está: Cada vez mais provinciana, reduzida ao TERROR do bairro, ao terror do confinamento das Hiroshimas de suas pequenas e medíocres cabeças! </strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><strong>Como sempre foi, como sempre foi&#8230;</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><strong>Vivemos como sempre vivemos.</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><strong>Sem causa para muito alarme.</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><strong>A razão dessa coluna? Um desabafo ocasional contra a falta de cultura que me pega de vez em quando. Só de vez em quando. Quando me pego conversando com 60 jovens que não sabem os nomes BÁSICOS do porquê chegamos aqui, onde estamos hoje. E do hoje que veio da maneira que chegou aqui. Porque não sabem e não leram um único LIVRO que explicasse o porquê de tantas&#8230; Ah, não! Não posso ser derrotado por mais um grupo de deslumbrados sem sul, sem norte, sem leste ou oeste! </strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><strong>Ah sim&#8230; Tem muita gente lucrando anunciando CRISE, RECESSÃO, etc.</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><strong>Cuidado: estamos aqui como sempre estivemos.</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><strong>Gerald Thomas</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><strong></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><strong>(O Vampiro de Curitiba ba edição)</strong></span></p>
<p><!--EndFragment--></p>
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		<title>FAUSTO SILVA, VOCÊ VENCEU, PARABÉNS!</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Oct 2008 16:01:48 +0000</pubDate>
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Fausto Silva, Chacrinha e&#8230; o grande circo.
New York – Pronto. Agora pensei o seguinte sobre a matéria da Judith postada no sábado: quase ninguém teve o que dizer ‘fundamentalmente’ sobre o que ela falou. Digo, sobre a vida que ela leva, levou e a mensagem que ela trasmite para o mundo. Quando penso nos programas dominicais do Faustão ou [...]]]></description>
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<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><strong>Fausto Silva, Chacrinha e&#8230; o grande circo.</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><strong>New York – Pronto. Agora pensei o seguinte sobre a matéria da Judith postada no sábado: quase ninguém teve o que dizer ‘fundamentalmente’ sobre o que ela falou. Digo, sobre a vida que ela leva, levou e a mensagem que ela trasmite para o mundo. Quando penso nos programas dominicais do Faustão ou do falecido Chacrinha (absolutos vanguardistas no que fizeram), penso no que o mundo virou, ao contrário do que Judith Malina prega. Por quê? Difícil explicar. Mas tentarei.</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><strong>Pensem naquela “melange” de gente no palco falando, berrando ao mesmo tempo. Pense naquelas meninas dançando e na confusão geral que se dá durante a tarde de domingo.</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><strong>Agora, pensem nos Blogs, eles berrando, cada blog uma aberração, uma berração, um berro, uma verdade. Uma sinfonia pra lá de atonal, uma cacofonia pra lá de qualquer coisa que<span>  </span>o ouvido humano possa suportar. A mobilização urbana está insuportável. A mobilização política puxa a sardinha para o lado demagógico que quer e que lhe mais convém.</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><strong>Um apoiador de McCain pode agora usar o jargão de Obama “CHANGE” da mesma maneira como um sucessor de Pinochet, no Chile, pode falar em liberdade de imprensa. Assim como os irmãos Castro, em Cuba, podem se considerar o Triunfo da Vontade exibindo o filme-mor do Terceiro Reich, de Leni Riefenstahl. Nada realmente faz sentido nessa moral perversa desse milênio que entrou. Nada.</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><strong>ESTAMOS AGENDADOS.</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><strong>ESTAMOD IBOPE-Ados.<span>  </span>Quem ganhou? O mundo cão! Viva o Faustão! Viva o Abelardo Barbosa!</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><strong>Ontem, após o &#8220;60 Minutes&#8221;, na CBS, deixei sem querer a TV ligada. Pra quê? Entrou no ar &#8220;THE AMAZING RACE&#8221;.<span>  </span>O grupo de idiotas (acho que tudo pré-scripted) acontecia no Brasil, entre Salvador e Fortaleza.</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><strong>Os Brasileiros eram mostrados como perfeitos imbecis, desdentados, táxis péssimos (até certo ponto verdade) e os americanos competidores eram mostrados como outro bando de imbecis que pronunciavam a capital do Ceará&#8230; &#8220;Furrleteeza&#8221;! Claro, ninguém tem a obrigação de saber onde está. </strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><strong>Se eu despachasse um bando de brasileiros pro Iemem do Norte, ninguém saberia pronunciar a capital: um horror: Mas a televisão é isso. As gravíssimas acusações engraçadas de Andy Rooney sobre o que é essa porra da AIG ou Goldman Sachs, e o que fazem com o “dinheiro dele”, e o que é essa merda de “bailout” são seguidas por um bando de imbecis tentando pegar táxis em aeroportos no norte/nordeste brasileiro.</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><strong>Viva Faustão!</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><strong>E Num Law &amp; Order Criminal Intent na TNT ou A&amp;E ou sei lá qual, um tal de vilão chamado Dupont estava com uma namorada brasileira, pronto para dar o golpe dos golpes e embarcar para o Brasil.</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><strong>Quantas vezes já vimos esse filme? E o quanto dele está certo?</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><strong>Eu poderia escrever algo mais sério, como a demonstração dos cegos aqui na Rua 23, que me impediram de ver o &#8220;BLINDNESS&#8221;, do Meirelles. Mas não vou. Retribuo generosidade com generosidade e mesquinharia com mesquinharia.</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><strong>Ontem, comemorei quatro anos sem fumar! Oba!</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><strong>Ontem, comemorei um ano desde que voltamos do festival de Córdoba e estávamos nos preparando (ensaiando) no hotel Staybridge em Sampa para abrir o evento &#8220;Satyrianas&#8221; na Praça Roosevelt, amarrando Alberto Guzik e um outro que desapareceu da minha vida por livre e espontânea opção, depois de aprontar aqui em NY. Nunca falei disso publicamente, mas um dia&#8230; Um dia, nada. Que um dia porra nenhuma! Viva o Alberto que está escrevendo magnificamente &#8220;Um Crítico&#8221;.</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><strong>Quanto ao mundo? Ah, sim, ele. Hoje foi a Europa que se fudeu. Efeito Dow Jones. &#8220;The devil in Miss Jones&#8221;, aquele filme pornô que andava lado a lado com DEEP THROAT – com Linda Lovelace. Engolir tudo. Assim estamos, me parece. Como Linda Lovelace. Engolindo tudo!</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><strong>Deep Throat também era o informante de Bob Woodward e Carl Bernstein do Washington Post e que acabaram com a vida de Nixon ao revelarem o escândalo de Watergate.</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><strong>Hoje? Não tem mais GATES. So tem o Bill Gates dando uma ótima entrevista a tarde para um paquistanês cujo nome não me lembro&#8230; CNN dominical. Ótima. Micro and soft. Deve ter sido a mulher dele que deu o nome, depois que o Bill se despiu e ela viu o dito cujo.</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><strong>Viva o Faustão! Você é a encarnação de &#8220;Fausto&#8221;, de Goethe. Já te disse isso na Churrascaria Rodeio de São Paulo e te direi sempre. Você está nas Vanguardas das Vanguardas porque o barulho que você provococa quando não deixa ninguém ser ouvido, quando fala é exatamente igual aquele que acabo de ouvir agora do lado de fora do meu banco, aqui na primeira Avenida, quando um policial da NYPD era verbalmente abusado por um camelô que dizia: &#8220;<em>You motherfucker, se você me multar, eu vou lá e mato toda a tua família, teus sobrinhos, tua lua e teu sol. Yor son and yor SUN</em>&#8220;.</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><strong>O que ele quis dizer com isso, Faustão?</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><strong>O que ele quis dizer com isso, Abelardo?</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><strong>Mas funcionou! O policial se mandou.</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><strong>O Brasil é humilhado por esses “game shows”. Mas não se preocupem: os particpantes são mais humilhados ainda.</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><strong>Um humilhando o outro. Mundo cão! Mas tudo de mentirinha até que a primeira bala seja realmente MORTAL.</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><strong>Gerald Thomas</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><strong>Inicio de outubro. The Race is ON!</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">PS: Ih, esqueci de comentar o melhor do 60 Minutes: um soldado da DELTA FORCE que tentava catar o Bin Laden la nas montanhas em Tora Bora! mas nao conseguia porque, na medida em que&#8230;bem, deixa pra la. Quem viu, viu. Fica pro proximo post!</p>
<p class="MsoNormal"><span><strong> </strong></span><span><strong> </strong></span></p>
<p class="MsoNormal"><span><strong>(O Vampiro de Curitiba, na edição)</strong></span></p>
<p class="MsoNormal"><span><strong> </strong></span></p>
<p><!--EndFragment--></p>
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