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	<title>Gerald Thomas &#187; OPORTUNISMO</title>
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		<title>Surtos De Individualismo</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Nov 2008 18:55:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gthomas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ 
“Não, não&#8230; não é o que vocês estão pensando. Não, não é isso. De certa forma&#8230; quero dizer, de alguma forma, é  o que vocês estão pensando, sim. Não posso negar. De alguma forma, o que vocês estão vendo agora, confirma exatamente isso (o que está no palco, vida, política, jornais, etc), e confirma também o que vocês [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-family: Calibri"><strong><span style="font-size: 14pt;color: #000000">“</span></strong><strong><em><span style="font-size: 14pt;color: #000000">Não, não&#8230; não é o que vocês estão pensando. Não, não é isso. De certa forma&#8230; quero dizer, de alguma forma, é  o que vocês estão pensando, sim. Não posso negar. De alguma forma, o que vocês estão vendo agora, confirma exatamente isso (o que está no palco, vida, política, jornais, etc), e confirma também o que vocês estão pensando.</span></em></strong><strong></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 15pt;text-align: justify"><span style="font-family: Calibri"><strong><em><span style="font-size: 14pt;color: #000000">Engraçado. Triste. O desmoronamento. Várias obras de arte têm essa cara. Melhor, o PODER tem essa cara também. </span></em></strong><strong></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 15pt;text-align: justify"><span style="font-family: Calibri"><strong><em><span style="font-size: 14pt;color: #000000">O Poder e a Arte tem a cara da destruição!&#8221;</span></em></strong><strong></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 15pt;text-align: justify"><span style="font-family: Calibri"><strong><span style="font-size: 14pt;color: #000000">E por aí vai a narração inicial de “O CÃO QUE INSULTAVA MULHERES, Kepler, the dog” que estreou semana passada (apresentação única) em Sampa e pelo IG.</span></strong><strong></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 15pt;text-align: justify"><span style="font-family: Calibri"><strong><span style="font-size: 14pt;color: #000000">Muita coisa pessoal aconteceu na minha vida desde que comecei a ensaiar o espetáculo. Muita coisa aconteceu desde que ela foi ao ar.</span></strong><strong></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;text-align: justify"><span style="font-family: Calibri"><span style="font-size: 14pt;color: #000000"> </span><strong><span style="font-size: 14pt;color: #000000">Às vezes devemos dar uma parada em tudo. Zerar. Lubrificar o corpo. Postar a alma diante do espelho como o mais angelical dos seres ou o mais diabólico deles e perguntar: “</span></strong><strong><em><span style="font-size: 14pt;color: #000000">o que estamos fazendo aqui? Pra quem e pra quê? Quem são nossos amigos? Quem são os oportunistas? Quem são nossos inimigos?</span></em></strong><strong><span style="font-size: 14pt;color: #000000">”</span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;text-align: justify"><span style="font-family: Calibri"><span style="font-size: 14pt;color: #000000"> </span><strong><span style="font-size: 14pt;color: #000000">As respostas podem vir na hora. Outras podem demorar algum tempo. De uma forma ou de outra, quem vive uma ‘vida pública’  assim como eu,  já deve dormir com um olho aberto. Quem se aproxima&#8230; hummm, deve se aproximar porque deve querer alguma coisa.</span></strong><strong></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;text-align: justify"><span style="font-family: Calibri"><strong><span style="font-size: 14pt;color: #000000">INÍCIOS DE TUDO </span></strong><strong></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;text-align: justify"><span style="font-family: Calibri"><strong><span style="font-size: 14pt;color: #000000">Vejo uma geração (aliás, duas) inteira de pessoas fingindo que estão acontecendo coisas. Uma, a mais velha, FINGE que há um NOVO INÍCIO de TUDO, como se os tempos de hoje fossem a nova Gênese. Bosta. Não tem nada de novo acontecendo além do fingimento oportunista desses alguns que querem estar desesperadamente correndo em busca de um tempo perdido. </span></strong><strong></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;text-align: justify"><span style="font-family: Calibri"><strong><span style="font-size: 14pt;color: #000000">E tem de fato a geração de hoje, a nova, que não sabe porra nenhuma mesmo e que olha qualquer negócio com aquele olhar bestial de novidade. Dá preguiça? Não sei. Dá pena. Mas sempre foi assim. Schoenberg já escrevia sobre isso. Outras dezenas também. E sei lá quem escrevia que o “</span></strong><strong><em><span style="font-size: 14pt;color: #000000">tempo contemporâneo traz memórias pra serem preenchidas”</span></em></strong><strong><span style="font-size: 14pt;color: #000000">. Ah, tem cara de ser Wittgenstein, mas posso estar chutando. </span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;text-align: justify"><span style="font-family: Calibri"><strong><span style="font-size: 14pt;color: #000000">“Hedonismo perverso”</span></strong><strong></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;text-align: justify"><span style="font-family: Calibri"><strong><span style="font-size: 14pt;color: #000000">Mesmo assim, exausto da estréia do Cão que insultava e insulta, fui ver o espetáculo que Jô Soares montou no &#8220;Teatro Vivo&#8221; com o Wilker e cia. E o quê? Me surpreendi como  o Wilker está ÓTIMO, como o Jô deixou o texto de Albee de pé, sem pretensões de querer cultuar um manifesto em torno de si mesmo. Ah sim, nem tudo é perfeito, mas&#8230; quem sou eu para estar escrevendo sobre perfeição ou cultos sobre o diretor, etc.?</span></strong><strong></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;text-align: justify"><span style="font-family: Calibri"><strong><span style="font-size: 14pt;color: #000000">Encontrei no camarim um Jô Soares tão doce, tão simpático e tão aberto a tudo que, complementar ao texto do Albee e a interpretação inesperada de Wilker, deixa em aberto se não devemos nos olhar mais no espelho todos os dias um pouco menos. Vou repetir. Olhar MAIS no espelho um pouco MENOS (essa frase é melhor em alemão). Olhar menos no espelho e testar nossas idioTsincrasias e daqueles que consideramos amigos, inimigos ou da tchurma ou da antiTchurma ou de pessoas que consideramos hostis ou da nova FASHION Actor ou Fashion ACTRESS ou do Pink is the new Black. E por quantos anos olharemos para fora ao invés de para dentro para constatar uma coisa, uma única e só coisa?</span></strong><strong></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;text-align: justify"><span style="font-family: Calibri"><strong><span style="font-size: 14pt;color: #000000">Sylvia, a cabra, é uma paixão impossível porque ela não existe. </span></strong><strong></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;text-align: justify"><span style="font-family: Calibri"><strong><span style="font-size: 14pt;color: #000000">A questão mais profunda e mais dolorosa entre nós da humanidade seria: temos realmente alma suficiente para amar ou entregar, para colocar nosso coração à disposição de alguma outra pessoa em qualquer momento de nossas vidas? Ou o MOTTO do “Kepler the dog” está mesmo certo: ”Não, nao é o que vocês estão pensando. Sim, é o que vocês estão pensando, sim. O que está colocado na frente de vocês e na minha frente agora é isso! E se está colocado na sua frente, tem que ser comido, atacado, digerido, possuído e depois&#8230; CAGADO FORA!</span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;text-align: justify"><strong><span style="font-family: Calibri"><span><span style="font-size: 14pt;color: #000000">XEQUE-MATE!</span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;text-align: justify"><span style="font-family: Calibri"><strong><span style="font-size: 14pt;color: #000000">Gerald Thomas,</span></strong><strong></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 15pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: 14pt;color: #000000"><span style="font-family: Calibri">Depois de uma longa conversa sobre &#8220;amizades da oportunidade” com João Carlos do Espírito Santo.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 15pt;text-align: justify"><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 15pt;text-align: justify"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 15pt;text-align: justify"><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 15pt;text-align: justify"><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 15pt;text-align: justify"><strong></strong></p>
<h3 style="text-align: justify">(O Vampiro de Curitiba na Edição)</h3>
<p style="text-align: justify"> </p>
<p style="text-align: justify"><strong>PS: &#8220;O CÃO QUE INSULTAVA MULHERES, KEPLER, THE DOG&#8221;, AO</strong><strong> QUAL O TEXTO SE REFERE, PODE SER VISTO AQUI:</strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong></strong></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-size: 24pt;font-family: Georgia"><span style="font-size: 24pt;font-family: Georgia"><span style="font-size: small"><span style="font-family: Georgia"><span style="font-family: Georgia"><span style="font-size: small"><br />
</span></span></span></span></span></span></p>
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<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
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