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23/11/2008 - 16:45

COCAÍNA E EXTREMOS NÃO TÃO SIMPÁTICOS

Hoje este blog comemora seis meses aqui no IG. Esse último artigo, o de baixo, teve um acesso de mais de 17 mil pessoas, resultando em quase 800 comentários aprovados (coisa, aliás, sem precedentes). Dos mais insultosos aos mais carinhosos, acho que nunca vi ou vivi nada igual. Escrever sobre o Brasil (consideram alguns brasileiros) é escrever CONTRA o Brasil. A noção de  ‘crítica construtiva’ parece que caiu por água abaixo, junto com essa onda de analfabetismo e xenofobia que o pais adotou. Muito bem.

 

Esse artigo precisa ser linkado ao de baixo, “negros-2”, onde falo nada mais do que a Folha confirma hoje num caderno especial (e copio trechos aqui).

 

Outros assuntos: BlogNovela: “ O Cão que insultava Mulheres, Kepler the dog”.

 

O Cão que Insultava Mulheres, Kepler, the dog.

 

Pouco a pouco volto a reorganizar minha vida aqui em NY. Estranho isso. Alguns comentários deixados no texto “negros-2” são tão extremamente venenosos e recheados de FÚRIA que me pergunto sobre a patologia ou psicose do internauta que o deixa ou endossa tal comentário. E o resultado que isso traz, digo, o respaldo: Rimos muito, eu e amigos meus, quando lemos em voz alta alguns desses repetidos comentários. Sério. Não causam mais nenhum impacto, crianças!

 

O que ouvimos do palco, no final de um espetáculo, vindos de uma platéia escura, são aplausos ou vaias. Mas jamais saberemos a “verdade” do que realmente se passa na cabeça do espectador (Shakespeare escreveu a respeito) além daquela formalidade, digamos, protocolar. Mesmo depois de 30 anos de teatro e ópera pelos “mundos” afora, a quarta parede aqui dentro já foi quebrada há tanto tempo e se há um espelho do meu ego, esse já foi quebrado há décadas também. E por quê? Por causa de uma coisa simples, frágil, singela, singular… que chamo de AUTO-PROTEÇÃO.

 

Como assim? Sim, nós nos expomos. Claro. Damos a cara a socos e pontapés alheios quando escrevemos textos e encenamos/escrevemos espetáculos NOVOS (que não são REPETIÇÕES de textos clássicos, fáceis de serem remontados e remoídos e remoídos e regurgitados…). Mas, e dai?

 

E daí que nada disso importa. Teatro não importa. Arte não importa. O que importa é que a Ford Motor Company e os outros, como a GM, estão perto de fechar suas portas. E isso sim terá um impacto MUNDIAL (incluindo nosso querido Brasil que não aceita criticas…) Assim como numa peça teatral, a cortina fecha, o drama chega ao epílogo… e os grandes heróis de uma era não estão sabendo mais lidar com os tempos modernos de Chaplin e… pum, caem no chão! E, com isso, milhares, digo, milhões de empregos no mundo se evaporam. Milhares de famílias dignas viram homeless. Brincamos demais por tempo demais. Brincamos de Alan Greenspanismo, dessa desregulamentação! E esse será o preço. A coisa não começou ontem, não começou com Bush. Nada tem a ver com ele: tem a ver com Reagan/Thatcher que mandaram ver na desregulamentação e… a free market economy e a invasão japonesa e coreana e… agora o xeque-mate!

 

Então? COCAÍNA! Álcool. Drogas em geral. Dopamina. Neurotransmissores em confusão, serotonina em déficit, egos pedindo arrego. E uma pequena correção a fazer quando assisti meu grande amigo Reinaldo Azevedo no Jô, num link online (atrasado, coisa de mês atrás, quando o Reinaldo foi lá no programa). Disse o Reinaldo que essa coisa de “afro-americano” é besteira porque os brancos seriam o quê? Seriam “Euro-americanos”?

 

Sim, meu mais querido Rei. Aqui nos EUA a gente se classifica de Ítalian-American, Lithuanian-American ou simplesmente diz, mesmo já sendo terceira geração nascida aqui: I’M GREEK ou I’m Irish. Por isso, talvez, mantemos uma grande tradição das raízes de onde viemos. Talvez, por isso, mantemos um grande vínculo com os idiomas que nossos avós e pais falavam. E, no lado oposto da moeda… por isso talvez tenhamos GUETOS: I am Cuban (sendo ele americano, como Rick Sanchez da CNN, já nascido aqui). I’m Russian ou Italian ou Chinese ou seja lá o que for. E nesse seja lá o que for, ou que Ford, lendo a VEJA da semana passada no vôo de volta pra cá, não me choco com a reportagem feita com o Fábio Assunção.

 

Me choco com a hipocrisia feita em cima da reportagem. Sim, as redações , não especificamente da Veja, cheiram, se drogam, assim como em qualquer outro departamento da sociedade, e escrevem sobre algum ídolo da TV que se droga. Metalinguagem melhor, mesmo, somente seria um cego descrevendo uma paisagem.

 

Mas esquecem também que Jimi Hendrix morreu aos 27 anos. Causa oficial: engasgou em seu próprio vômito. Mas quem estava vivo naquela época (e eu estava) via que a tragédia estava pra acontecer: assim como toda sociedade que não sabe mais lidar com os xingamentos, vaias ou aplausos que recebe, porque TUDO TEM O MESMO SOM DO CONSUMO ou do FRACASSO DO CONSUMO, ou seja, o som do EPÍLOGO, Hendrix se deixou levar.

 

E foi o mesmo com Cazuza cuja “droga já vinha malhada” ou com Clapton sobre a mesma cocaína “she don’t lie, she don’t lie… cocaine!” e Joplin, Jim Morrison ou Sigmund Freud que, por assim dizer, a introduziu ao mundo clássico, neo-clássico, hostil da psicanálise.

 

Mas Rimbaud e Genet e, ah, claro!, Manoel Bandeira e Sérgio Porto e Vinicius de Moraes eram grandes fãs do pó! Pra não falar da cena intelectual de Paris dos anos da Belle Epoque onde era chamada de Café Blanche… Não, nada a ver com o Tennessee Williams, mas as reportagens freqüentemente esquecem Cole Porter que fazia a apologia da mesma! Estranho isso. Estranho esquecer Miles Davis, Porter, Ellington, Charlie Bird Parker, etc.. Mas tudo bem. Estranho não citarem a beat generation como Bill Boroughs ou Tim Leary que é conhecido, entre os não tão íntimos, como o “Papa das Drogas“.

 

Ou grupos inteiros de teatro que fazem a apologia de outras drogas para que se entre em “outro estado”. Qual estado? O de Israel? Sim, talvez tão provisório ou tão recente quanto o estado de Israel. Talvez não seja por acaso que a “designer drug” ecstasy tenha nascido nas festas RAVE em Israel. Estranho isso. Mas pensem na clausura, na cerca em volta, na quarta parede em tempo real daquele país que nasceu com seus kibutzes marxistas numa situação quase artificial em 48 e está sempre num regime tão frágil entre o existir e o não existir, eis a questão! 

 

Quem já não brincou, madrugada adentro, fazendo sexo-fantasia para quebrar tabus? Bem, eu brinquei. Não tive que lutar muito para sair, como os programas INTERVENTION querem mostrar dramatizando o drama. Mesma coisa foi com o terrível assassino CIGARRO: parar é só parar! É só parar dizendo assim: PAREI!

 

Mas… veneno, como diria Prospero para sua bruxinha preferida, a Sycorax, é algo temporário, e que, mais cedo ou mais tarde, estará matando ou ACORDANDO as pessoas através da HIPOCRISIA. Essa mesma hipocrisia xenofóbica que não permite mais que se fale mais criticamente do Racismo no Brasil e essa mesma hipocrisia que deixa que se venda bebidas alcoólicas aos montes em supermercados e cigarros aos montes, mas que se é obrigado a manter a “droga ilegal” em estado de ilegalidade, para que alguns lobbies ainda consigam pensar em leis e para que algumas ramificações das polícias, as várias, controlem o tráfico.

 

Tudo velado. Economia velada, vícios velados, governos velados e uma economia falida num sistema que (agora) se repensa. Que bom! Sou capitalista. E o capitalismo sempre teve que se repensar. Karl Marx, se lido a sério, examina o problema da mais-valia e acha necessário mesmo que o “tratamento de choque” na sociedade industrial que ele foi examinar na Inglaterra precisa mesmo ser reestruturado. E isso quebra muito ego. E ego precisa de psicanálise. Muita análise precisa de droga. Muita droga é legal. Muita droga legal também leva ao mesmo “escapismo” que a ilegal. Muita droga legal nos leva a crer que estamos CONTENDO as compulsões que queremos ter porque TUDO em volta está CAINDO aos PEDAÇOS. Tudo bem, se a farsa é pra ser farsesca, qual o problema em torná-la uma Comedia Dell’Arte? Para que minimizá-la e sorrir amarelo e ficar em constante ESTADO de DENIAL – de negação – dizendo para nossa quarta parede interior: “Não somos um país racista. Esse Gerald é uma merda mesmo, volta pro seu pais!”

 

Da FOLHA DE SÃO PAULO:

 

“Elite preta” se divide sobre extensão do preconceito

 

Para herdeiro, racismo ficou “mais velado’: diretor de banco diz que cor não importa

 

MARIO CESAR CARVALHO


DA REPORTAGEM LOCAL 



 

“O racismo não está diminuindo, só está ficando mais velado.

E racismo velado é pior”.
Carlos não é uma exceção entre quatro executivos negros ouvidos pela Folha, todos bem-sucedidos. Só um diz que nunca sofreu preconceito.
”Já me confundiram com motorista na porta de restaurante, mas bastou o cara olhar um pouco para pedir desculpas”

 

(quem quiser ler a excelente matéria do Mario, está na Folha de hoje)

 

“Ainda sou exceção”, diz Lázaro Ramos

LAURA MATTOS


DA REPORTAGEM LOCAL 



 

Para Milton Gonçalves, 74, que sempre lutou por personagens fora dos estereótipos e criou polêmica ao aceitar seu atual papel de político corrupto em “A Favorita”, até hoje “o negro aparece na TV só para dar uma cor local”. “É como a TV americana, que põe um apresentador branco, um negro, um latino e um asiático.” Ele avalia que a TV “está estagnada”. “Os protagonistas de Taís e Lázaro são conquistas, mas nada que tenha alterado. Com é que o fato de eu fazer um corrupto ainda causa irritação? Por que não podemos ser vilões?”
Joel Zito Araújo também acha “uma bobagem” discutir se o negro pode ou não interpretar vilões. “Minha crítica é a ausência de atores negros em papéis positivos. E os negros ainda continuam naquela cota de sempre de 10% do elenco.”
Para o cineasta, “a televisão piora a realidade do negro, que ainda é raramente incorporado. Para equilibrar um peso enorme da representação histórica, a TV deveria até retratar o negro de forma mais positiva porque certamente tem o papel de transformar a realidade”.
Ruth de Souza, primeira protagonista negra da teledramaturgia, em “A Cabana do Pai Tomás” (1969/70), novela sobre escravos, resume a questão com a sabedoria de quem chegou aos 87 anos, mais de 60 de uma carreira com consagrados papéis: “A TV conta histórias, e o negro tem que participar normalmente, como de todos os segmentos da sociedade”.

47 pontos
foi a audiência de “Da Cor do Pecado”, a maior já registrada pela Globo às 19h desde o Plano Real até hoje.

 

(quem quiser ler mais, está na Folha de hoje)

 

Bem, já está enorme essa matéria: mas também, querem o quê? Depois de 350 mil acessos em 6 meses e com um post que me rendeu mais de 700 comentários por eu ter dito que a HIPOCRISIA era o maior problema seja na questão do racismo, das drogas, em lidar com a morte, em lidar com seu melhor amigo, ou o mensalão, ou com POLÍTICA, ou tentar entender a natureza do ser humano… Seis meses de Blog no IG, quatro e meio no UOL e agradeço a todos. Vamp, obrigado por essa batalha diária. Quem está desse lado sabe como não é fácil. A todos no IG meu muitíssimo OBRIGADO. Juro que não sei se tenho forças pra manter o ritmo, mas sempre disse isso. Meu trabalho é contra a BURRICE, contra a FALTA DE CULTURA dentro da FALTA DE CULTURA e enquanto houver aqueles que não sabem quem foram Ovídio, Homero ou Shakespeare e berrarem do fundo de suas almas umas cretinices difíceis de serem curadas, eu não recomendo os REHABS que o Fábio Assunção frenqüenta (deus o queira bem!). E por quê? Porque, assim como no teatro, um rehab é como uma redação de jornal, revista, ou empresa qualquer: por trás o que existe não é o real interesse na recuperação de ninguém. O que existe é a propagação de alguma imagem. E essa imagem, infelizmente, está com falência múltipla de órgãos e justamente por causa dessa falência as pessoas têm sempre, ou quase sempre, a chamada RECAÍDA: WALL Street está aí para confirmar que CAÍMOS PORQUE SOMOS HIPÓCRITAS E GOSTAMOS MESMO É DE XINGAR OS OUTROS. E quando levantamos, assim como Ícaro já tentou, e Howard Hughes também, caímos de novo!

Por ora, chega!

MIL BEIJOS de uma gélida New York City

 

Gerald Thomas

(em homenagem ao meu mestre Samuel Beckett)

 

( O Vampiro de Curitiba na Edição)

  

  

Autor: gthomas - Categoria(s): artigos Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
04/08/2008 - 10:35

Querem matar a Amy Winehouse de qualquer jeito, mesmo que ela ainda não esteja pronta para morrer!

Estão Matando Amy Winehouse!

Londres

Estranho! Aprendi perspectiva com… Não! Esquece. Não era sobre isso que eu queria escrever. Era sobre a morte da minha mãe. Vai fazer dois anos. E, por um acaso incrível, ando pelas ruas de Londres. Não, ninguém consegue explicar.

Ah, sim: uma amiga muito querida me mandou um e-mail dizendo que um colunista carioca havia escrito a respeito de mim e de Sergio Britto, com ironia bem humorada e cáustica ao mesmo tempo, lembrando os bons tempos do “teatro de polêmica”.

Ontem saiu um artigo meu na “Ilustrada” sobre a retrospectiva de Duchamp. Talvez eu publique aqui no Blog. Mas é que a crítica era, de certa forma, uma remontagem de um artigo que eu já havia publicado aqui nesse espaço.

ESTÃO MATANDO A AMY WINEHOUSE

E não irão desistir antes que consigam! A imprensa precisa de cadáveres. Principalmente essa imprensa daqui, a britânica, que se nutre de corpos mortos: coisas de madness of King George ou Henry V ou Richard III ou Mary Stuart, Queen of Scotts.

Se na América a imprensa persegue a Jolie e o Pitt e querem saber dos filhos e tal, aqui é sex, drugs e rock and roll. E nunca foi diferente: não falo somente dos tablóides: estou emigrando para o Telegraph, para o Guardian e para debates no Old Vic e seminários que querem, absolutamente QUEREM, que AMY WINEHOUSE morra para que seja idolatrada como mártir de uma geração perdida. Mais uma causa perdida. Mas perdida por que e para quem?

Eis uma bela questão, não é mesmo, Hamlet?

Se Janis Joplin, Hendrix e Jim Morrison morreram todos lá, em torno dos seus 27 anos, eles certamente não eram uns “Rebels Without a Cause”. Suas rebeldias vinham junto com a contracultura dos anos em que se lutava com o tal “paz e amor” e flores na cabeça (e injeções enfiadas no braço), berrando slogans contra o Vietnam, seguindo os dizeres de Abbey Hoffman ou Jerry Rubin – todos mortos, um por atropelamento, outro por câncer, tudo peixe morto: MEET THE NEW BOSS. Same as the old BOSS!!

Enquanto Pete Townsend, do “The Who”, já pegava o cabo de sua guitarra e metia o pau em Hoffman por ter chamado os integrantes desse grupo… Chega, não vou voltar no túnel do tempo!

Não tenho tempo: Amy Winehouse e a causa dos tempos perdidos, e os rebeldes sem causa, e a fragilidade dessa menina judia com um yiddish PAPA que a salva, e sua auto-estima, e… Onde quero  chegar:

Todos amam uma decadência: todos AMAM ver a Judy Garland caindo aos pedaços ou a Ângela Ro Ro fazendo escândalos,  a Vera Fisher enfiando a faca na empregada ou a Maysa se embriagando ou o João Gilberto enfiado no quarto do Gramercy Park Hotel por meses a fio ou o Miles Davis.

Fato é que, olhando uma celebridade consumindo drogas, a sociedade (principalmente essa daqui, a britânica, pra onde Rosencrantz e Guildernsteen trouxeram o Príncipe da Dinamarca porque aqui era, OFICIALMENTE, a terra dos loucos  (e, ao que se conta, a Rainha Elizabeth I, ao ver e ouvir isso na platéia do Globe, morreu de rir), se sente livre pra deitar e rolar.

Pausa pra um intervalo autobiográfico: eu era motorista de ambulância aqui, no Royal Free Hospital: foi uma curta, mas válida experiência. Como não deu muito certo, acabei tendo que “recolher junkies” em Piccadilly Circus Station (lá em baixo, na estação de metrô), onde existiam verdadeiras famílias que esperavam “score” uns trocados: eram carne e osso, dentes pra fora, os braços todos fudidos, roxos de picadas – porque a Boot’s, farmácia 24 hs. (daquela época, inicio dos 70), lhes davam, em última instância, uma injetada de metadona.

Nossa função: recolher esses esqueletos e levá-los para Crystal Palace Recovery Center. E para quê? Só para vê-los lá. Na noite seguinte, os mesmo junkies, as exatas mesmas pessoas! Escapavam da clínica durante o dia e conseguiam voltar para o Central London, para o Inferno.

Enfim: Amy, a heroína, sem metáforas!

Cito Jenny McCartney do Sunday Telegraph: “No momento em que a política de guerra é declarada – seja ela qual for- já está fadada a falhar”. E assim é com a guerra contra as drogas. Está mais ou menos estimado que, entre 1996 e 2005, a polícia inglesa apreendeu somente 12 por cento da heroína e 9 por cento da cocaína que foram importadas para dentro dessa ilha.

E mais eu não posso dizer. Por quê? Porque senão acabo boiando no rio mais literalmente limpo do mundo, o Thames – que, modesta parte, meu tio Joachin Sievers ajudou a limpar. Ou no Tietê, um rio extraordinariamente LIMPÍSSIMO! Tão limpo que você consegue ver a espuma do sabão e do shampoo boiando nele!

Amy Winehouse está morrendo a cada dia através da imprensa! A cada dia, parece um sopro de sobrevida!  Mas quanto a essa sociedade movida a “gentlemen’s clubs” e que ainda divide meninos de meninas em muitas boarding schools e…

Pára, Gerald! Senão…

Afinal você retorna ao lar, não é? Seja grato e bata palmas duas vezes no Café Rouge, uma vez no Café Blanche e……

FIQUE QUIETO!!!! Aqui na Inglaterra, a sociedade não te condena! Ao contrário do Príncipe da Dinamarca, ela sai, SIM, das palavras e vai para a ação! Só que atrás de portas e janelas muito bem lacradas!

Gerald Thomas

(Vamp na edição)

PS 1 do Gerald: eu PRECISO publicar no corpo desse Blog o seguinte comentario. Nao sei muito bem porque, mas justamente hoje ele me pareceu ser um “tratado” a tudo que o Brasil tem de Sergio Porto. Vamos a ele:

04/08/2008 – 14:41 Enviado por: Cláudio de OliveiraÉ isso ai, até quem fim um tema para o Sr. comentar sem parecer ou ser arrogância pura. Gostei do Sr. falando de suas experiências profissionais, o sr. que se acha assim tão acima de todas as coisas, porém tive uma certeza, vc é realmente um grande bunda-mole um Datena intelectualoide. Estudou na escola do Ratinho, àqueles que berram e berram o óbvio, chamam o prefeito, o governador, o cantor o trabalhador de merda, de burro e vive disso. Por isso acha-se muito esperto, apesar das nove óperas todas de autores clássicos e neo clássicos. ui?
Somos um paizinho mesmo, onde já se viu alguém preferir Luiz Gonzaga a Wagner? Sua Suna a Beckt?
Seu problema é que não sabe chegar e sair dos lugares, jamais vai saber o que é alimentar-se de boa comida, banhar-se de sol, dar uma boa gargalhada, não sabe por que não pode, tem de ficar ai alimentando o fetiche de branquelos infelizes que sentem-se insultados com o suor dos corpos dos trópicos.
A grande dificuldade do sr. é entender por que deseja tanto ser possuido por esse povo, por que apesar de tanta superioridade o sr. perde tão nobre tempo espizinhando o povo brasileiro.
Olha branquelo, nascesse antes, seria o Diretor ideal para os espetáculo da alemanha de Hitler e foda-se se vc for judeu…

Autor: gthomas - Categoria(s): artigos Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
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