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	<title>Gerald Thomas &#187; mexicanos</title>
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		<title>Os Porcos Que Espirram</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Apr 2009 16:07:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gthomas</dc:creator>
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New York &#8211; Depois das aves assassinas (SARS ou Avian Flu) e das Vacas Loucas (Mad Cow Disease), finalmente temos os Suínos Gripados que já mataram algumas dezenas de pessoas. E depois dos porcos? Qual será o próximo animal? O gato da tua casa? O cachorro de estimação? Quem será o próximo inimigo do homem?
Em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="ecmsonormal"> </p>
<p class="ecmsonormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 14pt;color: #444444;font-family: 'Verdana','sans-serif'"><strong>New York</strong> &#8211; Depois das aves assassinas (SARS ou Avian Flu) e das Vacas Loucas (Mad Cow Disease), finalmente temos os Suínos Gripados que já mataram algumas dezenas de pessoas. E depois dos porcos? Qual será o próximo animal? O gato da tua casa? O cachorro de estimação? Quem será o próximo inimigo do homem?</span></p>
<p class="ecmsonormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 14pt;color: #444444;font-family: 'Verdana','sans-serif'">Em minha opinião, somos os nossos piores inimigos. Isso, nós mesmos! Não precisamos dos animais.</span></p>
<p class="ecmsonormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 14pt;color: #444444;font-family: 'Verdana','sans-serif'">Claro que, de vez em quando, uma vaca louca ou uma ave louca ou um porco louco ajudam a dispersar o fato que SOMOS LOUCOS, nós, os seres humanos!</span></p>
<p class="ecmsonormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 14pt;color: #444444;font-family: 'Verdana','sans-serif'">Vamos combinar? Esses porcos trazem duas coisas que não gostamos! Ih&#8230; não posso falar. Ah, não posso falar que lá vem comentarista meter o pau me chamando disso e daquilo e mais aquilo outro! Vou falar sim: Não gostamos dos mexicanos! Pronto, falei!  Êita povinho sem graça!</span></p>
<p class="ecmsonormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 14pt;color: #444444;font-family: 'Verdana','sans-serif'">Mas a C.I.A. bem que podia mandar esses suínos pro Paquistão, que a cada dia que passa se vê mais infestado pelo Talibã. Esses suínos gripados poderiam ser treinados como agentes secretos e&#8230; Ihhhh&#8230; Não. Nada feito. Muçulmano e judeu não comem carne de porco. Povo sábio! Aliás, quem deve estar dando pulos de alegria são os vegetarianos, os veganos, etc. Pergunto-me como ficaria a Alemanha num caso de total “outbreak” de suínos contaminados, sendo que um menu no país tedesco contém as várias partes do porco, desde o  Eisbein (joelho) e, ah, sei lá&#8230; </span></p>
<p class="ecmsonormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 14pt;color: #444444;font-family: 'Verdana','sans-serif'">Os mexicanos também defecam sobre a nossa alface e sobre o nosso espinafre, na colheita, na Califórnia, nos dando a deliciosa bactéria e.coli. É uma delícia. Uma delícia! </span></p>
<p class="ecmsonormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 14pt;color: #444444;font-family: 'Verdana','sans-serif'">Já no México, onde o surto é mais forte, ao menos 22 pessoas morreram comprovadamente por causa da doença. Desde 13 de abril, houve mais de 1.600 casos suspeitos e 103 mortes cuja causa provável foi a gripe suína. </span><span style="font-size: 14pt;color: #444444;font-family: 'MS Mincho'"> </span><span style="font-size: 14pt;color: #444444;font-family: 'Verdana','sans-serif'">O governo mexicano ordenou o fechamento de escolas no Distrito Federal</span><span style="font-size: 14pt;color: #444444;font-family: 'Verdana','sans-serif'"> e nos Estados de México e San Luis Potosí até no mínimo dia 6 de maio. Membros do Exército foram às ruas da Cidade do México ontem para distribuir máscaras de respiração a transeuntes. </span><span style="font-size: 14pt;color: #444444;font-family: 'MS Mincho'"> </span></p>
<p class="ecmsonormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 14pt;color: #444444;font-family: 'Verdana','sans-serif'">O que será uma máscara de respiração mexicana? Será uma máscara do carnaval da morte? Ou algo celebrando o massacre dos Astecas?</span><span style="font-size: 14pt;color: #444444;font-family: 'Verdana','sans-serif'"> </span></p>
<p class="ecmsonormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 14pt;color: #444444;font-family: 'Verdana','sans-serif'">Segundo John Brennan, assistente do presidente Barack Obama para segurança doméstica e contra-terrorismo, <em>&#8220;nossa prioridade agora é garantir que a comunicação seja robusta e que os esforços de vigilância médica estejam totalmente ativados.&#8221;</em></span><em><span style="font-size: 14pt;color: #444444;font-family: 'MS Mincho'"> </span></em></p>
<p class="ecmsonormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 14pt;color: #444444;font-family: 'Verdana','sans-serif'">Já ouviram tanta baboseira? Eu não! Quem nos livra das baboseiras do próprio homem? Um mexilhão contaminado? Uma barbatana de tubarão afiada? Um atum cheio de mercúrio?</span></p>
<p class="ecmsonormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 14pt;color: #444444;font-family: 'Verdana','sans-serif'">Sempre haverá um BICHO jogando contra nós, nessa ANIMAL FARM Orwelliana, já que nós resolvemos injetá-los com hormônios, tratá-los como&#8230; “maquinas de produzir carne”. Nojo!</span></p>
<p class="ecmsonormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 14pt;color: #444444;font-family: 'Verdana','sans-serif'">Eles, esses bichos de criação em massa, são nossa invenção! É mais que justo que se revoltem contra nós!</span></p>
<p class="ecmsonormal" style="text-align: justify"> </p>
<p class="ecmsonormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 14pt;color: #444444;font-family: 'Verdana','sans-serif'">P.S. Muitíssimo obrigado pelos quase 1.000 comentários do post anterior!</span></p>
<p class="ecmsonormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 14pt;color: #444444;font-family: 'Verdana','sans-serif'"> </span></p>
<p class="ecmsonormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 14pt;color: #444444;font-family: 'Verdana','sans-serif'"><strong>Gerald Thomas-27/Abril/2009</strong></span></p>
<p class="ecmsonormal" style="text-align: justify"> </p>
<p class="ecmsonormal" style="text-align: justify"><span style="font-family: Verdana"><span style="color: #444444">(Vamp na edição)</span></span></p>
<p class="ecmsonormal" style="text-align: justify"><span style="color: #444444;font-family: Verdana">P.S. do Vamp: Me parece que a página não está atualizando automaticamente. Portanto: F5, &#8220;atualizar&#8221; ou &#8220;refresh&#8221;, se for o caso.</span></p>
<p class="ecmsonormal" style="text-align: justify"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: small;font-family: Calibri"> </span></p>
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		<title>Desencapados e Desterrados</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Oct 2008 10:51:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[ 
Miami- South Beach
Depois de dias com um post aqui em baixo, que atingiu mais de seis mil hits, sobre pedófilos, me senti na obrigação de relatar um pouco do que tenho assistido numa conferência que aborda assuntos como exilados, desterrados,  aqueles que buscam trabalho porque se sentem reféns em seus próprios países. Sei, pela minha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 18pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: 18pt;color: #444444">Miami- South Beach</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 18pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: 14pt;color: #444444">Depois de dias com um post aqui em baixo, que atingiu mais de seis mil hits, sobre pedófilos, me senti na obrigação de relatar um pouco do que tenho assistido numa conferência que aborda assuntos como <em>exilados, desterrados,</em>  aqueles que buscam trabalho porque se sentem reféns em seus próprios países. Sei, pela minha família, o que é isso. Digo, ser refém.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 18pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: 14pt;color: #444444">Bem, esse assunto também não é exatamente novo para mim, não. Na década de 70 eu trabalhava como voluntário no Secretariado Internacional da Amnesty International em Londres, a favor dos presos políticos, exilados, torturados, desaparecidos, etc., no Brasil. Eram 24 horas sobre 24 horas de trabalho. Trabalhávamos com telex! Urgent Action! Os telegramas para que as torturas sobre A, B ou C cessassem tinham que estar na mesa do Almirante Helio Leite ou Julio de Sá Bierrenbach no Superior Tribunal Militar, em Brasília, em questão de horas e&#8230; assinados por chefes de Estados de democracias cristãs européias ou monarquistas! Bem, não vou aqui repetir essa história. Quem sabe, sabe, e quem não sabe, não precisa!</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 18pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: 14pt;color: #444444">Nunca acreditei que o Estado devesse ter/pudesse ter qualquer tipo de PODER sobre o cidadão! Por que isso? Porque metade da minha família virou carvão em Auschwitz justamente por causa de ABUSO de poder!</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 18pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: 14pt;color: #444444">Mas, de volta á essa conferência: haitianos, cubanos, mexicanos que cavam túneis ou são trazidos pelos coyotes, <span> </span>ou hondurenhos e mesmo paquistaneses que nada têm a ver com a Al Qaeda, mas tentam a entrada pela costa da Flórida ou Louisiana (via Jamaica ou Trinidad) depositam todas as suas vidas e esperanças para poder entrar aqui. São pessoas ou famílias inteiras que se arriscam a barquinho (<em>aquilo com que brinco nas BlogNovelas e agora estou completamente arrasado pois os vi de frente</em>) e que, às vezes, são interceptados pela Coast Guard Americana e mandados de volta para os tubarões. </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 18pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: 14pt;color: #444444">Como o Gustavo, um peruano. Uma vez aqui dentro, trabalha como carregador de navios de turistas, como a Carneval Cruises. Não está legalizado e leva insultos de pessoas nessa cidade onde é permitido andar de moto sem capacete. Por que os insultos? Porque não fala uma palavra de inglês. “Mas tudo bem”, digo eu.</span></strong><strong><span style="font-size: 14pt;color: #444444"><br />
“Ninguém em Miami fala inglês: espanhol é a língua oficial”. <em>“No, boss! Los grandes hablan en russingles!”</em> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 18pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: 14pt;color: #444444">Ah&#8230;</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 18pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: 14pt;color: #444444">Miami onde tudo é possível. Onde o “concierge” do hotel consegue tudo. Entendem? TUDO (deixem suas fantasias irem longe e os dólares voarem)! <span> </span>Miami, aonde a crise da Wall Street não chegou e onde a Collins Avenue ou a Lincoln Road são  povoadas por tijuanos e  dependem do serviço de imigrantes ilegais, esse assunto ainda é, continua sendo, o mais controverso. </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 18pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: 14pt;color: #444444">McCain é, há mais de duas décadas, o senador do estado do Arizona. Quando estive em Tucson, conversei com os motoristas de táxi que vão para caça à noite com night vision. Cada cabeça trazida lhes vale 100 dólares. “<em>Mas não é pelo dinheiro</em>”, brincava um (enquanto eu, entre o espanto e quase lágrimas, me encolhia no assento de seu táxi). “<em>É pelo esporte mesmo</em>!”.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 18pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: 14pt;color: #444444">Ontem eu estava numa tal depressão, mas tal depressão que recebi esse e-mail do meu fiel e real amigo, um verdadeiro psicanalista, João Carlos do Espírito Santo. Acho que o conteúdo do e-mail diz tudo. Sobre o meu estado após a convenção, lhe escrevi e ele respondeu:</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 18pt;text-align: justify"><strong><em><span style="font-size: 14pt;color: #444444">“&#8230; Este era meu medo ao sabê-lo ouvindo os depoimentos: os ecos que despertariam.</span></em></strong><strong><em></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 18pt;text-align: justify"><strong><em><span style="font-size: 14pt;color: #444444">Sim! O desejo de quem minimamente está vivo, é este, anular-se ou explodir toda esta perversão diária. Quando pensamos que chegamos ao final do poço, descobrimos que tem mais um pouco, que alguém escavou mais. Só não tem escada para subir, sair do que os cínicos aprofundam sentados em suas indiferenças, em suas armadilhas em que a palavra dissociou-se da coisa, da referência, e foi à deriva do mau-caratismo.</span></em></strong><strong><em></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 18pt;text-align: justify"><strong><em><span style="font-size: 14pt;color: #444444">Sim Gerald  e não há sequer consolo pensar que isso está circunscrito a países periféricos, esta é a tônica da contemporaneidade: A ABJETA, sórdida relação com toda a alteridade.</span></em></strong><strong><em></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 18pt;text-align: justify"><strong><em><span style="font-size: 14pt;color: #444444">Esta é a herança dos nossos tempos, de nossos territórios: deturpação, esvaziamento da ética, implosão da moral em discurso pervertido, em bestialogias diárias, em sórdidos sorrisos chamados mercados. Reduzem-nos a isso, mercadoria para troca ou para o descarte, o refugo, o lixo.</span></em></strong><strong><em></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 18pt;text-align: justify"><strong><em><span style="font-size: 14pt;color: #444444">Mas, previne-te, que nestes ataques intensos às sensibilidades reside o maior ardil, Derrubam, se nos vencem, os últimos resistentes, os que colocam o dedo na ferida, os que nomeiam o que eles negam. Sobrevivemos para ver campos de concentração sem muros, para viver torpor social, ausência de solidariedade. Atravessamos o século XX para entregar, jogar a toalha? De jeito nenhum, vamos a resistência, pois o silêncio é o que esperam para enfim, arquitetar a destruição final. Aqui vale recordar os mortos &#8211; todos os que valem a pena prantear &#8211; e elevar-se a condição superior do anacrônico e dizes:</span></em></strong><strong><em></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 18pt;text-align: justify"><strong><em><span style="font-size: 14pt;color: #444444">NÃO!</span></em></strong><strong><em></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 18pt;text-align: justify"><strong><em><span style="font-size: 14pt;color: #444444">NÃO! AINDA NÃO CHEGAMOS AO FINAL, SE SOMOS PONTO É PARA INÍCIO DE PARÁGRAFO.</span></em></strong><strong><em></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 18pt;text-align: justify"><strong><em><span style="font-size: 14pt;color: #444444">NÃO! Um seco não, um claro e inequívoco não em nome do SIM, que dás a tantos anos, que teimo em resgatar em meus pacientes, pois do contrário, cederemos às cinzas, ruiremos em nossas vidas com o que ainda espera, com o horizonte do viável.</span></em></strong><strong><em></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 18pt;text-align: justify"><strong><em><span style="font-size: 14pt;color: #444444">Recobra-te, em silêncio chora o que está, mas não te renda ao que querem que seja. </span></em></strong><strong><em></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 18pt;text-align: justify"><strong><em><span style="font-size: 14pt;color: #444444">Só há um caminho: SEGUIR SEMPRE!</span></em></strong><strong><em></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 18pt;text-align: justify"><strong><em><span style="font-size: 14pt;color: #444444">Se ainda houver tempo hoje, responda-me, pois sinto os estragos do dia de hoje em seu mais íntimo ser.</span></em></strong><strong><em></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 18pt;text-align: justify"><strong><em><span style="font-size: 14pt;color: #444444">Um grande, solidário, triste e querido abraço.”</span></em></strong><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 18pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: 14pt;color: #444444">João Carlos</span></strong><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: 14pt;color: #444444"> </span></strong><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: 14pt;color: #444444">Sim, seguindo em frente sempre! Às vezes me pergunto&#8230;</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: 14pt;color: #444444">COMO?</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: 14pt;color: #444444"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: 14pt;color: #444444">Gerald Thomas</span></strong><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: 14pt;color: #444444">Ainda em Setembro, último dia do mês, 2008.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: 14pt;color: #444444">(O Vampiro de Curitiba, na edição)</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong></strong></p>
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<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: 14pt"><span style="font-family: Calibri"> </span></span></strong></p>
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