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	<title>Gerald Thomas &#187; Marcelo Drummond</title>
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		<title>Não Seja Marginal Para Não Ser Herói</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Apr 2009 19:36:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gthomas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[

 
New York- Como é fácil ir para Times Square e colocar a língua de fora para ridicularizar o “TEATRÃO”. Facílimo. Coisa que Alice Cooper e todos nós, do La MaMa e da Off Off Broadway, já fazemos há&#8230; milênios. Por isso nosso movimento se chama “off off”. 
 
Agora, é preciso entender de onde vem aquilo que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: 14pt;color: #444444">New York</span></strong><span style="font-size: 14pt;color: #444444">- Como é fácil ir para Times Square e colocar a língua de fora para ridicularizar o “TEATRÃO”. Facílimo. </span><span style="font-size: 14pt;color: #444444">Coisa que Alice Cooper e todos nós, do La MaMa e da Off Off Broadway, já fazemos há&#8230; milênios. Por isso nosso movimento se chama “off off”.</span><span style="font-size: 14pt;color: #444444"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 14pt;color: #444444"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 14pt;color: #444444">Agora, é preciso entender de onde vem aquilo que se chama de <em>Broadway Musicals. </em>O Musical da Broadway nasceu de um movimento americano que visava quebrar com a estática da Ópera Européia. Aquelas Arias longas e estáticas cantadas pelos obesos por horas a fio num idioma que ninguém entendia. A Broadway, em primeiro lugar, popularizou isso tudo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 14pt;color: #444444"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 14pt;color: #444444">O Sapateado vem de um movimento ‘paupérrimo’ negro. <em>Tap dancing</em> foi e ainda é uma das mais originais formas de expressão de milhares de pessoas. E é belíssimo! Quando bem feito é simplesmente belíssimo. De chorar. Claro, a Broadway incorpora <em>tap dancing</em>, jazz, canto, teatro falado, cenários gigantescos,  estórias e histórias, ficções e adaptações,  orquestras e pequenas bandas que numa soma geral das coisas formam um grupo de teatros que se aglomeram em torno dessa praça, a Times Square.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 14pt;color: #444444"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 14pt;color: #444444">Ora, quem tanto preza o Carnaval e a carnavalização das coisas deveria entender uma coisa: O Sambódromo no Rio custou MILHÕES. Quando o Brizola encomendou ao Niemeyer aquele monstro de concreto, alguém ali foi “marginal”? Quando as mulatas desfilam pros turistas nos camarotes (que vem em vans protegidas dos hotéis da orla) e o LUXO EXAGERADO dos carros alegóricos&#8230; aquilo é o quê? Marginal?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 14pt;color: #444444"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 14pt;color: #444444">Não sejamos ingênuos. Aquilo é a Broadway Brasileira! Não se rebelou contra nada europeu. Mas se construiu um folclore em cima do que existia e CRESCEU vertiginosamente e COMERCIALMENTE e, pimba! E quem há de negar que aquilo é lindo, deslumbrante, etc.? Eu sou o primeiro a chorar quando a Mangueira desfila, mesmo aqui de NY, sinto a vibração da Estação Primeira, aquela que eu subia quando adolescente com o Helio Oiticica e mais tarde com o Ivo Meirelles.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 14pt;color: #444444"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 14pt;color: #444444">Ora, esses são os nossos mundos. Ninguém deve zombar deles. Principalmente alguém de teatro! Mas teatro? O que vem  a ser isso?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 14pt;color: #444444">Para alguns é uma questão meramente financeira. Para outros é uma questão de alma. Para outros é uma necessidade física. Ainda tem aquele que o pratica por um amor definitivo e químico-dependente. E uma parte pequena dele é composta pelos atores caça níqueis televisivos (esses sim) que acabam com tudo. Mas a maioria de quem pratica o faz por ser uma arte genuinamente franca e francamente CONTRA  o Status Quo, porque é no palco que ainda se pode dizer tudo que se quer, com o lirismo que se quer, com o tempo que se quer, no tempo/espaço que se quer, na clausura e no liebestod que se quer. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;text-align: justify"><span style="font-size: 14pt;color: #444444"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 16.2pt;text-align: justify"><span style="font-size: 14pt;color: #444444">O Teatro, assim como o Sambódromo (vazios), não é a representação de nada, necessariamente. Mas preenchidos, viram a interpretação do &#8220;TUDO&#8221; que somos, que fomos e, principalmente, daquilo que NÂO fomos e que NÃO somos. Isso torna o teatro uma somatória (um terreno) um tanto quanto &#8220;despido&#8221; (no bom sentido) daquilo que tememos ser quando não temos a coragem de nos olharmos no espelho. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 16.2pt;text-align: justify"><span style="font-size: 14pt;color: #444444">A grande massa não quer saber das grandes questões. Isso eu notei no post sobre o Zé Celso e o Marcelo Drummond passando aqui por NY. Ninguém se interessou. Fodam-se! Se preferirem se dopar com a “noticia do dia” ou com música alta nos iPods e iPhones e in-Ter-net, e digitar textos ridículos em telefones celulares que nada significam, problema de vocês. Mas nada tem a ver com sermos marginais para sermos heróis!  O marginal de hoje é uma merda. É um marginal que não sabe quem foi Genet, é um marginal que não sabe nada sobre 1968, é um marginal que não quer completar seus 30 anos! Preferem ter 10000 canais em suas televisões (o que é o mesmo que não ter nenhum!). Esses estão concubinatos com a matança geral da arte! E para aqueles que acreditam que meter a língua de fora, como se fosse a Serpente do Pecado (ha ha), não me façam rir, eles sim, estão matando algo frágil: a arte das artes!  </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 16.2pt;text-align: justify"><span style="font-size: 14pt;color: #444444">Mesmo assim o teatro sobreviverá através das coisas que são GRANDES demais para serem percebidas ou PEQUENAS demais para serem notadas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 16.2pt;text-align: justify"><span style="font-size: 14pt;color: #444444"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 16.2pt;text-align: justify"><strong><span style="font-size: 14pt;color: #444444">Gerald Thomas</span></strong><span style="font-size: 14pt;color: #444444"> (Feliz Páscoa, ou Pessach, para todos!)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 16.2pt;text-align: justify"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 16.2pt;text-align: justify"><span style="font-size: 14pt;color: #444444">(O Vampiro de Curitiba na edição)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 16.2pt;text-align: justify"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 16.2pt;text-align: justify"> </p>
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		<title>Novos videos  com Gerald Thomas, Zé Celso e Judith Malina. E: Zé Celso em New York a Caminho de New Orleans. Ou seja: New Zé!</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Apr 2009 17:17:07 +0000</pubDate>
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Obs: Novos vídeos da palestra em New York no final do post, embaixo das fotos.



O evento de ontem no Theaterlab foi de tamanha importância que só posso dizer uma coisa: proporcionou o encontro que não acontecia desde 1971: Judith Malina (Living Theater) e  Zé. 
O que dizer de uma obra tão estupenda? Tão… suprema? São [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center">
<p class="MsoNormal" style="text-align: center"><span style="color: #ff0000"><strong>Obs: Novos vídeos da palestra em New York no final do post, embaixo das fotos.</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center">
<p class="MsoNormal" style="text-align: center"><span style="color: #444444"><a href="http://colunistas.ig.com.br/geraldthomas/files/2009/04/dsc05321.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-9978" src="http://colunistas.ig.com.br/geraldthomas/files/2009/04/dsc05321.jpg" alt="" width="137" height="105" /></a><a href="http://colunistas.ig.com.br/geraldthomas/files/2009/04/dsc05376.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-9976" src="http://colunistas.ig.com.br/geraldthomas/files/2009/04/dsc05376.jpg" alt="" width="159" height="105" /></a><a href="http://colunistas.ig.com.br/geraldthomas/files/2009/04/judith.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-9979" src="http://colunistas.ig.com.br/geraldthomas/files/2009/04/judith-300x230.jpg" alt="" width="145" height="104" /></a><a href="http://colunistas.ig.com.br/geraldthomas/files/2009/04/dsc05364.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-9980" src="http://colunistas.ig.com.br/geraldthomas/files/2009/04/dsc05364.jpg" alt="" width="163" height="105" /></a></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="color: #444444"><a href="http://colunistas.ig.com.br/geraldthomas/files/2009/04/dsc05376.jpg"></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 17.8pt;text-align: justify"><span style="font-family: Calibri"><span style="font-size: 14pt;color: #444444">O evento de ontem no Theaterlab foi de tamanha importância que só posso dizer uma coisa: proporcionou o encontro que não acontecia desde 1971: Judith Malina (Living Theater) e  Zé. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 17.8pt;text-align: justify"><span style="font-family: Calibri"><span style="font-size: 14pt;color: #444444">O que dizer de uma obra tão estupenda? Tão… suprema? São quase 4 horas de DVD (e olha que eu odeio ver peça de teatro em vídeo ou DVD), mas aquilo é um <strong>filme</strong>, com dinâmica e lumiere e espírito de  quem vive  dentro da física e a metafísica, a dor da vida e a beleza da morte, e a tragédia da besteira de como a humanidade se arrasta através da hipocrisia (clássica, no sentido do erro crasso, clássico). Uma obra! Uma OBRA!</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 17.8pt;text-align: justify"><span style="font-family: Calibri"><span style="font-size: 14pt;color: #444444">Zé Celso é, de longe, um dos maiores  encenadores de todos os tempos “dos mundos”. Claro, vestido de louco, de bobo (<em>fool</em>) ou de <em>puck</em>, como nas Bacantes, ou como um sincero SER Feliniano contador de estórias. Ontem no debate ele berrava, cantava. Eu berrava, mas não cantava. Falávamos de Rivotril e ríamos!</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 17.8pt;text-align: justify"><span style="font-family: Calibri"><span style="font-size: 14pt;color: #444444">Algumas perguntas pertinentes:  “<em>Por que suas produções não viajam</em>?” Eu tomei a liberdade de responder. “São máfias que fazem grupos ou cias teatrais viajarem ou não. Às vezes não são máfias. Às vezes o convite é geníuno. Mas NUNCA se trata do diretor querer ou não. Estamos todos nas mão dos “diretores ou programadores de festivais” ou das grandes casas de teatro no mundo.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 17.8pt;text-align: justify"><span style="font-family: Calibri"><span style="font-size: 14pt;color: #444444">É de se questionar mesmo porque o Zé não viajou o mundo nesses 50 anos de Oficina. Mas, querem saber? Ainda terá os próximos 50 para fazer o que não fez até hoje.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 17.8pt;text-align: justify"><span style="font-family: Calibri"><span style="font-size: 14pt;color: #444444">Eu não pude deixar de ressaltar a importância de Marcelo Drummond no Oficina nesses últimos 20 anos. Além de ser um ator engraçadíssimo, ótimo, maravilhoso, ele fez a “oficinamachine” (como Hamletmachine de Heiner Mueller) andar. Ovacionei-o de pé!</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 17.8pt;text-align: justify"><span style="font-family: Calibri"><span style="font-size: 14pt;color: #444444">Hoje eu levo o Zé e Marcelo ao quartel general do Living Theater. E assim, os pingos são colocados nos devidos “is”. Ah, sim! Flora Sussekind estava na platéia. Uma teórica maravilhosa.</span></span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;color: #444444">Estou sem palavras deliberadamente porque elas (redondas como as bolas) redundam uma festa orgiástica daquele tamanho, daquela proporção farsesca, comparada com o tamanho da barriga do Pereio ou os pênis e vaginas de tanta gente do coro. É melhor mesmo ficar com as imagens do fogo que queima no planalto central ou no centro do palco do Teatro Oficina em São Paulo e que frita nossos cérebros, assim como frita a carne humana passageira de atores passageiros, da vida passageira, de seres neoclássicos passageiros, dos clássicos em geral e da História  que existe em todos nós.</span></p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify"> </p>
<div style="text-align: center"><span style="color: #444444"><img class="alignnone size-full wp-image-9985 aligncenter" src="http://colunistas.ig.com.br/geraldthomas/files/2009/04/judith1.jpg" alt="" width="347" height="267" /></span></div>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p style="text-align: center"><img class="alignnone size-full wp-image-9981 aligncenter" src="http://colunistas.ig.com.br/geraldthomas/files/2009/04/dsc05306.jpg" alt="" width="480" height="353" /></p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: center">
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: center"><img class="alignnone size-full wp-image-9982 aligncenter" src="http://colunistas.ig.com.br/geraldthomas/files/2009/04/dsc053641.jpg" alt="" width="480" height="270" /></p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: center"><img class="alignnone size-full wp-image-9989 aligncenter" src="http://colunistas.ig.com.br/geraldthomas/files/2009/04/gerald-e-ze-celso.jpg" alt="" width="476" height="342" /></p>
<p style="text-align: center">
<p style="text-align: center"><img class="alignnone size-full wp-image-9983 aligncenter" src="http://colunistas.ig.com.br/geraldthomas/files/2009/04/dsc05325.jpg" alt="" width="486" height="355" /></p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: center"><img class="alignnone size-full wp-image-9984 aligncenter" src="http://colunistas.ig.com.br/geraldthomas/files/2009/04/dsc053761.jpg" alt="" width="489" height="272" /></p>
<p style="text-align: center">
<p style="text-align: center"><img class="alignnone size-full wp-image-9988 aligncenter" src="http://colunistas.ig.com.br/geraldthomas/files/2009/04/dsc053211.jpg" alt="" width="486" height="338" /></p>
<p style="text-align: center">
<p style="text-align: center"><img class="alignnone size-full wp-image-9986 aligncenter" src="http://colunistas.ig.com.br/geraldthomas/files/2009/04/dsc05426.jpg" alt="" width="489" height="275" /></p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: center"><img class="alignnone size-full wp-image-9987 aligncenter" src="http://colunistas.ig.com.br/geraldthomas/files/2009/04/dsc05421.jpg" alt="" width="487" height="283" /></p>
<p style="text-align: justify">
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Calibri"><strong></strong></span></p>
<p class="MsoNormal">
<div class="MsoNormal"><strong></strong></div>
<div><strong><span style="color: #444444"><span style="font-family: Calibri"><br />
</span></span></strong></div>
<div><strong></strong></div>
<div><strong><span style="color: #444444"><span style="font-family: Calibri">Gerald Thomas</span></span></strong></div>
<p><strong></strong></p>
<p> <object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Se_buuD3t3c&amp;hl=pt-br&amp;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/Se_buuD3t3c&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/yt0uQy61BD0&amp;hl=pt-br&amp;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/yt0uQy61BD0&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p> </p>
<p><strong>(O Vampiro de Curitiba na edição) </strong></p>
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