20/03/2009 - 10:41
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New York – Mas os políticos e banqueiros, todos vestidinhos com seus terninhos, ah… Que bonitinhos… Tão limpinhos! Volta e meia, tombam. Para cada um que aparece ou é “pego em flagrante”, como o ex-governador de NY, o Eliott Spitzer (num ring de prostituição e drogas), ou o ex-governador de New Jersey (pego em flagra na cama com outro homem), imaginem aqueles tantos que não são pegos.
Quero dizer, eu não imagino. No meu círculo eu ouço mesmo! Sim, pessoas são nomeadas. É cada coisa! Pelo menos nós, artistas veados, putos e vagabundos nada temos a esconder. Drogados e sanguessugas que somos, sempre colocamos tudo no topo da mesa, nós mesmos, sem meias palavras: desde Puck (no “Sonho de uma Noite de Verão”), até o Bobo (em “Rei Lear”), ambas de Shakespeare, os dois mentem dizendo a verdade. Ambos deitam e rolam em mentiras (que vem a ser a essência da verdade). Ambos falam asneiras (que vem a ser a mais pura razão).
E mesmo quatrocentos e tantos anos depois de Shakespeare a politicalha ainda não aprendeu que é melhor “escancarar”, ou seja, que é melhor ter a nossa cara do que se fingir de certinho! Incrível. Incrível mesmo, porque… mais cedo ou mais tarde (assim como aconteceu com o ex-prefeito de Washington DC), vão pegar o cara fumando crack, ou vão pegar alguém dando o cu, ou vão pegar alguém trocando de papeis e falando frases que não são deles ou delas. Teatro! Esse é o nosso papel. Estamos sendo roubados todos os dias! Os políticos não assaltam somente os cofres públicos: assaltam a NOSSA PROFISSÃO!
É justamente isso que fazemos todos os dias, nós, os putos, os veados, os vagabundos! E nos aplaudem em pé! Quando não nos vaiam, claro. Mas mesmo quando nos vaiam, estão demonstrando uma forma de repugnância não propriamente a nós, mas à nossa forma de representar vocês, eles, a sociedade como um todo. Daí talvez o choque.
Ah, e quanto ao aplauso: ele dói aos ouvidos. Por quê? Porque não existe nada mais hipócrita. Melhor mesmo seria enfiar o sorvete de casquinha no meio da testa! Aí, sim, tudo estaria nos conformes.
Ah, os artistas e os políticos e a sociedade…
Nós não temos jeito mesmo! E agora, para mais um ato! O Ato final? Como seria? Mais ou menos como esse do AIG que temos presenciado. Um diz uma coisa. Outro dia outro diz outra. No terceiro dia aparece outro que diz “eu preveni a todos que seria assim, já faz anos”. Daí aparece o antagonista dos antagonistas: Bernie Madoff.
A comédia do terror não tem fim.
Ou melhor, tem sim. Com muita maquilagem e muito cristal japonês, o verdadeiro teatro nunca esteve no palco. Que M.E.R.D.A.!
Gerald Thomas, 20 de Março de 2009.
(O Vampiro de Curitiba na edição)
Autor: gthomas - Categoria(s): artigos
Tags: "Rei Lear", "Sonho de uma Noite de Verão", AIG, artistas, banqueiros, Barnie Madoff, Bobo, Eliott Spitzer, hipocrisia, New Jersey, NY, Política, políticos, Puck, Shakespeare, sociedade, teatro, Washington
14/10/2008 - 12:47
Voyeurismo
NUDEZ
Acho que Pedro Cardoso enlouqueceu. Tudo bem. As pessoas têm todo o direito a serem ciumentas, possessivas, sisudas, mau humoradas (mesmo sendo comediantes e tal). Agora, lançarem um “manifesto” contra a nudez e justamente no cinema, é de uma imbecilidade ÚNICA!
E por quê?
Porque cinema significa, necessariamente, voyeurismo. É isso que a câmera faz pela gente. Ela “penetra” os lugares mais impróprios, fura os lugares mais privados e indevidos, sejam eles físicos, metafísicos, zoides ou esquizóides. Esse é o poder da LENTE. Essa é a beleza da lumiere.
Assim é o mundo virtual. Querer restringi-lo, censurá-lo é querer impôr um regime de forca (com ou sem cedilha) num país e num mundo que já está se tornando extremamente VIGIADO por falsos puritanismos e por FALSOS valores e pudores. Ah, sim, você pergunta: Falsos valores e pudores… por quê? Porque temos que ser “polite” (educados) dentro desse mundo de EXTREMISTAS, seja de um lado, seja de outro.
E, justamente quando o mundo está numa tremenda NUDEZ FINANCEIRA (ou seria melhor chamá-la de “re-design”, repaginação?), vem o Pedro Cardoso e lança um manifesto Castigando a Nudez!!!
Digo isso com a consciência limpa, já que encenei pouquíssima gente nua no palco, homens ou mulheres. Mas NÃO condeno aqueles que encenam ou esculpem ou pintam a nudez, desde Michelangelo até Goya, passando por Lucien Freud. Que bobagem! Adoro o Pedro como autor e ator, diga-se de passagem.
Mais interessante seria lançar um manifesto contra a nossa “passividade” relativa ao CIRCO de HORRORES na questão da Bolsa de Valores, como Citigroup e a JPMorgan Chase e os bilhões injetados no Bank of America, que está comprando a Merrill Lynch, e a Wells Fargo, que, por sua vez, compra a Wachovia Corporation. Eles receberão $25 billion. Goldman Sachs and Morgan Stanley receberão $10 bilhões cada. Ah, e a nudez do Bank of New York Mellon and State Street ganhará $2 ou $3 bilhões, isso hoje, depois do fracassado “bailout”.
E Pedro Cardoso quer nos tirar o voyeurismo. Entendam a palavra voyeurismo como tudo o que temos nesse momento: vemos as guerras pela tv como um espetáculo de horrores sendo entrecortado por anúncios de homens e mulheres VESTIDOS! Ou crianças famintas entrecortados por comerciais de automóveis, esses sim, nus! Um automóvel deveria estar VESTIDO, Pedro?
Pedro: SOMOS voyeurs. Ou será que você poderia nos explicar a beleza do “Discreto Charme da Burguesia”, de Bunuel ou aquela foda linda entre Marlon Brando e Maria Schneider em “O Último Tango em Paris”? Ah, esqueci. Você não é Marlon Brando. Talvez seja isso.
Amargura pura!
Gerald Thomas
(O Vampiro de Curitiba na edição)
PS. DO VAMP:
Pessoal, o bagulho tá louco!
Os comentários entram aleatoriamente, não seguem uma ordem cronológica.
É bom sempre reler desde o começo, pois as respostas estão, muitas vezes, entrando antes das perguntas.
Eu tô adorando esse caos hahahahahahhah…
PS.2, especialmente para aqueles que querem derrubar o Vamp:
MAU humorada é a maneira da pessoa “SER” (MAU é oposto de BOM)
MAL humorada é a maneira da pessoa “ESTAR” (MAL é oposto de BEM)
O ULTIMO DEBATE
[Posted by Karl] The establishment media continues to drive the theme that John McCain needs a game-changer at tonight’s debate. I find myself in the odd position of agreeing more with Stu Eizenstadt that Presidential debates have historically tended to help the lesser-known opponent for the party out of power at the expense of the better-kn…
Bob Schieffer of CBS News is going to moderate tonight’s presidential debate. *sigh* I want to know why it is that every single moderator in the Presidential Debates and also in the Vice Presidential debate have been Democrats? There really ought to be a rule that the moderators are Independents, or at least a more equal balance of Democrats and Re…
Autor: gthomas - Categoria(s): artigos
Tags: "O Discreto Charme da Burguesia", "O Último Tango em Paris", BAILOUT, Bunuel, Cinema, crise bancária, extremistas, falsos valores, Gerald Thomas, Goya, hipocrisia, Lucien Freud, Maria Schneider, Marlon Brando, Merrill Linch, Michelângelo, mundo virtual, nudez, nudez financeira, Pedro Cardoso, teatro, valores, voyeurismo, Wells Fargo
28/09/2008 - 16:10
PEDÓFILOS – Parte 1 e DOW Jones CAI 600 pontos HOJE. Leia em baixo, em inglês, parte da rejeição – do NY Times
O não dito sempre foi mais interessante do que o dito explícito. As pessoas insistem em discutir isso e aquilo sobre a vida particular de outras pessoas e POLICIAM o posicionamento que tomo em relação a isso ou aquilo. Chamo isso de INVASÃO: de curra, de estupro!
Eu insisto sempre em desdizer tudo, pois estou na contramão desde que nasci. Eu disse: CONTRAMÃO!
Por que diabos QUESTIONAM? Melhor ainda: com que DIREITO questionam a minha vida pessoal? Se sou amigo desse ou daquele? Se tomo essa posição ou se “fico” nessa ou noutra posição? (ha!) COMO alguém se METE na minha vida? (epa!) Quem tem esse direito?
Digo isto em resposta a emails recentes furiosos que recebi de todos os lados porque defendi, defendo e defenderei o livro, o ser humano e a existência do escritor expressionista e intelectual Reinaldo Azevedo. Assim como me colocaria a favor de Jackson Pollock e Marcel Duchamp (ou preencham os parênteses com o nome de quem tem ou teve VOZ!)
Já vejo as cartas entrando: “Como? Você vê o Reinaldo como um Jackson Pollock?” A Internet é rasa demais para uma primeira vista. Ela é míope! Mas, com o passar dos dias, a poeira vai baixando. As pessoas vão relendo o texto. Vão entendendo o que quero dizer. E o que quero dizer? Hein? O que quero dizer? Tenho um leque eclético, ecleticíssimo de amigos e de pessoas que admiro. E NINGUÉM TEM PORRA NENHUMA A VER COM ISSO! O posicionamento político deles vai desde da crença em Dalai Llama até Jesus Cristo ou ateísmo total. E daí? Tenho amigos que se trancam em casa no Shabath, ás sextas á noite.
Tenho amigos que estão em jejum, agora no final do Ramadan, feriado islâmico. Tenho amigos artistas, não artistas, porteiras, portas, porcas, orcas, cãs, as, s… De Melville pra baixo todos os mamíferos são, em princípio, interessantes para alguém que escreve para o palco.
Poucos são amigos. Esses são poucos. Reinaldo é um dos poucos.
Quantas pessoas neste nosso mundo TÊM UMA VOZ?
Quantas pessoas PEITAM um sistema? O peitam com coerência, são fieis ao seu próprio tipo de humor picante e de uma inteligência raríssima e “invejante” (termo que saiu agora: aqui em Miami, os termos saem, escapam)?
Claro que Jackson Pollock nada tem a ver com Jackson Pollock. Reinaldo também nada tem a ver com o próprio Reinaldo. Eles mesmos variam de dia para dia. Pollock está morto. Reinaldo, espero, nos acompanhará por mais 139 anos. Pollock nos marcou pelo expressionismo abstrato, a turma da “Cedar’s Tavern” de Clement Greenberg, uma turma radical que NÃO ADIMITIA FIGURATIVISMOS. Eles vomitariam aqui na Art Deco de Miami. Aliás, eles vomitavam muito.
Mas, vocês perguntam: o que tem os pedófilos com isso? Chego lá.
Já, não! Gosto e admito Greenberg, Harold Rosenberg, Reinaldo (cujo livro espero que vire uma enciclopédia!). E por que isso deixa tanta gente furiosa? Por que eu deveria ser um cara MUITO LOUCO, cabeludaço, armas na mão com uma camiseta de Che Guevara cobrindo meu torso?
PEDÓFILOS, agora sim!
Olhem só que chocante: andando aqui pela Lincoln Road, a rua de pedestres e pederastas, a “fauna” e a típica armadilha de turista, diferente de Ocean Drive, eu sendo filmado por uma equipe de documentaristas, notei que uns “pimps” (cafetões) estavam, literalmente, prostituindo meninos e meninas, como dizia Renato Russo.
Tinha crianças soltas para serem “alugadas” em plena Lincoln Road depois de meia-noite, em Miami Beach! O que fazer? A polícia sabe. Óbvio que sabe. Aqui é o santuário, uma espécie de oásis onde tudo pode. Por um lado, esse “cano de escape” é necessário. Por outro, eu fico pensando… Os piores crimes acontecem ocultamente. Acontecem através da internet, quando ninguém está olhando no interior de, digamos, North Dakota… e do Brasil. O Brasil é o segundo NO MUNDO em crimes contra… quero dizer… SEGUNDO NO MUNDO na questão de EXPLORAÇÃO de SEXO infantil. Caramba! O medo que eu tenho que a M…y lá no Rio seja… Não, essa frase não será concluída.
Não tenho estatística, não tenho números, mas tem 4 andares do FBI em Washington DC só para isso, digo, para TRACK DOWN esses criminosos!
Como tenho uma “criança”(dentro de mim e outra no Rio) isso me deixa em estado de CHOQUE.
PENA de MORTE! Ou, corta o pau fora.
Antes de sair de NY, um capítulo de Law & Oder SVU me deixou particularmente chocado. É quando o detetive Eliot Stabler entra undercover numa clínica de reabilitação de CHILD MOLESTERS ou de RAPISTS e acaba por incitar um deles a voltar a praticar seu “último crime”. A cena é explícita e chocante. A ponto tal de cumplicidade que os dois saem para “caçar”, que o criminoso pega no pau do Stabler para ver se está duro e “entrega” a menina de ”presente” para o detetive.
A menina amarrada e jogada no fundo de uma Van… (cena realista e chocante de ver na TV). Até o discurso eloqüente do molestador de COMO a nossa sociedade, com seus outdoors, billboards. campanhas TODAS ORIENTADAS PARA E PELO SEXO, pra tudo que é lado, bocas virtuais nos beijando, pernas femininas se abrindo, saltos altíssimos tipo “fuck me”, bucetas falantes, tudo isso para levantar pau de homem e vender desde carro ate sabão! Ou máquinas de café expresso!
Como curar um molestador numa sociedade orientada para o sexo, tudo criado em agências de propaganda da Madison Avenue?
Ora, não sou trouxa. Já usei drogas como a coca pra sentir “sexo” e quebrar tabus. Não sou imbecil e muito menos hipócrita. Não poso de santo. Mas existe uma coisa que não pode ser quebrada: o trauma de se abusar de uma criança! “Traum”, em alemão, é sonho. Trauma, em alemão, é exatamente o mesmo. Uma letra, uma diferença. A mesma diferença que a idade traz.
Também não sou ingênuo que temos fantasias. Que rolem! Entre a fantasia, existe o deserto de Saara. Entre praticar essa fantasia existe um sistema jurídico. Criança, violência e exploração, jamais!
Numa parte mais light: vocês leitores, um dia, espero, vão ter que se acostumar com a diversidade. Sim, ela mesma. Exemplo? Tá bom!
Ontem, fui conversar com a Dianne, gerente aqui do Starbucks, na quina da esquina de Ocean Drive com nada, mas quase rua 15. Enorme, branca. E o Benny enorme, negro, ambos do Tennessee. Amantes? Não. Provavelmente gostam do mesmo sexo. Nos demos bem na hora. Não sei o que é que CLICA! Um sorriso, a “atitude”: nos confessamos uns pros outros em questão de segundos.
Disse, em questão de segundos (e me peguei fazendo justamente aquilo que odeio que façam comigo). Eu DEMANDAVA que viessem à Nova York. E dizia: “COMO? Vocês não conhecem Nova York?” Dianne respondia: Somos de Nashville e achei essa “bolha de liberdade” aqui em South Beach. Ela, assim como eu, é filha da contra cultura dos anos 60, anti-Vietnam, anti-tudo. Continuamos assim. De que tribo somos? Nos termos de John Hemingway, somos de uma “Estranha Tribo”. John, aliás, é daqui, de Miami.
Era nítido, aliás, como Dianne e eu nos comovemos com o encontro: às 5 da tarde de hoje, domingo, terá mais!
Os amigos podem divergir em tudo. No entanto, existe um coração, porque somos movidos e comovidos por ele. O intelecto produz alguns obstáculos, assim como produz lareiras, assim como produz vaidades, assim como produz poesia concreta, assim como produz os silêncios nas peças de Harold Pinter, assim como produz o não dito, que foi como comecei o artigo.
Nos é permitido brincar! Logo ali adiante uma brincadeirinha de mau gosto. Claro que de mau Gosto!
Não endosso o capítulo “CRUELDADE”, assim como não endossso muitos ovos que já fritei, assim como não endosso muitos camarões que já assei, como não endosso muita coisa que já fiz. Mas fiz. Se um dia me puserem na Cadeira do Juízo Final ou na cadeira de madeira no Tribunal de Nurenberg, vai sair muita, muita, muita sujeira. Mas esse sou eu HOJE!
E isso, muito imbecil por aí não parece entender.
Quando chamam Reinaldo Azevedo de “reacionário” deveriam dar uma bela olhada no espelho e dar uma repensada no termo e em suas pobres vidas e em suas roucas vozes! Reaça? Ha! Não me façam rir!
CRUELDADE (eu escrevi, pensei, mas não endosso)
Parado, ontem, também no meio da fauna entre músculos e musculosos, eu observava o movimento dos traficantes e de las puchas. De repente vem uma surda e me deposita uma placa na mesa: I’m deaf (sou surda).
Respondo: Good. You don’t need to hear all this horrible noise all around you! (Que bom. Você não precisa ouvir esse barulho horrível ao redor de você)
Penso em outras possibilidades:
Um Cego: ÓTIMO! Você não precisa ver essa escrotalha que anda por aí!
MUDO: Maravilha: um a menos pra falar merda.
Paralítico: Sorte sua! Não precisa se preocupar em “malhar”, em se preocupar com “gordurinha localizada”!
Confesso uma coisa: quem “exige” que eu seja de um lugar só, é porque tem medo do mundo. Bobagem! O mundo é habitado por seres humanos. Eles são tão bons ou ruins quantos esses aí, da tua rua. Mas as diferentes culturas e costumes são interessantes e quem tem medo de conhecê-las, morrerá pobre de espírito! Mas uma coisa é certa, medo da morte eu tenho. Medo daqueles que me impedem de viver a vida eu tenho. Da vida, jamais!
Gerald Thomas, South Beach – Miami (100 crianças serão abduzidas nessa cidade hoje e ninguém fará nada!)
Domingo, mais uma etapa!
(Vamp, na edição)
Do blog do Reinaldo Azevedo:
| Domingo, Setembro 28, 2008 |

Falanges do ódio
Gerald Thomas responde em seu blog às falanges do ódio, que resolveram, agora, patrulhar a nossa amizade – ou, no caso, censurá-lo porque “tem a coragem” de se dizer meu amigo.
Eis aí. Quando eles não podem silenciá-lo, ameaçam-no, então, com a solidão, com um solene “não gostamos mais de você se você não odiar todos aqueles que odiamos”.
O que é que essa gente sabe sobre celebração, encontro, decência? Nada! Esses caras estão urrando cedo demais, não é, Gerald? Talvez devessem esperar um pouco…
DOW JONES CAI 600 PONTOS HOJE, FINAL DE TARDE DE SEGUNDA-FEIRA:
House Rejects Bailout Package, 228-205; Stocks Plunge
Published: September 29, 2008
WASHINGTON — In a moment of historic import in the Capitol and on Wall Street, the House of Representatives voted on Monday to reject a $700 billion rescue of the financial industry. The vote came in stunning defiance of President Bush and Congressional leaders of both parties, who said the bailout was needed to prevent a widespread financial collapse.

Matthew Cavanaugh/European Pressphoto Agency
House Speaker Nancy Pelosi walked through the Capitol building on Monday.

Andrew Councill for The New York Times
Senator Judd Gregg, Republican of New Hampshire, said of the new plan, “If we don’t pass it, we shouldn’t be a Congress.”
The vote against the measure was 228 to 205, with 133 Republicans joining 95 Democrats in opposition. The bill was backed by 140 Democrats and 65 Republicans.
Supporters vowed to try to bring the rescue package up for consideration again as soon as possible, perhaps late Wednesday or Thursday, but there were no definite plans to do so.
Stock markets plunged as it appeared that the measure would go down to defeat, and kept slumping into the afternoon when that appearance became a reality. By late afternoon the Dow industrials had fallen more than 5 percent, and other indexes even more sharply. Oil prices fell steeply on fears of a global recession; investors bid up prices of Treasury securities and gold in a flight to safety. House leaders pushing for the package kept the voting period open for some 40 minutes past the allotted time, trying to convert “no” votes by pointing to damage being done to the markets, but to no avail.
The vote was a catastrophic political defeat for President Bush, who was described as “very disappointed” by a spokesman, Tony Fratto. Mr. Bush had put the full weight of the White House behind the measure and had lobbied wavering Republicans in intensely personal telephone calls on Monday morning before the vote. Both presidential candidates also supported the plan.
Supporters of the bill had argued that it was necessary to avoid a collapse of the economic system, a calamity that would drag down not just Wall Street investment houses but possibly the savings and portfolios of millions of Americans. Moreover, supporters argued, a lingering crisis in America could choke off business and consumer loans to a degree that could prompt bank failures in Europe and slow down the global economy. |
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Autor: gthomas - Categoria(s): artigos
Tags: "Estranha Tribo", "Law e order", amizade, anos 60, buceta falante, contra cultura, cultura, fantasias sexuais, Gerald Thomas, Greenberg, Harold Pointer, Harold Rosenberg, hipocrisia, hipócritas, Jackson Pollock, JOHN HEMINGWAY, liberdade, Marcel Duchamp, Miami, Naschiville, Nova York, Ocean Drive, pedofilia, pedófilo, reacionário, Reinaldo Azevedo, sexo, South Beach, Starbucks, Ttibunal de Nuremberg, Vietnam