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22/06/2009 - 13:05

Seis Meses de Obama e a Mosca

“Barack, Barack, nosso pai!”

China ou Chinatown- Sim, Hollywood existe! “A diferença entre insanidade e genialidade só pode ser medida por sucesso”. Um dia explico tudo! Mas foi com a frase “Sim, Hollywood existe” que terminei meu último post. Mas agora… agora, tendo chegado aqui, sem saber quem sou, sem identidade, tento ler os jornais daqui, mas não entendo o Mandarim. Imploro ás pessoas nas calçadas para que falem comigo. Ninguém pára. Poucas pessoas falam Inglês e mesmo assim, ficam cabreiríssimas. Menos gente ainda fala alemão. Ninguém (óbvio) fala Português. A revolução cultural de Mao uniu 16 nações através de um idioma: e eu não entendo uma única palavra: quero saber se os jornais daqui estão dando algo sobre o Irã.

Claro, a maior revolução do século XX. Será? Claro que não! E a revolução Bolchevique, meninos? Não conta? O que é o Irã com o seu extremismo islâmico (1979), contra o “perigo vermelho” de 1917?

Mas não vejo nenhuma foto do Ahmadinejad nos jornais locais, somente uma MOSCA que o Obama matou a tapa!! Também quero saber se falam algo sobre o país vizinho aqui, a Coréia do Norte. Quero saber o que acham do nosso Obama, festejando gloriosos SEIS meses no poder sem um único tropeção!!! Ainda matou uma mosca com um peteleco certeiro!

Mais ou menos com o mesmo poder e já com algum tédio, Barack Obama trucidou com certeiro golpe e destra mão um exemplar da espécie, que teve também seu momento de glória. Não precisou usar seu assombroso arsenal militar, seus porta-aviões que sozinhos são capazes de dominar a Terra, suas ogivas nucleares, os serviços do FBI e da CIA. Com um peteleco e uma expressão de quem é hábil em matar moscas, deu um único golpe e matou a mosca e a questão.

Bem, aí mais da metade da população do Oriente Médio ficou assim:

Aos berros, ou aos mantras, ou aos prantos:

“Barack, Barack, Barack, nosso Pai”, como na foto aí em cima.

O Oriente Médio, como sabemos, é infestado de moscas. Se Ahmadinejad não tivesse roubado as eleições no Irã, seria uma mosca a  menos. Mas, descontando o Irã, mesmo assim, são muitas moscas.

Num telhado qualquer, de um país qualquer onde se secam tâmaras, damascos ou figos, a quantidade de moscas é simplesmente incrível: e Obama demonstrou o que uma cultura milenar não soube ainda conquistar.

13 mortos, pelo menos, no Irã. E nós com isso? O mundo INTEIRO só fala do Irã. O foco do mundo está ali. Como o Lula deve estar com inveja, nossa!

Olha só: Uma das figuras mais poderosas do Irã (o ex-braço direito do pai da revolução islâmica, o Aiatolá Khomeini), o Sr. Rafnanjani, era um crítico de Ahmadinejad e um grande aliado de Moussavi. Ou seja, no fundo nada prova nada. Não importa quem está na presidência. Importam os Aiatolás. Não importa muito quem está na presidência: se ele diz ou não que houve ou não houve o Holocausto: são os palhaços perigosos da vez, mas não passam de palhaços!

O Presidente Obama nao terá que se preocupar muito em dizer se apóia esse ou apóia aquele (o mundo fica lhe cobrando uma posição. Olhem a foto: todos de quatro).  Os Republicanos estão perdidos, sem líder. Em seis meses, Obama fez mais que qualquer outro presidente em anos. Até mosca matou.  Ao invés de olhar o “adversário islâmico” como inimigo, procura um diálogo. Nada mais lógico.

Os Americanos querem guerra? Sim, no passado acredito que sim. Mas a economia está em frangalhos e esse presidente vem de um background bastante diferente para não repetir as merdas históricas.

Num artigo recente no Washington Post, dois líderes dessa administração (Larry Summers e Tim Geithner) escreveram um pouco, assim como se fosse um trailler, do plano econômico dessa presidência. Não, não vou reproduzir aqui no blog o texto do Washington Post e nem vou me irritar com partidos perdidos ou países ditatoriais onde a religião é usada como instrumento de manipulação das massas! Não vou.

Olho em volta e vejo cobras e lagartos pendurados em vitrines.  Congestionamentos enorrrrmes!  Deus do céu! Seis meses de Obama ! Viva! E quem se atrever a criticar o cadarço de seu sapato, vai virar uma mosca morta, com um simples peteleco!!!!

Gerald Thomas (des-orientado)

(O Vampiro de Curitiba na edição)

Autor: gthomas - Categoria(s): artigos Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
27/04/2009 - 13:07

Os Porcos Que Espirram

 

New York – Depois das aves assassinas (SARS ou Avian Flu) e das Vacas Loucas (Mad Cow Disease), finalmente temos os Suínos Gripados que já mataram algumas dezenas de pessoas. E depois dos porcos? Qual será o próximo animal? O gato da tua casa? O cachorro de estimação? Quem será o próximo inimigo do homem?

Em minha opinião, somos os nossos piores inimigos. Isso, nós mesmos! Não precisamos dos animais.

Claro que, de vez em quando, uma vaca louca ou uma ave louca ou um porco louco ajudam a dispersar o fato que SOMOS LOUCOS, nós, os seres humanos!

Vamos combinar? Esses porcos trazem duas coisas que não gostamos! Ih… não posso falar. Ah, não posso falar que lá vem comentarista meter o pau me chamando disso e daquilo e mais aquilo outro! Vou falar sim: Não gostamos dos mexicanos! Pronto, falei!  Êita povinho sem graça!

Mas a C.I.A. bem que podia mandar esses suínos pro Paquistão, que a cada dia que passa se vê mais infestado pelo Talibã. Esses suínos gripados poderiam ser treinados como agentes secretos e… Ihhhh… Não. Nada feito. Muçulmano e judeu não comem carne de porco. Povo sábio! Aliás, quem deve estar dando pulos de alegria são os vegetarianos, os veganos, etc. Pergunto-me como ficaria a Alemanha num caso de total “outbreak” de suínos contaminados, sendo que um menu no país tedesco contém as várias partes do porco, desde o  Eisbein (joelho) e, ah, sei lá…

Os mexicanos também defecam sobre a nossa alface e sobre o nosso espinafre, na colheita, na Califórnia, nos dando a deliciosa bactéria e.coli. É uma delícia. Uma delícia!

Já no México, onde o surto é mais forte, ao menos 22 pessoas morreram comprovadamente por causa da doença. Desde 13 de abril, houve mais de 1.600 casos suspeitos e 103 mortes cuja causa provável foi a gripe suína. O governo mexicano ordenou o fechamento de escolas no Distrito Federal e nos Estados de México e San Luis Potosí até no mínimo dia 6 de maio. Membros do Exército foram às ruas da Cidade do México ontem para distribuir máscaras de respiração a transeuntes.

O que será uma máscara de respiração mexicana? Será uma máscara do carnaval da morte? Ou algo celebrando o massacre dos Astecas? 

Segundo John Brennan, assistente do presidente Barack Obama para segurança doméstica e contra-terrorismo, “nossa prioridade agora é garantir que a comunicação seja robusta e que os esforços de vigilância médica estejam totalmente ativados.”

Já ouviram tanta baboseira? Eu não! Quem nos livra das baboseiras do próprio homem? Um mexilhão contaminado? Uma barbatana de tubarão afiada? Um atum cheio de mercúrio?

Sempre haverá um BICHO jogando contra nós, nessa ANIMAL FARM Orwelliana, já que nós resolvemos injetá-los com hormônios, tratá-los como… “maquinas de produzir carne”. Nojo!

Eles, esses bichos de criação em massa, são nossa invenção! É mais que justo que se revoltem contra nós!

 

P.S. Muitíssimo obrigado pelos quase 1.000 comentários do post anterior!

 

Gerald Thomas-27/Abril/2009

 

(Vamp na edição)

P.S. do Vamp: Me parece que a página não está atualizando automaticamente. Portanto: F5, “atualizar” ou “refresh”, se for o caso.

 

 

Autor: gthomas - Categoria(s): artigos Tags: , , , , , , , , , , , , , , ,
03/01/2009 - 11:25

SOMOS APÁTICOS À MERDA ALHEIA OU RIMOS DELA QUANDO VOA!

 

 

“PEQUENOS ASSASSINATOS” – (LITTLE MURDERS) 

Essa pérola de Jules Feiffer (1971) com Elliot Gould, Alan Arkin & Company faz a sinopse dessa “coisa” em que nos transformamos. Ah, sim! Escrevo isso no momento em que vejo as ground troops israelenses invadindo Gaza (mais uma vez). Mas quem pode tirar a razão de Israel de querer existir? Ao mesmo tempo eu berro “que merda tudo isso!”. Não, ainda não sou um ser apático.  

Little Muders” é a história da apatia, do “movimento pela apatia”: da neurose da psicose de se viver aprisionado. É a psicose da galinha olhando o ovo, estranhando o ovo que acabou de botar e MASSACRANDO aquela coisa estranha que comemos, que vira omelete ou objeto de Páscoa e que Colombo colocou em pé. Mas o apático fotógrafo (Elliot Gould), assim como uma galinha infértil,  só faz mesmo é fotografar “merda de cachorro”. Ah, e é espancado por gangs de NYC nos anos setenta enquanto sonha. Sonha. Sonha em querer sonhar como um quase Hamlet, um quase ham omelett. O resto, em sua volta, é muito barulho, muito barulho, e muitas balas voando, muita gente falando, muita gente no armário, muita classe média, o sonho americano ruindo nos anos setenta sob Nixon, muita gente se auto-flagelando e auto-baleando. 

Ah, mas tem o mais que brilhante filme Network também, de Lumet, com o Peter Finch. Lindo. Triste. Época de Gerald Ford já tendo perdoado Nixon pelas barbaridades. Quais? Pelas quais ele foi “pego”. Porque todos eles cometem, nao é? São humanos, não são? Network é a parte do grill à lenha, se o mundo é um fogão! É sobre a neurose de um âncora televisivo que não agüenta mais. Entra um dia no estúdio e não agüenta mais. Nao é uma crise existencial, mas uma crise CORPORATIVISTA, ou melhor, um surto psicótico corporativista-existencial e político. Ufa! Tá difícil! Trata-se de uma convulsão, uma psicose também, uma neurose sobre a psicose mais uma convulsão: resultado: o âncora se torna um “guru” que vai do fracasso ao sucesso porque pega de assalto o ponto fraco das pessoas. E qual o ponto fraco? A mentira na qual vivemos. “I’m mad as hell and I’m not going to take it anymore”. 

Ah, mas tem os “3 dias de Condor” (baseado em Six Days of the Condor, de James Grady: brilhante), em que vemos um lindíssimo Robert Redford fugindo de uma CIA (que massacra a ela mesma – uma divisão da CIA que acaba de assassinar – risos mórbidos – “pequenos assassinatos”), fugindo de sombras que carregam mistérios e mentiras e traem uns aos outros: assim é o mundo dos SPIES, dos espiões,  das  divisões políticas, das hegemonias, dos egos artísticos; assim é com autores de ficção, assim como na realidade quando estamos a um passo de sermos testemunhas de um massacre ou quando perdemos um amigo perdido nas montanhas alpinas da Suíça!  Em “3 dias de Condor” as ramificações chegam a ser poéticas porque um jovem e idealista Redford ainda quer “moralizar” o imoralizável, ou seja, quer limpar o sujo, a sujeira do mundo. Tadinho, mas está certo. Errado estamos nós que torcemos sempre para o coitadinho. Por que será? 

Assim como Elliot Gould fotografa merda em Pequenos Assassinatos, Faye Dunaway é uma fotógrafa do nada, do vazio, em “3 dias do Condor”.

E é no colo da linda e vazia Dunaway que Redford vai pegar refúgio enquanto quer provar que ALGUMA  COISA  PROVA  ALGUMA  COISA (ao  contrário do meu “nada prova nada”, Circo de Rins… ) tentando chegar ao chefe dos chefes da CIA tristemente localizado dentro do World Trade Center. Sim, eu disse tristemente aqui no ex WTC e não em Langley. 

Fugindo… todos os personagens desses filmes fogem porque ainda não existe a internet. Sim, ainda estamos nos anos 60 e setenta, uma era virtual, mas virtual de outra forma. Mais que isso, estamos sob pleno impacto colossal de Richard Nixon sobre a vida de todos. O desastre Nixon abalou tanto tudo que todos tudo tanto todo o TUDO que pum! Tudo PUM! Nixon, Watergate, os tapes, Erlichman, Halderman, Kissinger, G Gordon Liddy e PUM! E mais plumbers! Quer dizer bombeiros mecânicos. É isso: PUM! E Nixon ainda fazia o sinal da PAZ dos hippies DUPLO. É como se estivéssemos duplamente bêbados e sim, não havia a internet. Havia o ser humano olhando pro outro e… O quê?  Ele, Redford, descobre que conectou os pontos: PETRÓLEO. Uniu a Holanda com alguns livros árabes e Venezuela e PIMBA. E, por causa disso, PUM! Matam sua unidade. Psicóticos! Como vêem, jovens do mundo, o “oil embargo” e outros embargos pelo petróleo é vicio pior que heroína, coisa la dos Afghans, dos poppy seeds, papouuuula! 

Ah, e tem “Performance” com Mick Jagger e James Fox, de Nicholas Roeg.

Sim, psicose de identidade e psicodelismo de alta fidelidade, assim nós éramos. E como éramos! E o que somos? Uma alta elite do quê? 

Em “Performance” vemos um gangster cockney sendo esnobado pelo seus pares e vemos um performer da elite pop (Jagger) sendo esnobado pelos seus próprios conhecimentos “estranhos e exóticos” (Borges, por exemplo, que na Inglaterra da década de 60, ah… ninguém se importava, principalmente a minha turma. Queria-se Poe, dadaísmo, Trotsky  e muito rock). Performance é e não é o espelho às avessas e I’m mad as hell… , ou seja, ESTOU PUTO DA VIDA E NÃO VOU MAIS AGÜENTAR ESSA MERDA, porque se está todo mundo tripping, todo mundo drogado e num processo de introspecção por processo psicótico de auto-indução, a palavra “mad”, maluco, puto da vida, não se aplica. Ah, sim, cogumelo nasce na merda! O que se come em “Performance” é cogumelo. Da auto introspecção à merda total e pequenos assassinatos: um vira o outro por necessidade de roubo de identidade!!!! 

QUAL merda? A que Gould fotografa? A que os terroristas nos propõe no dia a dia de nossas vidas. As “Notas Oficias” que Finch é obrigado a ler e que continuam sendo a grande MASSA da MÍDIA? Ou será que a merda está no vazio das fotos, está no vazio dos discursos e nas máquinas que invadem por causa de petróleo agora, assim como era antes? E o direito de existir? 

Quem tem mais direito de existir? Árabe? Judeu? Rico, pobre? Quem tem mais direito de opinar sobre isso? Redford corre da mentira, Gould fotografa seus excrementos, Finch berra a respeito dela e Jagger canta “eu existo através do OUTRO”. Nós existimos através do outro! E somente através do outro.

Quem tem o direito de não existir? Você? Eu? Um? Dois? Será somente uma questão psicótica? Neurológica? Imaginária? Numérica? Somos muito pequenos? Valemos quanto? Quanto dinheiro? Quantas gramas ou quilos? Ou seremos pequenamente, lentamente,  assassinados?

 

Gerald Thomas

3 Janeiro 2009

 

(O Vampiro de Curitiba na edição)

 

Autor: gthomas - Categoria(s): artigos Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
25/06/2008 - 22:14

Texto do Vampiro de Curitiba sobre a desconstrução dos mitos em Geral(d)

A Semana

É, eu sei que o Blog não é sarampo, mas… pegou! Nem poderia ser diferente: Em meio a tanto senso comum, tanto ‘jornalismo de serviços’, Gerald Thomas é a verdadeira paudurescência contra toda a brochice intelectual que impera neste ambiente politicamente correto. E o melhor: Já estamos a quase uma semana aqui no IG e ainda não respondemos a nenhum processo. Fantástico! Por via das dúvidas, ninguém fala sobre judeus, certo? Nem por brincadeira! Mais gostoso é bater na esquerda hipócrita (me perdoem o pleonasmo), mas isso também já está ficando sem graça. Já está virando senso comum criticar a petralhada. E, além do mais, quem tem Zé Dirceu como amigo, não precisa de inimigos. Dilma Roussef que o diga! No fundo, todos eles se merecem…

A famigerada ‘Frase da Semana’

Para quem não sabe, toda Sexta-feira temos a ‘Frase da Semana’. É uma frase escolhida ditatorialmente por mim entre os comentários dos leitores do Blog. Os critérios? Originalidade, oportunidade, criatividade ou, simplesmente e dependendo do meu humor, alguma frase que me chame a atenção. E não me venham com ‘democracia’, ‘votação’, essas frescuras todas. Eu escolho e pronto! Nem me venham com esse papo de ‘igualdade’. Sempre é bom lembrar: Éramos iguais perante deus. Como deus morreu, somos, sim!, diferentes.

Bom, a ‘Frase’ desta semana é de quem? Alguma dúvida? Não, né? Essa semana é moleza: Só poderia ser dela, da nossa amiga Elisabeth. Observem que primor: ‘… no caso de também haver um politico, este ficará de quatro para que possa ser enrabado com pompa e circunstancia pelo religioso, A partir desta visão, que politico nenhum venha a dizer que o estado e a religião estão separados.’. É, eu sei. Também fiquei algumas noites sem dormir imaginando a cena. Parabéns, Elisabeth! Se cuida, viu?

A Identidade

Como surgiram alguns boatos na blogosfera a cerca da verdadeira identidade do ‘Vampiro de Curitiba’, sugiro que decidamos, de uma vez por todas, este assunto. Como sou bonzinho, vou permitir que os leitores decidam:

( ) a) O ‘Vampiro’ não existe. É apenas uma personagem criada por Gerald Thomas, assim como Sócrates foi uma personagem inventada por Platão; assim como Shakespeare foi uma invenção de Lord Bacon.
( ) b) O ‘Vampiro’ é um bate-pau do Reinaldo Azevedo com o malígno intuito de avacalhar com a campanha de Barack Obama.
( ) c) Isso só pode ser coisa da C.I.A para denegrir a imagem do PT e retardar o triunfo do ideal comunista na América Latina.
( ) d) Na verdade, o ‘Vampiro de Curitiba’ é só mais um rostinho bonito (muito bonito, diga-se de passagem) querendo aparecer.

Vampiro de Curitiba

Autor: Ana - Categoria(s): Colaboradores, Frase da Semana Tags: , , , , , , , , , ,
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