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	<title>Gerald Thomas &#187; centros urbanos</title>
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		<title>Violência BRUTAL</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Oct 2008 13:14:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gthomas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Violência BRUTA
Ou BRUTAL. 
Não pode ser normal. Meus amigos “estrangeiros” que estão chegando aqui para uma série de eventos me perguntam: ”Como está aí? Como é São Paulo?  O que devo vestir?”
Fico quieto aqui no meu canto e reflito um pouco.
1-   Polícia atacando polícia. Humm, será que conto isso pra eles? “Listen guys, down here two [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span><strong>Violência BRUTA</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><strong>Ou BRUTAL. </strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><strong>Não pode ser normal. Meus amigos “estrangeiros” que estão chegando aqui para uma série de eventos me perguntam: <em>”Como está aí? Como é São Paulo?  O que devo vestir?”</em></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><strong>Fico quieto aqui no meu canto e reflito um pouco.</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><strong>1-<span>   </span></strong></span><span><strong>Polícia atacando polícia. Humm, será que conto isso pra eles? “<em>Listen guys, down here two separate forces of the police are at each others throats, with FULL FORCE, tear gas, bombs, etc</em></strong></span><span><strong>”. </strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><strong>2-Duas polícias diferentes? “WHAT?</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span>2-<span>   </span></span><span><strong>Ah, como os <em>carabinieri</em></strong></span><span><strong> e os <em>polizzia</em></strong></span><span><strong> na Itália? Sei lá, difícil de explicar. Se eles não conseguem se entender, como a população os entenderia? Ou como eles entenderão a população?</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span>3-<span>   </span></span><span><strong>Ou falo daquela garota mantida pelo seqüestrador&#8230; Não, melhor não falar nada sobre isso. Quero falar <em>bem</em></strong></span><span><strong> sobre São Paulo. Quero dizer que isso aqui é um prosseguimento da Bauhaus, que, se Gropius estivesse vivo, se orgulharia disso aqui. Ou Corbusier. Ou gostaria que Peter Eisenman e Gehri dessem um pulo aqui para fazer uma intervenção arquitetônica, misturar os vivos com os quase vivos.</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span>4-<span>   </span></span><span><strong>Mas&#8230; fora o Hotel Unique, a aquitetutura daqui é simplesmente a MAIS convencional das cidades modernas. Careta mesmo! Até Shanghai é mais moderna, mais criativa e não tem esses malditos postes, postes, postes, postes com os fios expostos, tranformador à vista e mais fios, fios, fios e poste, poste  e poste! Nem o Rio, Zona Sul tem mais isso. </strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span>5-<span>   </span></span><span><strong>Mudo de assunto, então? “It&#8217;s a cool city, man!” Pode-se andar de noite na rua sem problemas. Catzo! Pode nada. Tem que se VOAR do lugar para onde se está para o carro e do carro para dentro de um recinto fechado. Muito carro BLINDADO aqui. Lojas: BLINDA-se em 48 horas! Que vida bela!</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><strong>NENHUMA CAPITAL de lugar nenhum é assim. Nova York, onde moro, saio na rua as 3 manhã para fazer compras na Deli. Sei lá, coisas como açaí orgânico. Pão, coisas que não tenho saco pra comprar de dia, no meio da muvuca. Desço a pé uns 12 quarteirões, da 23 até o East Village, e não me passa pela cabeça olhar para trás.</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><strong>Ontem, na 9 de julho, um motoqueiro morto, estirado no chão. O motorista de táxi nordestino dizia: “Ó<em>timo, menos um</em>”! Assim, com essa frieza.<span>  </span>Ótimo? Menos um? É isso que o brasieiro quente&#8230; REPITO&#8230; ”quente” virou?</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><strong>Hoje estréia nos EUA o filme de Oliver Stone sobre George Bush. Chama-se simplesmente “W”. Vi trechos. Stone, às vezes acerta em cheio, às vezes erra feio, assim como eu e você. Stone, nesse filme, afirma que &#8220;W&#8221; mudou o mundo pra sempre e que essa esfera jamais vai se recuperar dos danos deixados pela dupla Cheney-Bush. Até McCain está afirmando: &#8220;<em>I am NOT “W</em>”. Somente ele sabe o que quer dizer com isso.</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><strong>O skype toca: <em>“Então, que roupa devo levar?”</em></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><strong>Não sei, digo eu. Um dia faz 35 graus e não há ar para respirar, uma secura&#8230; uma poluição, um barulho de ônibus, dos escapamentos, os bip bip bip dos motoqueiros e os snif snif snif dos garotos cheiradores de cola nos faróis, semáforos/sinais de trânsito. Olha, paulicéia&#8230; Vocês estão de parabéns!</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><strong>Daqui da janela vejo antenas e mais antenas.</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><strong>Refúgios altos e helicópteros de pessoas que tentam se elevar além dos índices do DOW JONES.<span>  </span>Lá embaixo, uma população que dorme nos cantos, abaixo dos BAIXOS níveis do DOW JONES. Enquanto o Lula fala besteiras em Moçambique ou em algum alambique e tenta perpetuar sua história no poder, eu me lembro de que Hitler, Stalin e Franco e os grandes ditadores se perpetuaram através de juventudes, melhor, de movimentos juvenis que criaram (Hitler Jugend, por exemplo). Algum anão espanhol me lembrou disso.</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><strong>Acho que um dia São Paulo acorda para São Paulo. Aliás, eu acordei para São Paulo faz tempo. E&#8230; e o quê? Aprendi que só há mesmo uma maneira de amá-la. É através da atonalidade. Através dos “pingos” do Pollock, dos traços mal traçados de qualquer movimento artístico da deformidade que, sim, tem a sua beleza.</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><strong>Num dia cinza como o de hoje, Sampa fica ainda mais feia, digo, seu espelho a reflete ainda mais bela.</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span><strong>Gerald Thomas</strong></span></p>
<p style="text-align: justify"><strong></strong></p>
<p style="text-align: justify"> </p>
<p style="text-align: justify"> </p>
<p style="text-align: justify">(Vamp, na edição)</p>
<p style="text-align: justify"> </p>
<p style="text-align: justify">Ps. do Vamp: Caros, os comentários permanecem daquele jeito: Uns entram como se tivessem sido postados (do verbo postar)  com uma hora de antecedência. Outros não. Às vezes as respostas aparecem antes das perguntas.</p>
<p style="text-align: justify">Portanto, antes de começar a rogar pragas para o moderador (no caso, eu) por seu comentário não ter entrado, verifique se ele não está lá em cima. Vamos tentar organizar o caos!</p>
<p style="text-align: justify"> </p>
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