iG
iBest BrTurbo

Publicidade

Publicidade
29/06/2009 - 08:47

Somos Todos Jacksons ou: Quando os Urubus Não Liberam a Alma

.

(Jesse Jackson (esquerda) e o pai de Michael Jackson (direita)

Uraniastrasse (Urania Parkhaus) – Como você se sentiria  olhado, vigiado por BILHÕES de pessoas todos os dias? O Jagger, por exemplo, tem estrutura. Adolescente rebelde, mas já estudando na London School of Economics, ele se “ancorou” internamente para ser um “alvo”.

Já Michael Jackson, nasceu ali, menino, pequeno, frágil, no meio dos irmãos. E menino ficou. O sucesso lhe “estourou” na cara. Nem a voz mudou, ou mudou pouco até quinta passada, quando nos deixou.

A repercussão da morte dele serviu até para desviar a atenção das demonstrações contra o Ahmadinejad, no Irã, e outras atenções. Claro, morrer aos 50 anos não é, digamos, natural.

E nos faz refletir um bocado sobre quem somos, o que fazemos de nossas vidas, o quanto lutamos para termos o que temos, para que, no final, o lixo todo de um “império do rancho do nunca” seja desmontado, assim como são desmontados os nossos pequenos apartamentos, nossas caixas, nossos arquivos, nossos armários e segredos que guardamos atrás de mil tabus. Em nome de quê, mesmo?

Na verdade é estranhíssimo. Logo antes do Michael Jackson morrer, eu ia mesmo escrever algo sobre nossas compulsões, obsessões, higiene, nossa OBSESSÃO em esticar a vida. Lembro-me do Caetano Veloso dizendo, certa vez, que Michael Jackson era uma das fontes que mais distribuía alegria pelo mundo. Eu não poderia concordar mais. Quanto a querer prolongar a vida, isso já é coisa da mitologia grega ou shakespeariana e, especialmente, iluminista (Goethe). Mas Hollywood é o símbolo desse prolongamento artificial estético.

É incrível como a morte de alguém tão genial acabe cavando feridas e expondo microscopicamente a sociedade dopada, dopaminada e lipoaspirada: três em cada dez comerciais de TV nos EUA são de “pílulas de promessas” de redução de peso em sete dias. Na vitrine da Barnes & Noble (cadeia de lojas de livros que a Amazon.com não conseguiu matar) metade dos livros são sobre dieta, fitness, saúde, etc. ou as “últimas” promessas de vida eterna.

No entanto a estatística mostra que estamos morrendo como sempre morremos. Claro, em “alguns casos” estica-se a vida até os 90 e poucos. Mas sempre foi assim.

Minha avó também chegou aos 96. O poeta e escritor beat William Borroughs chegou perto disso, tendo sido viciado em heroína quase a vida inteira.  Tem mulheres paupérrimas no nordeste do Brasil que chegam aos 100. Qual a fórmula? Qual a fórmula?  Somente “ELE” lá em cima a tem.

E nós aqui podemos passar os cremes mais incríveis na cara, nos injetar de colágeno do “La Prairie” ou da “La Mer” ou de GH (Growth Hormone) ou do caralho a quatro que acaba tudo dando numa enorme EXPERIMENTAÇÃO dos médicos e laboratórios. Ninguém sabe nada. Todos se promovem à custa da nossa ignorância.

Somos cobaias e radicais livres numa corrida contra o tempo, contra o círculo de giz.

Claro: macrobiótica serve pra alguns. Ortomolecular para outros. Homeopatia ou (pros masoquistas) acupuntura é uma delicia. Mas tem aqueles que se resolvem mesmo é numa boa feijoada.

Agora, para assuntos mais compulsivos:

MAÇANETA DE PORTA DE BANHEIRO PÚBLICO

Algo muito estranho é maçaneta de porta de banheiro público, como o de avião, por exemplo. Depois que você fez lá o que teve que fazer, lavou as mãos, você pega na maçaneta da porta em que TODOS tocaram, um nojo! Faz sentido? Você não sabe se a pessoa anterior lavou as mãos! Não sabe se está infectada com qualquer tipo de vírus. E não houve nenhum “gênio” que ainda inventasse uma forma de NÃO se tocar naquela horrorosa maçaneta de porta!

PADRES-POLÍTICOS QUE SEMPRE MONOPOLIZAM SITUAÇÕES (foto acima)

Jesse Jackson (mesmo sobrenome, não é da família): Michael havia se convertido ao islamismo. Ninguém está tocando nesse assunto.

Diz o Reverendo Jackson:

“Quando o médico veio? O que fez? Deu uma injeção a Michael? E se deu, qual foi a substância injetada? O médico voltou muito tempo depois de ter sido chamado?”, perguntou o reverendo. “A ausência dele levanta questões importantes, às quais só ele pode responder”, prosseguiu.

Só que…

O Departamento de Polícia de Los Angeles, que investiga a morte de Michael Jackson, afirmou neste domingo que o médico do cantor, Conrad Murray, está ajudando as investigações. Na noite de sábado, Murray foi entrevistado pela polícia por cerca de três horas.

Segundo comunicado divulgado pela polícia, o médico, que estava com Jackson antes de o socorro ser chamado à sua casa, se apresentou voluntariamente. “O Dr. Murray foi cooperativo e deu informações que vão ajudar nas investigações”, disse o texto.

Também neste sábado, uma porta-voz de Murray afirmou que o médico “não é um suspeito” na morte do cantor e que ele vai “continuar a colaborar” nas atividades policiais.

“O Dr. Murray ajudou a esclarecer algumas circunstâncias e inconsistências na morte do ícone pop”, afirmou a porta-voz, em comunicado. “Os investigadores disseram que o médico não é um suspeito e, sim, uma testemunha da tragédia”.

Pronto, aí está. Jesse Jackson sempre CORRE para cena. Sempre. Por ser uma pessoa realmente importante (alguns o colocam no local da morte de Dr. Martin Luther King), acabou por se achar “justiceiro”. Mas com Barack Obama na presidência os valores dialéticos mudaram.

O Reverendo Al Sharpton (que monopolizou a morte de James Brown), é outro cuja voz sempre ouvimos (aos berros). Enfim, deixa pra lá. São pessoas que parecem viver de intrigas, de conchavos, escândalos (na esperança que eles nos tragam alguma revelação).

Então copio abaixo um trecho de um texto que adoro de Alan Viola, cujo blog está linkado a este:

“O ato secreto de Ninguém

Desde o processo de renúncia/impeachment de Collor não se parou mais com a onda de escândalos e suas revelações. Não separamos mais a política de maracutaias – espécie de extensão natural da profissão não regulamentada. Passamos pelo lodo do mensalão escandalizados com o PT, que criou-se e se fortaleceu na tese da ética na política. O partido parece que também não sabia que o jogo do poder – o poderio do jogo – poderia levá-lo para onde sempre pautou sua crítica. O PT frequenta hoje o espaço de suas críticas ferozes por décadas. Que doido. Ou era apenas um estratégia? Um discurso roteirizado para forçar a aceitação do círculo, uma contra-senha?

Havia, e há, uma palavra mágica que adere a antigos, e novíssimos, movimentos de atos políticos, uma aceitação generosa da agilidade e maneira peculiar de se fazer política, tradicional, e supermoderna. A palavra é: governabilidade. Ela que sustenta as línguas dobradas e os conchavos. A governabilidade, para não se romper, impedindo a suposta ação benéfica dos governos, é uma aceitação a priori do outro, com suas manias, idiossincrasias e jeito diversificado – uma ação para além do comum. A governabilidade e seu fim tem que superar essa cisma do comum, de que as coisas tem que estar submetidas a uma ética. Tem uma expressão que lhe assegura os atalhos e lhe dá a camada de importância: Em nome da governabilidade! Depois disso, portal e porteira abertos.

Então, expressões novas e bastantes usadas também vão se acercando de nós como o chatíssimo diferenciado, que já deveria partir sem saudades, pois quer ser um adjetivo de marketing do diferente, e já tornou tudo igual. Expressões servem para isso às vezes, nos fazem entender que nem tudo é como nos parece.”

(seu texto por inteiro continua lá no blog do Alan)

Pois é! Ali está: “Ela que sustenta as línguas dobradas e os conchavos. A governabilidade, para não se romper, impedindo a suposta ação benéfica dos governos, é uma aceitação a priori do outro, com suas manias, idiossincrasias e jeito diversificado”.

Leiam isso no contexto dos conchavos Elsinorianos ou Hamletianos, no caso da morte de Michael Jackson, onde reverendos e políticos (às vezes ambos) querem meter a mão  e o bedelho. Essa tragédia,  que já chamei de “Weltschmerz” (dor do mundo), ou dor de sentir a dor do mundo, é uma medida que não tem medida. Mas pessoas sensíveis a sentem: Van Gogh ouvia vozes e cortou a orelha, e não foi por amor, e por aí vai. Jackson sofria as dores do mundo, desde muito cedo.

Grandes estrelas se apagam e as galáxias ficam com pequenos asteróides sombrios querendo 12 minutos de fama. Nunca me esquecerei as lágrimas de crocodilo de Jesse Jackson aplaudindo a vitória de Obama em Chicago em 4 de novembro, cerrando os dentes de ódio. Ele foi, no início, um dos candidatos pelo Partido Democrata.

É isso. Estamos todos tristes. Não nos entendemos, não entendemos nada, e, no entanto, queremos FICAR aqui o máximo de tempo que der. Ego? Muito ego? Todos nós tentamos “prolongar” a vida. Seja ela a vida biológica ou pública, a dos factóides. É antioxidante pra lá, pílula pra cá, remédio pra isso e Omega 3, 6 e 9 pra aquilo. Os laboratórios fazem verdadeiras fortunas e as clínicas lipoaspiram, botoxam, siliconam as pessoas, tudo pra que se ESTACIONE num tempo! Num túnel do tempo.

Num pacto com Mephisto. Numa troca de sangue.

Numa troca dos três poderes, três mãos, minas de sal, estátuas de sal, coisa que jamais será possível.

E mesmo assim os mais poderosos acabam sendo os mais sensíveis e levam nas costas essa merda dessa coisa chamada “WELTSCHMERZ”, ou Dor do Mundo, que vem da compreensão de que está tudo torto, de que está tudo errado, desde a maçaneta da porta do mictório até as mais altas esferas políticas, até o microcosmo das famílias disfuncionais! Não há jeito.

Nascemos com parafusos a menos!

Gerald Thomas

.

.

(O Vampiro de Curitiba na edição)

.

Autor: gthomas - Categoria(s): artigos Tags: , , , , , , , , , , , , , ,

309 comentários para “Somos Todos Jacksons ou: Quando os Urubus Não Liberam a Alma”

  1. Reinaldo Pedroso disse:

    30/06/2009 – 10:10
    Enviado por: Cintia

    “Reinaldo,
    Enquanto criança, sendo vestido, pelos pais.”

    É phoda…

  2. Sue disse:

    Eh meninos (as)

    Soube da morte de PINA BAUSCH , jovem…e tanto talento…
    Mas enfim..essa doenca CANCER , para mim esse eh final dos tempos….eh essa doenca que leva tanta gente boa, querida…enfim !!!
    Ao menos pensar pelo lado *bom* (se podemos dizer que algum na morte com Cancer)…pelo penos ela nao *sofreu* em hospitais com quimio…etc etc !!!

    Agora ela esta la em cima…bem acompanhada…Coreografando as musicas e os *bailarinos* de Michael Jackson…

    Beijos Queridos…

    Fiquem com o cara la de cima….

    Boa Noite

  3. Cintia disse:

    Rodrigo,

    Vc está procurando cabelo em ovo, complicando o que é muito simples.
    MJ virou ídolo pelo incomensurável e incontestável talento artístico, ponto final.
    Vida pessoal, aparência, isso é outra estória, irrelevante.
    Vc é negro? é essa a sua bronca com a aparência dele? Centenas, milhares sei lá, de negros estão prestando homenagens a ele no Harlem, em NY.
    Joga um ‘Bad’ aí no teu gramophone, abra os braços, dê uns bons pulos, deslize pelo chão – e relaxe! seja feliz! Viva e deixe viver!

  4. Sue disse:

    Pachequito…Sandrissima…

    Lembra as uns post atras…Mar/2009 por ai…
    Falamos que como o *mundo* nao havia inventado ainda o Dia Internacional dos Homens …nos aqui no Blog inventariamos…e seria dia * Primeiro de Julho*…

    Entao para lembrar a todos…amanha eh dia internacional dos Homens…Homens inteligentes…e capazes…que fazem a humanidade melhor….

    Beijos

    fui

  5. Reinaldo Pedroso disse:

    30/06/2009 – 10:07
    Enviado por: Sandra

    “Ficou um pouco baixa depois do beijo ASSÉPTICO.
    Bem, há coisas piores que beijos assépticos…Gelatina diet?”

    Huumm. puxando conversa…

  6. mnc disse:

    Cíntia essa competitividade de irmãos é osso de lidar …
    Ainda mais quando temos que equacionar as rivalidades.
    Quanto ao bonitão acabo por deduzir que talvez ele esteja alí de penetra…um urubu rondando só na espreita sentindo o cheiro de carne morta.

    Script do Java é uma das linguagens código fonte dos editores de testos usada para construir os hipertexts da web.
    Quando há algum erro, não nos permite acessar ou abrir a contento uma página da web.
    No nosso erro de script é do servidor do blog com o navegador explorer.
    Já consertado.

    Endosso o que disse sobre vc o menino ai em cima, vc é bem original e ligeira, me afino com seu estilo.
    Bjs e tudo de bom.

  7. Tene Cheba disse:

    Assepsia também mata, diminuindo as defesas naturais, já que estas não são testadas. A maçaneta não tem solução, passarão quinhentos mil anos e a bendita estará lá, firme, forte e muito contaminada, da mesma forma que a cuia gaúcha, de mão em mão, de boca em boca, a difusão surubática de germes e microorganismos sedentos de boas hospedarias.Deveria existir lanternas de U.V., cada um carregaria sua, daria o foco fatal sobre maçanetas, tampos sanitários, até no papel higiênico. O problema, caso existisse, residiria no fato que estas lanternas são armas, detonaria pessoas e estas não notariam, creio.
    Fico imaginando uma roda de gaúchos, tomando chimarrão, cada um com sua lanterna de raios ultra violeta, uma esterilizadinha, bah, roda de novo, e vão chupando, e vão sorvendo, de boca em boca, contando causos, inventando modas, sob o efeito da erva mate, que não entendo, como seduz, aqueles guris, tão metidos, tão valentes, eu não entendo, mas não precisa explicar. Bah tchê, que mundo imundo.

  8. Reinaldo,

    “Não, Cintia, não é arrogância; é parecido, é ignorância. ”

    Você não me pareceu muito amistoso neste comentário…

  9. Reinaldo Pedroso disse:

    30/06/2009 – 20:51
    Enviado por: Reinaldo Pedroso

    Sandrinha
    O beijo asséptico foi uma brincadeirinha sobre um comentário teu, amor.
    Na verdade, querida, adoro a imundície da fusão de corpos e líquidos.
    Excitante a alusão gelatinosa… Mas, por que diet, T?
    Beijos, com tudo.
    Reinaldo

  10. mnc disse:

    Devo confessar que não sei quem, na real da lata quem é e foi Pina Bausch mas me solidarizo com a dor das pessoas que choram sua perda precoce.
    Vou lá no google saber sobre sua vida e obra.
    Às vezes o câncer pode matar mais de susto e cisma.
    Tem de desencanar não levar no duro da cebola.

  11. Reinaldo Pedroso disse:

    30/06/2009 – 21:02
    Enviado por: Rodrigo Aguiar

    Ah, é, não me lembrava.
    Tens razão.
    Reinaldo

  12. Rodrigo Aguiar disse:

    Cintia,

    Sei lá o que sou, sou uma mistura de europeus com africanos, é melhor deixar que os outros me classifiquem como negro ou branco, (amarelo ou pardo) para mim, tanto faz.

    Acho bem interessante esta estoria de negro querer ser branco, ou branco querer ser negro.

    Na verdade com o passar dos anos, aprendi que isto não faz muito a direferença, infeliz é aquele que acha que isso muda alguma coisa da vida do individuo …

    Fico “grilado” (gíria um pouco velha né ?), e que muitos no futuro (ou mesmo na atualidade) vão achar que o correto é querer ser peter pan, querer ser eternamente uma criança, com isso, eu não concordo …, nem a pau juvenal !

    Mas quem vai ligar para aquilo que eu ache ou deixe de achar …

  13. mnc disse:

    A quem possa interessar:

    Pina Bausch
    (Coreógrafa alemã)
    27-7-1940, Solingen

    “Ela também estava estava na casa 12, inferno astral, 1 mês antes do aniversário…”

    http://www.netsaber.com.br/biografias/ver_biografia_c_79.html

    A atividade criadora de Pina Bausch, ou Philippine Bausch – nome de nascimento –, tem exercido grande influência na dança contemporânea alemã e internacional. Bailarina, tendo aprendido com grandes mestres, estreou como coreógrafa em 1968. Com sua segunda produção, Im Wind der Zeit (”No Vento do Tempo”), obteve o primeiro prêmio do Concurso de Coreografia de Colônia em 1969. Em 1973, assumiu a direção do Balé de Wuppertal, que logo adquiriu o nome, dado por Bausch, de Teatro de Dança de Wuppertal. As suas coreografias são uma junção original de teatro e dança moderna, refletindo os sentimentos humanos – como a tristeza ou o amor –- sem necessidade de os traduzir num argumento fixo, antes funcionando em”work in progress”. Entre as suas produções, destacam-se Komm tanz mit mir (”Vem, Dança Comigo”, 1977), Keuschheitlegende (”Lenda de Castidade”, 1979), Viktor (1986), ou Café Muller. Nos últimos anos, produziu criações inspiradas em várias cidades européias, entre as quais Lisboa, onde apresentou, em 1998, Mazurca Fogo. Bausch realizou também adaptações operísticas para o seu teatro de dança, no final dos anos 80, o filme Die Klage der Kaiserin.

  14. Cintia disse:

    “Mas quem vai ligar para aquilo que eu ache ou deixe de achar …”

    Rodrigo,

    Só vou te dizer uma coisa: vc está um pooooooorre!!! rs!! :D

    “Fico “grilado” (gíria um pouco velha né ?), e que muitos no futuro (ou mesmo na atualidade) vão achar que o correto é querer ser peter pan, querer ser eternamente uma criança, com isso, eu não concordo …, nem a pau juvenal !”

    Mon amour, amore mio, please!!! Ninguém vai pensar isso, don’t you see??!!! A AAAAARRRRRTEEEEEEE (Ezir) do cara é muito MAIOOOOOORRRRR do que isso!!!
    Relaaaaaax, Baby!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  15. E para finalizar, quem começou dizendo que está tudo errado não foi eu não:

    “E mesmo assim os mais poderosos acabam sendo os mais sensíveis e levam nas costas essa merda dessa coisa chamada “WELTSCHMERZ”, ou Dor do Mundo, que vem da compreensão de que está tudo torto, de que está tudo errado, desde a maçaneta da porta do mictório até as mais altas esferas políticas, até o microcosmo das famílias disfuncionais! Não há jeito.”

    O Rei do Rock e do Pop já passaram pela Terra, que venham os próximos do Rei …

    Quero ver qual Rei será capaz de mudar essa merd……

  16. Cintia disse:

    “….que não sei quem, na real da lata…”
    “… não levar no duro da cebola.”

    rs!
    mnc,

    A admiração pelo estilo é mútua, podes crer! :D

    beijos!
    ah! valeu pela explicação do script!

  17. Cintia, sei que estou um porre, mas está é a última da noite (te juro):

    Tô com saco cheio de ver músicos drogados, doidos varridos e afins serem idolatrados em nome da arte.

    Que merd. de arte é essa ? Será que vocês não se cansam ? Será que já não viram este filme antes ?

    Cara, acho que os verdadeiros astros são aqueles anôminos que abrem mão de tudo em razão da felicidade dos filhos, do companheiro, da familia.

    São os chamados caretas, pais ou mães de familia, que vivem onde não existe fogos de artíficio para chamar a atenção daqueles que ainda querem se iludir com o milagre do mundo do faz-de-conta.

    Pena que estes estão sempre muito ocupados (e alienados) tentando fazer seu próximo feliz, por isso, não são capazes de mostrarem nada à vocês ….

    Boa noite…

  18. Cintia disse:

    “…O problema, caso existisse, residiria no fato que estas lanternas são armas, detonaria pessoas e estas não notariam, creio. …”
    (Tene)

    muitos risos!

    Olha, qdo eu fui ao RS achei uma eca essa coisa de todo mundo chupando aquele treco.
    Peraí né, eu sou designer mas sou limpinha!! ehehe!
    Mas sei lá né, os gaúchos comem tanta carne da boa, deve dar mais imunidade!
    Reinaldo,
    Aguardando seu parecer sobre esse ‘acachupante’ assunto.

  19. Cintia disse:

    Reinaldo 20:51,

    Ui, Reinaldo!
    Que loucuuura de sexy-coment!! Vc tb andou ouvindo ‘Bad’, hein??
    Assim eu fico até com ciúmes! :D
    haaaa!

  20. Tene Cheba disse:

    Losers, este mundo infestado destes rebeldes blasé, detentores dos tons pastéis, acomodados dentro do que pensam ser intelectuais incompreendidos.Não amam e não são amados, suportam seus fracassos com teses retrógradas, que, quando encontram o inocente interlocutor despejam suas ânsias reprimidas. Woody Allen, para mim, é o que melhor interpetra estes congêneres humanos.Engraçado é que o poder de sedução destes seres indiferentes, reside no conformismo, na falsa tristeza, o talento de transformar seus fracassos pessoais, na mais excitante experiência de vida. Os fodinhas, sempre na aba de algum chapéu mexicano.

Voltar ao topo